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21/07/2026

Construir uma carreira é importante, mas construir pontes e amizades durante o caminho é o que realmente dá sentido à jornada.
Neste Dia do Amigo, meu abraço a todos os parceiros de trabalho, mentores e colegas com quem tive o privilégio de aprender e evoluir ao longo da minha trajetória.
Quem é aquele amigo que o trabalho te deu e que você faz questão de levar pra vida? Marca ele aqui!

16/07/2026

"E se a gente treinar as pessoas e elas forem embora?" "E se a gente NÃO treinar e elas ficarem?"
Essa provocação clássica (frequentemente atribuída a Henry Ford) nunca foi tão atual. Em um mercado que muda na velocidade da luz, o Treinamento e Desenvolvimento (T&D) deixou de ser um "custo de RH" ou um benefício simpático para se tornar uma estratégia vital de sobrevivência.
Treinar uma equipe não é apenas ensinar a usar uma ferramenta nova ou repassar um manual de regras. É sobre preparar profissionais para resolver problemas que talvez ainda nem existam.
Quando uma empresa investe de verdade no desenvolvimento do seu time, os impactos vão muito além da parte técnica:
• Atração e Retenção de Talentos: Profissionais de alta performance querem evoluir. Se eles não enxergam espaço para crescer lá dentro, vão buscar lá fora.
• Inovação na Prática: Equipes atualizadas trazem novas perspectivas, otimizam processos e propõem soluções muito mais criativas.
• Engajamento e Pertencimento: Saber que a empresa investe no seu futuro gera um sentimento genuíno de valorização. Pessoas valorizadas entregam o seu melhor.
• Resultados de Negócio: Times capacitados erram menos, produzem com mais eficiência e entregam muito mais valor para o cliente final.
O desenvolvimento de pessoas é uma via de mão dupla: o negócio só cresce de verdade quando as pessoas que o constroem crescem junto. Investir em T&D não é desperdício de verba, é assinatura de compromisso com o futuro da própria empresa.
Como a sua empresa tem enxergado o T&D hoje? Como um gasto ou como o motor do crescimento?
DesenvolvimentoProfissional

09/07/2026

Neurodiversidade: a inclusão precisa alcançar todos

Nos últimos anos, é inegável o avanço das políticas públicas voltadas às pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA). A criação de Centros Especializados representa uma importante conquista para milhares de famílias, garantindo acesso a diagnóstico, acompanhamento e intervenções que favorecem o desenvolvimento, a autonomia e a qualidade de vida. Esse avanço merece ser reconhecido, fortalecido e ampliado.

Entretanto, quando falamos em neurodiversidade, é fundamental compreender que ela vai muito além do autismo. Existem milhares de crianças, adolescentes e adultos que convivem diariamente com outros transtornos do neurodesenvolvimento e transtornos específicos de aprendizagem, como TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade), TOD (Transtorno Opositivo Desafiador), dislexia, discalculia, disgrafia, disortografia, transtorno do desenvolvimento da linguagem, entre outras condições que comprometem significativamente o processo de aprendizagem, o desenvolvimento emocional, a convivência social e a construção da autonomia.

Essas pessoas também enfrentam inúmeros desafios. Muitas passam anos sem diagnóstico adequado, acumulando dificuldades escolares, sofrimento emocional, baixa autoestima e problemas de relacionamento. Não raramente, são vistas como desinteressadas, desobedientes ou incapazes, quando, na realidade, necessitam de avaliação especializada, intervenção precoce e acompanhamento multiprofissional.

É importante reconhecer que o Brasil possui importantes instituições voltadas a públicos específicos. As APAEs desenvolvem um trabalho essencial no atendimento às pessoas com deficiência intelectual e múltipla, enquanto os Centros Especializados em Autismo representam um avanço significativo para as pessoas com TEA e suas famílias. Contudo, ainda existe uma parcela da população neurodivergente que permanece sem uma estrutura pública específica de atendimento: as pessoas com transtornos específicos de aprendizagem e outras condições do neurodesenvolvimento.

O IMIDES nasceu com a missão de promover o desenvolvimento integral de crianças e

06/07/2026

Neurodivergência no mercado de trabalho: contratar é apenas o primeiro passo
Muito se fala sobre diversidade e inclusão nas organizações. Entretanto, quando o assunto é a inclusão de pessoas neurodivergentes, como aquelas com Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), ainda existe um longo caminho a ser percorrido.
A contratação de profissionais neurodivergentes não deve ser vista apenas como o cumprimento de uma política de inclusão ou de responsabilidade social. Trata-se de reconhecer talentos que podem contribuir significativamente para a inovação, a criatividade, a resolução de problemas e o desenvolvimento das organizações.
Pessoas com TDAH, por exemplo, frequentemente apresentam características como pensamento criativo, capacidade de encontrar soluções inovadoras, energia para enfrentar desafios e habilidade para atuar em ambientes dinâmicos. Ao mesmo tempo, podem enfrentar dificuldades relacionadas à organização, ao gerenciamento do tempo, à priorização de tarefas e à manutenção da atenção em atividades repetitivas. Essas características variam de pessoa para pessoa e não definem, por si só, seu desempenho profissional.
É justamente nesse ponto que a liderança exerce um papel fundamental.
Não basta abrir as portas para a contratação. É indispensável preparar gestores e equipes para compreender o que significa trabalhar com pessoas neurodivergentes. Uma liderança capacitada consegue identificar potencialidades, promover uma comunicação clara, estabelecer expectativas objetivas, oferecer feedbacks construtivos e criar estratégias que favoreçam o desempenho de todos.
Na prática, pequenas adaptações podem fazer uma grande diferença: definição clara de prioridades, divisão de projetos em etapas, metas objetivas, reuniões organizadas, flexibilidade quando possível e acompanhamento periódico. Essas medidas não beneficiam apenas profissionais com TDAH; elas tendem a melhorar a produtividade e o ambiente de trabalho para toda a equipe.
A inclusão verdadeira acontece quando as diferenças deixam de ser encaradas como obstáculos e passam a ser reconhecidas como parte da diversidade humana

