Nutricionista Fabiana Ignês

Nutricionista Fabiana Ignês Nutricionista sistêmica especialista em emagrecimento feminino a 17 anos.

Já ajudou milhares de mulheres a se livrarem da culpa de comer compulsivo, ensinando a cada uma delas e identificar a causa desta compulsão.

Ana não precisava de mais uma dieta.Precisava descobrir por que a comida havia se tornado a única presença que nunca ia ...
30/08/2026

Ana não precisava de mais uma dieta.

Precisava descobrir por que a comida havia se tornado a única presença que nunca ia embora.

Durante anos, ela acreditou que sua vida começaria depois que emagrecese:

“Quando eu perder peso, vou ser feliz.”
“Quando eu emagrecer, vou me sentir bonita.”
“Quando eu conseguir, finalmente serei amada.”

E assim ela adiava a própria vida.

Cada dieta começava com esperança e terminava em culpa. Cada recaída parecia confirmar que lhe faltava força de vontade.

Mas o que Ana buscava na comida não era apenas sabor.

Era acolhimento.
Era alívio.
Era companhia.
Era uma pausa na obrigação de suportar tudo sozinha.

Quando uma mulher passa a vida esperando pelo cuidado que não recebeu, a comida pode se tornar uma forma rápida de preencher esse vazio.

Ela come para se acalmar.
Come para não sentir.
Come para aguentar.
E depois se culpa justamente pela estratégia que encontrou para sobreviver emocionalmente.

O excesso de peso é multifatorial e precisa ser cuidado com responsabilidade, considerando fatores físicos, nutricionais e psicológicos.

Mas, em algumas histórias, enquanto a dor emocional não é reconhecida, mudar apenas o cardápio pode não ser suficiente para transformar a relação com a comida.

Talvez a pergunta não seja somente:

“Como faço para comer menos?”

Talvez seja:

“De que cuidado eu ainda sinto falta — e continuo tentando encontrar na comida?”

Na sessão individual de constelação, você encontra um espaço seguro para olhar para a sua história, compreender os padrões que podem estar influenciando sua relação com a comida e começar a construir uma nova forma de cuidar de si.

Sem culpa.
Sem julgamento.
Sem continuar esperando que alguém venha finalmente salvá-la.

Se você se reconheceu na história de Ana, não ignore o que sentiu.

Clique no link da BIO e agende sua sessão individual de constelação. 🤎

30/08/2026

Meus tesouros!
Família ❤️

29/08/2026

Meus amores!
Amo vocês!

Você pode estar tentando perder peso justamente com o mesmo método que alimenta a sua dor: crítica, cobrança e rejeição....
28/08/2026

Você pode estar tentando perder peso justamente com o mesmo método que alimenta a sua dor: crítica, cobrança e rejeição.

Você se olha no espelho e promete mudar.

Começa uma dieta, tenta controlar tudo e exige de si mesma uma força que já está cansada de sustentar.

Mas, quando não consegue manter o controle, volta a se culpar:

“Por que eu não consigo?”
“Por que eu estrago tudo?”
“O que há de errado comigo?”

Talvez não haja nada de errado com você.

Talvez exista uma parte da sua história que ainda precisa ser vista, compreendida e acolhida.

Em algumas mulheres, experiências como rejeição, abandono, humilhação, insegurança ou a necessidade de controlar tudo podem influenciar a relação com a comida e com o próprio corpo.

A comida pode virar alívio.
O controle pode virar segurança.
E o corpo pode ser tratado como inimigo quando, na verdade, merece cuidado.

Isso não significa que toda dificuldade com o peso tenha uma única origem emocional. O excesso de peso é multifatorial e requer um olhar responsável para os fatores físicos, nutricionais e psicológicos.

Mas, quando você já tentou mudar apenas o que come e continua retornando aos mesmos padrões, talvez esteja na hora de perguntar:

“O que dentro de mim ainda está tentando se proteger?”

