Dra. Lilian Scapol - Otorrino

Dra. Lilian Scapol - Otorrino Especialista em nariz, ouvido e garganta |
Otorrino pediatra | Cirurgias, consultas e exames - CRM 121.510 | RQE 40.502

23/07/2026

Uma cirurgia bem-sucedida não termina quando o paciente sai do centro cirúrgico. Ela continua no acompanhamento.

A nasoendoscopia (ou nasofibroscopia) é um exame realizado com uma microcâmera flexível que permite visualizar, em tempo real, toda a parte interna do nariz. Com ela, consigo avaliar estruturas que não são visíveis apenas olhando por fora e acompanhar de perto cada etapa da recuperação.

Antes da cirurgia, esse exame é fundamental para identificar o desvio de septo, o aumento dos cornetos, áreas de obstrução e outras alterações que ajudam no planejamento cirúrgico. Em pacientes com obstrução nasal importante, ele pode causar certo desconforto justamente porque o espaço interno está reduzido.

Depois da cirurgia, a experiência costuma ser completamente diferente. Com o septo corrigido, os cornetos reduzidos e a passagem de ar restabelecida, o exame normalmente é muito mais tranquilo. E é nesse momento que conseguimos confirmar algo que vai muito além da estética: uma cavidade nasal ampla, um septo alinhado, boa cicatrização e uma respiração funcionando como deveria.

Mais do que mostrar o resultado, a nasoendoscopia permite acompanhar a evolução da cicatrização, identificar precocemente qualquer alteração e dar segurança de que tudo está evoluindo conforme o esperado.

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Dra. Lilian Scapol
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Muitos pais acreditam que toda criança que ronca vai precisar operar. A verdade é que esse é um dos maiores mitos da oto...
15/07/2026

Muitos pais acreditam que toda criança que ronca vai precisar operar. A verdade é que esse é um dos maiores mitos da otorrinolaringologia pediátrica.

O ronco infantil é um sinal de que existe alguma dificuldade para a passagem do ar durante o sono, mas isso não significa, automaticamente, que a cirurgia seja a solução. Em muitos casos, a causa pode estar relacionada ao aumento da adenoide, à rinite alérgica, à obstrução nasal ou até mesmo a outros distúrbios do sono. E cada uma dessas condições exige uma abordagem diferente.

É justamente por isso que nenhuma decisão deve ser tomada apenas porque a criança ronca. Antes de qualquer tratamento, é fundamental realizar uma avaliação completa, entender a história clínica, examinar a criança e, quando necessário, solicitar exames complementares. Só assim é possível indicar a conduta mais adequada, seja ela clínica ou cirúrgica.

Quando o ronco vem acompanhado de pausas na respiração, sono agitado, respiração pela boca, dificuldade de concentração, irritabilidade ou sonolência durante o dia, a investigação se torna ainda mais importante. Esses sinais podem indicar que o problema está comprometendo a qualidade do sono e, consequentemente, o desenvolvimento da criança.

O objetivo nunca é indicar uma cirurgia sem necessidade. O objetivo é encontrar a verdadeira causa do ronco e oferecer o tratamento certo, no momento certo, para que a criança respire melhor, durma melhor e tenha mais qualidade de vida.

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Dra. Lilian Scapol
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07/07/2026

Nem todo ronco infantil é apenas uma fase. Embora seja comum em algumas situações, principalmente durante gripes e resfriados, quando o ronco é frequente ou vem acompanhado de outros sinais, ele pode indicar que a qualidade do sono da criança está sendo prejudicada.

Fique atento se, além do ronco, seu filho apresenta:
• Pausas na respiração durante o sono (apneia);
• Sono muito agitado, mudando de posição o tempo todo;
• Respiração pela boca durante a noite;
• Sonolência excessiva durante o dia ou, ao contrário, irritabilidade e agitação sem motivo aparente;
• Dificuldade de concentração ou queda no rendimento escolar.

Dormir bem é fundamental para o crescimento, o desenvolvimento cerebral, a memória, o aprendizado e o comportamento infantil. Quando o sono não é reparador, todo o organismo pode sentir os efeitos.

Se você percebeu algum desses sinais, vale a pena procurar uma avaliação com um otorrinolaringologista. Em muitos casos, identificar a causa precocemente faz toda a diferença para a saúde e a qualidade de vida da criança.

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Dra. Lilian Scapol
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"Ela vive distraída."Essa é uma frase que muitos pais escutam na escola. Mas, em alguns casos, o problema não está na at...
01/07/2026

"Ela vive distraída."
Essa é uma frase que muitos pais escutam na escola. Mas, em alguns casos, o problema não está na atenção... e sim na audição.

