Espaço Reikilibrando Harmonia.

Espaço Reikilibrando Harmonia. Divulgação de Reiki,Numerologia, Taro dos Anjos,Apometria.

30/01/2026
A notícia do que fizeram com o Orelha, o cãozinho comunitário que todo mundo amava, abriu um buraco no peito de quem tem...
30/01/2026

A notícia do que fizeram com o Orelha, o cãozinho comunitário que todo mundo amava, abriu um buraco no peito de quem tem coração. A pergunta que não cala é: "Por que Deus permitiu isso? Onde estava a proteção divina na hora da dor?"

A resposta espiritual é difícil, mas é a única que consola: A Terra é uma escola, e o ser humano tem o livre-arbítrio. Deus não segura a mão de quem escolhe a violência, porque sem liberdade de escolha, não existe evolução. Aqueles jovens não feriram apenas um cachorro. Eles feriram a própria alma. Eles criaram uma dívida cármica pesadíssima, um fardo de sombra que carregarão por muitas existências até aprenderem o valor da vida. A verdadeira tragédia espiritual é a deles, não a do cão.

Mas e o Orelha? A espiritualidade nos ensina que a misericórdia divina é imediata com os inocentes. No momento em que a covardia começou, a equipe espiritual dos animais já estava lá. Muitas vezes, em casos de violência extrema, o "fio de prata" é afrouxado antes do fim. O espírito é "anestesiado". Enquanto o corpo físico sofria os golpes da barbárie humana, a essência do Orelha já estava sendo recolhida, envolta em luz, longe da dor, sendo recebida por guardiões que têm o amor que faltou aqui embaixo.

Orelha não morreu com raiva. O animal não guarda ódio. Ele é pureza. A passagem dele, embora brutal aos nossos olhos, transformou ele em um Mártir. A dor dele serviu para acordar uma sociedade inteira que estava dormindo. A indignação que você está sentindo agora é o legado dele movendo o mundo para que isso não aconteça com outros.

Hoje, o Orelha corre nos campos espirituais, sem dor, sem medo e sem as marcas da violência. Ele cumpriu sua missão: ensinar o amor incondicional e, na sua partida, nos ensinar a lutar pela justiça.

Não chore de desespero. Chore de saudade. Porque a lei dos homens pode ser lenta, falha e branda. Mas a Lei do Retorno é matemática, exata e infalível. Ninguém escapa da própria consciência. Orelha está em paz. E a justiça divina já começou.

A brutalidade contra o Orelha feriu a todos nós. Mas a Espiritualidade traz uma certeza que seca as lágrimas: o socorro ...
30/01/2026

A brutalidade contra o Orelha feriu a todos nós. Mas a Espiritualidade traz uma certeza que seca as lágrimas: o socorro divino chega antes da dor terminar. No momento em que o corpo físico falhou, a essência do Orelha foi desconectada e levada imediatamente para longe da maldade humana.

Mas para onde ele foi? Estudiosos da espiritualidade (como Marcel Benedeti e o Prof. Luiz Fernando Amaral) nos contam sobre a Colônia Rancho Alegre, uma imensa "cidade espiritual" localizada energeticamente sobre o Mato Grosso, especializada em receber animais.

Porém, o universo é vasto demais para ter apenas um endereço. Rancho Alegre é apenas uma das incontáveis colônias espalhadas pela atmosfera da Terra, verdadeiros santuários dedicados exclusivamente à recuperação dos nossos irmãos menores.

Feche os olhos por um segundo e tente imaginar onde o Orelha está agora...

Imagine um lugar onde a grama é sempre verde e não existe concreto quente para queimar as patas. Imagine Hospitais Veterinários de Luz, onde médicos espirituais e espíritos da natureza reconstroem os corpos feridos não com bisturis, mas com energias cromáticas que apagam o trauma da violência. Imagine um lugar onde não existe "cadeia alimentar".

Cães, gatos, pássaros e animais silvestres bebem da mesma água cristalina, brincam juntos e descansam à sombra de árvores gigantescas, sem medo, sem fome e sem frio.

É num lugar assim — seja em Rancho Alegre ou em outra colônia de luz — que o Orelha acordou. Lá, ele não é um "cachorro de rua". Ele é um espírito em evolução, sendo tratado com a dignidade de um rei.

