Dra. Junara Dutra

Dra. Junara Dutra Sou a Dra. Junara, médica Ginecologista, Obstetra e Mastologista.

Sim, a dor durante a relação sexual deve ser investigada, principalmente quando acontece com frequência, intensidade ou ...
27/05/2026

Sim, a dor durante a relação sexual deve ser investigada, principalmente quando acontece com frequência, intensidade ou começa a impactar o bem-estar físico e emocional da mulher.

Embora muitas pacientes acabem normalizando esse sintoma, sentir dor na relação não é considerado algo esperado ou saudável. Esse desconforto pode estar associado a diferentes condições ginecológicas, como endometriose, infecções, alterações hormonais, ressecamento vaginal, inflamações pélvicas e até alterações musculares da região íntima.

Em alguns casos, a dor pode ocorrer apenas em determinadas posições ou períodos do ciclo menstrual. Em outros, pode vir acompanhada de cólicas intensas, sangramento, desconforto pélvico ou alterações intestinais e urinárias.

Além do impacto físico, a dor recorrente também pode afetar a autoestima, a vida íntima e a qualidade de vida da paciente, tornando essencial uma avaliação ginecológica individualizada.

O diagnóstico precoce ajuda a identificar a causa do problema e permite indicar o tratamento mais adequado para cada situação.

Dor não deve ser ignorada nem normalizada. Seu corpo merece atenção e cuidado.

⭐ Mastologista ⭐ Ginecologista ⭐ Onco Pélvica ⭐
CRM/RO: 5744 | RQE: 2035/2037

Mesmo sem sintomas aparentes, manter os exames preventivos em dia é uma das principais formas de cuidado com a saúde da ...
26/05/2026

Mesmo sem sintomas aparentes, manter os exames preventivos em dia é uma das principais formas de cuidado com a saúde da mulher. Muitas alterações ginecológicas podem se desenvolver silenciosamente, sem sinais perceptíveis nas fases iniciais.

O exame preventivo é fundamental para identificar precocemente alterações no colo do útero, infecções, inflamações e outras condições que, quando diagnosticadas cedo, possuem maiores chances de tratamento e controle adequados.

Além da prevenção do câncer do colo do útero, as consultas ginecológicas periódicas também permitem avaliar a saúde hormonal, menstrual, sexual e reprodutiva da paciente de forma completa e individualizada.

Criar o hábito do acompanhamento regular é um investimento em qualidade de vida, autocuidado e bem-estar a longo prazo.

Cuidar da saúde íntima não deve acontecer apenas quando surgem sintomas. A prevenção continua sendo a melhor forma de proteção.

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Sim, a endometriose pode afetar a fertilidade, principalmente quando a doença provoca inflamações, aderências ou alteraç...
25/05/2026

Sim, a endometriose pode afetar a fertilidade, principalmente quando a doença provoca inflamações, aderências ou alterações na anatomia da pelve, comprometendo ovários, trompas e outros órgãos reprodutivos.

Nem toda mulher com endometriose terá dificuldade para engravidar, mas em alguns casos a condição pode dificultar a fecundação e a implantação do embrião. Isso acontece porque o processo inflamatório pode interferir tanto na qualidade dos óvulos quanto no funcionamento adequado das trompas e do ambiente uterino.

Além da infertilidade, sintomas como cólicas intensas, dor pélvica crônica, dor durante a relação e alterações intestinais também podem estar associados à doença.

O diagnóstico precoce e o acompanhamento especializado são fundamentais para preservar a fertilidade e definir o melhor tratamento para cada paciente, especialmente para mulheres que desejam engravidar no futuro.

Cada caso deve ser avaliado de forma individualizada, considerando idade, sintomas, grau da doença e planejamento reprodutivo da paciente.

Se você possui diagnóstico de endometriose ou suspeita da doença e deseja engravidar, procure acompanhamento ginecológico para uma avaliação adequada.