Quando uma criança não ouve bem, ela pode ter dificuldade para compreender o que é dito, acompanhar as aulas, desenvolver a linguagem e até interagir com outras crianças. Isso pode refletir no comportamento, no aprendizado e na autoestima, muitas vezes sem que ninguém perceba a verdadeira causa.

A boa notícia é que o diagnóstico precoce faz toda a diferença. Quanto antes a perda auditiva for identificada e tratada, maiores são as chances de preservar um desenvolvimento saudável e evitar impactos que podem acompanhar a criança por muitos anos.

Nem toda distração é falta de interesse. Às vezes, é um pedido silencioso de ajuda.

Se você percebe que seu filho costuma pedir para repetir as frases, aumenta muito o volume da televisão, apresenta atraso na fala ou tem dificuldades frequentes na escola, vale a pena investigar.

Cuidar da audição é cuidar do desenvolvimento, da comunicação e do futuro da criança.

Agende uma avaliação com um otorrinolaringologista.

Dra. Lilian Scapol
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Seu filho dorme muitas horas, mas continua cansado durante o dia? Talvez o problema não seja a quantidade de sono, mas a...
15/06/2026

Seu filho dorme muitas horas, mas continua cansado durante o dia? Talvez o problema não seja a quantidade de sono, mas a qualidade dele.

É muito comum que pais associem sinais como irritação, dificuldade de concentração, baixo rendimento escolar ou sonolência excessiva à rotina corrida, ao uso de telas ou até mesmo à personalidade da criança. Mas existe uma possibilidade que frequentemente passa despercebida: a criança pode não estar respirando adequadamente durante o sono.

Ronco frequente, respiração pela boca, suor excessivo durante a noite, sono agitado e até pequenas pausas respiratórias não devem ser encarados como algo normal da infância. Quando a respiração é prejudicada, o cérebro e o organismo não conseguem atingir todas as fases necessárias para um descanso realmente reparador.

E os reflexos vão muito além do cansaço. Um sono de baixa qualidade pode interferir no humor, na atenção, na memória, na aprendizagem, no crescimento e na qualidade de vida da criança. Muitas vezes, o que parece apenas uma fase pode ser um sinal de que algo precisa ser investigado.

A boa notícia é que, quando identificadas precocemente, muitas alterações respiratórias têm tratamento e acompanhamento adequados, permitindo que a criança volte a dormir melhor, se desenvolver de forma saudável e aproveitar plenamente sua infância.

Neste carrossel, compartilho alguns sinais que merecem atenção dos pais. Porque dormir bem não é um luxo. É uma necessidade fundamental para o desenvolvimento físico, emocional e cognitivo das crianças.

Se algum desses sinais faz parte da rotina do seu filho, procure orientação especializada. Observar cedo pode fazer toda a diferença no futuro dele.

💗 Arraste para o lado e saiba mais.

Dra. Lilian Scapol
Otorrinolaringologista Pediatra
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09/06/2026

Você percebe que seu filho escuta bem, mas tem dificuldade para entender o que foi dito?

Em alguns casos, os exames auditivos podem estar normais, mas ainda assim a criança apresentar desafios para compreender, interpretar e organizar os sons que escuta no dia a dia.

Quando isso acontece, pode haver uma alteração no processamento auditivo central, uma condição em que o ouvido capta os sons, mas o cérebro encontra dificuldade para processar essas informações da forma adequada.

Essa dificuldade pode impactar a atenção, a comunicação e até o desempenho escolar, especialmente em atividades que envolvem leitura, escrita e compreensão da fala.

Muitas vezes, a criança é vista como distraída ou desatenta, quando na verdade está enfrentando um desafio real relacionado à forma como interpreta os sons ao seu redor.

Por isso, observar os sinais e buscar uma avaliação especializada faz toda a diferença. Quanto mais cedo o diagnóstico é realizado, maiores são as possibilidades de um acompanhamento eficaz e melhores resultados no desenvolvimento da criança.

Assista ao vídeo para entender mais sobre o processamento auditivo central e quando procurar ajuda.

Dra. Lilian Scapol
Otorrinolaringologista Pediatra
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Ronco, nariz entupido, sono agitado, respiração pela boca…Muita gente pensa que isso faz parte da infância. Nem sempre f...
01/06/2026

Ronco, nariz entupido, sono agitado, respiração pela boca…

Muita gente pensa que isso faz parte da infância. Nem sempre faz.