Ele está sendo preparado para o futuro: seja para voltar (reencarnar) em breve num lar cheio de amor, ou para trabalhar lá mesmo, ajudando a receber outros animais que chegam assustados.

A justiça dos homens pode tardar, mas a Lei de Amor do universo não falha nunca. Orelha está curado. Orelha está em paz. E o lugar onde ele mora agora é mais bonito do que qualquer paisagem que a gente possa sonhar.

29/12/2025

O que acontece com uma alma quando a Terra muda de frequência — e por que a dor pode ser a última chance de libertação?

Neste encontro de perguntas e respostas, Vital Frosi conduz uma reflexão ampla sobre a Transição Planetária, abordando o destino das consciências que não sustentam a frequência compatível com a Nova Terra. Segundo a visão apresentada, não há um único “mundo de exílio”, mas múltiplos destinos, distribuídos por níveis de maturidade consciencial: algumas almas seguem para escolas mais compatíveis com seu estágio evolutivo, enquanto outras, em condições extremas de desequilíbrio, podem ser encaminhadas a um “planeta prisão”, onde a experiência se torna contenção e reeducação.

O texto aprofunda a ideia de que a alma é vibração, e que cada consciência naturalmente se atrai para ambientes que espelham seu campo interno. Assim, a mudança planetária não seria um julgamento externo, mas uma consequência de ressonância. Em seguida, surge um eixo crucial: o corpo como “caixa de ressonância” da alma. A dor e a doença não são castigo, mas mecanismos de transmutação energética. A fibromialgia, especificamente, é tratada como um sinal ligado ao tema do movimento e do equilíbrio — muitas vezes associado ao excesso de controle, rigidez, domínio e interferência na vida alheia. A cura, portanto, exige consciência, aceitação e mudança real de padrão.

No campo emocional e espiritual, Vital explora o perdão como um processo interno, não dependente do outro: compreender a raiz kármica e dissolver o gatilho em si mesmo já inicia a libertação. Isso se conecta à quebra do ciclo de ação e reação: quando alguém interrompe a repetição (vingança, revide, orgulho), o círculo se abre e o karma se encerra pela consciência. Por fim, o amor incondicional é redefinido como respeito, compaixão e reconhecimento do outro como parte do Todo — sem confundir amor com dependência, convivência forçada ou permissividade. O fechamento reforça um ponto prático: controlar pessoas e situações é ilusão; o verdadeiro avanço está em governar a si mesmo, antes que o corpo cobre a conta.

23/12/2025

Os desencarnados visitam os familiares na Terra durante o Natal, não por nostalgia humana, mas por afinidade vibratória. Segundo estudos espirituais pouco divulgados, essa data cria um campo psíquico coletivo de recordação, ternura e silêncio interior que afina os planos da matéria e do espírito. A memória afetiva, quando aquecida pela fraternidade, age como ponte. Não são as luzes ou os ritos que os atraem, mas a saudade limpa, a oração simples e o amor que se expressa sem pedido.

Pesquisadores do mundo invisível descrevem o Natal como um fenômeno de convergência emocional. Durante algumas horas, as defesas mentais baixam, o tempo desacelera e o coração humano emite frequências mais estáveis. É nesse intervalo que os desencarnados, sobretudo os ligados por laços familiares, conseguem aproximar-se com maior clareza. Eles não surgem para interferir, mas para assistir, proteger e recolher sentimentos que ficaram suspensos.

Relatos mediúnicos apontam que muitos se posicionam em silêncio ao redor das mesas, tocando suavemente o campo emocional dos presentes. Sensações repentinas de paz, lágrimas sem causa aparente, lembranças vívidas ou um súbito aperto no peito são sinais sutis dessa presença. Não há palavras. O encontro é feito de reconhecimento e aceitação.

Há ainda uma razão mais profunda. O Natal simboliza renascimento. Para o espírito, essa simbologia funciona como um chamado educativo: rever afetos, perdoar falhas, fortalecer vínculos. Os desencarnados também evoluem ao visitar, pois aprendem a amar sem posse e a despedir-se sem dor.

Por isso, recomenda-se simplicidade. Uma prece curta, um pensamento de gratidão e um momento de silêncio consciente são suficientes. Onde há amor verdadeiro, não existe distância entre os mundos. No Natal, o véu afina, e o que foi amor na Terra continua sendo amor na eternidade.

