11/03/2026
Quando existe um histórico familiar relevante, a palavra-chave deixa de ser rotina e passa a ser acompanhamento personalizado.
A identif**ação de mutações genéticas, como as do gene BRCA, muda completamente a forma de cuidar da saúde mamária. Nesse contexto, o rastreamento deixa de ser convencional e passa a ser uma vigilância de alto risco.
Não basta apenas a mamografia. Em muitos casos, é necessário associar:
• Ressonância magnética das mamas
• Maior frequência de exames
• E, para situações específ**as, discutir estratégias preventivas mais avançadas, inclusive cirúrgicas
O meu papel, como mastologista, é te orientar com base em protocolos individualizados, respeitando sua história, seu risco real e, principalmente, sua qualidade de vida e tranquilidade emocional.
Informação não deve gerar medo, mas direção.
Não deixe a incerteza te paralisar. Quando o cuidado é personalizado, ele também traz segurança.
Se você tem histórico familiar de câncer de mama, procure orientação especializada e marque sua consulta.