Psicóloga Tânia Bartholomeu Brant Ribeiro

Psicóloga Tânia Bartholomeu Brant Ribeiro Especialista em Terapia Cognitiva Comportamental.

A compulsão alimentar vai muito além da comida — ela está profundamente ligada às emoções. Não é falta de controle ou fr...
30/07/2026

A compulsão alimentar vai muito além da comida — ela está profundamente ligada às emoções. Não é falta de controle ou fraqueza, mas uma forma de lidar com sentimentos difíceis como ansiedade, tristeza ou vazio. Embora traga alívio momentâneo, costuma ser seguida por culpa e frustração, criando um ciclo difícil de romper.
Não está necessariamente relacionada à fome física, mas a fatores emocionais e também a influências biológicas e sociais, como dietas restritivas e pressão estética.
A boa notícia é que existe tratamento. Com apoio adequado, é possível entender os gatilhos, desenvolver novas formas de lidar com as emoções e reconstruir uma relação mais saudável consigo mesmo. Buscar ajuda é um passo de coragem e cuidado.

Falar sobre saúde mental ainda é, para muitos, atravessar um campo cheio de dúvidas, julgamentos e silenciosas dores. No...
30/07/2026

Falar sobre saúde mental ainda é, para muitos, atravessar um campo cheio de dúvidas, julgamentos e silenciosas dores. No caso do Transtorno Bipolar, esse cenário se intensifica. Por não ser visível em exames comuns, sua existência muitas vezes é questionada — como se o sofrimento precisasse de provas concretas para ser validado.
Essa falta de compreensão alimenta o estigma. Frases simplistas e julgamentos apressados acabam ferindo ainda mais quem já está lidando com oscilações intensas de humor, energia e emoção. Aos poucos, essas vozes externas podem se tornar internas, transformando-se em culpa, dúvida e solidão.
Mas é essencial lembrar: o Transtorno Bipolar não é fraqueza, não é falta de esforço e nem uma falha de caráter. Trata-se de uma condição complexa, com bases neurobiológicas reais. E, assim como outras condições de saúde, existem caminhos de cuidado, tratamento e estabilidade.
Compreender isso é libertador. É o início de um olhar mais gentil consigo mesmo e com o outro. É reconhecer que acolhimento, informação e respeito são partes fundamentais de qualquer processo de cura. Porque, no fim, cuidar da saúde mental é também um ato profundo de humanidade

Compreender as origens do Transtorno Bipolar é um passo essencial para transformar dor em consciência e vulnerabilidade ...
30/07/2026

Compreender as origens do Transtorno Bipolar é um passo essencial para transformar dor em consciência e vulnerabilidade em cuidado. Quando olhamos para além dos sintomas e buscamos entender fatores biológicos, emocionais e vivenciais envolvidos, abrimos espaço para intervenções mais humanas e eficazes.
Esse conhecimento não serve apenas para explicar o que passou — ele ilumina escolhas no presente. Permite reconhecer sinais, prevenir crises e construir estratégias de autocuidado mais consistentes. É um convite ao acolhimento, à paciência consigo mesmo e à esperança.
Cuidar da saúde mental, nesse contexto, deixa de ser apenas uma resposta ao sofrimento e passa a ser um compromisso com um futuro mais equilibrado, possível e digno de ser vivido.

O TOD existe. Mas o tratamento não pode transformar a criança em dona da casa.O Transtorno Opositor Desafiador não é inv...
16/07/2026

