31/07/2026
Três pacientes chegaram no mesmo mês com dor no tendão de Aquiles. Mesmo local, mesma queixa. O tratamento dos três foi completamente diferente — e os três tiveram resultado. 🎯
Perfil 1: corredora amadora, 35 anos, aumentou volume de treino em 40% em 3 semanas. Fase reativa.
Perfil 2: atleta de academia, 45 anos, dor há 14 meses, sem histórico de pico de carga recente. Fase degenerativa.
Perfil 3: sedentário, 52 anos, começou a caminhar após anos parado, dor surgiu na segunda semana. Fase reativa com baixa capacidade de base.
Tendinopatia de Aquiles não é um diagnóstico único — é um espectro. ⚠️
Tratar os três com o mesmo protocolo é o erro mais comum.
✅ A corredora precisa reduzir pico de carga e usar isometria
✅ O atleta crônico precisa de carga progressiva pesada
✅ O sedentário precisa de volume baixo com progressão muito lenta
Protocolo igual para tendões diferentes é resultado diferente — na maioria das vezes, ruim.
O raciocínio clínico começa antes de escolher o exercício: 🤔
• Qual é o perfil de carga?
• Em que fase está o tendão?
• Qual a capacidade de base do paciente?
Essas três perguntas definem a conduta — não o diagnóstico por imagem, não o tempo de dor, não a idade.
Saber diferenciar o perfil clínico é o que permite individualizar o tratamento. E individualizar é o que separa resultado de médio prazo de resultado consistente. 💪
Na Mentoria em Tendinopatias você desenvolve exatamente esse raciocínio clínico — do perfil do paciente à progressão de carga. Link na bio. 🔗