Instituto da Visão

Instituto da Visão Clinica especializada em oftalmologia . Possui centro cirúrgico e equipamentos de ultima geração.

Fundado em 2002 pelo Dr Clemente Reinaldo Bartocci Sannazzaro, o Instituto da visão tem como objetivo ser um centro completo no tratamento da visão. Desde 2015 dispomos de um novo prédio com sete consultórios oftalmológicos completos, centro de adaptação de lentes contato, centro de exames, centro cirúrgico completo, duas confortáveis recepções e estacionamento com manobrista. Tudo isso para trazer o melhor atendimento para nossos clientes.

Uma paciente chega decidida. Uma amiga operou, colocou lente multifocal e contou que largou os óculos de vez. Ela quer a...
27/05/2026

Uma paciente chega decidida. Uma amiga operou, colocou lente multifocal e contou que largou os óculos de vez.

Ela quer a mesma lente. Para ela, a conversa já está resolvida: é só escolher a “melhor”.

O problema é que multifocal não é sobre ser a melhor. É sobre ser a certa para você.

A lente multifocal funciona dividindo a luz que entra para oferecer mais de uma distância de foco.

Para muita gente, isso signif**a ler o celular, ver o computador e enxergar de longe com bem menos dependência de óculos. É um ganho real de liberdade no dia a dia.

Mas todo ganho tem o seu acordo. Como a luz é dividida, alguns pacientes percebem halos em volta das luzes à noite, principalmente ao dirigir.

O contraste pode f**ar um pouco diferente. E existe um período de adaptação, porque o cérebro precisa aprender a interpretar essa nova forma de enxergar.

Some-se a isso uma condição que muda tudo: o olho precisa estar preparado. Uma retina com alteração, uma córnea irregular ou um olho seco mais intenso podem fazer a multifocal entregar menos do que se espera. Por isso a indicação vem dos exames, não do desejo.

Quem dirige muito à noite, por exemplo, talvez se beneficie mais de outra estratégia. E está tudo bem. A lente certa é a que combina com a sua vida, não a que está na moda.

O que mais determina a satisfação depois da cirurgia não é a tecnologia da lente. É o quanto a expectativa foi conversada antes.

Alguém que entende o acordo da multifocal e escolhe com clareza tende a f**ar satisfeito. Alguém que esperava perfeição absoluta pode se frustrar mesmo com um resultado tecnicamente bom.

Se você está avaliando qual lente faz sentido para o seu caso, agende uma avaliação completa.

No Instituto da Visão, a escolha da lente começa pelos seus exames e pela sua rotina, não por uma promessa.

Um paciente diabético chega aliviado: descobriu que tem catarata e finalmente “achou o motivo” da visão que vinha pioran...
26/05/2026

Um paciente diabético chega aliviado: descobriu que tem catarata e finalmente “achou o motivo” da visão que vinha piorando.

A expectativa é lógica. Tira a catarata, volta a enxergar.

Só que, em quem convive com diabetes, o cristalino raramente é o único personagem dessa história.

O açúcar alto ao longo dos anos pode alterar os vasos da retina, e a mácula, responsável pela visão central, é uma das regiões mais sensíveis a isso.

Quando ela já está afetada, a catarata vira uma camada sobre a outra. Você enxerga mal por duas razões ao mesmo tempo, e só uma delas se resolve no centro cirúrgico.

É por isso que, antes de marcar a cirurgia, a retina precisa ser mapeada com atenção. Em alguns casos, ela é tratada antes da catarata, porque operar com a mácula inflamada pode comprometer o resultado. O controle da glicemia também entra na conta: ele influencia a cicatrização e o risco de inflamação no pós.

E tem um detalhe que poucos comentam: a saúde da retina muda a lente que vai ser escolhida. Nem toda lente faz sentido para um olho diabético.

Nada disso é para assustar. É o contrário. É o que permite operar com previsibilidade, sabendo o que cada parte do olho ainda pode oferecer.

Se você tem diabetes e recebeu o diagnóstico de catarata, agende uma avaliação completa antes de decidir qualquer coisa. No Instituto da Visão, a gente olha o olho inteiro, não só a catarata.

25/05/2026

Quando a catarata entra na conversa, a primeira pergunta quase sempre é “quanto custa?” ou “quando dá pra operar?”. São perguntas legítimas. Só que não são as que mais mudam o seu resultado.

