Dra. Flávia Serralha - Pediatra

Dra. Flávia Serralha - Pediatra Pediatria com abordagem integrativa e funcional focada na promoção da saúde.

Muitas famílias chegam à consulta procurando respostas.Mas, antes delas, existe algo que costuma aparecer primeiro: a ne...
22/06/2026

Muitas famílias chegam à consulta procurando respostas.
Mas, antes delas, existe algo que costuma aparecer primeiro: a necessidade de ser ouvida.
E isso importa.
Porque orientar sem escutar costuma gerar distância. Mas escutar sem orientar também deixa a família sozinha diante das próprias dúvidas.
Na prática, uma consulta acolhedora não é aquela que concorda com tudo.
É aquela que cria espaço para entender o que está acontecendo e, a partir disso, oferecer uma direção clara, respeitosa e baseada no que a criança precisa.
Acolhimento e orientação não competem.
Quando caminham juntos, a família se sente mais segura para atravessar cada fase do desenvolvimento.

💛 Salve este conteúdo se você acredita que cuidado também é clareza.

20/06/2026

Não é reclamação. Não é ingratidão.
É só a realidade de um cuidado que não tem botão de desligar.

A maternidade exige um nível de atenção constante que vai muito além do que aparece no dia a dia, e que muitas vezes não é reconhecido nem pela própria mãe.

Esse cansaço é real. E você não precisa chegar no limite pra merecer acolhimento.

💛 Salva pra lembrar disso quando precisar.

Final de tarde costuma ser o horário em que todo mundo já está no limite: a criança depois de um dia inteiro de escola, ...
19/06/2026

Final de tarde costuma ser o horário em que todo mundo já está no limite:
a criança depois de um dia inteiro de escola, e o adulto depois de um dia inteiro de tudo.

É justamente aí que a coisa desanda. E aí vem a culpa: "será que estou errando em alguma coisa? Ela é assim só comigo."

Entender o que está por trás desse momento não elimina o cansaço de nenhum dos dois. Mas muda o que a gente faz com ele.

Salva e compartilha com quem tem filho em idade escolar.

17/06/2026

"Mãe chata" não é xingamento.
É o nome que dão para quem cuida com consistência, mesmo quando isso incomoda quem está de fora.

Insistir na rotina, manter o limite, proteger o ambiente do bebê… não é rigidez. É o que sustenta o desenvolvimento emocional e neurológico de uma criança.

O que parece exagero de fora, quase sempre tem uma razão por dentro.
Salve esse vídeo para revisitar nos dias em que você duvidar do seu cuidado.🔖

Quando falamos sobre desenvolvimento infantil, é comum que a atenção se volte principalmente para a relação entre mãe e ...
16/06/2026

Quando falamos sobre desenvolvimento infantil, é comum que a atenção se volte principalmente para a relação entre mãe e filho.
Mas a criança constrói sua visão de mundo através de todas as relações importantes ao seu redor.

A presença do pai não precisa aparecer em grandes gestos para fazer diferença.
Ela está nas brincadeiras, nas conversas, nos limites, no acolhimento e na forma como a criança aprende que pode contar com mais de um adulto para se sentir segura.

O desenvolvimento emocional não acontece em uma única relação.
Ele é construído no conjunto de vínculos que acompanham a criança ao longo da infância.
E quando o pai participa de forma ativa e emocionalmente presente, essa construção ganha mais recursos, mais referências e mais possibilidades.

E vale lembrar: famílias têm diferentes formatos.
O que protege uma criança não é um modelo específico de família, mas a presença consistente de adultos que oferecem vínculo, cuidado e segurança ao longo do tempo.

💛 Salve este conteúdo e compartilhe com quem participa da construção dessa infância.

14/06/2026

Na sala de parto, eu estou lá antes do bebê chegar.
Porque o meu acompanhamento começa no pré-natal, quando ainda há tempo para conversar com calma, entender a sua história e preparar o que vem pela frente.
Para que, quando chegar a hora, você tenha ao lado alguém que já conhece você.
A segurança que você sente naquele momento é o primeiro cuidado que o seu bebê recebe.
Se você está grávida e ainda não fez a consulta de pré-natal pediátrico, esse é um bom momento pra começar.

A gente fala muito sobre ser mãe, sobre ser pai... mas fala pouco sobre o que acontece com o casal no meio de tudo isso....
12/06/2026

A gente fala muito sobre ser mãe, sobre ser pai...
mas fala pouco sobre o que acontece com o casal no meio de tudo isso.
O cansaço, a rotina que engole o tempo a dois, as conversas que viram só logística. Isso vai acontecendo devagar, sem que ninguém perceba direito.
E o que eu quis trazer nesse carrossel não é culpa, é consciência.
Porque cuidar dessa relação não é um luxo pra quando der tempo.
É parte do ambiente que vocês constroem juntos para o filho de vocês.
Compartilhe com seu parceiro, e feliz dia dos namorados!

11/06/2026

Ninguém ensina o nome de uma fruta que você nunca viu.
E ninguém ensinou a nossa geração o nome do que a gente sentia.

A gente aprendeu na raiva engolida, no choro rápido, no "tô bem" que não era bem nada.
E tá tudo bem ter crescido assim.
Mas quando a gente entende isso, começa a fazer diferente com os filhos.
Não porque somos melhores pais. Porque temos informação que nossos pais não tinham.
Dar nome ao sentimento da criança não é drama. É vocabulário emocional. E vocabulário se ensina, como qualquer outro.

👇 Salva esse vídeo pra lembrar nas próximas vezes que o choro aparecer sem explicação.

7 anos do Matheus e 4 do Davi, e eu ainda não sei como o tempo passou tão rápido assim. O que eu sei é que esses dois tr...
09/06/2026

7 anos do Matheus e 4 do Davi, e eu ainda não sei como o tempo passou tão rápido assim.

O que eu sei é que esses dois transformaram tudo. A casa, o meu jeito de ver o mundo, o meu coração.

Ver eles encantados com o Brasil, na festinha deles, com aquela felicidade toda… é daquelas cenas que a gente guarda pra sempre.

Amo vocês além de qualquer conta. 💛💚🎂

O dia da vacina costuma chegar com uma tensão que não deveria ser tão grande assim.E eu entendo. Ver o filho chorar dói,...
09/06/2026

O dia da vacina costuma chegar com uma tensão que não deveria ser tão grande assim.
E eu entendo. Ver o filho chorar dói, mesmo quando a gente sabe que é necessário.
O que eu percebo no consultório é que o medo quase nunca é da agulha em si. É da surpresa. Da falta de preparo. De não saber o que vai acontecer.
E isso a gente consegue mudar com muito pouco.
Salva pra usar antes da próxima vacina.

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