Neurodivergência no mercado de trabalho: contratar é apenas o primeiro passoMuito se fala sobre diversidade e inclusão n...
06/07/2026

Neurodivergência no mercado de trabalho: contratar é apenas o primeiro passo
Muito se fala sobre diversidade e inclusão nas organizações. Entretanto, quando o assunto é a inclusão de pessoas neurodivergentes, como aquelas com Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), ainda existe um longo caminho a ser percorrido.
A contratação de profissionais neurodivergentes não deve ser vista apenas como o cumprimento de uma política de inclusão ou de responsabilidade social. Trata-se de reconhecer talentos que podem contribuir significativamente para a inovação, a criatividade, a resolução de problemas e o desenvolvimento das organizações.
Pessoas com TDAH, por exemplo, frequentemente apresentam características como pensamento criativo, capacidade de encontrar soluções inovadoras, energia para enfrentar desafios e habilidade para atuar em ambientes dinâmicos. Ao mesmo tempo, podem enfrentar dificuldades relacionadas à organização, ao gerenciamento do tempo, à priorização de tarefas e à manutenção da atenção em atividades repetitivas. Essas características variam de pessoa para pessoa e não definem, por si só, seu desempenho profissional.
É justamente nesse ponto que a liderança exerce um papel fundamental.
Não basta abrir as portas para a contratação. É indispensável preparar gestores e equipes para compreender o que significa trabalhar com pessoas neurodivergentes. Uma liderança capacitada consegue identificar potencialidades, promover uma comunicação clara, estabelecer expectativas objetivas, oferecer feedbacks construtivos e criar estratégias que favoreçam o desempenho de todos.
Na prática, pequenas adaptações podem fazer uma grande diferença: definição clara de prioridades, divisão de projetos em etapas, metas objetivas, reuniões organizadas, flexibilidade quando possível e acompanhamento periódico. Essas medidas não beneficiam apenas profissionais com TDAH; elas tendem a melhorar a produtividade e o ambiente de trabalho para toda a equipe.
A inclusão verdadeira acontece quando as diferenças deixam de ser encaradas como obstáculos e passam a ser reconhecidas como parte da diversidade humana. Empresas que investem na capacitação de suas lideranças para li

01/07/2026
14/06/2026

Quando a verdadeira inclusão acontece?

O IMIDES - Instituto de Desenvolvimento Sociocognitivo é uma instituição técnico-científica sem fins lucrativos, a serviço do povo de Três Pontas e da região.
Transformamos uma clínica particular em uma Organização da Sociedade Civil (OSC), sem fins lucrativos. Sabe por quê? É simples e humano compreender que, de cada 10 (dez) crianças que buscavam ajuda, apenas duas tinham os pais com alguma condição de pagar pelo menos uma terapia mensal.
De acordo com o MROSC – Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil (Lei Federal nº 13.019/2014), uma OSC (Organização da Sociedade Civil), popularmente conhecida como ONG, pode buscar recursos públicos municipais, estaduais e federais, diretamente ou por meio de emendas parlamentares.
Com o apoio de uma excelente equipe técnica, duas irmãs idealistas, Camila e Lúcia, sonharam em proporcionar aos 10% das crianças em idade escolar a oportunidade de acesso a terapias atualizadas, cujos resultados já são amplamente reconhecidos.
Assim, o sonho delas transformou-se em uma missão: oferecer aos pais a esperança e aos seus filhos um futuro melhor, baseado no que hoje todos conhecem como inclusão.
A inclusão nas escolas públicas e privadas não pode ser apenas um discurso político nem se limitar ao inaceitável “faz de conta” de que algo está sendo feito. A legislação brasileira garante o direito à educação inclusiva em salas de aula comuns, assegurando que todos os estudantes tenham acesso às mesmas oportunidades de aprendizagem e convivência.
A inclusão não pode ser medida apenas por estatísticas frias sobre o número de salas de Educação Especial existentes. Isso porque as chamadas “salas especiais”, separadas das turmas regulares, não constituem o foco principal do sistema de educação inclusiva.
Nesse contexto, o Atendimento Educacional Especializado (AEE) desempenha um papel fundamental. Trata-se de um suporte extra e obrigatório oferecido aos estudantes que dele necessitam. O aluno frequenta a sala de aula regular e, no contraturno, recebe atendimento especializado, que pode ocorrer na própria escola, em centros de

18/05/2026

Recebemos com alegria a visita do amigo Paulo, assessor do Deputado Estadual Cristiano Silveira, oportunidade em que dialogamos sobre importantes demandas voltadas ao fortalecimento das ações do IMIDES e, especialmente, sobre a liberação da emenda parlamentar destinada à nossa instituição por meio da Secretaria Municipal de Saúde.

Agradecemos a atenção, a escuta e o compromisso demonstrados com as causas sociais, com a inclusão e com o cuidado com os neurodivergentes.

Seguimos confiantes no diálogo institucional, na parceria e na construção de políticas públicas que promovam dignidade, acessibilidade e desenvolvimento humano.

Nosso muito obrigado pela visita e pelo apoio ao trabalho realizado pelo IMIDES! 🤝

Endereço

Três Pontas, MG
37190000

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