Dra. Elaine Morch

Dra. Elaine Morch Sou médica ginecologista há mais de 20 anos, especialista em Estética Íntima, climatério, menopausa e longevidade para mulheres 40+. CRM-SP 155360 | RQE 69808

Ressecamento va**nal, ardência, coceira, dor na relação e urgência urinária durante a menopausa têm nome?Esses sintomas ...
07/08/2026

Ressecamento va**nal, ardência, coceira, dor na relação e urgência urinária durante a menopausa têm nome?

Esses sintomas podem fazer parte da síndrome geniturinária da menopausa, uma condição relacionada à redução hormonal que afeta a v***a, a va**na, a uretra e a bexiga.

Mas ela não aparece apenas nos exames. Aparece quando a mulher começa a evitar a intimidade, escolhe a roupa pensando no desconforto, deixa de se exercitar ou passa a organizar seus trajetos de acordo com a proximidade de um banheiro.

Não é exagero, frescura ou algo que toda mulher precisa suportar em silêncio.

Existem diferentes possibilidades de cuidado, definidas de acordo com os sintomas, a intensidade e a história de cada mulher. O primeiro passo é encontrar espaço para falar sobre o que mudou.

A menopausa transforma o corpo, mas não precisa retirar dessa mulher o conforto, o prazer e a liberdade de viver bem nele.

Salve este conteúdo e compartilhe com uma mulher que também precisa saber disso.

Perder urina ao tossir, espirrar, correr ou sentir uma vontade súbita de ir ao banheiro não deve ser considerado uma con...
06/08/2026

Perder urina ao tossir, espirrar, correr ou sentir uma vontade súbita de ir ao banheiro não deve ser considerado uma consequência inevitável da idade, da menopausa ou da maternidade.

O escape ao realizar algum esforço pode estar relacionado à incontinência urinária de esforço. Já a urgência intensa, difícil de controlar, pode indicar incontinência urinária de urgência. Algumas mulheres também apresentam características dos dois tipos.

Identif**ar essa diferença é importante porque o tratamento não é igual para todas. A avaliação considera os sintomas, a frequência dos escapes, o histórico de partos, as alterações hormonais, a musculatura do assoalho pélvico e o impacto na rotina.

Existem possibilidades de tratamento, definidas de acordo com a causa e a intensidade dos sintomas. O primeiro passo é falar sobre o que está acontecendo, sem vergonha e sem acreditar que você precisa simplesmente se acostumar.

Perder urina pode ser comum, mas não precisa limitar sua liberdade.

Em qual situação o escape de urina mais interfere na sua rotina?

03/08/2026

Você olha para o espelho e sente que deixou de ser você? Saiba que isso pode ser um dos sintomas da perimenopausa ou da menopausa.

Se você tem entre 40 e 50 anos e começou a perceber mudanças no seu corpo, no humor e na disposição, este vídeo é para você.

Muitas mulheres pesquisam no Google: “Por que não me reconheço mais?”, “É normal perder a libido na menopausa?”, “Por que estou tão cansada aos 45 anos?” ou “A menopausa causa tristeza, irritação e insônia?”. E a resposta é: esses sintomas podem, sim, estar relacionados às mudanças hormonais da perimenopausa e da menopausa.

Além dos calorões, essa fase pode causar queda da libido, alterações no sono, dificuldade de concentração, perda de memória, irritabilidade, ansiedade, tristeza, mudanças na pele, no metabolismo e na autoestima. Mas esses sintomas também podem estar associados a outras condições, como deficiência de vitaminas, alterações da tireoide, distúrbios do sono e até ansiedade ou depressão. Por isso, uma avaliação médica completa é fundamental.

No consultório, meu objetivo é investigar a causa dos seus sintomas e oferecer um tratamento individualizado. Para algumas mulheres, a terapia hormonal é uma excelente opção; para outras, existem diferentes estratégias capazes de devolver qualidade de vida, bem-estar e saúde.
Você não precisa aceitar o sofrimento como se fosse apenas “coisa da idade”. Informação de qualidade e acompanhamento especializado fazem toda a diferença.