O TOD existe. Mas o tratamento não pode transformar a criança em dona da casa.
O Transtorno Opositor Desafiador não é invenção, nem “falta de educação”. É um transtorno do neurodesenvolvimento que exige avaliação criteriosa e acompanhamento psicológico.
Mas existe um erro que tenho visto com frequência: acreditar que, por ter um diagnóstico, a criança não pode ser contrariada, frustrada ou responsabilizada pelos seus comportamentos.
Isso não é tratamento.
Crianças com TOD precisam de compreensão, sim. Mas precisam, principalmente, de adultos capazes de sustentar limites.
Precisam aprender que existem regras.
Que nem sempre terão vontade de obedecer, mas ainda assim precisarão obedecer.
Que a frustração faz parte da vida.
Que respeito não depende do humor do dia.
A função dos pais não é evitar todo sofrimento dos filhos. É prepará-los para enfrentar a realidade.
A psicoterapia não substitui a educação. Ela fortalece a família para educar com mais segurança, coerência e equilíbrio.
Acolher não significa ceder. Amar não significa permitir tudo.
Os melhores resultados acontecem quando a criança encontra adultos emocionalmente firmes, afetivos, coerentes e capazes de manter o “não” quando ele é necessário.
Porque uma criança precisa de amor.
Mas também precisa de direção.
Acho que essa última frase resume muito a sua forma de atuar:
Limites não traumatizam. A ausência deles, muitas vezes, sim.

Transtorno Bipolar não é “ter duas personalidades”. Não é drama. Não é falta de controle. E muito menos uma escolha.É um...
01/07/2026

Transtorno Bipolar não é “ter duas personalidades”. Não é drama. Não é falta de controle. E muito menos uma escolha.
É uma condição de saúde mental caracterizada por alterações importantes no humor, na energia, no pensamento e no comportamento. Enquanto algumas pessoas vivenciam períodos de intensa euforia, impulsividade e redução da necessidade de sono, outras enfrentam fases de profunda tristeza, desânimo e perda de interesse pela vida.
Essas oscilações podem comprometer relacionamentos, trabalho, estudos e a qualidade de vida. Mas existe uma verdade que precisa ser lembrada: o transtorno bipolar tem tratamento.
Com acompanhamento psiquiátrico, psicoterapia e, quando necessário, medicação, é possível conquistar estabilidade, desenvolver estratégias para lidar com os sintomas e construir uma vida plena e significativa.
Como psicóloga, acredito que a informação também é uma forma de cuidado. Quanto mais conhecemos sobre os transtornos mentais, menos espaço damos ao preconceito e mais abrimos caminho para o acolhimento.
Se você convive com alguém que tem transtorno bipolar, ofereça compreensão em vez de julgamento. E, se você se identificou com alguns desses sinais, procure ajuda profissional. Pedir ajuda é um ato de coragem, não de fraqueza.
Saúde mental merece atenção, respeito e cuidado. Sempre!!

Psicóloga BemEstarEmocional SaúdeEmocional Psicoeducação QuebreOPreconceito

Hoje escrevo não apenas como psicóloga, mas também como profissional que utiliza a Terapia Assistida por Animais (TAA) n...
15/06/2026

Hoje escrevo não apenas como psicóloga, mas também como profissional que utiliza a Terapia Assistida por Animais (TAA) no cuidado de crianças, idosos e pessoas com Transtorno do Espectro Autista.
Eu vejo de perto a sensibilidade de quem sofre com sons intensos e imprevisíveis.
Vejo crianças cobrindo os ouvidos em desespero.
Vejo pessoas com TEA enfrentando crises sensoriais que poderiam ser evitadas.
Vejo idosos assustados, confusos e ansiosos.
Vejo enfermos tendo seu descanso interrompido.
E vejo animais tremendo, tentando fugir, sem compreender de onde vem tanto medo.
Por isso, quando escuto fogos de artifício com estampido, não consigo enxergar apenas uma comemoração.
Eu enxergo sofrimento.
E ontem, mais uma vez, esse sofrimento teve um preço alto: uma vida animal perdida por causa do pânico provocado pelo barulho.
Precisamos refletir sobre o tipo de sociedade que estamos construindo.
A verdadeira celebração não é aquela que faz mais barulho.
É aquela que respeita a vida.
Como psicóloga, como profissional da Terapia Assistida por Animais, como defensora da saúde mental, do bem-estar e também da causa animal, manifesto meu repúdio ao uso de fogos com estampido.
Empatia também é escolher não causar sofrimento quando temos a opção de não causar.
a paz, a saúde ou a vida de outros. Gabriela Salomão Messias Lanna e Bethania M S Messias , não existem palavras capazes de aliviar a dor de uma despedida tão injusta e repentina como foi a do Rafe.
Que vocês encontrem conforto na certeza de que ele foi profundamente amado, cuidado e feliz ao lado da família. Que as lembranças dos momentos compartilhados sejam mais fortes do que a dor da ausência. Recebam meu carinho, meu respeito e minhas mais sinceras condolências neste momento tão difícil.🐾