Na sessão individual de constelação, olhamos para a sua história sem julgamentos e sem procurar culpados. Buscamos compreender os padrões, vínculos e dores que podem estar influenciando suas escolhas no presente.

Você não precisa continuar fazendo guerra contra o seu corpo.

Pode aprender a escutá-lo, cuidar dele e construir uma relação mais consciente consigo mesma.

Se esta mensagem encontrou uma parte da sua história, clique no link da BIO ou me chame pelo WhatsApp para conhecer a sessão individual de constelação. 🤎

O primeiro passo não é controlar mais.

É compreender com mais profundidade.

Você pode passar anos tentando calar no prato um grito que nasceu muito antes da fome.Faz dieta.Emagrece.Volta a engorda...
26/08/2026

Você pode passar anos tentando calar no prato um grito que nasceu muito antes da fome.

Faz dieta.
Emagrece.
Volta a engordar.
Sente culpa.
Recomeça.

E, a cada nova tentativa, acredita que o problema está na sua falta de disciplina.

Mas e se o peso não estiver revelando apenas o que você come?

E se ele também estiver apontando para algo que você viveu, sentiu e nunca conseguiu expressar?

Em algumas histórias, o corpo pode se tornar o lugar onde ficam guardados:

— o abandono que precisou ser suportado;
— a rejeição que nunca foi elaborada;
— o medo que ninguém percebeu;
— a raiva que não pôde ser demonstrada;
— a necessidade de se proteger;
— o sofrimento de alguém da família;
— uma dor que atravessou gerações sem encontrar palavras.

Para algumas mulheres, cuidar apenas da alimentação deixa uma parte importante da história sem ser vista.

É por isso que elas sabem o que precisam comer, mas não conseguem sustentar.

E enquanto você trata o corpo como inimigo, pode continuar lutando contra uma parte sua que, na verdade, precisa ser ouvida.

Comece a investigar:

O que aconteceu antes do peso?
Em que momento ele aumentou?
O que você estava vivendo naquela época?
Quem precisava ser visto?
De que o seu corpo tentava protegê-la?
O que você continua carregando que talvez não pertença a você?

Na sessão de constelação, nós olhamos para essas questões e para os vínculos, dores e padrões familiares que podem estar atravessando sua relação com o corpo e com o alimento.

Não para procurar culpados.

E também não para prometer uma solução imediata para o peso.

Mas para trazer consciência, reorganizar lugares e permitir que a sua história seja vista com mais profundidade, compaixão e verdade.

Talvez você não precise de mais uma guerra contra o seu corpo.

Talvez precise descobrir o que ele vem tentando dizer há tanto tempo.

Se esta reflexão tocou algo dentro de você, escreva ORIGEM nos comentários.

Eu vou te enviar no direct as informações, os horários e o investimento da sessão individual de constelação. Você poderá conhecer o atendimento e decidir com tranquilidade, sem compromisso. 🤎

Talvez você  tenha engordado porque o seu corpo esteja carregando tudo o que você sustenta sozinha.As contas.A casa.Os f...
24/08/2026

Talvez você tenha engordado porque o seu corpo esteja carregando tudo o que você sustenta sozinha.

As contas.
A casa.
Os filhos.
O trabalho.
As decisões.
Os problemas de todo mundo.
E a obrigação silenciosa de não desabar.

Você se acostumou a dizer:

“Deixa que eu resolvo.”
“Não quero incomodar ninguém.”
“Eu dou conta.”
“Depois eu descanso.”

Mas esse “depois” nunca chega.

Porque, quando todos se acostumam com a sua força, deixam de perguntar se você também precisa de ajuda.

E, aos poucos, você vai desaparecendo atrás das funções que assumiu.

Você continua trabalhando.
Continua cuidando.
Continua resolvendo.
Continua sorrindo.

Mas, quando ninguém está olhando, procura na comida alguns minutos de alívio.

Não necessariamente por fome.

Mas porque comer pode ter se transformado no único momento em que você para, recebe prazer, sente conforto ou acredita que está cuidando de si.