18/08/2025
18/08/2025

A vida nos aproxima, nos afasta e, por vezes, nos desafia, mas nunca rompe os laços invisíveis que nos unem. No grande ciclo das reencarnações, os espíritos retornam em novos papéis para dar continuidade à sua caminhada de aprendizado, cura e evolução. Entre esses reencontros, poucos são tão intensos e transformadores quanto os que se manifestam na relação entre pais e filhos.

Talvez você já tenha sentido que seu filho desperta em você algo difícil de explicar. Pode ser um amor arrebatador, uma sensação de familiaridade imediata, ou até mesmo um atrito constante que parece não ter motivo aparente. Nem todos os filhos chegam como ventos suaves de ternura. Alguns são verdadeiros mestres, que testam nossa paciência, despertam antigos medos e nos convidam a resgatar karmas que atravessam séculos.

Na justiça divina, ninguém nasce em um lar por acaso. O filho desafiador pode ter sido um rival em vidas passadas. O que provoca sentimentos confusos pode estar ali para curar feridas profundas. E aquele que se parece com uma extensão da sua alma talvez seja um espírito afim, que retorna para caminhar ao seu lado no mesmo compasso evolutivo.

O que fazer diante disso? Acolha. O amor é a chave que transforma as provas em bênçãos. Cada obstáculo é uma oportunidade de crescimento espiritual. Procure olhar além da superfície: o que essa relação deseja ensinar? O que ela revela sobre você mesmo? Oração, paciência e diálogo são pontes que fortalecem o vínculo invisível que sustenta cada família.

Seus filhos não são um acaso da biologia, mas sementes de luz confiadas pela espiritualidade à sua história. E cada gesto de amor dado hoje pode ser a cura de muitas vidas.

Mães, filhos, famílias inteiras: o que vocês vivem juntos não é apenas cotidiano, é espiritualidade em ação. Há um propósito escondido por trás de cada encontro, um chamado silencioso que revela a missão de cada alma.

Se você crê, deixe seu amém!

15/07/2025

VAMPIROS DE ENERGIA: COMO SE PROTEGER

Quem já não passou pela desagradável experiência de se sentir muito mal ao lado de alguém? Bocejos sucessivos, sonolência, dor de cabeça, irritação, perda de energia, confusão na cabeça, enjôo entre outros.
Fenômenos aparecem após um telefonema ou àquela visita inesperada. Mas o pior é quando a pessoa que nos causa tamanho mal faz parte do nosso círculo de amigos, está entre os colegas de trabalho e o pior: na própria família!
Por ser o Brasil um país muito místico, é comum ouvirmos regularmente termos como energia positiva, baixo astral, olho gordo, mal olhado, ambiente carregado, entre outras expressões. Mas na verdade são poucos os que sabem explicar de forma clara e objetiva o que tudo isso significa e o vampirismo energético é um dos fenômenos mais comuns e mais mal esclarecidos que existem.
O ser humano emana ininterruptamente energia para o meio ambiente, impregnando o local onde permanece e atinge também as outras pessoas com suas vibrações pessoais. Cada um de nós possui um padrão energético que é determinado pelo tipo de pensamentos, sentimentos e condição física. Todos nós já sentimos antipatias gratuitas por determinadas pessoas, sem sequer manter algum tipo de comunicação com elas. O que acontece nesses casos é uma incompatibilidade energética, embora o contato possa até ser amistoso.
A mesma regra vale para as relações de simpatia e afinidade.
Resumindo: além de todos os tipos de comunicação possíveis: fala, audição, toque, visão, escrita, entre outros, estamos de forma ininterrupta nos comunicando energeticamente, ou seja, o meu campo energético interage com o do ambiente e com o das pessoas com as quais entro em contato.
O ideal seria umas comunicações sadias, pautadas pela troca de energias equilibrada e cooperativa. Mas ainda estamos muito longe disso, alguns acabam sugando muita energia e dando muito pouco em troca, desvitalizando assim os ambientes e as pessoas.
Mas, como são criados os vampiros e por que esse fenômeno acontece?
Muito simples, um vampiro de energia é uma pessoa que está em profundo desequilíbrio interno. Frustração, baixa auto-estima, ressentimento, complexo de perseguição e de vítima, insegurança e, acima de tudo, o egoísmo são estados psíquicos que fazem com que a configuração energética da pessoa se torne desequilibrada, afetando negativamente outras pessoas, roubando-lhes assim sua energia vital. Alguns chegam a interferir de forma concreta na vida pessoal de suas vítimas: intrigas, fofocas, competição desleal agravam mais a situação.
E o pior é que a vida nas grandes cidades só agrava mais ainda o desequilíbrio das relações entre os seres humanos. O homem moderno se afastou da natureza, que é nossa maior fonte de alimento energético. Não existe nada comparável a um banho de mar, rio ou cachoeira, o contato com plantas e animais, o ar puro de uma montanha ou o silêncio do campo para reciclar e repor as energias. Outra fonte importante é o sono e ninguém melhor do que o homem moderno para enumerar os efeitos nocivos das noites mal dormidas. Não temos, portanto, uma fonte eficiente de alimento e troca para reciclar as energias estáticas. Somamos a isso nossos desequilíbrios pessoais e o resultado é um contingente enorme de seres desvitalizados e famintos de energia. A única saída para esses seres é roubar da pessoa mais próxima.
A competitividade dos ambientes de trabalho também é outro fator negativo. É cada um por si e todos querendo passar a perna em todos. Não somos educados para a cooperação e para a vida em comunidade. Acabamos nos fechando em nosso mundo pessoal e encarando nossos semelhantes como ameaças à nossa felicidade.
NÃO EXISTE UM MÉTODO INFALÍVEL PARA COMBATER OS VAMPIROS, O MELHOR É APRENDER A LIDAR COM ELES.

