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O Transtorno do Espectro Autista - TEA em adultos é um dos diagnósticos mais subidentif**ados da clínica brasileira.Os c...
10/06/2026

O Transtorno do Espectro Autista - TEA em adultos é um dos diagnósticos mais subidentif**ados da clínica brasileira.

Os critérios diagnósticos foram historicamente construídos a partir de apresentações infantis e estereotipadas. Muitos adultos passaram a vida desenvolvendo estratégias de adaptação que mascaram os sinais, e f**am anos circulando por diagnósticos parciais que ajudam, mas nunca resolvem.

O diagnóstico responsável precisa estar ancorado nos critérios atuais do DSM-5-TR e na escuta clínica cuidadosa, não em quizzes virais ou checklists descontextualizados.

Exaustão social que ninguém entende.
Sensação de não pertencer desde sempre.
Interesses absorventes vividos com hiperfoco. Sensibilidade sensorial chamada de frescura. Diagnósticos prévios que não fecham.

Se você se reconheceu em algum desses pontos, isso não é diagnóstico, é razão para investigar com seriedade clínica.

O caminho ético passa pela procura de um profissional médico, psiquiatra ou neurologista, que avalia a hipótese e, quando indicado, encaminha para avaliação neuropsicológica. Esse processo articulado é o que sustenta um diagnóstico consistente.

Salva esse post para reler com calma.

Tem coisas do passado que a gente prefere não tocar!Memórias, dores antigas, sensações que parecem melhor deixar onde es...
05/06/2026

Tem coisas do passado que a gente prefere não tocar!

Memórias, dores antigas, sensações que parecem melhor deixar onde estão.

O problema é que o que não é olhado raramente f**a quieto. Costuma voltar, mais cedo ou mais tarde, em forma de repetição. Você troca de cenário, e a dinâmica é a mesma. Recomeça em outro lugar, e descobre que carregou junto o que queria deixar.

Uma terapia bem estruturada trabalha com isso, com o que insiste em retornar enquanto não é nomeado. Não para que você fique preso(a) ao passado, mas para que ele finalmente possa f**ar para trás.

Se algum desses pontos te tocou, dê o primeiro passo, agendando um primeiro encontro pelo link da bio.

Tem gente que passou anos sendo tratada para ansiedade, depressão, burnout, e nunca melhorou de verdade.Não porque os pr...
29/05/2026

Tem gente que passou anos sendo tratada para ansiedade, depressão, burnout, e nunca melhorou de verdade.

Não porque os profissionais tenham errado. Porque o que estava embaixo era outra coisa, mais sutil, mais antiga, e que precisa de outro olhar para ser identif**ada.

O TDAH em adultos é um dos diagnósticos mais subidentif**ados da psiquiatria brasileira, especialmente em mulheres. Ele se mistura com ansiedade, se confunde com cansaço, vira “jeito de ser”.

Se algum dos cinco sinais te tocou, salva e leia com calma. Não é diagnóstico, é razão para investigar com seriedade.

Agendamentos pelo link da bio.

tdahadulto

Nem tudo o que pesa aparece na primeira sessão.Os padrões mais antigos costumam f**ar embaixo da queixa, e talvez expliq...
26/05/2026

Nem tudo o que pesa aparece na primeira sessão.

Os padrões mais antigos costumam f**ar embaixo da queixa, e talvez expliquem por que você ainda se sente no mesmo lugar.

Salva, releia com calma.
Agendamentos pelo link da bio.

padroesrepetidos

Há um tipo de cansaço que não nasce do excesso de tarefas, mas do excesso de permanências.Permanecer em relações que já ...
21/05/2026

Há um tipo de cansaço que não nasce do excesso de tarefas, mas do excesso de permanências.

Permanecer em relações que já adoeceram, em lugares que silenciam quem somos, em rotinas que nos esvaziam emocionalmente.

Na clínica, muitas vezes o sofrimento não está apenas no que aconteceu, mas no quanto o sujeito insiste em sustentar aquilo que já perdeu sentido. E isso cobra um preço psíquico alto.

Nem todo descanso recupera.
Porque existem exaustões que não vêm da falta de sono, mas da falta de posicionamento.

O processo terapêutico nos mostra que adiar decisões também é uma forma de sofrimento. O sujeito tenta evitar a dor da mudança, mas acaba prolongando a dor da repetição.

Decidir não elimina o medo.
Mas pode interromper ciclos que o corpo e a mente já não conseguem mais sustentar.

Às vezes, o que parece cansaço é, na verdade, um psiquismo pedindo reorganização.

