Juliana de Oliveira - Psicóloga

Juliana de Oliveira - Psicóloga Espaço para compartilhar a minha paixão, ser Psicóloga. Compartilhar ideias, projetos, ouvir suge T**a? ��

Sou Psicóloga, apaixonada pela profissão e otimista incurável! ;)

Trabalho com crianças, adolescentes, adultos e idosos nos seguintes formatos:

- Psicoterapia Clínica à luz da Análise Transacional e Terapia Sistêmica Familiar.

- Faço atendimentos em Libras. Quero ajudar na transformação da perspectiva negativa que temos da vida adulta e contribuir na construção do seu caminho, acreditando na possibilidade de viver a vida adulta mais leve.

Para quem passou muito tempo tentando agradar, se explicar, resolver tudo e evitar qualquer desconforto, colocar limites...
11/08/2026

Para quem passou muito tempo tentando agradar, se explicar, resolver tudo e evitar qualquer desconforto, colocar limites pode parecer errado no começo. Você pode sentir culpa, medo de decepcionar ou vontade de voltar atrás.

Mas sentir desconforto não significa que você tomou uma decisão errada, significa apenas que você está fazendo algo diferente do que sempre fez.

Trocar “ela vai ficar chateada comigo?” por “a reação dela não está sob o meu controle” é um exercício de maturidade. Trocar “deixa que eu faço” por “isso também pode ser dividido” é começar a sair do lugar de quem precisa dar conta de tudo.

Você não precisa se tornar uma mulher fria, distante ou indiferente para colocar limites. Pode continuar sendo amorosa, generosa e disponível — só não precisa mais fazer isso às custas de si mesma.

Que meses meus amigos, Junho e Julho foram meses de transformação por aqui.😍😮‍💨Algumas últimas vezes…-Últimos atendiment...
08/08/2026

Que meses meus amigos, Junho e Julho foram meses de transformação por aqui.😍😮‍💨

Algumas últimas vezes…
-Últimos atendimentos de barrigão
-últimos 5km no parque parecendo uma 🦆 com a pequena no forninho 😅🤰🏻
-últimas práticas de yoga com barrigão até quase o dia do parto no Livre Ser Yoga & Terapias | Uberlândia 🧘🏻‍♀️
-último café só nós dois ☕️
-últimos momentos no silêncio da casa sem chorinhos👀😅
-últimas fotos com Daniel Oliveira - Fotografo DF pra registrar esse barrigão como eu sempre sonhei🥰

Para dar espaço para pequenas, grandiosas, incríveis e desafiadoras primeiras vezes… 🤩
-viver um parto forte, potente, muito mais do que imaginei que poderia ser🤩🤯
-amamentar desde o começo como eu sempre desejei🥰
-me construir como mãe 🤱🏻
-estar disponível para conhecer cada chorinho e não saber muuitas vezes 👀🙃
-descobrir e sustentar novas decisões e limites✋🏻
-reconhecer novas prioridades
-experimentar dormir menos do que gostaria, não por escolha, mas por necessidade e ainda assim estar disponível para atender nossa boneca🥱🥰
-descobrir como é pausar meu eu profissional por um tempo 👩🏻‍💻
-entender como ficam as amizades nessa nova fase 🥰
-descobrir como ajustar as fronteiras da nossa familia para os novos papéis de avós e tias(os) e outros com a chegada dessa lindinha 🧐🥰
-descobrir e construir as novas versões de cada um de nós individual e enquanto casal 👩🏻‍❤️‍👨🏻

Todos os dias podemos viver pequenas últimas vezes, mas tem situações que são mais impactantes e transformadoras. 😉

Como é por aí, viver algumas últimas vezes para abrir caminhos para novas versões de você e novas realidades que tanto deseja ou precisa viver? 👀👊🏻

Tem algo que foi mais difícil pra você abrir mão pra viver o novo? Me conta aqui. 😉👊🏻

Quem tem dificuldade de colocar limites quase nunca sofre por causa do “não”. Sofre por tudo o que imagina que pode acon...
06/08/2026

Quem tem dificuldade de colocar limites quase nunca sofre por causa do “não”. Sofre por tudo o que imagina que pode acontecer depois dele.

“Ela vai ficar chateada.” “Vão pensar que eu sou egoísta.” “Acho melhor eu fazer.” “Depois eu descanso.” Essas frases parecem inofensivas, mas revelam uma tentativa constante de controlar a reação das outras pessoas, mesmo que isso custe a própria paz.

O problema é que, enquanto você tenta evitar um desconforto no outro, cria um desconforto permanente em você. Engole o que sente, aceita mais do que gostaria, faz o que não pode e termina o dia exausta, não apenas pelo que fez, mas pelo peso de nunca conseguir se escolher.

