10/05/2026
👉🏻 Muito se fala sobre ir para a terapia “falar mal dos pais”. E, de fato, existem dores, faltas, traumas e marcas profundas dessa relação que precisam ser olhadas com profissionalismo, responsabilidade e acolhimento. Mas existe outro ponto importante que amadurece dentro de nós através da terapia: podemos escolher olhar para a nossa origem por uma outra perspectiva, mais adulta e racional.
✨ Honrar mãe e pai não signif**a concordar com tudo, esquecer dores ou negar feridas emocionais. Signif**a reconhecer que a vida chegou até nós através deles. E quando alguém consegue carregar os pais no coração com respeito e gratidão (apesar das imperfeições da história) algo dentro de si se reorganiza. A relação com a vida muda. A pessoa deixa de viver apenas a partir da falta e começa a acessar as oportunidades da vida com mais presença, dignidade e leveza.
😉 A maturidade emocional também passa por compreender que, depois de adultos, a construção de uma relação mais saudável com os pais depende muito mais do nosso posicionamento interno do que da mudança deles. Nem sempre será possível ter proximidade. Mas é possível encontrar paz dentro de si em relação à própria origem.
🔥 Esse é um tema profundo demais para caber inteiro em uma legenda. Mas talvez hoje seja um bom dia para lembrar que carregar ressentimento de quem for, principalmente dos pais, nos afasta da vida.
📌 Salve esse post neste Dia das Mães para não esquecer de viver essa relação com mais leveza, consciência e gratidão.
Psicóloga Bruna França CRP 04 / 72.067
💎 Criadora do Mulher Inegociável®.
Referências:
• Bert Hellinger — “Ordens do Amor” e fundamentos da abordagem sistêmica familiar.
• Ivan Boszormenyi-Nagy — teoria das lealdades familiares invisíveis e ética relacional.