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A menopausa é uma fase natural da vida da mulher, marcada por mudanças hormonais que podem impactar o corpo, as emoções ...
24/05/2026

A menopausa é uma fase natural da vida da mulher, marcada por mudanças hormonais que podem impactar o corpo, as emoções e a qualidade de vida de maneiras diferentes em cada paciente.

Ondas de calor, alterações no sono, irritabilidade, ressecamento vaginal, diminuição da libido, cansaço e mudanças no metabolismo são alguns dos sintomas que podem surgir durante essa transição. Embora comuns, esses sintomas não precisam ser enfrentados em silêncio ou sem acompanhamento adequado.

Com informação, acolhimento e acompanhamento ginecológico individualizado, é possível atravessar essa fase com mais equilíbrio, saúde e bem-estar.

Além do controle dos sintomas, o acompanhamento médico na menopausa também é importante para prevenção de doenças cardiovasculares, osteoporose e outras condições relacionadas às alterações hormonais dessa etapa da vida.

Cada mulher vive a menopausa de forma única. Por isso, o cuidado deve respeitar a história, as necessidades e a qualidade de vida de cada paciente.

Cuidar da saúde feminina é importante em todas as fases da vida.

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A saúde íntima vai além da ausência de doenças. Quando existe desconforto durante a relação, dor pélvica, ressecamento, ...
23/05/2026

A saúde íntima vai além da ausência de doenças. Quando existe desconforto durante a relação, dor pélvica, ressecamento, ardência ou alterações que impactam a vida íntima, o corpo está emitindo sinais que merecem atenção.

Muitas mulheres acabam silenciando sintomas por vergonha, insegurança ou por acreditarem que determinados desconfortos são “normais”. Porém, alterações na intimidade podem estar relacionadas a condições ginecológicas como endometriose, infecções, alterações hormonais, vaginismo, ressecamento vaginal e processos inflamatórios.

Além do impacto físico, esses sintomas também podem afetar autoestima, relacionamentos, bem-estar emocional e qualidade de vida de forma significativa.

A avaliação ginecológica é fundamental para investigar as causas do desconforto e indicar o tratamento mais adequado para cada paciente, respeitando sua individualidade e necessidades.

Cuidar da saúde íntima também é uma forma de autocuidado, acolhimento e qualidade de vida.

Seu corpo fala. Escutar os sinais é essencial.

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A dor pélvica fora do período menstrual não deve ser considerada normal, principalmente quando acontece com frequência o...
22/05/2026

A dor pélvica fora do período menstrual não deve ser considerada normal, principalmente quando acontece com frequência ou interfere na rotina da mulher. Esse sintoma pode estar relacionado a diferentes condições ginecológicas, incluindo a endometriose.

Na endometriose, o processo inflamatório pode permanecer ativo ao longo do ciclo, causando dor contínua mesmo fora da menstruação. Em alguns casos, a paciente pode sentir desconforto ao sentar, durante relações se***is, ao evacuar ou até em atividades simples do dia a dia.

Além da endometriose, outras alterações como adenomiose, cistos ovarianos, infecções ginecológicas e alterações hormonais também podem provocar dor persistente e precisam ser investigadas adequadamente.

Muitas mulheres acabam se acostumando com a dor e adiando a busca por ajuda, mas o diagnóstico precoce é importante para evitar a progressão dos sintomas e melhorar a qualidade de vida.

Seu corpo dá sinais quando algo não está bem. Escutar esses sinais é um cuidado com a sua saúde.

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Sim, a endometriose pode estar associada tanto ao cansaço frequente quanto a sintomas intestinais, principalmente quando...
21/05/2026

Sim, a endometriose pode estar associada tanto ao cansaço frequente quanto a sintomas intestinais, principalmente quando a doença provoca processos inflamatórios mais intensos ou acomete regiões próximas ao intestino.

Muitas mulheres relatam fadiga constante, sensação de esgotamento físico, inchaço abdominal, prisão de ventre, diarreia, gases e dor para evacuar, especialmente durante o período menstrual. Esses sintomas podem impactar significativamente a qualidade de vida e, muitas vezes, são confundidos com alterações intestinais comuns.

