Doula Flávia Fernandes

Doula Flávia Fernandes A palavra "doula" vem do grego "mulher que serve". Atualmente, aplica-se às mulheres que dão suporte físico e emocional a outras mulheres parturientes.

A Doula é uma mulher que irá dar suporte, apoio físico e emocional a outras mulheres antes, durante e pós parto. Antes do parto: ela orienta o casal as fases da gestação, o que esperar do parto e pós parto. Ajuda a mulher a se preparar fisicamente e emocionalmente, a informar se e a planejar. Durante o parto: a doula direciona o casal, ajuda a entender termos e precedimentos médicos, atenua a frie

za da equipe de atendimento em um dos momentos mais vulneráveis da vida. Ajuda a gestante com técnicas de alivio de dor, massagens, respirações, relaxamentos, posições para o trabalho de parto e parto. Após o parto: ela faz visitas a família com intuito de ajudar a puerpéria, auxiliar na amamentação e nos cuidados com o recém nascido. A doula não substitui o pai (ou o acompanhante escolhido pela mulher) durante o trabalho de parto. A doula dará auxilio ao acompanhante no que ajudar a mulher, massagens, entender os sinais do que a gestante está precisando no momento, ajudará aquela pessoa que pode estar embaraçada com suas emoções, mostrar onde e como dar apoio físico, posições confortáveis para ambos durante o parto.

🤱 Agosto Dourado: celebrando a amamentação! 💛Em comemoração ao Agosto Dourado, a Clínica Daniela Katayama convida você p...
20/08/2026

🤱 Agosto Dourado: celebrando a amamentação! 💛

Em comemoração ao Agosto Dourado, a Clínica Daniela Katayama convida você para uma manhã especial de aprendizado, acolhimento e troca de experiências com profissionais de diversas áreas da saúde.

*Benefício exclusivo: clientes das palestrantes têm 50% de desconto, pagando apenas R$ 50,00 na inscrição.

📅 28/08/2026
🕣 8h30 às 12h
📍 Clínica Katayama – Alto da Boa Vista | Sorocaba/SP
💜 Vagas limitadas!
Inscrições: (15) 99798-4472

https://maps.app.goo.gl/gHZDUnoCinprH2TY6

Aguardamos você!

FORTALECER O QUE FUNCIONA | 4º PASSOFortalecer o manejo da amamentação antes de recorrer à fórmulaNos passos anteriores,...
07/08/2026

FORTALECER O QUE FUNCIONA | 4º PASSO
Fortalecer o manejo da amamentação antes de recorrer à fórmula

Nos passos anteriores, falamos sobre informação, parto respeitoso e cuidado. Ainda assim, algumas famílias encontrarão desafios no início da amamentação. E isso não significa que seus corpos falharam.

Amamentar é um processo biológico, mas também uma relação entre mãe e bebê. Como toda relação, ela precisa de tempo, observação e, muitas vezes, de apoio qualificado.

Dor intensa, fissuras, dificuldade na pega, sonolência do bebê, ingurgitamento mamário ou a impressão de que o leite é insuficiente não devem ser encarados como motivos para desistir da amamentação, mas como sinais de que algo precisa ser compreendido.

As fórmulas infantis representam um importante recurso quando há indicação clínica. Elas salvam vidas em situações específicas e têm um papel fundamental quando realmente necessárias.

O problema nunca foi a fórmula.

O problema é quando ela se torna a primeira resposta, antes que a amamentação seja cuidadosamente avaliada.

Na maioria das vezes, é possível identificar a causa da dificuldade por meio da observação da ma**da, da avaliação da dupla mãe-bebê, da história do parto, do comportamento do recém-nascido e da compreensão da fisiologia da lactação. Muitas situações podem ser prevenidas ou resolvidas quando a assistência acontece no tempo certo.

Fortalecer o que funciona é garantir que a primeira resposta diante de uma dificuldade seja o cuidado, e não a substituição apressada da amamentação.

