21/05/2026
Ontem tive a oportunidade de ministrar uma aula para a LAPP sobre “O que caracteriza um diagnóstico em TDAH e TEA”
E talvez uma das coisas mais importantes que conversamos foi justamente isso: diagnóstico não é identificação rápida de sintomas.
Desatenção não significa automaticamente TDAH.
Dificuldade social não significa automaticamente TEA.
A clínica exige investigação, raciocínio diagnóstico, análise dimensional, compreensão do funcionamento emocional, cognitivo e comportamental de cada paciente.
Porque por trás de um possível diagnóstico existem histórias, contextos, sofrimentos e funcionamentos completamente diferentes.
Foi uma troca extremamente rica com alunos muito interessados, participativos e curiosos sobre uma prática clínica mais ética, técnica e baseada em evidências.