Dra. Érika Alvim

Dra. Érika Alvim Ginecologista e Obstetra
Cuidando da saúde das mulheres
em todas as fases!

Às vezes, a mulher usa o mesmo anticoncepcional por muitos anos porque “sempre deu certo”.Mas o corpo muda. A rotina mud...
27/08/2026

Às vezes, a mulher usa o mesmo anticoncepcional por muitos anos porque “sempre deu certo”.

Mas o corpo muda. A rotina muda. Os sintomas mudam. Os planos também podem mudar.

Depois de um tempo, vale reavaliar se aquele método ainda faz sentido para você, considerando idade, pressão arterial, enxaqueca, tabagismo, risco de trombose, alterações no ciclo, desejo de engravidar no futuro e outros pontos da sua saúde.

Não é sobre trocar por conta própria.
É sobre revisar com segurança.

Converse com sua ginecologista para entender se o método que você usa hoje ainda é o mais adequado para a sua fase atual.

Dra. Erika Alvim
Ginecologia e Saúde da Mulher
📍 Vila Velha / ES

Completar 35 anos não significa que toda mulher precisa parar ou trocar o anticoncepcional.Mas significa que a escolha d...
25/08/2026

Completar 35 anos não significa que toda mulher precisa parar ou trocar o anticoncepcional.

Mas significa que a escolha do método precisa ser reavaliada com mais critério.

Com o passar dos anos, alguns fatores passam a pesar mais na decisão, como pressão alta, tabagismo, enxaqueca com aura, risco de trombose, alterações metabólicas, histórico familiar e mudanças no ciclo.

Por isso, manter o mesmo anticoncepcional por anos, sem revisar se ele ainda é o mais seguro para você, pode não ser a melhor escolha.

Existem diferentes métodos contraceptivos, e a indicação deve considerar seu corpo, sua rotina, seus sintomas, seus planos e seu histórico de saúde.

Converse com sua ginecologista antes de trocar, suspender ou manter qualquer método.

Dra. Erika Alvim
Ginecologia e Saúde da Mulher
📍 Vila Velha / ES

Acordar no meio da madrugada uma vez ou outra pode acontecer.Mas quando a mulher passa a despertar entre 2h e 4h com fre...
19/08/2026

Acordar no meio da madrugada uma vez ou outra pode acontecer.

Mas quando a mulher passa a despertar entre 2h e 4h com frequência, demora para voltar a dormir ou acorda cansada, o corpo pode estar dando um sinal.

Esse padrão pode ter relação com estresse, ansiedade, rotina desregulada, consumo de cafeína, alterações hormonais, sintomas do climatério, ondas de calor, suor noturno, dor, vontade de urinar ou outros fatores de saúde.

Segundo a Mayo Clinic, dificuldade para manter o sono e acordar cedo demais são manifestações comuns de insônia e podem estar associadas a estresse, condições clínicas e hábitos de sono. Mayo Clinic

Dormir mal não é apenas “fase corrida”. Sono ruim afeta disposição, memória, humor, metabolismo e qualidade de vida.

Se isso tem acontecido com frequência, converse com sua ginecologista para entender o que pode estar por trás desse despertar.

Dra. Erika Alvim
Ginecologia e Saúde da Mulher
📍 Vila Velha / ES

Durante muitos anos, o nome Síndrome dos Ovários Policísticos levou muitas mulheres a acreditarem que o diagnóstico depe...
17/08/2026

Durante muitos anos, o nome Síndrome dos Ovários Policísticos levou muitas mulheres a acreditarem que o diagnóstico dependia da presença de cistos nos ovários.

Mas a ciência mostrou que essa visão era limitada.

Na verdade, muitas mulheres com a síndrome não apresentam ovários policísticos ao ultrassom.

Ao mesmo tempo, algumas mulheres podem apresentar ovários com aspecto policístico e não ter a síndrome.

Foi justamente uma das razões que levou especialistas internacionais a proporem a mudança do nome para SOMP (Síndrome Ovárica Metabólica Poliendócrina).

O novo termo reflete melhor o que realmente acontece no organismo: uma condição que pode envolver alterações hormonais, resistência à insulina, irregularidade menstrual, infertilidade, acne, queda de cabelo e alterações metabólicas.

Os ovários fazem parte da história.

Mas não contam a história inteira.

Dra. Erika Alvim
Ginecologia e Saúde da Mulher
📍 Vila Velha / ES

Durante muito tempo, a reposição hormonal foi associada apenas ao envelhecimento.Como se fosse algo que marcasse o fim d...
13/08/2026

Durante muito tempo, a reposição hormonal foi associada apenas ao envelhecimento.

Como se fosse algo que marcasse o fim de uma fase da vida da mulher.

Mas essa visão está cada vez mais distante da realidade.

Hoje entendemos que a reposição hormonal, quando bem indicada e individualizada, pode ser uma ferramenta importante para aliviar sintomas que afetam diretamente a qualidade de vida.

Alterações do sono, fogachos, suor noturno, redução da libido, mudanças de humor, fadiga e sintomas geniturinários são apenas alguns exemplos.

O objetivo não é impedir o envelhecimento.

Muito menos transformar a mulher em alguém que ela foi há décadas.

O objetivo é promover saúde, bem-estar e qualidade de vida durante uma transição hormonal que pode durar muitos anos.

Nem toda mulher precisa de reposição hormonal.

Nem toda mulher pode fazer reposição hormonal.