A adenoide aumentada pode interferir diretamente na qualidade do sono, na respiração e no bem-estar da criança — e, muitas vezes, os sinais aparecem aos poucos, quase sem que a família perceba.

Mas um ponto importante: nem toda criança precisa de cirurgia.

A avaliação médica é fundamental para entender o impacto dos sintomas, investigar a causa e definir a melhor conduta para cada caso.

Diagnóstico adequado significa mais conforto, melhor sono e mais qualidade de vida para a criança.

Agende sua consulta pelo link da bio.

Dra. Lilian Scapol
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18/05/2026

Outro dia eu ouvi uma frase que ficou na minha cabeça:
“Você pode ser tudo. Só não pode ser tudo ao mesmo tempo.”

E eu acho que a maternidade me ensinou exatamente isso.

Antes dos filhos, minha carreira era prioridade absoluta.
Eu trabalhava sem olhar horário, fazia tudo que aparecia, me dedicava intensamente ao trabalho.

Hoje eu ainda amo o que faço.
Mas hoje existem escolhas.

Tem dias em que eu preciso sair mais cedo.
Tem trabalhos que eu não consigo aceitar.
Tem momentos em que o coração aperta porque eu queria estar em dois lugares ao mesmo tempo.

Ao mesmo tempo em que quero crescer profissionalmente, também quero participar da rotina dos meus filhos, das pequenas fases, dos momentos simples.

E a verdade é que a gente se cobra o tempo inteiro, né?

Mas aos poucos eu fui entendendo que equilíbrio não significa dar conta de tudo sempre.
Significa entender prioridades, respeitar fases e aceitar que algumas renúncias também fazem parte da vida.

Tem dias em que um prato pesa mais.
Em outros, a gente consegue equilibrar melhor.

E tudo bem.

Porque no fim, ser mãe também me ensinou que viver diferentes versões de nós mesmas faz parte da caminhada.

Dra. Lilian Scapol
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05/05/2026

Nem toda decisão cirúrgica vem sem medo — especialmente quando envolve uma criança.

No caso da Sofia, a indicação para a retirada das amígdalas e da adenoide veio acompanhada de muitas dúvidas e receios por parte da família. E isso é absolutamente natural. Por isso, meu papel começa muito antes do centro cirúrgico: começa na escuta, na orientação clara e na construção de confiança.

Desde a primeira consulta, meu foco foi explicar cada etapa — desde o diagnóstico até o pós-operatório — para que os pais se sentissem seguros e preparados. Porque quando a família entende o processo, tudo flui de forma mais tranquila.

A cirurgia foi realizada conforme o planejado e já no pós-operatório imediato, a Sofia apresentou uma melhora importante na respiração — algo que faz toda a diferença na qualidade de vida da criança. A recuperação seguiu dentro do esperado, com um desconforto inicial controlado com as medicações orientadas, e evolução rápida nos dias seguintes.

Hoje, com apenas 15 dias de cirurgia, ela já está muito bem.

Casos como o da Sofia reforçam a importância de um acompanhamento cuidadoso, de uma indicação precisa e de um pós-operatório bem conduzido.

Cada detalhe faz diferença no resultado final — e, principalmente, na tranquilidade da família durante todo o processo.

Dra. Lilian Scapol
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Nem sempre é só um “jeitinho de respirar”.Respirar pela boca pode parecer algo simples.Mas não é o ideal — principalment...
29/04/2026

Nem sempre é só um “jeitinho de respirar”.

Respirar pela boca pode parecer algo simples.
Mas não é o ideal — principalmente nas crianças.

Na maioria das vezes, isso acontece porque o nariz está obstruído.
E o corpo acaba encontrando outra forma de respirar.

Entre as causas mais comuns estão a rinite alérgica, o aumento das amígdalas e da adenoide.

O problema é que, com o tempo, essa adaptação pode trazer consequências.

A respiração pela boca pode afetar o sono, causar cansaço, dificuldade de atenção e aprendizado.

Também aumenta o risco de infecções frequentes e pode interferir no crescimento da face e dos dentes.

Muitas vezes, os sinais passam despercebidos no dia a dia.

Mas quanto antes o problema é identificado, menores são os impactos no desenvolvimento da criança.

O tratamento é direcionado à causa — e busca restabelecer a respiração correta pelo nariz.

Se você percebe que a criança respira pela boca com frequência, vale investigar.

A avaliação com um especialista faz toda a diferença.

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