A endometriose é uma condição inflamatória crônica e pode afetar diferentes órgãos da pelve. Quando há comprometimento intestinal, os sintomas podem se tornar ainda mais intensos e recorrentes.

Além disso, a dor persistente, alterações hormonais, noites mal dormidas e o próprio processo inflamatório podem contribuir para o cansaço excessivo e desgaste físico e emocional da paciente.

Por isso, é importante observar os sinais do corpo e buscar avaliação especializada quando os sintomas começam a interferir na rotina. O diagnóstico precoce pode ajudar no controle da doença e na melhora da qualidade de vida.

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Sim, a dor durante a relação sexual pode estar associada à endometriose, principalmente quando ocorre de forma frequente...
20/05/2026

Sim, a dor durante a relação sexual pode estar associada à endometriose, principalmente quando ocorre de forma frequente, profunda ou acompanhada de outros sintomas ginecológicos.

A endometriose acontece quando um tecido semelhante ao endométrio cresce fora do útero, podendo atingir ovários, trompas, intestino e regiões próximas da pelve. Esse processo pode gerar inflamação, aderências e dor, especialmente durante o período menstrual e nas relações íntimas.

Além da dor na relação, outros sinais que podem estar presentes incluem cólicas intensas, dor pélvica crônica, alterações intestinais, dificuldade para engravidar e desconforto urinário em alguns casos.

Muitas mulheres passam anos acreditando que essa dor é “normal”, o que acaba atrasando o diagnóstico e o tratamento adequado. Por isso, a avaliação ginecológica é fundamental para investigar os sintomas e indicar o acompanhamento mais apropriado para cada paciente.

Dor não deve ser ignorada. Seu corpo merece atenção, cuidado e escuta.

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A enxaqueca com aura merece atenção especial quando falamos sobre métodos anticoncepcionais. Isso porque alguns contrace...
19/05/2026

A enxaqueca com aura merece atenção especial quando falamos sobre métodos anticoncepcionais. Isso porque alguns contraceptivos hormonais, principalmente os que contêm estrogênio, podem aumentar o risco de complicações vasculares em determinadas pacientes.

A aura é caracterizada por sintomas neurológicos que costumam surgir antes da crise de enxaqueca, como alterações visuais, pontos luminosos, formigamentos ou dificuldade momentânea na fala. Nesses casos, a escolha do anticoncepcional deve ser feita de forma individualizada e com acompanhamento médico adequado.

Nem todo método é contraindicado, mas é fundamental avaliar histórico clínico, idade, hábitos de vida, presença de tabagismo, pressão arterial e outros fatores de risco antes da definição do contraceptivo mais seguro.

O acompanhamento ginecológico é essencial para equilibrar eficácia contraceptiva, controle hormonal e segurança cardiovascular, reduzindo riscos e promovendo mais qualidade de vida para a paciente.

Se você apresenta enxaqueca com aura ou sintomas semelhantes, evite iniciar ou trocar anticoncepcionais sem orientação médica.

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Muitas mulheres convivem diariamente com sinais que o próprio corpo tenta comunicar, mas que acabam sendo ignorados ou n...
18/05/2026

Muitas mulheres convivem diariamente com sinais que o próprio corpo tenta comunicar, mas que acabam sendo ignorados ou normalizados com o tempo. Cólicas intensas, dor durante a relação, alterações menstruais, cansaço frequente e desconfortos pélvicos não devem ser vistos como algo comum.

O organismo costuma emitir alertas antes que determinadas condições se agravem, e perceber esses sinais precocemente pode fazer diferença no diagnóstico e na qualidade de vida.

Condições ginecológicas como endometriose, adenomiose, alterações hormonais e processos inflamatórios podem impactar não apenas a saúde física, mas também o bem-estar emocional, a rotina e os relacionamentos.

Por isso, manter o acompanhamento ginecológico regular é essencial para identificar alterações, prevenir complicações e promover mais qualidade de vida e saúde íntima.

Se o seu corpo vem dando sinais, não ignore. Buscar avaliação médica é um passo importante para cuidar de você com atenção e segurança.

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