26/04/2019
É caracterizada por sinais que interferem em trabalhar, estudar, comer, dormir e apreciar atividades que antes eram agradáveis. É mais comum entre 20 e 40 anos, mas pode ocorrer em qualquer idade. Existem dois sintomas centrais: tristeza persistente e perda de interesse por atividades das quais gostava. Entre os fatores de risco para a depressão estão: pessoas com histórico familiar da doença; que enfrentam situações repetidas de estresse; que tenham perdido um dos pais ainda na infância ou sofrido qualquer tipo de abuso nessa época. Nas mulheres, os períodos pré-menstrual, pós-parto e menopausa são de maior risco para desenvolver a doença. Para que o tratamento seja completo, é preciso que a pessoa se submeta a sessões de terapia psicológica e faça mudanças nos hábitos de vida, passando a realizar atividades físicas regularmente, mantendo um período de sono satisfatório e adotando uma alimentação equilibrada. Após ter a depressão diagnosticada, é importante que essa pessoa consulte com frequência um profissional especializado, e siga as orientações, que muitas vezes podem envolver o uso de medicamentos. A partir do momento em que a síndrome depressiva passa a trazer consequências (como a falta de vontade de fazer atividades das quais a pessoa gosta), é um indicativo de que se deve iniciar o tratamento. Tão importante quanto ir a um especialista para tratar da depressão, é manter o tratamento pelo tempo que for determinado pelo profissional. Muitos pacientes param com o tratamento por conta própria após perceber alguma melhora. As consequências são muito negativas. Quanto mais cedo o tratamento for interrompido, maior a chance de haver recaídas, e o problema piorar. Os tratamentos têm o objetivo de fazer a pessoa melhorar por completo dos sintomas pois quando o problema é tratado adequadamente, pode se levar uma vida absolutamente normal. Para saber mais visite o site:
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