Se este vídeo fez sentido para você, salve para assistir novamente, compartilhe com outra mulher que pode estar vivendo essa fase sem saber e me acompanhe para aprender mais sobre perimenopausa, menopausa, reposição hormonal e saúde feminina.

Menopausa é vírgula, não ponto final.

01/08/2026

Quem pode fazer a ninfoplastia? Ao contrário do que muitas pessoas imaginam, a ninfoplastia não é indicada apenas por motivos estéticos.

Muitas mulheres convivem diariamente com desconfortos causados pelo aumento dos pequenos lábios, como incômodo ao usar roupas justas, praticar exercícios, pedalar, montar a cavalo ou até durante a relação sexual.

Além disso, quando a aparência da região íntima interfere na autoestima e na confiança, essa também é uma questão que merece ser acolhida com respeito e individualidade.

Cada mulher tem uma anatomia única. Por isso, a indicação da ninfoplastia deve ser feita após uma avaliação cuidadosa, considerando os sintomas, o exame físico e, principalmente, o que faz sentido para a paciente.

Neste vídeo, eu explico quem pode se beneficiar desse procedimento e quando ele realmente é indicado.

30/07/2026

“A ninfoplastia dói?”
Essa é uma das perguntas que mais recebo no consultório. E a resposta costuma tranquilizar muitas mulheres.

O procedimento é realizado com anestesia local, após a aplicação de um anestésico tópico para proporcionar ainda mais conforto. Durante a cirurgia, a paciente permanece confortável e, no pós-operatório, o desconforto costuma ser leve e controlado com as medicações prescritas, compressas de gelo e os cuidados recomendados.

Além da técnica, o acompanhamento faz toda a diferença. Eu acompanho cada paciente de perto durante a recuperação para garantir uma boa cicatrização, esclarecer dúvidas e oferecer segurança em todas as etapas.

Neste vídeo, explico como funciona a anestesia, o procedimento e o pós-operatório para que você possa tomar sua decisão com mais informação e tranquilidade.

29/07/2026

Uma das dúvidas que mais escuto no consultório é: como é a recuperação da ninfoplastia?

A boa notícia é que, quando o pós-operatório é seguido corretamente, a recuperação costuma ser tranquila e segura.

Repouso nos primeiros dias, uso das medicações prescritas, compressas de gelo e acompanhamento médico fazem toda a diferença para uma boa cicatrização. Além disso, cada paciente é acompanhada de perto para que a recuperação aconteça da melhor forma possível.

Neste vídeo, eu explico como costuma ser o pós-operatório, quando os pontos começam a ser retirados e em que momento as atividades do dia a dia e os exercícios físicos podem ser retomados.

Se você tem vontade de realizar a ninfoplastia, conhecer cada etapa da recuperação traz mais segurança para tomar uma decisão consciente.

26/07/2026

Como é feita a ninfoplastia com laser de CO₂?

A ninfoplastia, também conhecida como labioplastia, é uma cirurgia realizada para reduzir e remodelar os pequenos lábios quando o excesso de tecido provoca desconforto físico, funcional ou insatisfação com a aparência da região íntima.

Com o laser de CO₂, o procedimento pode ser realizado em ambiente adequado, com anestesia local e sem necessidade de internação hospitalar. A paciente permanece acordada, mas a região f**a anestesiada para evitar dor durante a cirurgia.

O laser permite remover o excesso de tecido com precisão e, ao mesmo tempo, auxilia no controle do sangramento. Depois, os pequenos lábios são cuidadosamente remodelados, buscando preservar a sensibilidade, a função e a naturalidade da anatomia.

O objetivo não é criar uma v***a “padrão”. Cada mulher possui uma anatomia diferente, e a indicação deve considerar suas queixas, necessidades e expectativas.

