Cristina Strachicini Psicóloga

Cristina Strachicini Psicóloga Psicologia baseada em evidências
Cuidado emocional com método
Especialista em ajudar adultos a viver com consciência
📍 Sorocaba | Online

Existe uma confusão comum e silenciosa: achar que ama, quando na verdade se precisa de alguém ao lado para não encarar o...
12/06/2026

Existe uma confusão comum e silenciosa: achar que ama, quando na verdade se precisa de alguém ao lado para não encarar o próprio vazio.

De fora, as duas coisas se parecem. Por dentro, são bem diferentes.

O amor que nasce da inteireza divide a vida. A necessidade que nasce do vazio se agarra a ela. No segundo caso, o outro deixa de ser companhia e vira remédio para uma falta que continua existindo, porque ela não era sobre o outro, era sobre a relação que faltou consigo mesma.

Por isso trocar de relacionamento raramente resolve. O vazio viaja junto. O que muda algo é desenvolver a capacidade de estar bem na própria companhia.

Não para deixar de amar, mas para amar de um lugar mais livre. Quem se sustenta por dentro escolhe o vínculo por presença, não por medo de f**ar só.

Compartilhe com quem você sabe que confunde amor com medo da solidão.

Tem um tipo de distância que não aparece em discussão. Aparece no jantar em silêncio, no “tudo bem” automático, na cama ...
09/06/2026

Tem um tipo de distância que não aparece em discussão. Aparece no jantar em silêncio, no “tudo bem” automático, na cama dividida por dois corpos que mal se tocam, não por raiva, por hábito.

Muita gente acha que isso é o amor acabando. Nem sempre é. Em boa parte dos casos não falta sentimento, falta presença.

Dois adultos que passaram anos entre trabalho, filhos e cansaço foram deixando de se escutar sem perceber.

E quem vive desligado de si mesmo tem dificuldade de estar inteiro com qualquer outra pessoa.

Reaproximar de quem mora ao seu lado costuma começar por dentro: voltar a perceber o que você sente, o que cansou, o que ficou sem ser dito. Presença não some de uma vez, e não volta sozinha.

Antes de decidir que o amor acabou, talvez valha olhar para o que foi silenciado. A psicoterapia pode ajudar você a entender se ainda existe vínculo, ou apenas hábito.

Tem gente que sente o domingo à noite no corpo antes de a cabeça entender o porquê. O humor cai, o sono foge, a paciênci...
05/06/2026

Tem gente que sente o domingo à noite no corpo antes de a cabeça entender o porquê. O humor cai, o sono foge, a paciência some.

A leitura fácil é: é só preguiça de voltar a trabalhar. Mas, quando isso vira rotina, costuma ser outra coisa: um sistema que passou a semana inteira em prontidão e não conseguiu desligar em momento nenhum. O domingo não cria a ansiedade. Ele só revela a que já estava ali.

Olhar para isso não é dramatizar. É reconhecer um sinal antes de ele virar algo maior. Cuidar da saúde emocional, aqui, é menos sobre aguentar a segunda e mais sobre entender por que a semana inteira virou um estado de alerta.

Cristina Strachicini | Psicologia
Desenvolvimento humano e consciência emocional

03/06/2026

Tem um cansaço que o fim de semana não tira. Você descansa no papel, mas continua sem energia, sem vontade, sem se reconhecer direito na própria rotina.

Os números ajudam a entender que não é só com você: o Brasil lidera o ranking mundial de ansiedade, e os afastamentos do trabalho por saúde mental bateram recorde em 2025, segundo o Ministério da Previdência.

Mas dado nenhum cuida de ninguém sozinho. O que muda o jogo é parar de tratar esse esgotamento como preguiça ou falta de força e começar a lê-lo como o que ele é: um sinal de que faz tempo que você não para para se escutar.

Cristina Strachicini | Psicologia
Desenvolvimento humano e consciência emocional

Você abre a geladeira sem fome. Rola o feed sem motivo. Compra algo de que não precisa. Enche a agenda para não ter brec...
28/05/2026

Você abre a geladeira sem fome. Rola o feed sem motivo. Compra algo de que não precisa. Enche a agenda para não ter brechas.

E, mesmo com tudo cheio, alguma coisa continua puxando por dentro.

Isso não é falta de força de vontade. Não é gula, compulsão por compras ou falha de caráter. É algo muito mais comum e humano: uma tentativa silenciosa de não sentir.

Cada um encontra a sua forma. Tem quem coma. Tem quem trabalhe sem parar. Tem quem precise estar sempre com alguém. Tem quem more no celular. O que muda é o comportamento. O que se repete é o motivo: aliviar uma sensação que ainda não encontrou espaço para ser escutada.