Por isso, apenas começar outra dieta pode não alcançar a origem do que você vive.

A pergunta, então, deixa de ser apenas:

“O que eu preciso parar de comer?”

E passa a ser:

“O que eu preciso parar de carregar sozinha?”

Você não precisa abandonar sua força.

Mas pode deixar de usá-la para se abandonar.

Pode continuar sendo capaz sem precisar controlar tudo.
Pode pedir ajuda sem ser fraca.
Pode ser cuidada sem se sentir em dívida.
Pode descansar sem precisar adoecer primeiro.
Pode se lembrar de quem é para além de tudo o que faz pelos outros.

Na sessão de constelação, nós olhamos para a origem desse lugar de sobrecarga e para o “peso” que você assumiu na família, nas relações e no próprio corpo.

Não para procurar culpados.

Mas para compreender o que pertence a você, devolver simbolicamente o que não é seu e abrir espaço para uma forma mais leve de viver.

Se este post descreveu a mulher que você se tornou, escreva FORTE nos comentários.

Eu vou te enviar no direct os horários, o investimento e as informações sobre a sessão. Você poderá conhecer o atendimento e decidir com tranquilidade, sem compromisso. 🤎

Você não perde o controle diante da comida “do nada”.Antes do exagero, quase sempre existe algo que ficou grande demais ...
22/08/2026

Você não perde o controle diante da comida “do nada”.

Antes do exagero, quase sempre existe algo que ficou grande demais para sentir sozinha.

Talvez seja por isso que você consegue controlar a alimentação durante o dia inteiro… mas, quando chega a noite, alguma coisa muda.

Você abre o armário sem estar com fome.
Come rápido, quase sem perceber.
Promete que será apenas um pedaço, mas não consegue parar.

Por alguns minutos, a comida oferece alívio.

Depois chegam a culpa, o arrependimento e aquela pergunta dolorosa:

“Por que eu faço isso comigo se sei que vou me sentir mal?”

Talvez porque, naquele momento, você não esteja procurando apenas comida.

Pode estar procurando descanso.
Colo.
Segurança.
Prazer.
Presença.
Uma pausa para a ansiedade.
Ou uma forma de não sentir um vazio que ainda não consegue explicar.

A comida não surgiu como sua inimiga.

Em algum momento, ela pode ter se transformado no recurso mais rápido que você encontrou para suportar aquilo que não sabia nomear, pedir ou expressar.

Por isso, a compulsão não pode ser tratada apenas com proibições, culpa e dietas cada vez mais rígidas.

Isso significa que existe uma história por trás do sintoma — e essa história merece ser escutada sem julgamento.

Na consulta, eu não olho somente para o que você come.

Nós investigamos juntas:

— o que acontece antes da vontade de comer;
— quais emoções despertam o descontrole;
— que necessidade a comida tenta atender;
— quais experiências podem ter construído esse padrão;
— e como criar uma estratégia nutricional e emocional possível de sustentar na vida real.

Você não precisa continuar travando uma guerra contra o próprio corpo.

Talvez o próximo passo não seja começar outra dieta.

Talvez seja finalmente compreender do que você sente fome quando não está com fome.

Se você deseja entender a origem emocional da sua compulsão e conhecer os formatos de atendimento, escreva COMPULSÃO nos comentários.

Eu vou te enviar no direct os horários, valores e explicar qual formato pode fazer mais sentido para você. 🤎

Você pode amar profundamente a sua mãe e, ainda assim, carregar dores que nasceram nessa relação.Pode sentir gratidão po...
21/08/2026

Você pode amar profundamente a sua mãe e, ainda assim, carregar dores que nasceram nessa relação.

Pode sentir gratidão por tudo o que ela fez… e, ao mesmo tempo, perceber raiva, sufocamento, culpa, dependência ou uma dificuldade enorme de ocupar o seu próprio lugar.

E talvez ninguém nunca tenha te explicado que essa ambivalência também pode aparecer na sua relação com a comida e com o corpo.

