Patricia Gervasoni

Patricia Gervasoni Bem vindo ao Movimento transformador PÉS QUE FALAM. Vou compartilhar conhecimentos dessa técnica

08/09/2026

Você pode estar rodeado de pessoas e ainda assim se sentir sozinho 🫂👇

Estar cercado por familiares, amigos ou colegas de trabalho não impede alguém de sentir que ninguém realmente a compreende.

Na reflexoterapia emocional, não existe um protocolo genérico para a "solidão", porque a origem do sentimento varia de pessoa para pessoa:

Sensação de rejeição? Estimulamos o ponto dos brônquios.

Luto ou tristeza profunda por uma perda? Trabalhamos o pulmão.

Baixa autoestima e sentimento de não ser amado? Atuamos no coração.

A história de cada paciente é única, e o tratamento precisa acompanhar essa individualidade.

Quer aprender a identificar a causa e personalizar cada protocolo? Me segue por aqui para dominar a reflexoterapia além dos protocolos prontos! ✨

07/09/2026

Você sabia que seu intestino conversa com o seu cérebro? 🧠💬

Existe uma via de mão dupla chamada eixo intestino-cérebro. O cérebro afeta a digestão por meio do estresse e dos hormônios, enquanto o intestino envia sinais nervosos, imunológicos e metabólicos de volta ao cérebro.

Por isso, na reflexoterapia não tratamos apenas o sintoma físico. Investigamos a causa por trás da reação intestinal e associamos o estímulo a pontos estratégicos:

Intestino Delgado: Alívio das queixas físicas e emoções associadas.

Amígdalas e Hipotálamo: Controle da ansiedade, sensação de ameaça e regulação do estresse.

Intestino Grosso: Dificuldade em desapegar ou soltar mágoas do passado.

Rins: Presença de medo constante.

Quer entender o porquê de cada ponto no atendimento? Me segue para aprender reflexoterapia muito além de um protocolo pronto! ✨

06/09/2026

O que o estresse crônico faz no seu corpo? 🧠⚠️

Passar semanas ou meses em constante estado de alerta desgasta o organismo, afetando o sono, a digestão, o humor e gerando tensão muscular.

Na reflexoterapia, atuamos no sistema límbico estimulando pontos estratégicos como as amígdalas, o locus coeruleus, o hipotálamo e a suprarrenal para regular a resposta do corpo ao estresse.

Mas o verdadeiro diferencial é entender a causa emocional que mantém esse alerta — seja medo, insegurança ou sobrecarga.

Não basta apenas aplicar pontos, é preciso entender a razão de cada um. Me segue para aprender reflexoterapia muito além de um protocolo pronto! ✨

05/09/2026

Canetinhas: como a Reflexoterapia pode auxiliar esse paciente? 🖊️👇

Seu paciente usa as famosas canetinhas de emagrecimento e começou a apresentar enjoo, estufamento, refluxo ou intestino preso?

Essas medicações imitam o hormônio GLP-1, retardando o esvaziamento gástrico para dar saciedade — o que frequentemente causa diversos desconfortos digestivos. Cada paciente responde de um jeito, e é por isso que não existe um protocolo padrão.

Com a reflexoterapia, conseguimos identificar e tratar as necessidades específicas do corpo para aliviar esses sintomas e trazer equilíbrio ao sistema digestivo.

Quer aprender a estruturar seus atendimentos entendendo a razão de cada ponto? Me segue por aqui para aprender reflexoterapia muito além de um protocolo pronto! ✨

04/09/2026

O emocional por trás de quem range os dentes 😬👇

O bruxismo não é apenas um problema físico, ele tem uma ligação direta com o seu estado emocional. Quando guardamos raiva, tensão ou ansiedade ao longo do dia, o corpo responde — e à noite, essa tensão acumulada pode se manifestar na mandíbula.

Na reflexoterapia, tratamos além do sintoma físico. Além de trabalhar a mandíbula (ATM), estimulamos pontos como o fígado (raiva e críticas contidas), amígdalas, locus coeruleus e suprarrenal para equilibrar a resposta do corpo à ansiedade.

Quer aprender a m***ar protocolos entendendo a real causa de cada ponto? Me segue por aqui para ir muito além de um protocolo pronto! ✨

18/08/2026

Eu não escolho os pontos pelo nome da doença. Escolho pelo que encontro naquela pessoa.

Tem uma diferença grande entre seguir protocolo pronto e saber construir um atendimento individualizado. Protocolo pronto diz: fibromialgia, faz esse ponto; tontura, estimula aquele; ansiedade, faz essa sequência.

O raciocínio de um terapeuta faixa preta começa com outra pergunta: por que essa pessoa está apresentando esse sintoma? Fibromialgia pode estar ligada a tensão, músculo, sobrecarga, inflexibilidade, insegurança, crítica interna. O sintoma de duas pessoas pode até ser parecido — a pessoa não é.

