Fernanda Faganello - Psicóloga e Arteterapeuta

Fernanda Faganello - Psicóloga e Arteterapeuta Fernanda Faganello

Psicóloga e Arteterapeuta

Atendimento clínico com crianças, adolescentes, ad

27/05/2026

📱 Crianças e adolescentes estão crescendo conectados… mas cada vez mais desconectados de si mesmos.

Quando o uso da tecnologia deixa de ser equilíbrio e passa a ocupar o lugar das brincadeiras, vínculos, experiências reais e do desenvolvimento emocional, os prejuízos podem ser profundos.

O excesso de telas impacta diretamente o desenvolvimento biopsicossocial:

🧠 No emocional e psicológico:
aumento da ansiedade, irritabilidade, baixa tolerância à frustração, dificuldade de concentração, dependência emocional da validação online e maior risco de depressão.

👥 No social:
dificuldade de interação presencial, isolamento, problemas nos relacionamentos familiares, empobrecimento das habilidades sociais e aumento da comparação constante nas redes.

⚡ No físico e biológico:
alterações no sono, sedentarismo, fadiga mental, atraso no desenvolvimento, dores físicas e sobrecarga cerebral causada pelo excesso de estímulos.

A infância precisa de movimento, afeto, criatividade, conexão real e presença.
A adolescência precisa de identidade, pertencimento e experiências fora das telas.
Nenhuma tecnologia substitui o desenvolvimento emocional saudável.

✨ O problema não é apenas o tempo de tela.
É tudo aquilo que está sendo perdido enquanto ela ocupa espaço demais.

Se você percebe mudanças emocionais, comportamentais ou sociais no seu filho, procure ajuda especializada. Intervir cedo pode transformar o futuro emocional dessa criança ou adolescente.

💬 Salve este post e compartilhe com famílias que precisam refletir sobre isso.

25/05/2026

A adolescência sempre foi um período de descobertas, inseguranças e construção da identidade.
Mas hoje, além dos desafios naturais dessa fase, muitos adolescentes também enfrentam a pressão silenciosa das redes sociais.

Enquanto deslizam a tela, veem corpos “perfeitos”, vidas aparentemente felizes, popularidade medida em curtidas e comparações constantes que podem gerar a sensação de nunca ser suficiente.

O problema não está apenas no tempo de uso, mas no impacto emocional dessa exposição contínua.

A comparação excessiva pode afetar diretamente a autoestima, aumentar ansiedade, sentimento de inadequação, medo de exclusão e até sintomas depressivos.

É importante lembrar: o que aparece nas redes sociais quase nunca representa a vida real por completo.

Por trás de filtros, edições e recortes, existem pessoas reais com inseguranças reais.

Se você é pai, mãe ou cuidador, observe mudanças de comportamento:
• isolamento social
• necessidade excessiva de validação
• queda na autoestima
• irritabilidade após uso das redes
• comparação constante com outras pessoas

Adolescentes não precisam de mais cobrança para “se encaixar”. Precisam de espaços seguros para conversar, desenvolver senso crítico e fortalecer quem realmente são.

Autoestima saudável não nasce da aprovação online, mas da construção de valor interno.

💬 Como sua família conversa sobre redes sociais e saúde emocional?

22/05/2026

Muitas crianças não conseguem verbalizar o que estão vivendo — e o comportamento pode ser a forma como o sofrimento aparece.

Observar, acolher e buscar ajuda especializada faz diferença.

Se houver suspeita, priorize a segurança da criança e acione os canais de proteção da sua região.
Compartilhe. Informação pode proteger.

18/05/2026

Maio Laranja: proteger a infância é responsabilidade de todos. 🧡

O abuso e a exploração sexual infantil deixam marcas profundas que muitas vezes não aparecem aos olhos, mas ecoam na autoestima, nos relacionamentos, na saúde mental e no desenvolvimento emocional por toda a vida.

Crianças nem sempre conseguem nomear o que estão vivendo. Por isso, mudanças bruscas de comportamento, medo excessivo, isolamento, regressões, sexualização precoce, queda no rendimento escolar ou crises emocionais podem ser sinais de alerta.

Falar sobre proteção não é “tirar a inocência” da criança — é oferecer segurança, informação e cuidado.
A prevenção começa com diálogo, supervisão, escuta sem julgamentos e educação sobre limites corporais e segurança, inclusive no ambiente digital.
Silenciar protege o agressor. Informar protege a criança.