Proteger a amamentação não significa ignorar os limites, as necessidades ou a realidade de cada família. Significa garantir que ela tenha acesso a informação, apoio e manejo qualificado para que possa decidir com segurança e consciência sobre o caminho possível para sua história.

Mas esse cuidado só é possível quando quem acompanha essas famílias também está preparado. E fortalecer a amamentação passa, necessariamente, por fortalecer a formação de quem cuida. Esse é o próximo passo.

FORTALECER O QUE FUNCIONA | 3º PASSOFortalecer o cuidado e enfrentar a violência obstétricaNo passo anterior, falamos so...
06/08/2026

FORTALECER O QUE FUNCIONA | 3º PASSO
Fortalecer o cuidado e enfrentar a violência obstétrica

No passo anterior, falamos sobre como um parto respeitoso protege a fisiologia da amamentação. Mas existe um obstáculo que ainda atravessa a experiência de muitas mulheres: a violência obstétrica.

Não podemos falar em proteção ao aleitamento materno sem falar em respeito à mulher.

A violência obstétrica não se resume a um procedimento desnecessário ou a uma frase dita durante o parto. Ela acontece quando a mulher perde sua autonomia, quando seu consentimento é ignorado, quando suas escolhas são desrespeitadas, quando ela é separada do bebê sem necessidade clínica ou quando suas dores, dúvidas e sentimentos são minimizados.

O parto é uma experiência profundamente física e emocional. O corpo responde ao ambiente em que está inserido. Sentir-se segura, acolhida e respeitada favorece a liberação dos hormônios que participam do trabalho de parto, do vínculo e da amamentação. Da mesma forma, o medo, o estresse e a violência também deixam marcas nesse processo.

Essas marcas não ficam na sala de parto.

Elas atravessam o puerpério, podem afetar a confiança da mulher, dificultar o vínculo com o bebê e tornar o início da amamentação ainda mais desafiador. Muitas mães não precisam apenas de orientações técnicas; precisam, antes de tudo, de escuta, acolhimento e da oportunidade de reconstruir a confiança em seus próprios corpos.

Fortalecer o que funciona também é substituir relações de poder por relações de cuidado. É reconhecer que proteger a amamentação passa, necessariamente, por proteger os direitos, a autonomia e a dignidade de quem amamenta.

Porque não existe cuidado verdadeiramente humanizado quando a mulher deixa de ser protagonista da própria história.

Mas mesmo quando a gestação é bem acompanhada e o parto acontece de forma respeitosa, dificuldades podem surgir. E, nesses momentos, a primeira resposta não deveria ser substituir a amamentação, e sim compreender o que a fisiologia está tentando nos dizer. É sobre isso que falaremos no próximo passo.

FORTALECER O QUE FUNCIONA | 2º PASSOFortalecer o nascimento digno e respeitosoNo primeiro passo, falamos sobre a importâ...
05/08/2026

FORTALECER O QUE FUNCIONA | 2º PASSO

Fortalecer o nascimento digno e respeitoso

No primeiro passo, falamos sobre a importância da informação. Mas compreender a fisiologia da amamentação não basta se a forma como um bebê nasce interrompe aquilo que a biologia preparou.

A amamentação não começa quando o bebê encontra o peito.

Ela começa no nascimento.

Muito antes da primeira ma**da, mãe e bebê já vivem uma sequência de acontecimentos cuidadosamente coordenada pela fisiologia. O trabalho de parto, a liberação de hormônios, o contato pele a pele, a primeira hora de vida protegida e a permanência juntos não são detalhes da assistência. São parte da biologia da nossa espécie.

Quando esse primeiro encontro é respeitado, o bebê regula sua temperatura, estabiliza a respiração, desperta seus reflexos naturais de busca e sucção. Ao mesmo tempo, o corpo da mulher libera ocitocina, favorecendo a ejeção do leite, o vínculo e a adaptação ao pós-parto.