03/06/2026
O luto não dói apenas pela ausência de alguém.Às vezes, dói pela ausência de quem nós éramos quando aquele amor existia....
28/05/2026

O luto não dói apenas pela ausência de alguém.
Às vezes, dói pela ausência de quem nós éramos quando aquele amor existia.
Há perdas que mudam a forma como enxergamos a vida.
Mudam o sabor das coisas.
Mudam o jeito de sorrir.
Mudam até a capacidade de acreditar que um dia a alma vai descansar novamente.
Sobrevivência emocional, no luto, nem sempre parece força.
Às vezes, parece apenas conseguir atravessar mais um dia.
É respirar mesmo sem vontade.
É cumprir o básico quando tudo perdeu a cor.
É carregar uma saudade que ninguém vê… e ainda assim continuar existindo.
E não… o amor não acaba porque a pessoa partiu.
O amor continua vivendo na memória, nas histórias, nos hábitos, nos silêncios, nas músicas, nos lugares, nas partes de nós que foram transformadas por aquele encontro.
Mas amar alguém que partiu também pode cansar profundamente.
Por isso, se você está vivendo um luto, saiba:
Não há fraqueza em não estar bem.
Não há vergonha em pedir ajuda.
Não há culpa em sobreviver.
Porque, às vezes, sobreviver emocionalmente já é um dos atos mais difíceis — e mais corajosos — que uma pessoa pode viver.
Saudade AcolhimentoPsicológico DorEmocional Psicoterapia LutoEAmor

O trauma nem sempre permanece apenas nas lembranças.Muitas vezes, ele aparece no corpo: na tensão constante, no cansaço,...
21/05/2026

O trauma nem sempre permanece apenas nas lembranças.
Muitas vezes, ele aparece no corpo: na tensão constante, no cansaço, na ansiedade e na dificuldade de relaxar.
O corpo guarda aquilo que a mente tentou sobreviver silenciando.
Cuidar da saúde emocional também é uma forma de cuidar de si por inteiro.

COMPULSÃOQuando a tentativa de aliviar a dor vira um ciclo difícil de interromper.Muitas vezes, a compulsão não tem rela...
21/05/2026

COMPULSÃO
Quando a tentativa de aliviar a dor vira um ciclo difícil de interromper.
Muitas vezes, a compulsão não tem relação com “falta de controle” ou “fraqueza”.
Ela surge como uma tentativa emocional de preencher vazios, aliviar ansiedade, silenciar dores internas ou escapar, mesmo que por alguns minutos, de sentimentos difíceis.
Compulsão alimentar, compras excessivas, uso exagerado das redes sociais, necessidade constante de controle, trabalho em excesso…
Por trás de muitos comportamentos compulsivos existe sofrimento emocional não acolhido.
O problema é que o alívio costuma ser apenas momentâneo.
Depois vêm a culpa, a frustração, o arrependimento e a sensação de estar preso(a) em um ciclo que parece impossível de quebrar.
Mas existe saída.
Compreender o que a compulsão está tentando comunicar é um passo importante no processo de transformação e cuidado emocional.
Você não precisa enfrentar isso sozinho(a).

Endereço

Viçosa, MG
36570-202

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 17:30 - 20:30
Terça-feira 17:30 - 20:30
Quarta-feira 17:30 - 20:30
Quinta-feira 17:30 - 20:30
Sexta-feira 17:30 - 20:30
Sábado 08:00 - 11:00

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Psicóloga Tânia Bartholomeu Brant Ribeiro posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com A Prática

Envie uma mensagem para Psicóloga Tânia Bartholomeu Brant Ribeiro:

Compartilhar

Categoria