Dr. Marcelo Fruet

Dr. Marcelo Fruet Cirurgião do Aparelho digestivo;
Cirurgião Bariátrico

Membro Titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Laparoscópica (SOBRACIL);
Membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM);
Membro do Colégio Brasileiro de Cirurgiões (CBC)

Juntos f**a mais fácil 🤜🏻🤛🏻
25/07/2026

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Você tem se exercitado? Cuidado da alimentação? Acima de tudo, cuidado de você? Me conta nos comentários!
02/07/2026

Você tem se exercitado? Cuidado da alimentação? Acima de tudo, cuidado de você? Me conta nos comentários!

Não tem desculpa o horário, meia note e cinta estava lá . O importante é se comprometer, ter disciplina e um propósito. ...
02/07/2026

Não tem desculpa o horário, meia note e cinta estava lá . O importante é se comprometer, ter disciplina e um propósito. E você? Qual o seu propósito? Me conta nos comentários!

Dia dos Pais no
18/08/2025

Dia dos Pais no

Posted  •  A obesidade, reconhecida como uma doença crônica pela Organização Mundial da Saúde (OMS), requer cuidado espe...
24/01/2025

Posted • A obesidade, reconhecida como uma doença crônica pela Organização Mundial da Saúde (OMS), requer cuidado especializado, baseado em evidências científ**as e livre de preconceitos.

A discriminação no atendimento de saúde permanece uma barreira enfrentada por muitas pessoas com obesidade, comprometendo a qualidade do tratamento e afetando diretamente a adesão às terapias e o bem-estar mental.

A Constituição Federal de 1988 assegura o acesso igualitário à saúde, sem distinção de raça, gênero, condição social ou corporal. Capacitar profissionais para um atendimento ético, empático e respeitoso contribui para uma sociedade mais inclusiva e para avanços na qualidade do cuidado.

A transformação começa com a conscientização. Divulgue esta ideia, amplie o diálogo e fortaleça a luta por um sistema de saúde sem preconceitos.

.andrea.nutrologia .a.schiavon

Posted  •  A relação entre alimentação e saúde mental é um tema cada vez mais relevante, especialmente quando se discute...
11/09/2024

Posted • A relação entre alimentação e saúde mental é um tema cada vez mais relevante, especialmente quando se discute obesidade e distúrbios alimentares. A Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta que cerca de 70 milhões de pessoas sofrem de distúrbios alimentares em todo o mundo, e essa conexão é reforçada por estudos que mostram como alimentos ricos em açúcares e gorduras podem levar a comportamentos viciantes e prejudicar a saúde mental.

Enquanto alguns alimentos incentivam o consumo excessivo e causam ganho de peso, outros, como os ricos em ômega-3 e triptofano, podem promover bem-estar e aliviar sintomas de ansiedade e depressão. Mas o consumo excessivo, mesmo desses alimentos, pode ter efeitos negativos.

No Brasil, a obesidade já afeta 26% da população adulta, e a previsão é de que esse número suba para 41% até 2035, segundo a World Obesity Federation. Segundo nossa cofundadora, Dra. Andrea Pereira, em entrevista para a , enfatiza: “Os alimentos com alto teor de açúcar e gordura podem desencadear uma liberação intensa de dopamina no cérebro, um neurotransmissor associado ao prazer e à recompensa. Essa resposta pode criar um ciclo vicioso, onde o consumo desses alimentos é buscado repetidamente, exacerbando comportamentos alimentares compulsivos e contribuindo para o ganho de peso. Além disso, a falta de nutrientes essenciais pode afetar a função cerebral, influenciando a saúde mental.”

A alimentação vai além da nutrição física, desempenhando um papel importante na saúde mental. Investir em escolhas alimentares saudáveis é um passo signif**ativo para promover o equilíbrio emocional e uma vida mais plena.