Quando bem indicada, a ninfoplastia pode proporcionar mais conforto no uso de roupas, na prática de atividades físicas e nas relações se***is, além de um resultado mais harmonioso para aquela paciente.

Neste primeiro episódio, expliquei como a ninfoplastia com laser de CO₂ é realizada. Acompanhe os próximos vídeos da série para entender outras etapas do procedimento.

24/07/2026

No tratamento do vaginismo, a toxina botulínica é aplicada em pontos específicos da musculatura do assoalho pélvico, identif**ados durante a avaliação médica.

Sua ação reduz temporariamente a contração involuntária e excessiva desses músculos. Com o assoalho pélvico mais relaxado, a mulher pode sentir menos resistência e desconforto, o que favorece a evolução gradual do tratamento.

Mas é importante entender: a aplicação não signif**a que a penetração acontecerá imediatamente ou que todas as outras etapas deixarão de ser necessárias.

A toxina cria uma oportunidade para que a paciente avance com mais conforto em outras abordagens, que podem incluir fisioterapia pélvica, exercícios orientados, uso progressivo de dilatadores e acompanhamento psicológico ou sexual, conforme cada caso.

O objetivo não é apressar a mulher, mas permitir que ela desenvolva confiança e segurança com o próprio corpo, sempre respeitando seu tempo e seus limites.

A indicação, os pontos de aplicação e a associação com outras terapias devem ser individualizados. A toxina botulínica é uma ferramenta dentro do tratamento, não uma solução isolada.

Com este vídeo, encerramos nossa série de três episódios sobre o uso do Botox no tratamento do vaginismo. Se você se identificou com esses sintomas, saiba que existe tratamento e você não precisa conviver com a dor em silêncio.

22/07/2026

O Botox pode tratar o vaginismo?

A toxina botulínica pode fazer parte do tratamento do vaginismo, mas não é indicada para todas as mulheres e não deve ser aplicada antes de uma investigação cuidadosa.

Primeiro, é necessário confirmar a causa da dor e da dificuldade de penetração. Alterações hormonais, líquen escleroso e outras condições ginecológicas também podem provocar sintomas semelhantes e exigem tratamentos diferentes.

Quando existe uma contração involuntária e persistente da musculatura do assoalho pélvico, a toxina botulínica pode ajudar a reduzir essa tensão. Com a musculatura mais relaxada, torna-se possível avançar gradualmente no processo de adaptação, sempre respeitando os limites e o tempo de cada paciente.

Mas o Botox não faz todo o trabalho sozinho. Ele pode ser uma ferramenta dentro de um tratamento individualizado, associado a outras abordagens conforme a necessidade de cada mulher.

O objetivo não é simplesmente permitir a penetração, mas ajudar a paciente a reconstruir sua relação com o próprio corpo com mais segurança, autonomia e sem dor.

No terceiro e último episódio, vou explicar como a toxina botulínica é aplicada no tratamento do vaginismo e o que esperar do procedimento.

20/07/2026

É normal sentir dor durante a relação sexual?

Não. A dor na relação pode até ser comum, mas não deve ser considerada normal nem algo que a mulher precisa suportar em silêncio.

Quando existe dor, medo ou dificuldade para a penetração, é importante investigar a causa. Uma das possibilidades é o vaginismo, uma contração involuntária dos músculos do assoalho pélvico que pode tornar a penetração dolorosa ou até impossível.

Essa reação não acontece porque a mulher “não consegue relaxar”. O corpo responde de forma automática e pode criar um ciclo de tensão, medo e dor a cada nova tentativa.

O tratamento do vaginismo deve ser individualizado e pode envolver diferentes abordagens, de acordo com a história e as necessidades de cada paciente. Em casos selecionados, a aplicação de toxina botulínica pode fazer parte desse tratamento.

Sentir dor na relação não é frescura, falta de vontade ou algo que você precisa aceitar. Existe investigação e existe tratamento.

Este é o primeiro episódio da nossa série sobre o uso da toxina botulínica no tratamento do vaginismo. Acompanhe os próximos vídeos.

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