Isso não significa que uma cesárea impeça esse encontro. Quando ela é realmente necessária, ainda há muito da fisiologia que pode — e deve — ser preservado. O contato pele a pele no centro cirúrgico, o apoio à primeira ma**da e a permanência entre mãe e bebê ajudam a proteger esse delicado início da vida.

Porque a fisiologia também merece ser protegida na cesárea.

Humanizar não é escolher uma via de nascimento. É garantir que, independentemente do caminho, mãe e bebê sejam acolhidos com respeito e que tudo o que favorece sua adaptação seja preservado sempre que possível.

Fortalecer o que funciona é compreender que proteger o nascimento também é proteger a amamentação.

Porque o primeiro colo também alimenta.

Mas nem toda interrupção da fisiologia acontece por acaso. Quando o desrespeito, a violência ou a perda da autonomia fazem parte da experiência de parto, seus efeitos atravessam o nascimento e alcançam o puerpério. É sobre isso que conversaremos no próximo passo.

FORTALECER O QUE FUNCIONA | 1º PASSOFortalecer a informação desde a gestaçãoAmamentar faz parte da biologia da nossa esp...
03/08/2026

FORTALECER O QUE FUNCIONA | 1º PASSO
Fortalecer a informação desde a gestação

Amamentar faz parte da biologia da nossa espécie. Ao longo de milhões de anos, nossos corpos desenvolveram mecanismos sofisticados para gestar, parir, produzir leite e nutrir nossos bebês. Mas existe algo que a biologia, sozinha, não é capaz de garantir: que uma mulher compreenda o próprio corpo e encontre apoio para viver essa experiência.

Esperamos que uma mulher saiba amamentar apenas porque seu corpo é capaz de produzir leite. Mas ninguém espera que ela aprenda a dirigir sem orientação ou exerça uma profissão sem preparo. Por que, então, esperamos que ela enfrente uma das maiores transformações da vida sem acesso à informação de qualidade?

Muitas famílias chegam ao puerpério acreditando que a amamentação acontecerá naturalmente e sem dificuldades. Quando encontram dor, insegurança, um bebê que parece não mamar como imaginavam ou uma enxurrada de orientações contraditórias, costumam acreditar que seus corpos falharam.

Na maioria das vezes, não falharam.

O que faltou foi informação baseada em evidências, preparação para compreender a fisiologia da amamentação e apoio para reconhecer o que é esperado — e quando realmente é preciso intervir.

Sabemos que preparar a família ainda na gestação aumenta a confiança materna, favorece o estabelecimento da amamentação e reduz intervenções desnecessárias. Informação não elimina todos os desafios, mas transforma medo em compreensão e insegurança em escolhas conscientes.

Fortalecer o que funciona é garantir que toda gestante tenha acesso a esse conhecimento antes do nascimento do seu bebê.

Porque a amamentação não começa na primeira ma**da.

Ela começa quando uma família entende a biologia que sustenta esse encontro.

Mas compreender a amamentação é apenas parte da história. A forma como um bebê nasce também pode proteger — ou interromper — tudo aquilo que a natureza preparou. E é sobre isso que falaremos no próximo passo.

SMAM 2026 | Fortalecer o que funciona começa por nós.Como profissionais que atuam no cuidado à gestação, ao parto, ao na...
03/08/2026

SMAM 2026 | Fortalecer o que funciona começa por nós.

Como profissionais que atuam no cuidado à gestação, ao parto, ao nascimento e à amamentação, precisamos fazer uma pergunta antes de todas as outras:

Estamos fortalecendo o que funciona?

A ciência já nos mostrou, há muito tempo, quais práticas aumentam as chances de uma amamentação bem-sucedida: preparar as famílias ainda na gestação, proteger a fisiologia do parto e do nascimento, garantir o contato pele a pele, apoiar a primeira ma**da, evitar separações desnecessárias, oferecer manejo clínico baseado em evidências e acolher precocemente as dificuldades que surgem no puerpério.

Também sabemos o que não funciona: informações contraditórias, violência obstétrica, fórmulas oferecidas sem indicação clínica, práticas desatualizadas, julgamentos e a responsabilização exclusiva da mulher pelo sucesso ou fracasso da amamentação.