É muito comum o uso de cristais, plantas, florais, defumadores, banhos de ervas e amuletos para combater o ataque dos vampiros. Desde que corretamente utilizadas essas técnicas podem ser de muita ajuda, mas nenhuma delas apresenta cem por cento de eficácia, uma vez que é dentro de nós mesmos que estão as grandes vulnerabilidades e também a grande força para combater esses "amigos famintos".
A melhor tática é a segurança interior e o conhecimento do modus operandi dos vampiros, ou seja, se eu sei como ele pensa e age, posso estabelecer uma conduta eficaz para combatê-lo.
Existem algumas táticas infalíveis utilizadas pelos vampiros para nos desestabilizar energeticamente e assim roubar nossa força vital. As mais comuns são o medo e a culpa. Irritação também desequilibra profundamente nosso campo energético. A regra é: NÃO FAZER O JOGO DO OUTRO. Se você sabe que alguém quer lhe provocar, fique calmo. Observe o outro e descubra suas fraquezas e vulnerabilidades e, a seus olhos, ele deixará de ser um bicho papão. Não entre na onda de negatividade que está no ar, fuja das conversas fiadas e, por fim, conheça-se muito bem. Se você sabe os seus pontos fracos pode mapear por onde o vampiro tentará o ataque. Cuidar da saúde e vitalidade físicas e buscar equilíbrio mental e emocional ajudarão no sentido de criar um campo energético forte e menos vulnerável às energias externas.
Outra dica valiosa é cultivar a compreensão e compaixão, que são estados de espírito absolutamente positivos e fortalecedores. Lembre-se que um vampiro, acima de qualquer maldade (90% deles operam de forma inconsciente), são pessoas em profundo desequilíbrio e que precisam de ajuda. Embora nunca devamos esquecer que, caso esse ser errante não aceite ajuda e esclarecimento, muitas vezes afastá-lo do grupo é o melhor remédio. É aquela velha história: um fruto podre no balaio...
Mas como nem sempre é possível afastar certas pessoas como um familiar, por exemplo, o melhor é tentar entender porque aquela pessoa está em nossa vida. Muitas vezes as pessoas problemáticas são verdadeiros instrutores na medida em que nos incentivam a cultivar a paciência, a compreensão, a criatividade ou o perdão. Mas em qualquer situação a conselho é sempre o mesmo: nunca se misture com a energia do vampiro. Mantenha sempre a calma, o bom humor e a positividade, que sem dúvida são nossas maiores defesas.
Mas antes de apontar o dedo para o próximo descobrindo vampiros em seus relacionamentos, faça um exame profundo em suas atitudes e observe se você não anda 'pegando emprestada' a energia dos outros também!

