Dra Adriana C. Treme Abrão

Dra Adriana C. Treme Abrão Minha missão é ajudar você a ter saúde e qualidade de vida através da Nutrologia e da Medicina Integrativa.

Se alguém pegasse meu celular hoje, descobriria em menos de 30 segundos que eu tenho filhas! O rolo da câmera está cheio...
28/07/2026

Se alguém pegasse meu celular hoje, descobriria em menos de 30 segundos que eu tenho filhas!

O rolo da câmera está cheio de registros do dia a dia.

O bloco de notas mistura ideias de trabalho, lembretes, listas e tudo o que não posso esquecer nessa nova rotina.

Mas o mais interessante é que o celular acaba registrando muito mais do que fotos e anotações.

Ele mostra a fase da vida que estou vivendo.
A chegada de mais uma filha trouxe uma nova dinâmica para a nossa família. Novos horários, novas prioridades e um novo ritmo.

Ao mesmo tempo em que vivo intensamente o puerpério, também estou retomando, aos poucos, os atendimentos, os estudos e a rotina da consulta.

É um período de adaptação.

Nem sempre é fácil equilibrar todos os papéis, mas acredito que não precisamos escolher entre eles. Cada fase da vida pede um ritmo diferente, e tudo bem se esse ritmo mudar por um tempo.

Hoje sigo vivendo dois mundos que fazem parte de quem eu sou: a maternidade e a medicina.

E, curiosamente, basta olhar para o meu celular para perceber isso.

25/07/2026

Um mês. 25 treinos.

Quando voltei a treinar depois do parto, eu sabia que meu corpo não responderia da mesma forma que antes.

E tudo bem.
Em 30 dias, eu percebi mudanças. Mas, sinceramente, elas foram pequenas perto da maior conquista desse período: conseguir voltar.

Voltar a separar um tempo para mim.
Voltar a criar uma rotina.

Voltar a fortalecer um corpo que passou por uma gestação, um parto e que ainda está vivendo todas as adaptações do puerpério.
Nós vivemos em uma época em que as transformações parecem acontecer da noite para o dia. Mas o corpo humano não funciona assim.

Ele leva meses para ganhar peso.
Leva meses para gestar um bebê.

E também precisa de tempo para se recuperar, reconstruir massa muscular, reorganizar os hormônios e voltar ao seu equilíbrio.

Se você começou a treinar, está emagrecendo ou está vivendo o pós-parto, não desista porque o espelho ainda não mostrou tudo o que você esperava.

A constância sempre chega antes do resultado.
E é ela que transforma o corpo de verdade.
✨ Qual foi a maior conquista da sua jornada até aqui? Quero ler você nos comentários.

Há 9 anos, Deus me presenteou com uma menina que parece ter vindo ao mundo para viver tudo com intensidade.Ciça transbor...
24/07/2026

Há 9 anos, Deus me presenteou com uma menina que parece ter vindo ao mundo para viver tudo com intensidade.

Ciça transborda vida, energia e luz.

Ela chega e transforma o ambiente. Ri, fala, inventa, questiona, br**ca, sonha… e faz tudo com uma intensidade que é só dela.

Tem personalidade forte, sabe o que quer, sustenta suas opiniões e enxerga o mundo de um jeito único. É alegre, espontânea, divertida e carrega uma energia que contagia quem está por perto.

Ciça não passa despercebida. Ela ilumina.

E uma das coisas que mais amo em você, filha, é exatamente isso: você é inteira. Vive com vontade, sente profundamente e espalha uma alegria que transborda.

Hoje, ao completar 9 anos, meu maior desejo é que a vida jamais apague essa luz tão bonita que existe em você. Que você siga crescendo cheia de sonhos, coragem e alegria e, acima de tudo, sendo fiel a quem você é.

Que Deus te proteja, guie seus passos e preserve para sempre esse coração tão cheio de vida.

Feliz 9 anos!!
Continue iluminando o mundo com esse seu jeito tão único de existir.

Eu te amo infinitamente.

Antes da Marina nascer, eu imaginava que as grandes conquistas do puerpério seriam aquelas que todo mundo comenta.Dormir...
20/07/2026

Antes da Marina nascer, eu imaginava que as grandes conquistas do puerpério seriam aquelas que todo mundo comenta.