Existem três que importam mais, e raramente alguém faz.
A primeira é sobre a lente. Não a mais cara nem a mais barata, mas a que faz sentido para o seu olho. A escolha depende da sua córnea, da sua retina e até da sua rotina.

A segunda é sobre a medida. Antes de operar, o olho é medido com precisão, e é essa medida que define o grau da lente que vai f**ar dentro dele.

Pequenas diferenças aqui aparecem depois, na qualidade da sua visão. Por isso a tecnologia de avaliação importa tanto quanto a cirurgia em si.
A terceira é sobre o depois.

A facoemulsif**ação dura poucos minutos. O que garante o resultado são as semanas seguintes: o acompanhamento, o ajuste, o olhar atento de quem já te conhece.

Repare que nenhuma dessas perguntas é sobre pressa. Em catarata, operar com indicação correta e acompanhamento seguro vale mais do que operar rápido.

Se você ou alguém da sua família convive com catarata, agende uma avaliação completa. No Instituto da Visão, a decisão começa pelo seu olho, não pelo relógio.

22/05/2026

“Preciso f**ar no escuro e sem me mexer depois da cirurgia de catarata?”
Essa é uma das perguntas que mais escuto no consultório. E a resposta é não.

A recuperação moderna da cirurgia de catarata não exige f**ar trancado no quarto, sem se mexer. O que ela exige é proteger o olho enquanto a cicatrização acontece e isso é bem diferente.

Os cuidados são específicos, mas práticos: evitar esforço físico, não coçar o olho, atenção ao abaixar a cabeça nos primeiros dias, usar o protetor ocular conforme orientação e seguir os colírios exatamente como prescritos.

Quanto melhor o paciente entende o que faz e o que evita no pós-operatório, mais tranquila é a recuperação. E é por isso que, no Instituto da Visão, dedicamos tempo a essa conversa, antes e depois da cirurgia.

Blefaroplastia virou sinônimo de cirurgia estética. E ela tem esse componente, sim.Mas, no consultório oftalmológico, ap...
20/05/2026

Blefaroplastia virou sinônimo de cirurgia estética. E ela tem esse componente, sim.

Mas, no consultório oftalmológico, aparece muito por motivo funcional: pálpebras superiores pesadas que reduzem o campo de visão, bolsas que não melhoram com sono nem com cremes, sobra de pele após perda signif**ativa de peso, ou uma predisposição genética que antecipa o quadro.

Em todos esses casos, o ponto de partida não é o espelho. É uma avaliação oftalmológica completa, das pálpebras, da lágrima, da córnea e da função visual para entender o que está acontecendo e definir a melhor conduta para cada paciente.

Se você se reconhece em algum desses sinais, agende uma avaliação.

Catarata virou sinônimo de “coisa de idoso” mas o consultório mostra outra realidade. Cada vez mais pacientes na faixa d...
19/05/2026

Catarata virou sinônimo de “coisa de idoso” mas o consultório mostra outra realidade. Cada vez mais pacientes na faixa dos 40 e 50 anos chegam com catarata em desenvolvimento, muitos sem saber por quê.

O aumento não é coincidência.

Diabetes, uso prolongado de corticoides, miopia alta, trauma ocular antigo e exposição crônica ao sol estão entre os fatores mais frequentes e todos têm se tornado mais comuns na população.

A boa notícia: identif**ar a causa muda o cuidado. E a catarata, mesmo em paciente mais jovem, tem tratamento moderno, seguro e individualizado, desde que avaliada com critério.

Se você percebeu mudança na visão, não atribua só ao cansaço. Agende uma avaliação oftalmológica completa.

Depois da cirurgia de catarata, alguns pacientes começam a notar que a visão voltou a embaçar. E a primeira coisa que pe...
18/05/2026

Depois da cirurgia de catarata, alguns pacientes começam a notar que a visão voltou a embaçar. E a primeira coisa que pensam é: “a catarata voltou”.

Não voltou.
O que pode acontecer é a opacif**ação da cápsula posterior, uma membrana fina que f**a por trás da lente implantada. Com o tempo, ela pode f**ar turva em alguns pacientes, causando exatamente essa sensação de visão embaçada.

O tratamento se chama YAG Laser. Sem corte, sem internação, sem anestesia geral. Feito em consultório, em poucos minutos. A lente implantada não é tocada.