Hoje não escrevo como psicóloga.Escrevo como filha que aprendeu que maternidade é muito mais do que instinto, é escolha,...
10/05/2026

Hoje não escrevo como psicóloga.
Escrevo como filha que aprendeu que maternidade é muito mais do que instinto, é escolha, renúncia, presença e, às vezes, contradição.

Ser mãe me ensinou coisas que nenhum livro clínico alcançou: que o vínculo se constrói no imperfeito, que amor não protege da dor, só acompanha ela.

A todas as mães que aparecem por aqui: as que conseguem, as que erram, as que estão tentando, esse dia é de vocês, inteiras.

Monique

Você já tentou se forçar a agir e mesmo assim travou?Nem sempre é falta de disciplina. É o seu sistema nervoso fazendo e...
22/04/2026

Você já tentou se forçar a agir e mesmo assim travou?

Nem sempre é falta de disciplina. É o seu sistema nervoso fazendo exatamente o que aprendeu a fazer.

Quando crescer, se destacar ou avançar gerou em algum momento da sua vida perda de vínculo, de pertencimento, de segurança, o cérebro registrou isso como dado. Não como memória consciente. Como padrão de resposta.
E padrões não pedem permissão pra agir.

Então quando você começa a avançar de verdade, algo freia. Não porque você não quer. Mas porque uma parte do seu sistema nervoso avaliou o sucesso como território desconhecido, e desconhecido, para o cérebro, é sinônimo de risco.

O que costuma acontecer com você quando está perto de dar um passo importante?

Monique Silvestre
Psicóloga | Especialista em Saúde Mental
Neuropsicóloga

Contentamento não é um sentimento que chega. É uma posição que se constrói.Na clínica, percebo como as pessoas as vezes ...
18/04/2026

Contentamento não é um sentimento que chega. É uma posição que se constrói.

Na clínica, percebo como as pessoas as vezes esperam que a gratidão apareça espontaneamente, como se fosse uma recompensa pelo sofrimento superado. Mas a ressignif**ação nos lembra que o sujeito não é passivo diante da própria história.

Contentar-se não é resignação, nem ausência de desejo. É conseguir habitar o que se tem sem anular o que ainda se quer.
Talvez a questão não seja ter mais nem querer menos, mas sustentar a tensão entre os dois sem que ela vire sofrimento.

Monique Silvestre
Psicóloga | Especialista em Saúde Mental
Neuropsicóloga

autoconhecimento

Tem mulheres que só percebem o quanto estão exaustas quando o corpo para.Não é falta de força. É o custo de anos funcion...
10/04/2026

Tem mulheres que só percebem o quanto estão exaustas quando o corpo para.

Não é falta de força.
É o custo de anos funcionando no limite, cumprindo, entregando, respondendo, enquanto algo interno vai f**ando para trás em silêncio.

Na psicologia, chamamos isso de dissociação funcional: a pessoa segue produzindo, mas progressivamente desconectada das próprias necessidades, emoções e sinais internos. O sistema nervoso aprende a ignorar o cansaço porque parar nunca pareceu uma opção real.

O problema não é a dedicação.
É que, em algum momento, “dar conta de tudo” virou a única forma conhecida de existir.

Aprender a não se abandonar não é um conselho de autoajuda. É um processo, às vezes lento, às vezes desconfortável, de reconectar com o que foi sendo deixado para trás enquanto você dava conta de todo o resto.

Se isso faz sentido pra você, talvez valha a pena perguntar: o que você tem deixado de lado pra conseguir continuar?

Monique Silvestre | CRP 05/54145
Psicóloga | Especialista em Saúde Mental
Neuropsicóloga

Se ele(a) funciona tão bem, como pode ser autista?”Essa pergunta já chegou em consultório. Já atrasou diagnósticos. Já f...
03/04/2026

Se ele(a) funciona tão bem, como pode ser autista?”

Essa pergunta já chegou em consultório. Já atrasou diagnósticos. Já fez pessoas duvidarem da própria experiência por anos.

O autismo não tem cara de sofrimento visível. Tem cara de esforço invisível — de quem aprendeu, desde cedo, a parecer o que o mundo esperava.
Mascaramento não é superação. É custo.

Hoje, 2 de abril, não é só um dia de laço azul. É uma oportunidade de questionar o que acreditamos saber sobre autismo e o quanto ainda precisamos aprender para reconhecer, acolher e diagnosticar com mais precisão e menos preconceito.

Monique Silvestre
Psicóloga Clínica | Neuropsicóloga
CRP05/54145
Contato: 21 96556-6750

Endereço

Vila Valqueire, RJ

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