Dormir a noite inteira.
Voltar ao peso de antes.
Retomar a rotina.

Mas a verdade é que, quando a gente vive essa fase, descobre que as maiores vitórias são bem menores.

Sentar para fazer um lanche sem precisar levantar cinco vezes.

Conseguir treinar por uma hora.

Ter um almoço só com a Cecília.

Sair para resolver algumas pendências.

Ter um jantar tranquilo com o meu marido.

São momentos simples, que antes passavam despercebidos, mas que hoje me lembram que, além de mãe da Marina e da Cecília, eu continuo sendo a Adriana.

Como médica, eu sei que o puerpério exige uma enorme adaptação física e hormonal.

Como mãe, aprendi que ele também nos ensina a valorizar o que antes parecia comum.

E talvez essa seja uma das maiores lições dessa fase: não esperar uma vida perfeita para celebrar. Celebrar cada pequena conquista do caminho.

💛 Agora me conta: qual foi uma pequena vitória que só fez sentido depois que você se tornou mãe?

Antes da Marina nascer, eu também imaginava que o maior desafio do puerpério seriam as noites mal dormidas.Hoje, vivendo...
17/07/2026

Antes da Marina nascer, eu também imaginava que o maior desafio do puerpério seriam as noites mal dormidas.

Hoje, vivendo essa fase pela segunda vez, conciliando a maternidade da Marina, os cuidados com a Cecília e o retorno aos atendimentos, posso dizer que o cansaço do puerpério é muito mais complexo do que isso.
Ele não acontece apenas porque o bebê acorda de madrugada.

Existe uma verdadeira revolução acontecendo dentro do corpo da mulher. Há uma queda importante dos hormônios, a recuperação do parto, a adaptação à amamentação, uma nova rotina para construir e uma carga emocional que dificilmente cabe em palavras.
Como médica, eu conheço toda essa fisiologia.

Como mãe, eu sinto tudo isso na prática.

E talvez seja justamente por viver esse momento que eu consiga olhar para cada paciente com ainda mais acolhimento.
Nem todo cansaço deve ser simplesmente aceito como “parte da maternidade”. Em alguns casos, ele pode estar relacionado a deficiências nutricionais, alterações hormonais ou até a um sofrimento emocional que merece atenção.

Cuidar do bebê é fundamental.
Mas cuidar da mãe também é.

Se você está vivendo o puerpério e sente que seu corpo ainda não voltou a ser você, saiba que esse sentimento merece ser ouvido. E, muitas vezes, ele também merece uma avaliação.

14/07/2026

Essa cena pode transmitir calma.
Mas, por dentro, meu corpo ainda está trabalhando intensamente para encontrar um novo equilíbrio.

Depois que a placenta é expulsa, acontece uma das mudanças hormonais mais rápidas que o organismo feminino experimenta ao longo da vida. Em poucas horas, os níveis de estrogênio e progesterona despencam, enquanto a prolactina aumenta para estimular a produção de leite e a ocitocina assume um papel importante na amamentação e no vínculo entre mãe e bebê.

Ao mesmo tempo, o útero inicia seu processo de involução, o metabolismo se adapta a uma nova demanda energética, o sistema imunológico se reorganiza e até a função da tireoide pode sofrer alterações temporárias em algumas mulheres.

É por isso que, nas primeiras semanas, é comum sentir uma combinação de cansaço, alterações de humor, maior sensibilidade emocional, dificuldade de concentração, mudanças no apetite e uma sensação de que o corpo ainda não “voltou a ser seu”.
Embora a maior parte dessa adaptação hormonal aconteça nos primeiros três meses, ela não termina aí.

Enquanto houver amamentação, especialmente quando exclusiva, a prolactina permanece elevada e os níveis de estrogênio continuam mais baixos. Para muitas mulheres, esse processo pode se estender por seis meses, um ano ou até mais, dependendo do tempo de amamentação e das características individuais.

Cada organismo tem seu próprio ritmo.
O puerpério não termina quando acaba a licença-maternidade ou quando o bebê começa a dormir melhor. O corpo feminino continua se reorganizando por muitos meses, e compreender esse processo é uma forma importante de acolher a mãe, sem cobranças ou comparações.