Diante desse cenário, nosso papel vai muito além de incentivar o aleitamento materno.

É revisar nossas práticas.

É reconhecer que conhecimento precisa caminhar junto com escuta e respeito.

É buscar atualização constante.

É trabalhar de forma integrada, compreendendo que cada profissional ocupa um lugar importante na construção dessa rede de cuidado.

Mais do que ensinar uma pega ou orientar uma posição, somos responsáveis por criar condições para que mães e bebês tenham seus direitos respeitados e encontrem apoio quando mais precisam.

Nesta Semana Mundial do Aleitamento Materno, o Movimento Parto de Gente convida todos os profissionais a refletirem sobre o próprio fazer.

Porque fortalecer o que funciona não depende apenas de novas evidências.

Depende da coragem de transformar a assistência.

E toda transformação começa por nós.

Semana Mundial do Aleitamento Materno (SMAM) 2026Amamentar é um ato biológico, mas nunca foi uma responsabilidade indivi...
02/08/2026

Semana Mundial do Aleitamento Materno (SMAM) 2026

Amamentar é um ato biológico, mas nunca foi uma responsabilidade individual. Desde o início da nossa história como espécie, mães e bebês sobreviveram porque existiam redes de cuidado. Amamentar sempre foi um compromisso coletivo.

A Semana Mundial do Aleitamento Materno (SMAM), realizada de 1º a 7 de agosto, nos convida, todos os anos, a lembrar que proteger, promover e apoiar a amamentação é uma responsabilidade compartilhada entre famílias, profissionais de saúde, gestores e toda a sociedade.

Neste ano, o tema da campanha nos chama a fortalecer o que funciona. Fortalecer as práticas baseadas em evidências, o acolhimento sem julgamentos, a escuta qualificada, o cuidado humanizado, as políticas públicas que protegem mães e bebês e as redes que tornam possível que cada família viva sua própria história de amamentação com informação, respeito e apoio.

Amamentar é muito mais do que alimentar. É saúde, vínculo, proteção imunológica, segurança alimentar, desenvolvimento, sustentabilidade e cuidado. Mas também é um direito que só pode ser plenamente exercido quando mães não estão sozinhas.

Que esta SMAM nos inspire a construir uma sociedade que compreenda que apoiar a amamentação não é um favor às mulheres: é um compromisso com a infância, com a saúde coletiva e com o futuro.

Movimento Parto de Gente

Porque cuidar de quem nasce e de quem faz nascer transforma o mundo.

Hoje quero falar sobre braços cansados que continuam acolhendo.Sobre olhos que permanecem abertos na madrugada quando o ...
02/08/2026

Hoje quero falar sobre braços cansados que continuam acolhendo.
Sobre olhos que permanecem abertos na madrugada quando o mundo inteiro dorme.
Sobre mulheres que, enquanto alimentam um bebê, muitas vezes também alimentam a própria coragem.

Porque amamentar nunca foi apenas nutrição.

É o primeiro diálogo entre dois corações que ainda estão aprendendo a viver separados.
É calor, segurança, regulação, co***lo, proteção.
É um corpo dizendo, sem nenhuma palavra:
“Você está seguro. Eu estou aqui.”

A ciência já nos mostrou centenas de benefícios da amamentação.
Ela protege contra doenças, fortalece a imunidade, reduz riscos para mãe e bebê, favorece o desenvolvimento, cria conexões biológicas impressionantes.

Mas existe algo que nenhum estudo consegue medir.

A tranquilidade de um bebê que encontra paz no colo.
O olhar de uma mãe que percebe que é suficiente.
O amor que circula silenciosamente entre duas pessoas e muda uma história para sempre.

E, ainda assim, amamentar continua sendo um desafio enorme.

Vivemos em uma cultura que diz que amamentar é natural, mas oferece pouco apoio quando surgem as dificuldades.

Uma cultura que distribui palpites antes de oferecer ajuda.