.andrea.nutrologia .a.schiavon

Posted  •  FALTA REDUZIR AINDA MAIS — Esta é a conclusão de pesquisadores da Universidade de Bonn, na Alemanha, depois d...
03/09/2024

Posted • FALTA REDUZIR AINDA MAIS — Esta é a conclusão de pesquisadores da Universidade de Bonn, na Alemanha, depois de analisaram o consumo de açúcar entre crianças e adolescentes de seu país de 2010 a 2023.

Segundo os autores do estudo publicado no European Journal of Nutrition, a ingestão de açúcar vem diminuindo ano após ano entre os jovens alemães, mas ainda assim, hoje, continua acima da recomendação da OMS (Organização Mundial da Saúde), que seria um limite de 10% do consumo energético diário.

Em todo esse período, os pesquisadores acompanharam 751 meninos e meninas com idade entre 3 e 18 anos, analisando dados de 4.218 pesagens e registros de como era a alimentação de toda essa moçada.

Nesses diários, em que tudo era anotado detalhadamente, eles f**aram de olho no açúcar adicionado em produtos industrializados, como os sucos de caixinha, e nas colheradas vindas do açucareiro de casa.

Em 2016, 16% do consumo energético da garotada vinham de alimentos e bebidas açucarados. Hoje, apenas 11,7%. Os autores chamam a atenção de que essa é a média de todos os participantes e que o consumo tende a ser mais alto, chegando a 15%, entre alguns adolescentes.

Agora, eles esperam que a análise sirva de alerta para as autoridades alemãs aperfeiçoarem políticas públicas a fim de que alimentos açucarados não estejam tão presentes no dia a dia de jovens. Bem, o estudo observa os jovens da Alemanha, mas essa é uma expectativa válida em qualquer lugar do mundo, não acham?

Aqui está o DOI: 10.1007/s00394-024-03456-1

Posted  •  SOBRETAXAR REFRIGERANTES NÃO É FUNDAMENTAL SÓ POR CAUSA DA OBESIDADE — No Brasil, o número de pessoas com obe...
14/07/2024

Posted • SOBRETAXAR REFRIGERANTES NÃO É FUNDAMENTAL SÓ POR CAUSA DA OBESIDADE — No Brasil, o número de pessoas com obesidade impressiona: são 40 milhões de adultos e 721 mil crianças. As bebidas açucaradas — entre elas, os refrigerantes — alavancam essa prevalência.

Mas elas também aumentam a ocorrência de outras doenças. Saiba que, no nosso país, 1,3 milhão de pessoas têm diabetes devido ao seu consumo, principalmente. Aliás, estudos apontam que essas bebidas estão por trás de 323 mil casos de doenças cardiovasculares e de câncer a cada ano, entre nós, brasileiros.

O custo para o SUS de doenças causadas pelo consumo frequente de bebidas ultraprocessadas açucaradas alcança cerca de 3 bilhões de reais por ano. E no entanto, apesar de tudo isso, os refrigerantes podem f**ar de fora do imposto seletivo.

Graças à pressão dos fabricantes dessas bebidas e de entidades com conflitos de interesses, eles podem escapar da sobretaxa que o governo propôs para todo produto capaz de ser nocivo à saúde humana e à do planeta. Isso deverá ser votado em plenário ainda nesta quinzena na Câmara dos Deputados.

Sem f**ar alheia, a Abeso assina uma nota pública ao lado de dezenas de sociedades médicas, organizações da área da saúde e conselhos, para que os parlamentares se atentem aos prejuízos causados pelo consumo de refrigerantes.

Ajude dando voz a essa causa. A reforma tributária é uma oportunidade histórica para garantirmos um futuro mais saudável às novas gerações. Ninguém que pensa em saúde quer perdê-la.

Posted  •  Meu artigo na Veja Saúde falando sobre dois problemas de saúde pública: a obesidade e o preconceito com a obe...
13/04/2024

Posted • Meu artigo na Veja Saúde falando sobre dois problemas de saúde pública: a obesidade e o preconceito com a obesidade. E a solução para o primeiro passa inevitavelmente pelo combate ao segundo.

Treino de segunda…
28/02/2024

Treino de segunda…

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