Se você é mãe, pai ou cuidador, este conteúdo pode salvar uma vida. Compartilhe este post para que mais pessoas reconheçam os sinais e ajudem a proteger nossas crianças. 🧡

15/05/2026

Maternidade não é apenas sobre cuidar de uma criança. É sobre sustentar emocionalmente uma vida inteira enquanto, muitas vezes, ninguém percebe o que acontece dentro da mãe.

Por trás da rotina, do cansaço e da cobrança constante, existem mulheres exaustas tentando dar conta de tudo sem desmoronar.

A saúde mental materna não é luxo, nem fraqueza. É necessidade.

Uma mãe emocionalmente sobrecarregada não precisa de mais julgamento. Precisa de acolhimento, escuta e suporte.

Porque quando a saúde mental da mãe adoece, toda a dinâmica familiar sente.

Cuidar da mãe também é cuidar dos filhos, dos relacionamentos e do futuro emocional de uma família inteira.

Mães não precisam ser perfeitas.
Precisam ser cuidadas também.

11/05/2026

Tem mulheres que carregam dores que nunca começaram nelas.
Vieram em forma de silêncio, ausência, rigidez, medo, abandono, excesso de cobrança ou dificuldade de demonstrar afeto. São marcas emocionais passadas de geração em geração — os chamados traumas geracionais.

Muitas mães cresceram aprendendo a sobreviver emocionalmente, não a se sentirem seguras. E quando a maternidade chega, antigas feridas podem reaparecer:
a culpa constante, o medo de falhar, a dificuldade de impor limites, a sensação de não ser suficiente ou até a exaustão de tentar dar ao filho aquilo que nunca receberam.

A verdade é que filhos não acessam apenas o que dizemos. Eles sentem aquilo que não foi elaborado dentro de nós.

Por isso, curar as próprias feridas emocionais não é egoísmo. É responsabilidade afetiva.
Uma mãe emocionalmente consciente não precisa ser perfeita — ela precisa estar disposta a olhar para si, reconhecer suas dores e interromper ciclos que machucaram gerações inteiras.

A cura começa quando a mulher entende que pode maternar sem repetir violência emocional, frieza, negligência ou abandono afetivo.
Começa quando ela aprende que acolher a própria criança interior também é uma forma de proteger seus filhos.

Toda vez que uma mãe escolhe se cuidar emocionalmente, ela muda o destino emocional da família inteira.

Porque a maior herança que uma criança pode receber não é uma mãe perfeita.
É uma mãe presente, consciente e emocionalmente disponível.

08/05/2026

Nenhuma vida é perfeita. Nenhuma escolha vem sem perdas. Nenhum caminho existe sem renúncias.

A mulher que tem filhos olha para a que não tem e imagina a liberdade, o silêncio, o tempo para si, a leveza de poder decidir tudo sem tantas renúncias.

A mulher que não tem filhos olha para a que tem e imagina o amor, o sentido, a casa cheia, os laços profundos que parecem dar mais propósito à vida.

Cada uma enxerga na vida da outra exatamente aquilo que sente falta na própria.
Mas o que vemos de longe quase sempre é uma versão idealizada.

Porque quem vive a própria realidade conhece o cansaço, as dores, as renúncias e os vazios que ninguém vê.

A mãe conhece a sobrecarga, o medo, o peso de nunca desligar.

A mulher sem filhos conhece silêncios, questionamentos, ausências e dores que também são reais.

A vida nunca será perfeita… E para cada escolha uma renúncia.

Deixe nos comentários, qual a sua escolha ser a mulher com filhos ou sem filhos?

01/05/2026

Quando seu filho f**a enrolando, diz "já vou" mil vezes e nunca começa — a primeira reação costuma ser cobrar ou se frustrar.

Mas e se o problema não for teimosia?

O cérebro infantil ainda está em formação. A parte responsável por iniciar tarefas, planejar e regular emoções só termina de amadurecer por volta dos 25 anos. Isso signif**a que aquela tarefa que parece simples pra você pode ser genuinamente difícil pra ele — não por má vontade, mas por neurologia.

Procrastinação na infância raramente vem acompanhada de indiferença. Ela vem com ansiedade, com culpa, com aquela sensação de travar que a criança nem sabe nomear.

Arrasta o carrossel e veja como identif**ar o que está acontecendo — e o que realmente ajuda. 👆

💬 Me conta nos comentários: você se reconheceu em alguma situação aqui?

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📌 Salva esse post para relembrar quando precisar.
📩 Se quiser conversar sobre o comportamento do seu filho, me manda uma mensagem — atendo crianças e adolescentes.

Fernanda Faganello
Psicóloga Clínica | TCC e Psicologia Analíticapsi

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Endereço

Atendimentos On-line
Taboão Da Serra, SP

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