Que normaliza mamadeiras precoces, desvaloriza a informação baseada em evidências e, muitas vezes, faz uma mulher acreditar que ela falhou… quando, na verdade, foi abandonada por uma rede que deveria sustentá-la.

A maioria das mães não desiste porque não ama.
Desiste porque dói.
Porque sangra.
Porque está sozinha.
Porque ninguém ensinou.
Porque ninguém segurou sua mão.

Por isso, hoje, eu também abraço as mulheres que não conseguiram amamentar como sonhavam.

Vocês não são menores.
Vocês não amaram menos.
Vocês não fracassaram.

Nenhuma mãe deveria carregar culpa por uma sociedade que ainda investe tão pouco em proteger a amamentação e tão pouco em proteger quem amamenta.

Que este dia nos lembre de uma verdade simples:

A amamentação não precisa de heroínas.

Precisa de informação.
Precisa de respeito.
Precisa de políticas públicas.
Precisa de profissionais atualizados.
Precisa de famílias presentes.
Precisa de uma sociedade que pare de julgar e comece, finalmente, a apoiar.

Continua coment.

“As crianças sobreviveram 11 dias graças ao leite materno.”O que mais me impactou nessa história (que não temos fontes c...
14/07/2026

“As crianças sobreviveram 11 dias graças ao leite materno.”

O que mais me impactou nessa história (que não temos fontes confiáveis sobre), foi a mulher!
Enquanto todos olham para os bebês, eu não consigo deixar de pensar na mãe.

O corpo humano não suporta muitos dias sem água e sem alimento.

Ainda assim, em situações extremas, o organismo materno tenta preservar a lactação mesmo diante de adversidades.

O leite materno não “virou milagroso” por causa dessa notícia. Ele sempre foi!

É por isso que a recomendação é de amamentação exclusiva até os 6 meses, até 1 ano ele continua sendo o principal alimento. É por isso que, quando uma criança adoece e recusa comida, tantas vezes é o leite materno que a hidrata, nutre e a ajuda a atravessar aquele momento.

Isso não é um superpoder, é biologia.
Tem ainda outra coisa que essa história escancara, muita gente ainda acredita que “o nervoso seca o leite”.
Não seca, o estresse extremo pode dificultar momentaneamente a ejeção do leite pela ação da adrenalina, mas não faz a mulher deixar de produzir leite de uma hora para outra. A produção depende principalmente da retirada do leite e dos mecanismos da lactação.

Mais uma vez, a biologia tentando proteger o bebê.

Agora existe uma pergunta que está sendo pouco feita.
Quem estava protegendo essa mãe?
Ela estava conseguindo tomar água?
Estava alimentando o corpo que alimentava seus filhos?

Talvez a maior lição dessa notícia não seja sobre a força do leite materno (cientificamente comprovado), seja sobre a força e a vulnerabilidade da mulher que amamenta, porque a natureza faz de tudo para proteger o bebê mas nós, como sociedade, ainda precisamos aprender a proteger quem o alimenta.

E aí no conforto do seu lar, tem quem te proteja e olhe para a mulher atrás dos peitos?

Nenhum time vence uma Copa sozinho.No parto também não.A gestante precisa de um time: acompanhante preparado, equipe res...
07/07/2026

Nenhum time vence uma Copa sozinho.

No parto também não.

A gestante precisa de um time: acompanhante preparado, equipe respeitosa, informação e apoio.

Muita gente acredita que basta querer.

“Eu quero parto normal.”

Mas ninguém ganha uma Copa só porque quer.

É preciso preparação, estratégia, treino e um bom time.

No parto acontece da mesma forma.

Não existe garantia de um parto normal, mas existe preparo. E o preparo aumenta as chances, fortalece a confiança e muda completamente a forma como essa experiência é vivida.

Quando o time joga junto, a mulher ganha mais segurança, autonomia e apoio para tomar decisões.

Quando o time não joga junto, quem paga o preço é a mulher.

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Telefone

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