O Psicólogo Charles José - Psicologia, Psicanálise e Sexualidade

O Psicólogo Charles José - Psicologia, Psicanálise e Sexualidade Psicologia Clínica, Terapia Psicanalítica e tratamento de transtornos se***is em Valença/RJ

Dia de muitos estudos e conhecimentos em relação a Depressão na atualidade com o melhor professor possível: Dr. Nilo Tor...
08/08/2026

Dia de muitos estudos e conhecimentos em relação a Depressão na atualidade com o melhor professor possível: Dr. Nilo Torturella, médico psiquiatra.
Uma manhã/ tarde inesquecível!

Nilo Torturella

O valor de uma terapia também passa pelo valor que se paga por ela.Na minha prática clínica, aprendi que o pagamento de ...
06/08/2026

O valor de uma terapia também passa pelo valor que se paga por ela.

Na minha prática clínica, aprendi que o pagamento de uma sessão não representa apenas um acerto financeiro. Na psicanálise, ele faz parte do próprio tratamento.

Sob a perspectiva de Sándor Ferenczi, muitos conflitos inconscientes se repetem na relação analítica. Por isso, uma falta nem sempre significa apenas um imprevisto. Às vezes, ela expressa medo de mudar, resistência ao tratamento ou, ainda, uma antiga forma de abandonar a si mesmo.

É justamente por isso que a sessão faltada, quando não cancelada dentro do combinado, costuma ser cobrada. Não se trata de punição, mas de preservar o compromisso do paciente com o seu processo de transformação.

Freud, em Sobre o início do tratamento (1913), orientava que o analista reservasse aquele horário exclusivamente para o paciente e que, por essa razão, a sessão deveria ser paga mesmo em caso de ausência. Essa regra protege o enquadre analítico e sustenta a seriedade do trabalho.

Na clínica, vejo que muitas pessoas passaram a vida inteira desistindo de si mesmas. Quando esse padrão aparece na análise, ele não deve ser reforçado, mas compreendido e transformado.

Assumir a responsabilidade pelo próprio tratamento é, muitas vezes, o primeiro passo para deixar de repetir o autoabandono e começar a investir verdadeiramente em si mesmo.

Psicólogo Charles José
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“Quem nunca aprendeu a receber amor também pode rejeitá-lo.”Na minha prática clínica, aprendi que muitas pessoas não sof...
04/08/2026

“Quem nunca aprendeu a receber amor também pode rejeitá-lo.”

Na minha prática clínica, aprendi que muitas pessoas não sofrem por falta de amor. Sofrem porque nunca aprenderam que poderiam recebê-lo sem medo.

Atendo homens e mulheres que desejam ser amados, mas, quando encontram alguém disposto a oferecer afeto, acolhimento e cuidado, acabam se afastando, desconfiando ou até sabotando a relação. À primeira vista isso parece contraditório, mas, para a psicanálise, faz muito sentido.

Sándor Ferenczi nos ajuda a compreender que as primeiras experiências afetivas deixam marcas profundas. Quando a infância foi marcada por rejeição, abandono, violência ou pelo desmentido dos próprios sentimentos, a criança aprende que o amor pode machucar. Já na vida adulta, mesmo desejando vínculos saudáveis, ela continua reagindo como se ainda precisasse se proteger.

Por isso, muitas vezes, o carinho é confundido com ameaça, a proximidade gera angústia e o afeto desperta desconfiança. Não porque a pessoa não queira amar, mas porque nunca se sentiu verdadeiramente segura para receber amor.

É por isso que acredito que a análise não ensina apenas a amar o outro. Ela também nos ajuda a reconhecer que somos dignos de sermos amados. E, quando essa experiência é construída em um ambiente de escuta, validação e acolhimento, pouco a pouco deixamos de rejeitar aquilo que, no fundo, sempre desejamos encontrar.

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Vivemos em uma época em que qualquer sofrimento parece precisar de um nome, de um diagnóstico ou de um remédio. Com freq...
29/07/2026

Vivemos em uma época em que qualquer sofrimento parece precisar de um nome, de um diagnóstico ou de um remédio. Com frequência, vejo pessoas chegarem ao consultório acreditando que estão deprimidas, quando, na verdade, estão vivendo algo profundamente humano: a angústia.

Na Psicanálise, a angústia não é uma doença. Ela é um sinal de que algo importante dentro de nós precisa ser ouvido. Muitas vezes, ela nasce de conflitos, perdas, frustrações, traumas ou mudanças que a vida inevitavelmente nos apresenta.

Sándor Ferenczi nos ensinou que o sofrimento humano não deve ser silenciado, mas acolhido. Antes de tentar eliminar a dor, precisamos compreender o que ela está tentando nos dizer. Quando tratamos toda tristeza como se fosse depressão, corremos o risco de medicalizar aquilo que faz parte da experiência de viver.