Como médica, eu estudo essas mudanças.
Como mãe da Marina, eu também estou vivendo cada uma delas.

E talvez esse seja o maior aprendizado do puerpério: respeitar o tempo do corpo, porque ele está realizando um dos processos de recuperação mais complexos da vida da mulher.

Se você está vivendo o puerpério, me conta: qual foi a mudança no seu corpo que mais te surpreendeu? Vou adorar ler sua experiência.

Nós estávamos prontos, mas o Brasil não 🥹
05/07/2026

Nós estávamos prontos, mas o Brasil não 🥹

Hoje é o seu dia e não existe presente melhor que dividir a vida com você.Há 13 anos caminhamos juntos e, com o tempo, v...
30/06/2026

Hoje é o seu dia e não existe presente melhor que dividir a vida com você.
Há 13 anos caminhamos juntos e, com o tempo, você deixou de ser apenas o homem que eu amo. Você se tornou parte de mim. Quando você viaja ou está longe, eu sinto como se faltasse um pedaço meu. Como se a vida perdesse um pouco da cor. É nesse momento que eu percebo, mais uma vez, o quanto você já faz parte de quem eu sou.
Você é amor na sua forma mais bonita.
Você vive pelos que ama. Não mede esforços para cuidar, proteger, acolher e fazer as pessoas felizes. A sua generosidade é algo que eu nunca conheci em ninguém. Você é o nosso porto seguro, a nossa paz, o nosso aconchego. É o pai que transmite segurança, o marido que faz qualquer dificuldade parecer menor só porque está ao meu lado.
Mas, além de tudo isso, você leva leveza por onde passa. O seu sorriso, a sua alegria, as suas br**cadeiras e a sua energia fazem da nossa casa um lugar feliz. Você tem o dom de tornar a vida mais leve.
Hoje, aos 49 anos, o meu maior desejo é que a vida continue nos dando tempo. Tempo para vivermos tudo o que ainda sonhamos, para vermos nossas meninas crescerem, para celebrarmos novas conquistas e para continuarmos escolhendo um ao outro, todos os dias.
Obrigada por ser o amor da minha vida. Você é, sem dúvida, a melhor escolha que eu já fiz.
Feliz aniversário, meu amor.
Eu te amo infinitamente!

24/06/2026

Uma das armadilhas mais comuns durante o tratamento da obesidade acontece justamente quando a medicação começa a funcionar.

O paciente percebe que está perdendo peso e conclui que o problema está resolvido.
Mas existe uma diferença importante entre perder peso e tratar a obesidade.

Muitas pessoas descobrem que conseguem comer pouco, manter hábitos alimentares desequilibrados e ainda assim ver o número da balança diminuir. E é aí que mora o risco.
A medicação é uma ferramenta poderosa, mas ela não substitui a construção de hábitos, a qualidade da alimentação e o cuidado com a composição corporal.

Porque o objetivo não é apenas emagrecer.
É preservar saúde, massa muscular, qualidade de vida e construir resultados que façam sentido a longo prazo.

Quando o foco f**a apenas no peso, uma questão importante pode passar despercebida: se houver reganho, ele pode acontecer principalmente às custas de gordura.

Por isso, tratar a obesidade vai muito além da balança.

Esse foi um dos pontos que conversei com a Roberta Carbonari neste episódio de Além da Balança.

22/06/2026

Quando falamos de medicamentos para obesidade, uma pergunta aparece com frequência:

“Vou precisar tomar para sempre?”

A verdade é que ainda estamos construindo muitas respostas.

Sabemos que a obesidade é uma doença crônica e que grande parte dos pacientes continuará precisando de acompanhamento, mesmo quando a medicação não fizer mais parte do tratamento.

Também sabemos que os análogos de GLP-1 trouxeram resultados que, até pouco tempo atrás, pareciam difíceis de alcançar.

Mas existe uma questão que a ciência ainda está observando com atenção: o que acontece a longo prazo quando o medicamento é interrompido?

Cada paciente responde de uma forma diferente. E é justamente por isso que o tratamento não deve ser resumido apenas ao número da balança ou à prescrição de uma medicação.

O acompanhamento, a construção de hábitos e a individualização do cuidado continuam sendo peças fundamentais dessa jornada.

E você? Já tinha pensado nessa questão?

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