Aprender a colocar limites não elimina a culpa de um dia para o outro. Mas ensina uma coisa importante: a culpa é um sentimento, não uma bússola. Você pode sentir culpa e, ainda assim, estar fazendo o que é saudável para você.

Talvez a pergunta não seja: “E se a pessoa ficar chateada comigo?”

Talvez seja: “Por quanto tempo eu vou continuar me machucando para evitar que os outros se decepcionem?”

Existe um tipo de cansaço que uma boa noite de sono não resolve.É o cansaço de ser quem lembra de tudo, de quem organiza...
30/07/2026

Existe um tipo de cansaço que uma boa noite de sono não resolve.

É o cansaço de ser quem lembra de tudo, de quem organiza tudo, de quem antecipa problemas, evita conflitos, cuida das emoções de todo mundo e, no fim do dia, ainda se pergunta por que está tão exausta.

A sobrecarga emocional é silenciosa. Ela não aparece na lista de tarefas, mas ocupa espaço na mente o tempo inteiro. É ela que faz você sentir que nunca consegue descansar de verdade, porque, mesmo quando o corpo para, a cabeça continua trabalhando.

Aos poucos, você passa a acreditar que essa é apenas a sua forma de ser. Que dar conta de tudo faz parte da sua personalidade. Mas, muitas vezes, isso é apenas um papel que você aprendeu a desempenhar.

Você não precisa carregar tudo para ser uma boa mãe, uma boa profissional, uma boa companheira ou uma boa filha.

Descansar também é dividir responsabilidades, colocar limites e aceitar que nem tudo depende de você e o primeiro passo para aliviar esse peso é reconhecer que ele existe.

Ei, mulher forte...Você se acostumou a ser aquela que resolve, organiza, acolhe, sustenta e encontra uma saída quando ni...
23/07/2026

Ei, mulher forte...

Você se acostumou a ser aquela que resolve, organiza, acolhe, sustenta e encontra uma saída quando ninguém mais consegue enxergar uma. Com o tempo, todo mundo passou a acreditar que você realmente não precisava de ajuda e, talvez, até você mesma tenha começado a acreditar nisso.

Mas a verdade é que ser forte nunca significou não sentir medo, não se cansar ou não precisar de apoio. Significou apenas que, muitas vezes, você continuou mesmo estando exausta.

Você também merece alguém que pergunte como foi o seu dia, alguém que perceba quando o seu “está tudo bem” esconde um pedido de socorro, alguém que cuide de você sem que você precise acreditar que  merece esse cuidado.

Então, se hoje você é essa mulher forte, eu quero te lembrar de uma coisa:

**Você não precisa fazer tudo sozinha. Nunca precisou.**

E para quem está lendo este texto e conhece uma mulher assim: admire a força dela, mas não se contente apenas em admirá-la. Esteja presente. Pergunte como ela está. Ofereça ajuda. Seja o colo que ela quase nunca pede, mas que, como qualquer pessoa, também precisa.

Quando uma mulher diz que “não liga para dinheiro”, vale a pena fazer outra pergunta: será que ela realmente não liga ou...
21/07/2026

Quando uma mulher diz que “não liga para dinheiro”, vale a pena fazer outra pergunta: será que ela realmente não liga ou aprendeu, desde muito cedo, que esse nunca foi um assunto para ela?

Durante séculos, mulheres foram afastadas das decisões financeiras. Não podiam administrar o próprio patrimônio, trabalhar sem autorização ou decidir sobre o próprio dinheiro. Essa história ficou para trás na legislação, mas não necessariamente dentro de nós.

É por isso que tantas mulheres ainda sentem vergonha de cobrar pelo próprio trabalho, culpa ao ganhar mais, insegurança para investir ou preferem deixar que outra pessoa decida sobre suas finanças. Não porque sejam menos capazes. Mas porque foram ensinadas a acreditar que dinheiro era um território masculino.

A psicologia financeira mostra que a nossa relação com o dinheiro não nasce do saldo da conta bancária. Ela nasce das histórias que ouvimos, dos exemplos que tivemos e das crenças que carregamos sem perceber.

Talvez você não tenha dificuldade com dinheiro. Talvez esteja apenas tentando ocupar um lugar que, por muito tempo, disseram que não era seu.

A terapia pode ensinar muitas coisas. Mas talvez a mais importante delas seja perceber que boa parte do seu sofrimento n...
16/07/2026

A terapia pode ensinar muitas coisas. Mas talvez a mais importante delas seja perceber que boa parte do seu sofrimento não vem apenas do que acontece com você. Vem da forma como você aprendeu a se relacionar consigo mesma e com os outros.

Você descobre que sentir culpa não significa que esteja errada. Que colocar limites não faz de você uma pessoa ruim. Que você não precisa conquistar o descanso através da exaustão. Que agradar todo mundo não é sinônimo de amor e que se abandonar para manter relações nunca foi maturidade.