Eu acredito que temos o direito de ficar tristes. A tristeza não é uma inimiga; ela nos ajuda a elaborar perdas, reorganizar sentimentos e amadurecer. Uma vida sem tristeza seria uma vida sem profundidade, sem vínculos e sem significado.

Isso não significa romantizar o sofrimento. Quando a dor se torna intensa, persistente ou impede a pessoa de viver, buscar ajuda é um ato de coragem. A terapia psicanalítica oferece um espaço seguro para que essa angústia encontre palavras, sentido e transformação, sem reduzir a pessoa apenas aos seus sintomas.

Nem toda tristeza é depressão. Nem toda angústia precisa ser calada. Às vezes, aquilo que mais precisa de cuidado não é o sintoma, mas a história que ele tenta contar.

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“Não permito que nenhuma reflexão filosófica me tire a alegria das coisas simples da vida.”— Dr. Sigmund FreudEssa frase...
25/07/2026

“Não permito que nenhuma reflexão filosófica me tire a alegria das coisas simples da vida.”
— Dr. Sigmund Freud

Essa frase de Freud sempre me convida a uma reflexão importante. Como psicólogo e psicanalista, passo os dias ouvindo histórias complexas, dores profundas e conflitos que atravessam a existência humana. Talvez por isso eu tenha aprendido que uma vida de qualidade não depende apenas de grandes conquistas, mas da capacidade de preservar o encanto pelas coisas simples.

Acredito que refletir sobre a vida é fundamental, mas sem permitir que o excesso de análises nos afaste daquilo que nos faz verdadeiramente vivos. Um amanhecer, o silêncio de uma estrada, o brilho do sol sobre um lago, o vento no rosto, uma boa conversa ou um abraço sincero podem ter um valor imenso quando conseguimos realmente estar presentes.

O ciclismo me ensinou muito sobre isso. A cada pedal descubro paisagens que talvez nunca conhecesse se permanecesse preso à rotina. Descubro que a beleza não está escondida em lugares inacessíveis, mas espalhada por caminhos simples, esperando apenas alguém disposto a percebê-la.

Lembro-me da conhecida expressão atribuída a Jesus: “Quem tem olhos para ver, veja.” Nem todos enxergam a beleza porque estão ocupados demais correndo atrás de algo que acreditam faltar. Aprendi que ver é muito mais do que olhar. É permitir-se experimentar o mundo com sensibilidade, gratidão e presença.

Talvez uma das maiores riquezas da vida seja justamente esta: cultivar um olhar capaz de encontrar beleza no cotidiano. Quando fazemos isso, nossa saúde mental agradece, nossa ansiedade diminui, nossos vínculos se fortalecem e a existência ganha um sentido que nenhuma teoria, por mais sofisticada que seja, consegue substituir.

Que jamais percamos a capacidade de nos alegrar com aquilo que sempre esteve ao nosso alcance.

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Na minha prática clínica, aprendi que, por trás de muitos adultos que chegam ao consultório, quase sempre encontro uma c...
23/07/2026

Na minha prática clínica, aprendi que, por trás de muitos adultos que chegam ao consultório, quase sempre encontro uma criança ferida. Uma criança que foi assustada, rejeitada, desamparada, maltratada ou que simplesmente nunca teve sua dor reconhecida.

Essas crianças interiores não desapareceram com o passar dos anos. Elas continuam existindo, muitas vezes em silêncio, gritando por alguém que finalmente possa ouvi-las sem julgamento.

Sándor Ferenczi nos ensinou que um dos maiores sofrimentos humanos nasce do desmentido: quando a dor de uma criança é negada, minimizada ou tratada como se nunca tivesse existido. Quando alguém diz “isso não aconteceu”, “você está exagerando” ou “isso não foi tão grave”, a ferida deixa de ser apenas o trauma vivido e passa a ser também a solidão de não ter sua experiência validada.

Por isso, na análise, acredito que acolher é muito mais do que escutar palavras. É reconhecer a verdade emocional de quem fala. É oferecer um espaço onde o sofrimento finalmente pode existir sem ser negado, ridicularizado ou silenciado.

Quando uma pessoa encontra esse lugar seguro, aquelas dores da infância, adormecidas e escondidas no mais íntimo de sua história, começam a ganhar voz. E aquilo que antes era apenas sofrimento pode, pouco a pouco, transformar-se em elaboração, compreensão e reconstrução da própria vida.

É por isso que acredito tanto na terapia. Porque, muitas vezes, o adulto só encontra paz quando a criança que existe dentro dele finalmente é ouvida, acolhida e validada.

