MD Ginecologia - Dr. Mario A. Durli

MD Ginecologia - Dr. Mario A. Durli Ginecologista pela FEBRASGO, especializado em cirurgia Ginecológica Minimamente Invasiva. Atua espe Médico/a

13/07/2026

Quanto mais a ciência avança, mais evidente f**a que a endometriose não pode ser reduzida a uma doença localizada.

Um dos maiores estudos genéticos já realizados sobre o tema analisou dados de quase 1,4 milhão de mulheres e identificou 80 regiões do genoma associadas ao risco de endometriose — 37 delas ainda não descritas anteriormente.

Isso não signif**a que exista um único “gene da endometriose” ou que já seja possível diagnosticar a doença por um exame genético. O que o estudo revela é uma condição complexa, que envolve diferentes mecanismos genéticos, hormonais, imunológicos e inflamatórios.

A pesquisa também abre novas possibilidades para entender por que a doença se manifesta de formas tão diferentes e para estudar medicamentos já utilizados em outras condições como futuros caminhos terapêuticos.

Ainda não estamos falando de tratamentos prontos, mas de um avanço importante em direção à medicina de precisão: compreender melhor os mecanismos envolvidos para tratar cada caso de forma mais específ**a 🤍

Qual desses avanços mais chamou sua atenção? Compartilhe este conteúdo com alguém que acompanha as pesquisas sobre endometriose.

Dr. Mario Antônio Durli
CRM 15130
RQE 14214

02/07/2026

Essa é uma das informações mais confundidas quando falamos sobre endometriose. Muitas mulheres acreditam que retirar o útero é a solução definitiva para a doença. Algumas chegam ao consultório pedindo esse procedimento justamente por acreditarem que ele irá acabar com a endometriose. Mas a realidade é outra.

A endometriose acontece fora do útero. Por isso, retirar apenas o útero não signif**a remover os focos da doença e, consequentemente, não representa o tratamento da endometriose.

Quando existe indicação cirúrgica, o objetivo é remover os focos de endometriose, preservando a saúde, a qualidade de vida e, quando desejado pela paciente, a possibilidade de uma futura gestação.

Cada caso precisa ser avaliado individualmente, com planejamento e acompanhamento especializado.

Por isso, antes de tomar qualquer decisão, procure informações confiáveis e converse com um profissional que tenha experiência no tratamento da doença 🙏🏻

Dr. Mario Antônio Durli
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01/07/2026

Você já assistiu a um vídeo na internet e saiu convencida de que tinha uma doença?

As redes sociais são excelentes para compartilhar informações, mas também são um terreno fértil para conteúdos sensacionalistas, que geram medo, dúvidas e, muitas vezes, desinformação.

Quando o assunto é saúde, uma informação viral não é necessariamente uma informação correta.

Recentemente, circulou um vídeo afirmando que placas de contenção dentária seriam uma das causas da endometriose. Além de não haver embasamento científico para essa afirmação, conteúdos como esse podem fazer com que mulheres percam tempo procurando culpados enquanto deixam de buscar orientação adequada.

A internet pode ajudar muito. Mas quando falamos da sua saúde, o senso crítico é tão importante quanto a informação.

E você? Qual foi o maior absurdo sobre saúde ou endometriose que já viu na internet? Conta nos comentários. 👇

Dr. Mario Antônio Durli
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24/06/2026

Receber o diagnóstico de endometriose costuma trazer muitas dúvidas. Mas existe uma que aparece quase sempre antes de todas as outras: “Será que eu vou conseguir engravidar?”

A primeira coisa que você precisa saber é que endometriose não é uma sentença de infertilidade.

Muitas mulheres com endometriose engravidam naturalmente. Porém,a doença exige atenção e planejamento, especialmente quando existe o
desejo de ter filhos no futuro.

Por isso, é importante conversar com seu médico sobre fertilidade, entender sua reserva ovariana e avaliar quais são as melhores estratégias para o seu caso.

Outro ponto fundamental: ninguém descobre que tem dificuldade para engravidar sem começar a tentar. Em muitos casos, a gestação acontece mais rápido do que a paciente imagina.

O que não pode acontecer é deixar o medo tomar decisões por você 🤍

Dr. Mario Antônio Durli
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19/06/2026

Quantas vezes você já ouviu que “ser mulher é sofrer”?

Por muitos anos, sintomas que mereciam atenção foram tratados como algo comum. Cólica incapacitante, dor durante as relações, fluxo menstrual excessivo e outros sinais passaram a ser vistos como parte natural da vida feminina.

Mas existe uma diferença importante entre o que é comum e o que é normal.

Normalizar o sofrimento faz com que muitas mulheres demorem anos para procurar ajuda, receber um diagnóstico e encontrar tratamento adequado.

Da mesma forma, romantizar sintomas também pode ser perigoso. O feminino não deve ser associado à dor, à limitação ou ao sofrimento constante.

