21/04/2022
Você sabia que a no século XV, na europa, era uma prática comum que assim que os bebês nasciam eles eram entregue a uma ama de leite?,
A ama de leite era responsável por cuidar e amamentar dessas crianças até uma certa idade e depois ela era devolvida à família de origem.
Como as amas cuidavam de vários bebês ao mesmo tempo o índice de mortalidade era alto, pois os bebês eram alimentados de forma inadequada, a higiene era precária, eles eram dopados para que dormissem mais e eram enfaixados para que restringinssem seus movimento. Logo, as mães e a família ficavam um longo tempo sem ter contato com a criança.
Segundo o dicionário a definição de instinto:
impulso interior que faz um animal executar inconscientemente atos adequados às necessidades de sobrevivência própria, da sua espécie ou da sua prole.
2.impulso natural, independente da razão, que faz o indivíduo agir com uma finalidade específica.
Ou seja, é um comportamento animal você já nasce com ele. Ele é instintivo, inato e não é aprendido
E quando escutamos que quando nasce um bebê nasce uma mãe, magicamente é como se a mulher já soubesse exatamente o que fazer e como fazer e no tempo exato que tem que ser feito. Concordam?
Você mãe ou futura mãe, quando descobriu que estava grávida ou seu filho nasceu você sabia exatamente o que tinha que ser feito ou como ser feito? Sabia amamentar, trocar, ninar, identificar o choro, dar banho e fazer dormir?
Ou você foi atrás de ajuda, informações , leu e conversou com outras mães?
Entendendo o conceito e definição de instinto conseguimos entender que ele não existe, pois como ficariam as mulheres do século XV, as que não desejam ser mães ou que abandonam os filhos?
Você mãe, já se sentiu mal por não saber exatamente o que e como fazer com a criança? Já se questionou se estava fazendo certo? Já se sentiu menos mãe por acreditar que seu “instinto materno” falhou?