07/08/2026
🧬 CURIOSIDADE FIV | Quantos blastocistos são necessários para aumentar as chances de sucesso?
Essa é uma das perguntas mais comuns durante um tratamento de reprodução assistida: “Doutor, quantos embriões eu preciso para ter uma boa chance de conseguir meu bebê?”
A resposta não é um número único. 💜
A idade materna faz muita diferença, principalmente porque ela está diretamente relacionada à probabilidade de encontrarmos embriões cromossomicamente normais.
📊 Alguns estudos estimam quantos blastocistos seriam necessários, em diferentes faixas etárias, para alcançar aproximadamente 95% de probabilidade cumulativa de implantação sustentada.
👉 E os números podem surpreender.
Arraste para o lado e veja como essa estimativa muda conforme a idade. ➡️
📌 Salve este post e encaminhe para alguém que está tentando engravidar ou passando por um tratamento de reprodução assistida.
Dr. Roberto Didier
Ginecologia e Reprodução Assistida
🧬 Quantos blastocistos podem ser necessários para alcançar cerca de 95% de probabilidade cumulativa de implantação?
Um modelo publicado na Fertility and Sterility mostra como essa estimativa pode mudar de forma importante conforme a idade materna, considerando blastocistos de boa qualidade não testados geneticamente:
🔹 < 35 anos: 4 blastocistos
🔹 35–37 anos: 5
🔹 38–40 anos: 7
🔹 41–42 anos: 13
🔹 ≥ 43 anos: 27
📌 Esses números ajudam a entender por que a idade tem tanto impacto na reprodução assistida: com o passar dos anos, aumenta a proporção de embriões com alterações cromossômicas.
⚠️ Importante: são estimativas populacionais de probabilidade cumulativa de implantação sustentada — não significam garantia de gravidez ou de bebê nascido vivo, nem determinam quantos embriões uma paciente individualmente precisará.
💜 Cada casal precisa ser avaliado de forma individualizada.
Dr. Roberto Didier
Ginecologia e Reprodução Assistida
🧬 Por que o número de blastocistos necessários aumenta com a idade?
Com o avanço da idade materna, aumenta a proporção de embriões com alterações cromossômicas e, consequentemente, diminui a chance de um blastocisto não testado ser euploide.
Por isso, quando consideramos blastocistos não submetido