A psicologia mostra que aquilo que a gente chama de vazio raramente é falta. Muitas vezes, é excesso: de emoções engolidas, demandas acumuladas, cansaço emocional, sentimentos adiados.

O vazio não está pedindo mais. Está pedindo pausa.

Está pedindo que você pare e se pergunte:

“O que eu não estou me permitindo sentir?”

A resposta quase nunca está fora. Ela costuma estar em um lugar que você vem evitando há tempos — e que talvez agora esteja pedindo um cuidado mais consciente, mais profundo e mais gentil.

Cristina Strachicini | Psicologia
Desenvolvimento humano e consciência emocional

Tem dias em que você acorda cansada antes mesmo de o dia começar.A mandíbula travada. Os ombros que não relaxaram durant...
26/05/2026

Tem dias em que você acorda cansada antes mesmo de o dia começar.

A mandíbula travada. Os ombros que não relaxaram durante o sono. Aquele aperto discreto no peito que aparece pela manhã, sem motivo aparente.

Mesmo assim, você toma café, encara o trânsito, faz tudo o que precisa entregar. E, no fim do dia, f**a a sensação de que algo dentro continua puxando.

Não é frescura.
É a emoção que não está encontrando espaço para ser sentida e o corpo acaba refletindo isso fisicamente.

A psicossomática estuda isso há décadas, e a rotina confirma todos os dias: o que a mente cala, o corpo comunica. Tensão crônica, insônia, exaustão que não melhora com descanso, peso no peito, dores que aparecem sem causa clara. Muitas vezes, não são problemas isolados. São sinais de emoções não escutadas pedindo espaço.

E a saída costuma não estar onde a gente procura: mais um analgésico, mais um fim de semana para “desligar”, mais uma promessa de que segunda-feira tudo vai ser diferente.
A saída começa por escutar.

Cuidar da saúde emocional não é fragilidade. É maturidade. É devolver ao corpo o direito de ser ouvido antes de precisar gritar.

Cristina Strachicini | Psicologia
Desenvolvimento humano e consciência emocional

Muitas pessoas chegam à psicoterapia buscando alívio para aquilo que está difícil de sustentar e isso faz sentido.Quando...
19/05/2026

Muitas pessoas chegam à psicoterapia buscando alívio para aquilo que está difícil de sustentar e isso faz sentido.

Quando o sofrimento emocional se intensif**a, é natural desejar respostas rápidas.

Mas, muitas vezes, a transformação psicológica não acontece de forma imediata.
Ela acontece no processo.

Aos poucos, a pessoa começa a compreender seus padrões emocionais, reconhecer suas necessidades, desenvolver novas formas de lidar com os próprios sentimentos e construir relações mais conscientes consigo mesma e com os outros.

A psicoterapia não é sobre “mudar quem você é”.

É sobre ampliar consciência, fortalecer recursos emocionais e possibilitar escolhas mais saudáveis e coerentes com a própria vida.

Cada processo tem seu tempo, sua profundidade e sua singularidade.

É esse espaço de escuta, cuidado e desenvolvimento emocional que busco oferecer no consultório.

Se isso faz sentido para você, me chame!

14/05/2026

Seu corpo nem sempre grita, às vezes, ele começa sussurrando.

No cansaço que não passa, naquela tensão que se acumula, na dificuldade de relaxar, em uma irritação que não combina com você. Mas principalmente na sensação de seguir funcionando, sem se sentir inteira.

Muitas vezes, chamamos isso de fase, estresse ou falta de tempo.

Mas o corpo também revela o que a mente ainda está tentando organizar.
A psicoterapia é um espaço de escuta, consciência e reconstrução: um lugar para compreender seus sinais, seus limites e a forma como você tem se relacionado consigo.

Cuidar da saúde emocional não é esperar chegar ao limite.

É aprender a se ouvir antes que a vida precise falar mais alto.

10/05/2026

Dia das mães, para mim, é um momento muito especial.

Mas hoje, gostaria de deixar uma mensagem a todas as mães que, muitas vezes, cuidam de todos ao redor e acabam se esquecendo de olhar para si.

A maternidade é feita de amor, presença e entrega, mas também de cansaços silenciosos, dúvidas, medos e momentos em que é preciso acolher a própria humanidade.

Ser mãe não signif**a precisar dar conta de tudo o tempo todo.

Você também pode pausar, sentir, pedir apoio e cuidado.

Que hoje você possa se lembrar de algo importante: antes de ser mãe, existe uma mulher com história, emoções, sonhos e necessidades que também importam.
Que seu cuidado também volte para você.
Feliz Dia das Mães.

Com carinho, Cristina Strachicini

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