13/08/2026
Aqui está uma verdade que muda completamente a forma de atender gatos: quanto mais você luta contra o paciente, menos informação clínica você consegue obter.
O medo altera frequência cardíaca, frequência respiratória, pressão arterial, glicemia e até o comportamento durante o exame físico. Além disso, um gato extremamente estressado pode esconder sinais importantes ou reagir de forma defensiva simplesmente porque não se sente seguro.
Por isso, as práticas Cat Friendly e de manejo de baixo estresse não são um diferencial “carinhoso”. Elas fazem parte da boa medicina felina.
Esperar alguns minutos para o gato sair da caixa, utilizar uma toalha de forma correta, evitar contenção desnecessária e reconhecer precocemente os sinais de estresse são atitudes simples que melhoram a qualidade do atendimento e reduzem o risco de mordidas e arranhões para toda a equipe.
No fim, todos ganham: o paciente, o tutor e o médico-veterinário.
👉 Você já utiliza alguma dessas técnicas na sua rotina?