Muitas mulheres chegam até mim dizendo:

“Eu sei o que preciso comer, mas não consigo manter.”

“Emagreço e, depois de algum tempo, o peso volta.”

“Como sem fome e só percebo quando já exagerei.”

“É como se uma parte de mim tivesse medo de ficar vazia.”

Por isso, talvez o seu problema não seja falta de conhecimento.

Você já conhece dietas.
Já tentou controlar as porções.
Já prometeu que começaria novamente na segunda-feira.
Já emagreceu e voltou a engordar.

Mas, se a comida ocupa um lugar de acolhimento, proteção ou segurança emocional, apenas mudar o cardápio pode não ser suficiente.

O corpo não é seu inimigo.

Ele pode estar repetindo uma estratégia que, em algum momento da sua história, ajudou você a se sentir segura, preenchida ou protegida.

Enquanto essa origem não é vista, você pode continuar brigando com o sintoma:

emagrece, engorda novamente, sente culpa, começa outra dieta e se pergunta por que nunca consegue sustentar o resultado.

Mas e se o próximo passo não fosse tentar se controlar ainda mais?

E se fosse compreender, com profundidade, o que o seu corpo está tentando proteger?

Na sessão de constelação, nós olhamos para a sua história, para a relação com a sua mãe e para os padrões emocionais e familiares que podem estar atravessando a sua relação com a comida e com o peso.

Se você leu este post e sentiu que ele descreve algo que você nunca conseguiu explicar, talvez tenha chegado o momento de olhar para a origem — e não apenas continuar lutando contra o efeito.

Toque no link da minha bio e agende sua sessão de constelação.

Você trabalha, ganha dinheiro… mas parece que ele nunca consegue permanecer.Você tenta emagrecer, consegue por algum tem...
20/08/2026

Você trabalha, ganha dinheiro… mas parece que ele nunca consegue permanecer.

Você tenta emagrecer, consegue por algum tempo… mas, pouco depois, o peso volta.

Talvez esses dois movimentos pareçam completamente separados.

Mas, dentro de uma visão sistêmica, ambos podem tocar a mesma ferida: o medo inconsciente de ter mais do que aqueles que vieram antes de você.

Se você cresceu vendo seus pais enfrentarem dívidas, privações, brigas por dinheiro ou o medo constante de faltar, uma parte sua pode ter aprendido que viver no limite é uma forma de continuar pertencendo.

Então, mesmo desejando uma vida diferente, você pode:

— ganhar, mas gastar tudo;
— prosperar e perder logo depois;
— sentir culpa ao crescer financeiramente;
— viver em dívidas recorrentes;
— emagrecer e voltar a engordar;
— “guardar” no corpo por medo de faltar novamente.

Não porque você queira sofrer.

Mas porque, em algum lugar dentro de você, pode existir uma lealdade silenciosa dizendo:

“Se eles não puderam ter, eu também não posso.”
“Se eles sofreram, eu não tenho o direito de viver diferente.”
“Se eu for além, talvez deixe de pertencer.”

E é justamente aqui que muitas mulheres se confundem.

Elas acreditam que prosperar significa superar os pais.
Que emagrecer significa deixar para trás quem viveu a escassez.
Que ter mais seria uma forma de deslealdade.

Mas honrar os seus pais não significa repetir o sofrimento deles.

Você pode reconhecer tudo o que eles viveram, agradecer pela vida que chegou até você e, ainda assim, escolher um destino diferente.

Você não precisa continuar pequena para permanecer perto.
Não precisa carregar no corpo aquilo que pertence à história da família.
Não precisa transformar a escassez em prova de amor.

Talvez a forma mais bonita de honrar quem veio antes seja permitir que a vida avance através de você. 🤎

Se este texto tocou alguma parte da sua história, comente com a palavra "DÍVIDA" nos comentários.

Eu vou te enviar pelo direct os formatos de atendimento, horários e valores. 🤎

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