CONHEÇA OS PRINCIAPIS TIPOS DE VAMPIROS

O jornalista Luís Pellegrini, em matéria publicada na revista Planeta, fez uma relação muito boa dos dez tipos mais comuns de vampiros. Baseados nessa matéria vamos enumerar alguns. Você também pode descobrir outros tipos. Divirta-se, afinal o bom humor é a melhor defesa!

A) Vampiro Cobrador: Cobra sempre, de tudo e todos. Quando nos encontramos com ele, quer logo saber por que não lhe telefonamos ou visitamos. Se você vestir a carapuça e se sentir culpado, estará abrindo as portas.
O melhor a fazer é usar de sua própria arma, ou seja, cobrar de volta e perguntar porque ele não liga ou aparece. Deixe-o confuso, não o deixe retrucar e se retire rapidamente.

B) Vampiro Crítico: Só sabe criticar. Todas as observações são negativas e destrutivas. Vê a vida somente pelo lado sombrio. A maledicência tende a criar na vítima um estado de alma escuro e pesado e abrirá sue sistema para que a energia seja sugada. Diga "não" a suas críticas. Nunca concorde com ele. A vida não é tão negra assim. Não entre nesta vibração.

C) Vampiro Adulador: è o famoso Puxa-saco. Adula o ego da vítima, cobrindo-a de lisonjas e elogios falsos, tentando seduzir pela adulação. Muito cuidado para não dar ouvidos ao adulador, pois ele simplesmente espera que o orgulho da vítima abra as portas da aura para sugar a energia.

D) Vampiro Reclamador: è aquele tipo que reclama de tudo, de todos, da vida, do governo, do tempo.... Opõe-se a tudo, exige, reivindica, protesta sem parar. È o mais engraçado é que nem sempre dispõe de argumentos sólidos e válidos para justificar seus protestos. Melhor tática é deixá-lo falando sozinho.

E) Vampiro Inquiridor: Sua língua é uma metralhadora. Dispara perguntas sobre tudo e não dá tempo para que a vítima responda, pois já dispara mais uma rajada de perguntas. Na verdade ele não quer respostas e sim apenas desestabilizar o equilíbrio mental da vítima, perturbando seu fluxo normal de pensamentos.
Para sair de suas garras, não ocupe sua mente à procura de respostas. Para cortar seu ataque, reaja fazendo-lhe uma pergunta bem pessoal e contundente., e procure se afastar assim que possível.

F) Vampiro Lamentoso: São os lamentadores profissionais, que anos a fio choram sua desgraças. Para sugar a energia da vítima, ataca pelo lado emocional e afetivo. Chora, lamenta-se e faz de tudo para despertar pena. È sempre o coitado, a vítima. Só há um jeito de tratar com este tipo de vampiro, é cortando suas asas. Corte suas lamentações dizendo que não gosta de queixas, ainda mais que não elas não resolvem situação alguma.

G) Vampiro Pegajoso: INVESTE contra as portas da sensualidade e sexualidade da vítima. Aproxima-se como se quisesse lambê-la com os olhos, com as mãos, com a língua. Parece um polvo querendo envolver a pessoa com seus tentáculos. Se você não escapar rápido, ele irá sugar sua energia em qualquer uma das possibilidades. Seja conseguindo seduzi-lo com seu jogo pegajoso, seja provocando náuseas e repulsa. Em ambos os casos você estará desestabilizado, e, portanto, vulnerável.

H) Vampiro Grilo-Falante: A porta de entrada que ele quer arrombar é o seu ouvido. Fala, absoluto, durante horas, enquanto mantém a atenção da vítima ocupada, suga sua energia vital. Para livrar-se, invente uma desculpa, levante-se e vá embora.

I) Vampiro Hipocondríaco: Cada dia aparece com uma doença nova. Adora colecionar bula de remédios. Desse jeito chama a atenção dos outros , despertando preocupação e cuidados. Enquanto descreve os por menores de seus males e conta seus infindáveis sofrimentos, rouba a energia do ouvinte, que depois se sente péssimo.

J) Vampiro Encrenqueiro: para ele, o mundo é um campo de batalha onde as coisas só são resolvidas na base do tapa. Quer que a vítima compre a sua briga, provocando nela um estado raivoso, irado e agressivo. Esse é um dos métodos mais eficientes para desestabilizar a vítima e roubar-lhe a energia.
Não de campo para agressividade, procure manter a calma e corte laços com este vampiro.

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Varginha, MG

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