Se existe uma mudança que precisamos fazer na saúde da mulher, é parar de considerar normal aquilo que merece investigação e cuidado.

Você concorda? Compartilhe sua opinião nos comentários. 👇

Dr. Mario Antônio Durli
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18/06/2026

Nem todo conselho ajuda. E quando falamos de endometriose, alguns deles podem atrasar o diagnóstico, dificultar o tratamento e até fazer uma mulher conviver com sintomas que não deveriam ser considerados normais.

Um dos exemplos mais comuns é ouvir que “cólica forte faz parte da vida de toda mulher”. Não faz!

Dor intensa, dor durante as relações, alterações intestinais ou dificuldade para engravidar merecem atenção e investigação adequada.

Muitas vezes esses conselhos vêm de pessoas próximas, com as melhores intenções. Mas quando algo é comum dentro de uma família ou círculo social, isso não signif**a que seja normal.

Hoje, com a quantidade de informações circulando nas redes sociais, é ainda mais importante buscar orientação baseada em conhecimento médico e não apenas em experiências individuais.

E você? Já recebeu algum conselho sobre endometriose que parecia ajudar, mas acabou atrapalhando?

Conte nos comentários. 👇

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12/06/2026

Quando falamos em endometriose, muitas mulheres acreditam que a resposta está em encontrar o exame mais avançado possível.

Mas existe algo que nenhum exame consegue mostrar: o que você sente!

Os exames são ferramentas fundamentais para o diagnóstico e planejamento do tratamento, mas eles não medem a intensidade da dor, o impacto na rotina, as dificuldades para engravidar ou o quanto os sintomas afetam sua qualidade de vida.

Por isso, nem sempre o tamanho da doença corresponde ao tamanho do sofrimento.

Existem mulheres com endometriose extensa e poucos sintomas. E existem mulheres com lesões pequenas que convivem com dores intensas, infertilidade e limitações importantes no dia a dia.

O diagnóstico e o tratamento não devem ser definidos apenas pelo resultado de um exame, mas pela soma entre exames, sintomas, objetivos e história de cada paciente.

💬 Você já recebeu um exame aparentemente normal, mas continuava sentindo que algo não estava bem?

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QualidadeDeVida

10/06/2026

Você já percebeu como é fácil comparar a sua história com a de outra mulher?

Uma amiga fez cirurgia. Outra conseguiu controlar os sintomas com hormônios. Na internet, cada relato parece apontar para um caminho diferente.

Mas existe uma pergunta que pode mudar completamente a forma como você enxerga o seu tratamento: “Doutor, o que realmente importa no meu caso?”

Na endometriose, comparar histórias pode gerar medo desnecessário ou, ao contrário, fazer você minimizar sinais que merecem atenção. Cada mulher tem sintomas, objetivos, exames e necessidades diferentes. Por isso, o tratamento também precisa ser individualizado.

Mais importante do que saber o que funcionou para outra pessoa é entender o que faz sentido para você.

💬 E você? Já passou por uma situação em que a comparação com outras pessoas acabou atrapalhando sua decisão ou aumentando sua ansiedade? Compartilhe nos comentários.

Dr. Mario Antônio Durli
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04/06/2026

Muitas mulheres convivem com a dor por tanto tempo que acabam acreditando que ela faz parte da vida.

Mas a verdade é que:

✔️ Cólica forte não é normal.
✔️ Gravidez não cura endometriose.
✔️ Dor na relação sexual nunca deve ser considerada normal.

Quando a dor interfere na sua rotina, no seu trabalho, nos seus relacionamentos ou na sua qualidade de vida, ela merece investigação.

A informação correta é o primeiro passo para um diagnóstico mais precoce e para um tratamento adequado.

Não normalize o sofrimento. Seu corpo está tentando dizer algo.

💬 Você já ouviu alguma dessas afirmações e acreditou que eram verdade? Conte nos comentários.

📲 Salve este vídeo e compartilhe com outras mulheres. Essa informação pode ajudar alguém a buscar ajuda no momento certo.

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02/06/2026

“É normal.”
Quantas vezes você já ouviu essa frase quando falou sobre uma dor, um desconforto ou um sintoma que estava impactando sua vida?

O problema é que muitas mulheres cresceram ouvindo que cólicas incapacitantes, sangramentos excessivos, dor na relação sexual ou falta de libido são apenas parte de ser mulher. Mas sofrer não deveria ser considerado normal!

Quando normalizamos sintomas que prejudicam a qualidade de vida, acabamos adiando diagnósticos, tratamentos e a oportunidade de viver com mais saúde e bem-estar.

‼️ Seu corpo fala. E sentir dor constantemente não é algo que deve ser ignorado.

Agora me conta, existe algum sintoma que você tem tratado como “normal” quando, na verdade, merece atenção?

📍Compartilhe este conteúdo com uma mulher que precisa ouvir essa mensagem.

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