Psicóloga Aline Corrêa

Psicóloga Aline Corrêa Cuidando de quem cuida. Ajudo profissionais sob alta responsabilidade a não colapsarem sob pressão
✨ TCC • DBT • Sessão única
📍 Uberaba| online

27/08/2026

Hoje foi um dia importante para a minha carreira: fui aprovada na certif**ação em Terapia de Sessão Única. 🤎

Essa formação chega em um momento muito especial da minha trajetória profissional, em que tenho buscado ampliar as possibilidades de acesso ao cuidado em saúde mental. A Terapia de Sessão Única é uma dessas possibilidades.

Para oferecer esse tipo de atendimento, eu escolhi fazer o caminho certo: estudar, me formar, buscar certif**ação e construir uma prática que seja, acima de tudo, ética e cuidadosa.

Porque cuidar da saúde mental também pode acontecer de diferentes formas. Nem sempre as pessoas conseguem ou precisam começar um acompanhamento psicológico semanal

E, às vezes, esperar a vida “acalmar” para começar a se cuidar signif**a esperar indefinidamente.

Se você quer entender melhor como funciona a Terapia de Sessão Única e se ela pode fazer sentido para o seu momento, clique no link da bio e me chame no WhatsApp. Podemos conversar.

19/08/2026

Esse pode ser um bom momento para aprender a construir uma relação com o trabalho que não seja sustentada pelo medo. Medo de decepcionar. Medo de falhar. Medo de não ser reconhecido como um bom profissional.Mas pela confiança de que você pode fazer um bom trabalho sem precisar estar no limite o tempo todo.

E, se você percebe que sozinha tem sido difícil construir essa relação de mais confiança com o trabalho, eu posso te ajudar nesse processo.
Seja pelo acompanhamento psicológico semanal, seja pela Terapia de Sessão Única, clique no link da bio e saiba mais.

14/08/2026

“Eu vou deixando tudo pra amanhã e foco no trabalho.”

Esse trecho me chama atenção porque Nam Ha-neul não está apenas adiando uma viagem, uma refeição ou um momento de prazer. Ela está adiando a própria vida.

A melhor parte da refeição f**a para depois.
A viagem será melhor quando for professora.
As viagens serão melhores quando forem de primeira classe.

O problema não está em ter metas ou querer crescer. O ponto é quando começamos a tratar a vida como se ela só pudesse ser vivida depois que determinadas condições fossem cumpridas.

“Quando eu conseguir isso, aí eu aproveito.”
“Quando eu chegar lá, aí eu descanso.”
“Quando eu tiver mais, aí eu vou poder desfrutar.”

A questão é que sempre pode existir um próximo “quando”.

Ela queria ser professora, mas o que existia por trás disso? Conhecimento? Contribuição? Realização? Liberdade? será que é preciso esperar a conquista para começar a viver esses valores?

Porque existe uma diferença entre construir o futuro que você deseja e passar o presente inteiro esperando esse futuro começar.

No fim, em vez de nos perguntar “o que eu quero conquistar?” Talvez seria interessante pensar: O que é importante para mim que eu estou deixando para depois?

11/08/2026

Ancorar é uma das habilidades que fazem parte do Programa de Gerenciamento de Estresse.

A proposta do programa é ir além de conhecer estratégias para lidar com o estresse. São 7 encontros, com uma abordagem prática e vivencial, para que você possa experimentar as habilidades, entender como elas funcionam e encontrar formas de inclui-las à sua rotina.

A ideia é que essas habilidades façam sentido na vida real justamente enquanto a vida está acontecendo.

28/07/2026

O Programa de Gerenciamento de Estresse foi desenvolvido para ensinar habilidades práticas que ajudam a lidar com esses momentos difíceis de uma forma diferente. Se você deseja saber mais, ou acredita que esse programa pode fazer sentido para a empresa onde trabalha, entre em contato comigo pelo WhatsApp. Conversaremos sobre a melhor forma de implementá-lo.

24/07/2026

O que mais me chamou atenção em Médicos em Colapso não foi a história de amor. Foram os primeiros episódios.

A série acompanha uma médica que, desde muito nova, parece acreditar que precisa suportar tudo para ser boa o suficiente. Ela aprende a ignorar as próprias necessidades, leva esse padrão para a profissão e, já no hospital, passa a conviver com jornadas exaustivas, humilhações e situações abusivas.

Ela continua trabalhando. Continua aceitando. Continua funcionando. Até que o corpo e a mente deixam claro que não conseguem mais.

O afastamento acontece por recomendação médica. Ainda assim, aceitá-lo é difícil. Primeiro porque ela própria resiste. Depois porque escuta que não deveria abrir mão de um lugar pelo qual lutou tanto para conquistar. Essa foi a parte que mais me marcou.

Porque, muitas vezes, o colapso não acontece apenas por causa de um ambiente adoecedor. Ele também depende de um padrão que foi aprendido muito antes: acreditar que descansar é fraqueza, que colocar limites é decepcionar alguém e que continuar, apesar de tudo, é sinal de valor.

Quando esses dois fatores se encontram um ambiente que exige demais e uma pessoa que aprendeu a suportar demais o sofrimento costuma demorar muito para ser reconhecido.

E talvez essa seja a pergunta mais importante que a série deixa: quanto sofrimento uma pessoa considera “normal” antes de perceber que também precisa de cuidado?

Série: médicos em colapso

20/07/2026

A gente aprendeu a admirar quem aguenta tudo. Mas raramente perguntamos o quanto isso está custando

16/07/2026

Lembrete do dia! 👀

11/07/2026

Da série: a vida secreta das pessoas responsáveis

Muitas pessoas responsáveis aprenderam a ser compreensivas com os outros.Elas acolhem, justif**am, entendem o contexto e reconhecem quando alguém está enfrentando algo difícil.

Mas, quando é com elas, a régua muda.O erro vira incapacidade. O limite vira fraqueza. O cansaço vira falta de disciplina.

A autocompaixão não signif**a diminuir seus objetivos ou deixar de assumir responsabilidades.Signif**a reconhecer que você merece a mesma humanidade que oferece às outras pessoas.

Existe uma crença muito comum, especialmente entre profissionais da saúde: a de que a autocrítica é o que nos torna comp...
06/07/2026

Existe uma crença muito comum, especialmente entre profissionais da saúde: a de que a autocrítica é o que nos torna competentes.

Mas as pesquisas mostram outra direção.
A autocompaixão é definida como a capacidade de responder ao próprio sofrimento com a mesma gentileza, compreensão e cuidado que ofereceríamos a alguém que amamos.

Ela é composta por três habilidades:
• Autogentileza: trocar a autocrítica pelo acolhimento.
• Humanidade compartilhada: lembrar que errar e sofrer fazem parte da experiência humana.
• Mindfulness: reconhecer a dor sem ignorá-la nem se deixar dominar por ela.

Longe de diminuir a responsabilidade, a autocompaixão está associada a menores níveis de burnout, ansiedade e depressão, além de maior resiliência, bem-estar e capacidade de enfrentar desafios.

Ou seja: pessoas autocompassivas não deixam de crescer. Elas apenas deixam de acreditar que precisam se machucar para evoluir.

Você consegue lembrar da última vez em que tratou um paciente, um colega ou um amigo com mais gentileza do que tratou a si mesmo?

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