Esses aprendizados parecem simples quando colocados em palavras. Mas, na prática, eles transformam a forma como você trabalha, ama, educa os filhos, cuida do dinheiro, constrói relacionamentos e ocupa o seu lugar no mundo.

Talvez a terapia não exista para mudar quem você é. Talvez ela exista para ajudar você a lembrar de quem era antes de acreditar que precisava carregar tudo sozinha para ser amada.

A gente passa tanto tempo ouvindo o que deveria fazer, como deveria agir e quem deveria ser, que, às vezes, esquece o qu...
14/07/2026

A gente passa tanto tempo ouvindo o que deveria fazer, como deveria agir e quem deveria ser, que, às vezes, esquece o que de fato somos e queremos ser - e fazer.

Você não precisa dar conta de tudo sozinha, que descansar não é um prêmio para quem já está exausta, que colocar limites não faz de você uma pessoa egoísta e que amar os outros nunca deveria significar abandonar a si mesma.

Que essas palavras sejam um lembrete de que você também merece cuidado, acolhimento e gentileza. Principalmente de você.

Quando eu pergunto se o seu dinheiro é, de fato, seu, não estou falando apenas do saldo da sua conta bancária. Estou fal...
09/07/2026

Quando eu pergunto se o seu dinheiro é, de fato, seu, não estou falando apenas do saldo da sua conta bancária. Estou falando sobre autonomia. Sobre liberdade. Sobre a possibilidade de escolher.

Durante séculos, mulheres foram afastadas das decisões financeiras. Até pouco tempo atrás, não podiam trabalhar sem autorização do marido, abrir uma conta em banco ou administrar o próprio patrimônio. A mensagem era clara: dinheiro não era assunto de mulher. E quando uma ideia atravessa gerações, ela deixa de ser apenas uma regra social. Ela passa a morar dentro da gente.

Talvez seja por isso que tantas mulheres ainda sintam culpa ao ganhar mais, vergonha de cobrar pelo próprio trabalho, medo de investir, insegurança para falar sobre dinheiro ou a sensação de que outra pessoa entende melhor desse assunto. Não é falta de capacidade. É o reflexo de uma história que ensinou mulheres a depender, a pedir permissão e a ocupar menos espaço.

A psicologia financeira nos mostra que dinheiro nunca é só dinheiro. Ele representa escolhas, segurança, autonomia e a possibilidade de permanecer onde você quer — ou de ir embora quando precisar. Por isso, construir uma relação saudável com o dinheiro não começa na planilha. Começa quando você reconhece que também tem o direito de produzir, administrar, decidir e desfrutar dele.

Porque independência financeira não é apenas ter dinheiro no banco. É não precisar pedir autorização para viver a vida que você escolheu.

Existe uma imagem de maternidade que muitas mulheres tentam alcançar: a mãe que dá conta de tudo. Que nunca reclama, nun...
07/07/2026

Existe uma imagem de maternidade que muitas mulheres tentam alcançar: a mãe que dá conta de tudo. Que nunca reclama, nunca cansa, nunca pede ajuda e está sempre disponível. Mas, na tentativa de corresponder a esse ideal, muitas acabam pagando um preço alto: deixam de cuidar de si, vivem exaustas, sentem culpa por descansar e acreditam que se priorizar significa amar menos os filhos.

A verdade é que o seu filho não precisa de uma mãe perfeita. Ele precisa de uma mãe emocionalmente saudável. Uma mãe que saiba pedir ajuda quando precisar, que respeite os próprios limites, que entenda que descansar também é uma necessidade e que não tenha medo de dizer “não” quando isso for importante para proteger a si mesma e à própria família.

As crianças aprendem muito mais pelo que observam do que pelo que escutam. Quando um filho cresce vendo uma mãe que se respeita, ele aprende que amor não combina com autoabandono. Aprende que cuidar dos outros não exige deixar de cuidar de si. Aprende que vulnerabilidade não é fraqueza e que pedir ajuda faz parte da vida.

Talvez o maior presente que você possa oferecer ao seu filho não seja fazer tudo por ele. Talvez seja mostrar, pelo seu exemplo, que uma vida saudável também inclui uma mulher que se escolhe, se respeita e se cuida.

Endereço

Uberlândia, MG

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 08:30 - 19:00
Terça-feira 08:30 - 19:00
Quarta-feira 08:30 - 19:00
Quinta-feira 08:30 - 19:00
Sexta-feira 08:30 - 19:00

Telefone

+5534991478774

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Juliana de Oliveira - Psicóloga posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com A Prática

Envie uma mensagem para Juliana de Oliveira - Psicóloga:

Atalhos

Compartilhar

Categoria