Por isso, a decisão deve sempre ser individualizada, baseada na história clínica, nos sintomas e nas necessidades de cada paciente.

A menopausa faz parte da vida.

Sofrer com ela não deveria ser obrigatório.

Dra. Erika Alvim
Ginecologia e Saúde da Mulher
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A reposição hormonal pode ser uma ferramenta importante para melhorar sintomas e qualidade de vida no climatério e na me...
11/08/2026

A reposição hormonal pode ser uma ferramenta importante para melhorar sintomas e qualidade de vida no climatério e na menopausa.

Mas antes de começar, é preciso avaliar com cuidado.

Nem toda mulher precisa fazer.
Nem toda mulher pode fazer da mesma forma.
E o tratamento não deve ser escolhido apenas com base em exames hormonais.

A consulta precisa considerar sintomas, histórico pessoal, histórico familiar, exames de rastreio, saúde cardiovascular, mama, útero e a presença ou não de contraindicações.

Quando bem indicada e acompanhada, a reposição hormonal pode fazer parte de um cuidado mais completo com a saúde da mulher nessa fase.

Converse com sua ginecologista para entender se essa opção faz sentido para você.

Dra. Erika Alvim
Ginecologia e Saúde da Mulher
📍 Vila Velha / ES

Uma das dúvidas mais frequentes no consultório é:"Colocar DIU dói muito?"O medo é compreensível. Afinal, existem muitas ...
06/08/2026

Uma das dúvidas mais frequentes no consultório é:

"Colocar DIU dói muito?"

O medo é compreensível. Afinal, existem muitas histórias circulando na internet, relatos de amigas e informações incompletas que acabam gerando insegurança.

Mas a verdade é que cada mulher tem uma experiência diferente.

Além disso, hoje existem estratégias que ajudam a tornar o procedimento mais confortável e seguro, sempre respeitando as características individuais de cada paciente.

Mais importante do que ouvir experiências de outras pessoas é entender qual tipo de DIU faz sentido para você, quais são seus benefícios, possíveis efeitos e o que esperar do procedimento.

Informação de qualidade reduz a ansiedade e ajuda na tomada de decisão.

Dra. Erika Alvim
Ginecologia e Saúde da Mulher
📍 Vila Velha / ES

Muitas mulheres deixam de considerar o DIU por medo da dor.E sim, pode haver desconforto durante a colocação. Mas, na ma...
04/08/2026

Muitas mulheres deixam de considerar o DIU por medo da dor.

E sim, pode haver desconforto durante a colocação. Mas, na maioria dos casos, é um procedimento rápido e tolerável, principalmente quando a paciente é bem orientada antes.

O que faz diferença é entender se o método combina com seu corpo, sua rotina, seu histórico e seus objetivos.

Existem diferentes tipos de DIU, e a escolha precisa ser individualizada.

Se você tem dúvidas sobre o DIU, converse com sua ginecologista antes de decidir.

Dra. Erika Alvim
Ginecologia e Saúde da Mulher
📍 Vila Velha / ES

Muitas mulheres passam anos acreditando que é normal viver cansada.Normal acordar sem energia.Normal sentir irritabilida...
30/07/2026

Muitas mulheres passam anos acreditando que é normal viver cansada.

Normal acordar sem energia.

Normal sentir irritabilidade constante.

Normal dormir mal.

Normal perder a paciência com facilidade.

Mas existe uma diferença entre estar vivendo uma fase difícil e viver permanentemente em estado de exaustão.

O corpo feminino foi feito para se adaptar a muitos desafios, mas não para funcionar continuamente em modo sobrevivência.

Fadiga persistente, alterações do sono, ansiedade, irritabilidade, dificuldade de concentração, ganho de peso e redução da libido podem ser sinais de que algo merece ser investigado.

Às vezes a causa está relacionada ao estresse.

Outras vezes envolve alterações hormonais, deficiência de nutrientes, distúrbios do sono ou condições metabólicas que precisam de atenção.

O importante é não normalizar sintomas que estão comprometendo sua qualidade de vida.

Sentir-se bem não deveria ser um privilégio.

Deveria ser o esperado.

Dra. Erika
Ginecologia e Saúde da Mulher

28/07/2026

Hoje sabemos que a prática regular de atividade física, principalmente o treinamento de força, é uma das intervenções mais importantes para preservar a saúde durante a transição menopausal e a pós-menopausa.

Isso porque a queda do estrogênio afeta muito mais do que o ciclo menstrual.

Ela pode contribuir para a perda de massa muscular, redução da densidade óssea, aumento da gordura abdominal, piora da sensibilidade à insulina, alterações do sono, maior risco cardiovascular e impacto na saúde mental.

E é justamente nesse cenário que o exercício se torna um grande aliado.

✔️ Ajuda a preservar músculos e força.
✔️ Contribui para a manutenção da saúde óssea.
✔️ Melhora a qualidade do sono.
✔️ Reduz sintomas de ansiedade e depressão.
✔️ Favorece a saúde cerebral e a cognição.
✔️ Auxilia no controle do peso e da composição corporal.
✔️ Está associado à redução do risco de doenças cardiovasculares.

Mais do que um recurso para estética, o exercício é uma ferramenta de prevenção, tratamento e promoção da longevidade.

Cada fase da vida exige uma estratégia diferente. E na menopausa, movimentar o corpo deixa de ser apenas uma escolha: passa a ser um investimento na sua saúde presente e futura.

Dra. Erika Alvim
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