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Ao longo da minha prática clínica, encontrei na Psicanálise Ferencziana uma forma de compreender o sofrimento humano que...
22/07/2026

Ao longo da minha prática clínica, encontrei na Psicanálise Ferencziana uma forma de compreender o sofrimento humano que vai além da interpretação dos sintomas. Foi por isso que escolhi essa abordagem como base do meu trabalho: porque acredito que ninguém elabora um trauma apenas entendendo o que aconteceu, mas, principalmente, vivendo uma experiência de acolhimento, respeito e segurança dentro do processo terapêutico.

Sándor Ferenczi, um dos discípulos mais brilhantes e respeitados por Sigmund Freud, trouxe contribuições fundamentais para a psicanálise ao mostrar que muitos sofrimentos psíquicos têm origem em experiências traumáticas que deixaram marcas profundas na forma como a pessoa sente, pensa e se relaciona.

Na clínica ferencziana, o vínculo entre terapeuta e paciente ocupa um lugar central. A escuta empática, a autenticidade do terapeuta, o respeito ao tempo de cada pessoa e a compreensão dos efeitos do trauma permitem que aquilo que antes era apenas dor possa, aos poucos, ganhar sentido e ser elaborado.

Essa forma de cuidar não busca apenas aliviar sintomas, mas favorecer uma reconstrução da confiança em si mesmo, no outro e na própria vida. É por isso que acredito tanto nessa abordagem: porque ela reconhece que, muitas vezes, a verdadeira transformação acontece quando alguém finalmente encontra um espaço onde pode ser ouvido sem julgamento.

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Vivemos em um tempo em que quase tudo exige pressa, respostas rápidas e força constante. Mas a verdade é que a mente hum...
16/07/2026

Vivemos em um tempo em que quase tudo exige pressa, respostas rápidas e força constante. Mas a verdade é que a mente humana não funciona no ritmo das cobranças do mundo — ela precisa de cuidado, escuta e compreensão.

Muitas vezes, o sofrimento não aparece de forma evidente. Ele surge como ansiedade constante, cansaço que não passa, irritação, dificuldade nos relacionamentos ou aquela sensação silenciosa de que algo não está bem, mesmo quando tudo parece estar “no lugar”.

Cuidar da saúde mental não é sinal de fraqueza. É um ato de responsabilidade consigo mesmo.

A psicoterapia é um espaço seguro para compreender emoções, reconhecer padrões que se repetem, elaborar dores antigas e construir novas formas de viver. Não se trata apenas de tratar sintomas, mas de desenvolver consciência, autonomia emocional e qualidade de vida.

Assim como cuidamos do corpo para viver melhor, cuidar da mente é essencial para viver com mais equilíbrio, sentido e bem-estar.

Você não precisa enfrentar tudo sozinho. Buscar ajuda é um passo de coragem — e também de transformação.



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16/07/2026

Para que serve a terapia?

Essa é uma das perguntas que mais escuto no consultório.

Muita gente acredita que a terapia serve apenas para quem está em crise. Na minha prática clínica, vejo algo diferente: ela é um espaço para compreender a si mesmo.

Na psicanálise, não buscamos apenas aliviar sintomas. Buscamos entender a história que existe por trás deles. Ansiedade, tristeza, conflitos nos relacionamentos, dificuldades na sexualidade ou um sofrimento que parece não ter explicação podem revelar aspectos da nossa vida que ainda não foram elaborados.

Quando encontramos um lugar seguro para falar, sem julgamentos, começamos a perceber padrões, crenças e emoções que muitas vezes conduzem nossa vida sem que nos demos conta.

A terapia não muda o passado, mas pode transformar a forma como nos relacionamos com ele. E, quando isso acontece, também muda a maneira como vivemos o presente e construímos o futuro.

Cuidar da saúde mental não é sinal de fraqueza. É um ato de coragem e de responsabilidade consigo mesmo.

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Ao longo da minha prática clínica como psicólogo e sexólogo, percebo que muitos homens sofrem mais pelos mitos que apren...
14/07/2026

Ao longo da minha prática clínica como psicólogo e sexólogo, percebo que muitos homens sofrem mais pelos mitos que aprenderam sobre sexualidade do que por problemas físicos.

Entre os mais comuns estão: acreditar que o homem deve estar sempre pronto para o s**o, que nunca pode falhar, que o tamanho do p***s define sua masculinidade ou que demonstrar insegurança é sinal de fraqueza.

Essas crenças geram ansiedade, medo do fracasso, autocobrança, baixa autoestima e podem contribuir para dificuldades como disfunção erétil, perda do desejo sexual e conflitos nos relacionamentos. Quanto maior a pressão para “corresponder”, maior tende a ser o sofrimento.

Na minha experiência clínica, esses mitos aparecem com muita frequência e podem ser transformados quando compreendemos sua origem e ressignificamos essas crenças.

Se você se identificou com esse tema, saiba que não precisa enfrentar isso sozinho. O acompanhamento com um psicólogo e sexólogo pode ajudá-lo a desenvolver uma vivência da sexualidade mais saudável, segura e livre de cobranças.

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