Cada uma vive a própria vida de um jeito. Por isso o protocolo de uma mesma patologia precisa ser diferente pra cada uma. No método a gente une fisiologia, emoção dos órgãos, linguagem dos pés, perguntas poderosas e análise individual.

O terapeuta faixa preta não pergunta só "qual ponto eu aperto?". Pergunta "por que esse ponto precisa estar nesse atendimento?"

Quer desenvolver esse raciocínio e deixar de depender de protocolo pronto? Comente eu quero e inscreva-se no Desafio Primeira Sessão Perfeita.

17/08/2026

Ela chegou falando de dor nas costas. Os pés mostraram outra história por trás.

Se eu tivesse usado só protocolo pronto, teria estimulado coluna, hipotálamo, hipófise, suprarrenal — e encerrado ali. Mas ao observar os pés, encontrei mais: calosidade na região da cervical e uma alteração entre os dedos ligados à confiança e ao amor.

Comecei a perguntar. E apareceu uma situação recente que tinha abalado profundamente a confiança dela. Ela não chegou dizendo "estou sofrendo porque perdi a confiança em alguém". Chegou dizendo que estava com dor nas costas.

A dor física é verdadeira, precisa ser tratada. Mas pra m***ar um protocolo individual, eu preciso considerar o que o pé mostra e o que a pessoa está vivendo emocionalmente, junto.

O protocolo deixou de ser só pra coluna e passou a atender a história inteira dela — o que estava acontecendo, como ela estava se sentindo.

Quer entender como eu chego nessa leitura? Preenche a ficha de interesse no link da bio.

17/08/2026

Eu não começo perguntando só onde dói. Primeiro eu observo o que os pés já estão mostrando. Pé é fofoqueiro.

No método Pés Que Falam existe uma sequência. Primeiro, anamnese — escuto a queixa: quando começou, o que piora, o que melhora, o que estava acontecendo na vida da pessoa quando o sintoma apareceu.

Depois, observo os dedos. Formato, posição, calo, marca. Cada alteração traz informação sobre comportamento e padrão emocional — mostra como a pessoa é ou como ela está.

Só então eu coloco a mão no pé, pra sentir quais áreas reflexas estão doloridas, sensíveis, alteradas.

Nada disso eu leio separado. Eu integro tudo: queixa física, história, linguagem dos dedos, pontos doloridos, emoção ligada a cada órgão.
Só depois dessa integração eu defino o protocolo — exclusivo pra aquela pessoa.

Por isso duas pessoas com a mesma dor recebem estímulos diferentes. Não é adivinhação. É observação, investigação, correlação.

Quer aprender esse raciocínio completo? Comenta FAIXA PRETA aqui embaixo.

16/08/2026

Antes de tratar uma dor de cabeça recorrente, faz essa pergunta: o que está por trás desse sintoma?

Nem toda dor de cabeça tem a mesma origem. Pode ser tensão nervosa, sinusite, alteração muscular, sobrecarga no organismo. Mas no método Pés Que Falam a gente também olha o padrão emocional por trás.

O fígado, por exemplo, está ligado a raiva acumulada, dificuldade de aceitar crítica, resistência com alguma situação que a pessoa não consegue engolir — literalmente. Alguém que se irrita no trabalho, se sente criticada, e não fala nada. Vai engolindo. O corpo registra essa tensão, mesmo calada.

Por isso, quando a dor de cabeça começa a ser recorrente — não tinha e passou a ter — além de avaliar os pontos físicos, eu vou olhar o fígado e perguntar: "o que aconteceu recentemente que você não conseguiu aceitar? Existe alguma crítica que ainda te dá raiva?"

Investigar sempre vem antes de m***ar o protocolo. Por isso a gente não usa protocolo pronto — a gente m***a.

Salva esse vídeo pra lembrar dessa investigação no seu próximo atendimento.

16/08/2026

Se o seu paciente melhora por alguns dias e a dor volta, o problema não está nele. Está no raciocínio.

Muito terapeuta aprende assim: protocolo pra dor de cabeça, aplica em todo mundo que tem dor de cabeça. Mesma coisa pra dor nas costas, pra ansiedade. Mas gente não é protocolo pronto. Trata só o local da dor, alivia por um tempo — e volta, porque ninguém tratou o que estava sustentando aquele sintoma.

É por isso que o mesmo protocolo funciona muito bem num paciente e não funciona no outro. Numa pesquisa que fizemos com vários terapeutas, essa foi a dificuldade mais citada.

A dor pode ser parecida, mas o fator por trás é diferente. Dor de cabeça pode vir de tensão, de sinusite, do fígado — cada causa pede um protocolo diferente. Às vezes o que está por trás de tudo é uma exigência interna muito grande.

Sintoma igual não deveria virar protocolo igual.

Comenta RAIZ aqui embaixo — amanhã eu te mostro como começar a identificar isso no seu próximo atendimento.

Endereço

Sorocaba, SP

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