Dr. Eduardo Borges

Dr. Eduardo Borges Médico Neurologista

05/09/2026

B-R-O BRÓ 2026 chegou! Qual a relação com a enxaqueca?

Assista até o final!

19/08/2026

Quem convive com enxaqueca por muito tempo, muitas vezes aprende a falar menos sobre o que sente.

Não porque a dor diminuiu.

Mas porque cansa precisar explicar por que cancelou de novo.
Cansa ouvir que “é só uma dor de cabeça”.
Cansa sentir que precisa provar que aquilo realmente interfere na sua vida.

A enxaqueca é uma doença invisível para quem está de fora, mas pode afetar trabalho, relacionamentos, planos, rotina e liberdade.

Por isso, uma boa avaliação não começa apenas perguntando onde dói ou qual remédio você já tomou.

Começa entendendo como essa doença está ocupando a sua vida.

E, para mim, o paciente não deveria precisar convencer o médico de que está sofrendo.

Ele deveria encontrar alguém disposto a escutar, compreender o impacto da doença e construir um caminho junto com ele.

Se você convive com enxaqueca, talvez já tenha ouvido uma pergunta que fez você preferir f**ar em silêncio.

Qual foi?

11/08/2026

Duas pessoas. Mesma quantidade de crises no mês. Impactos completamente diferentes na vida.

O número de dias de dor conta uma parte da história, mas não conta tudo.

Tem paciente que sente a crise, trata rápido e segue o dia praticamente normal. E tem paciente que, com a mesma quantidade de crises, precisa faltar ao trabalho, remarcar compromissos, deixar a rotina de lado e passa boa parte do mês rendendo menos do que gostaria.

No calendário, os números batem. No dia a dia, a diferença é enorme.

Por isso, no meu acompanhamento, eu vou além de contar quantos dias de dor o paciente teve, quero entender o quanto a enxaqueca ainda está limitando a rotina dele.

Para isso, uso ferramentas validadas, como as escalas MIDAS e HIT-6, que ajudam a medir esse impacto de forma mais precisa.

E muitas vezes a melhora aparece primeiro aí: menos faltas, mais atividades retomadas, mais controle sobre o dia, mesmo antes do número de crises cair como esperado.

Porque o objetivo não é só reduzir dias de dor no papel.
É devolver espaço na vida de quem convive com a enxaqueca.

04/08/2026

A Michelle Bolsonaro ficou 16 dias com dor de cabeça antes de ir pro hospital.

O procedimento que ajudou ela eu aplico todo dia no consultório: bloqueio do nervo occipital maior.

É seguro, rápido e tem respaldo em diretriz internacional.

Mas ele resolve a crise. Não resolve o motivo de ela voltar.

Se você já perdeu a conta de quantos dias por mês convive com dor, o problema não é falta de remédio, é falta de um plano.

É pra isso que existe o Programa Mapa da Enxaqueca.

Link na bio pra saber mais.

Essa poderia ser a sua história.
22/07/2026

Essa poderia ser a sua história.

21/07/2026

Nem sempre o maior impacto da enxaqueca está na dor.

Muitas vezes, ele aparece nas pequenas decisões do dia a dia.

Na viagem que f**a para depois.

No compromisso que você evita marcar.

No jantar com amigos que acaba sendo cancelado.

Aos poucos, a imprevisibilidade passa a fazer parte da rotina. E, sem perceber, muitas pessoas começam a organizar a própria vida em função da possibilidade de uma nova crise.

Por isso, controlar a enxaqueca vai muito além de reduzir a frequência ou a intensidade da dor.

É recuperar a confiança para fazer planos, assumir compromissos e viver com mais tranquilidade.

Quando o tratamento é bem conduzido, o paciente não ganha apenas dias com menos dor.

Ele volta a sentir que pode conduzir a própria vida.

E você? Existe algo que deixou de fazer por causa da enxaqueca e gostaria de voltar a viver?

16/07/2026

O maior erro não é sentir dor.

É se acostumar com ela.

Aos poucos, você começa a adaptar a rotina.

Carrega analgésicos para todos os lugares.

Evita alguns compromissos.

Aceita perder dias do mês.

E passa a acreditar que viver assim faz parte da enxaqueca.

Mas não deveria.

Quanto mais cedo a doença é compreendida e tratada, maiores costumam ser as chances de evitar sua progressão e preservar qualidade de vida.

Esperar a enxaqueca “f**ar ruim o suficiente” raramente é a melhor estratégia.

Na maioria das vezes, o melhor momento para começar a cuidar da doença é antes que ela passe a controlar a sua rotina.

13/07/2026

A maior parte dos pacientes mede a evolução da enxaqueca da forma errada.

A pergunta costuma ser:

“Ainda tive crise?”

Mas essa não é a única pergunta que importa.

Quando um tratamento está funcionando, a melhora costuma acontecer aos poucos.

Primeiro, as crises f**am menos intensas.

Depois, duram menos.

A necessidade de analgésicos diminui.

Os intervalos entre as crises aumentam.

Você recupera dias da sua rotina.

Volta a fazer coisas que antes evitava.

Esses pequenos avanços mostram que o cérebro está respondendo ao tratamento.

Por isso, controlar a enxaqueca não é buscar uma melhora imediata.

É construir uma melhora consistente.

No Programa Mapa da Enxaqueca, acompanhamos essa evolução de forma estruturada, observando muito mais do que apenas a presença ou ausência de crises. Nosso objetivo é entender como a doença está evoluindo e utilizar essas informações para tomar decisões cada vez mais precisas ao longo do tratamento.

Porque, na enxaqueca, a direção importa mais do que a velocidade.

08/07/2026

Você já percebeu que, às vezes, quanto mais remédios para dor de cabeça você toma, mais frequentes as crises parecem f**ar?

Essa é uma situação mais comum do que muita gente imagina.

Quando o tratamento passa a ser apenas “apagar o incêndio” de cada crise, pode faltar uma estratégia para controlar a doença como um todo.

Isso não signif**a que os analgésicos sejam vilões. Eles têm um papel importante quando usados da forma adequada. O problema é quando eles se tornam a única forma de lidar com a enxaqueca.

Tratar enxaqueca não é apenas aliviar a dor de hoje. É entender por que ela continua voltando e construir um plano para reduzir a frequência e o impacto das crises.

Conhecimento é o primeiro passo para retomar o controle.

Você sente que precisa recorrer aos remédios com cada vez mais frequência? Compartilhe sua experiência nos comentários.

15/06/2026

Muitas pessoas acreditam que, depois de anos convivendo com enxaqueca, o seu caso não tem solução.

Mas a neurociência mostra algo diferente.

O cérebro é plástico. Ele muda constantemente em resposta aos estímulos que recebe.

E isso signif**a que, da mesma forma que ele pode se tornar mais sensível à dor ao longo do tempo, ele também pode aprender novos padrões.

Por isso, o objetivo do tratamento não deve ser apenas interromper crises quando elas aparecem.

O verdadeiro desafio é reduzir gradualmente a sensibilização do sistema nervoso e devolver mais estabilidade ao cérebro.

A cronif**ação não acontece da noite para o dia.

E a recuperação também não.

Mas ambas seguem a mesma regra: repetição gera mudança.

Por isso um tratamento estruturado, próximo e com dados faz toda diferença. Essa é a razão da existência do Programa Mapa da Enxaqueca.

Endereço

Manhattan River Center. Torre 1. Salas 204/205
Teresina, PI
64051090

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