Não é uma nova cirurgia de catarata. É um procedimento simples, seguro e com resultado rápido, quando bem indicado.

Se você operou a catarata e a visão voltou a piorar, não espere. Agende uma consulta e entenda o que está acontecendo.

Esperar a catarata “amadurecer” é uma das orientações mais antigas e mais arriscadas que um paciente pode receber hoje.E...
18/05/2026

Esperar a catarata “amadurecer” é uma das orientações mais antigas e mais arriscadas que um paciente pode receber hoje.

Essa recomendação ficou no passado há décadas. A catarata moderna é operada quando começa a limitar a rotina do paciente: dirigir, ler, reconhecer rostos, manter a autonomia.

Não quando “amadurece”.
O que atendemos com frequência no consultório são pacientes que esperaram tempo demais.

A catarata f**a mais densa, mais dura, e a cirurgia que poderia ter sido tranquila passa a exigir mais tempo, mais energia de ultrassom e cuidado redobrado com estruturas delicadas, como o endotélio da córnea. O risco de complicações sobe. A recuperação visual f**a mais lenta.

Não existe vantagem em esperar a catarata amadurecer. Existe vantagem em operar no momento certo, com indicação correta, exames precisos e estrutura preparada para cada caso.

Se você ou alguém da sua família convive com a visão embaçada e já ouviu que “ainda dá para esperar”, o melhor caminho é uma avaliação oftalmológica completa.

Instituto da Visão, diagnóstico, acompanhamento e cirurgia em um só lugar, com segurança, tecnologia e equipe especializada.

Dificuldade para enxergar depois dos 40. Você atribuiu à idade e seguiu em frente?Pode ser presbiopia, a famosa vista ca...
15/05/2026

Dificuldade para enxergar depois dos 40. Você atribuiu à idade e seguiu em frente?

Pode ser presbiopia, a famosa vista cansada, que afeta praticamente todo mundo a partir dessa faixa etária.

Mas pode ser catarata. Ou as duas ao mesmo tempo.

Os dois problemas afetam o cristalino, a lente natural do olho. Os dois pioram com o tempo. Mas os sintomas têm diferenças importantes e o tratamento de um não resolve o outro.

Presbiopia: dificuldade para perto, visão de longe preservada, corrigida com óculos.

Catarata: embaçamento geral, perda de contraste, sensibilidade à luz, halos à noite e o único tratamento é cirúrgico.

Normalizar a piora da visão como “coisa da idade” é o erro mais comum que faz as pessoas chegarem ao consultório mais tarde do que deveriam.

Se a sua visão está mudando, agende uma consulta. O diagnóstico correto muda tudo.

Direto do maior congresso de cirurgia de catarata e refrativa do mundo.Dr. Clemente Sannazzaro, fundador do Instituto da...
14/05/2026

Direto do maior congresso de cirurgia de catarata e refrativa do mundo.

Dr. Clemente Sannazzaro, fundador do Instituto da Visão, esteve presente acompanhando de perto as inovações em lentes intraoculares aquelas que, além de tratar a catarata, ajudam o paciente a enxergar de perto e de longe no mesmo procedimento.

Mais do que conhecer a tecnologia em si, momentos como esse permitem entender quando, como e em quais pacientes essas lentes realmente fazem sentido.

Porque, na cirurgia de catarata, a inovação só entrega bons resultados quando vem acompanhada de indicação correta, exames precisos e critério médico.

Esse é o compromisso que carregamos desde a fundação do Instituto: tradição que se mantém ativa, atualização constante e cuidado oftalmológico completo.

A sua visão merece o que existe de mais moderno escolhido com a precisão de quem entende cada caso.

13/05/2026

Se alguém já te disse que você precisa esperar a catarata amadurecer para operar, saiba: isso é uma informação antiga que ainda circula e que pode estar atrasando o seu tratamento.

A técnica cirúrgica moderna (facoemulsif**ação) permite operar a catarata ainda em estágio inicial, com segurança, precisão e recuperação muito mais rápida.

Esperar a catarata “f**ar madura” não protege o paciente. Na prática, só torna a cirurgia mais complexa e mantém a pessoa enxergando mal por mais tempo do que o necessário.

A indicação correta depende de quanto a catarata já está impactando a sua visão e rotina, não de um estágio avançado da doença.

Se você tem catarata e ainda está esperando, fale com um especialista. O momento certo começa com uma avaliação.

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