Livia Entringer - Psicóloga

Livia Entringer - Psicóloga Meu trabalho é guiado pela escuta empática, técnica baseada em evidências e compromisso com o bem-estar emocional de cada paciente.

Psicóloga | CRP 16/3581
👩‍👧 Terapia Familiar | EMDR | Brainspotting
💗 Especialista em traumas, luto e relações familiares
✅ Mais de 15 anos transformando vidas com acolhimento e técnica
📲 Sua saúde emocional merece atenção
agende sua consulta! Psicóloga | CRP 16/3581
👩‍👧 Terapia Familiar | EMDR | Brainspotting

Sou especialista em traumas, luto e relações familiares, com mais de 15 anos de experi

ência acolhendo e transformando vidas. Atendo crianças, adolescentes, adultos e famílias, utilizando abordagens terapêuticas modernas como EMDR e Brainspotting, que promovem a superação de traumas e o fortalecimento emocional.

💗 Aqui, sua dor é acolhida com respeito, segurança e profissionalismo.

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📍 Atendimento presencial em Vitória - ES e online para todo o Brasil.

22/08/2026

Tem gente que acha que terapia é só "conversar".
Tem gente que acha que o psicólogo vai dizer o que fazer. Nenhuma das duas é bem assim.

Comenta aqui: qual é a sua maior dúvida sobre como funciona uma sessão?
Comenta sua maior dúvida sobre terapia 👇

21/08/2026

Toda trajetória começa antes do diploma.

🧠 Hoje eu abro a semana mais especial do ano pra mim, contando um pouco da minha história com a Psicologia. Até dia 28/08, teremos uma série de 7 episódios para a semana do dia do Psicólogo (a).
Vem comigo?

Segue pra não perder nenhum dia da série 📌

20/08/2026

Você já sentiu que precisava “ganhar pontos” aos olhos dos outros?

De Black Mirror ao “farmar aura”, a lógica muda de nome — mas a necessidade de aprovação continua atravessando a forma como construímos nossa autoestima.

No vídeo, eu te convido a pensar sobre quando viver começa a se confundir com performar para ser visto.

Livia Entringer | Psicóloga Agendamentos: (27) 99933-7745

(podridão cerebral, em tradução livre) é um fenômeno de comportamento digital, que  descreve uma mudança estrutural na l...
17/08/2026

(podridão cerebral, em tradução livre) é um fenômeno de comportamento digital, que descreve uma mudança estrutural na linguagem e na cognição provocada pelo uso crônico e excessivo das redes sociais de vídeos curtos

O fenômeno é marcado por vídeos intencionalmente caóticos, hiperestimulantes e abstratos que não possuem um nexo lógico, servindo apenas para prender os olhos do usuário na tela
Psicólogos e neurocientistas usam o termo para descrever a diminuição da capacidade de atenção em consequência do consumo excessivo desse tipo de conteúdo. O cérebro f**a tão acostumado com estímulos visuais de alta velocidade e dopamina rápida que passa a rejeitar conteúdos longos ou complexos

"brain rot" foi eleita a Palavra do Ano de 2024 pela Oxford University Press. Já para o ano de 2025, a expressão escolhida pela instituição foi "rage bait".
Ambas as escolhas refletem como a nossa linguagem atual está profundamente conectada aos comportamentos digitais e de redes sociais
A expressão "six-seven" entra exatamente como o ápice do fenômeno do Brain Rot. Ela virou uma febre tão absurda que foi coroada como a Palavra do Ano de 2025 pelo prestigiado Dictionary.com
Lívia Entringer | Psicóloga Agendamentos: (27) 99933-7745

Nem toda trend existe apenas para chamar atenção.Por trás de cada comportamento nas redes sociais podem existir necessid...
13/08/2026

Nem toda trend existe apenas para chamar atenção.

Por trás de cada comportamento nas redes sociais podem existir necessidades humanas como pertencimento, recompensa, criatividade e até estratégias de enfrentamento.

O problema não está, necessariamente, em participar das tendências.

A pergunta mais importante é:
Você faz escolhas conscientes ou apenas segue o fluxo do algoritmo?

Deslize o carrossel e compreenda a psicologia por trás das trends.

Livia Entringer | Psicóloga Agendamentos: (27) 99933-7745

10/08/2026

Você talvez nem perceba... mas toda geração cria suas próprias trends.

Antes do Farmar Aura, do Six-Seven e do Main Character, também tivemos nossas modinhas, nossas danças e nossas expressões.

A diferença talvez não esteja nas pessoas, mas na velocidade com que tudo acontece hoje.
Nos próximos dias, vamos conversar sobre o que a Psicologia tem a dizer sobre esse fenômeno. 🧠✨

Livia Entringer | Psicóloga Agendamentos: (27) 99933-7745

Nos últimos dias, o show da Xuxa gerou muitos comentários. Alguns celebravam a artista. Outros pareciam menos interessad...
03/08/2026

Nos últimos dias, o show da Xuxa gerou muitos comentários. Alguns celebravam a artista. Outros pareciam menos interessados na apresentação e mais preocupados com sua idade.

Esse tipo de reação nos convida a refletir sobre o etarismo.

O preconceito relacionado à idade não se manifesta apenas quando alguém é excluído de uma vaga de trabalho ou tratado como incapaz. Ele também aparece quando determinadas pessoas passam a ser julgadas por continuarem ocupando espaços que socialmente lhes foram negados.

No caso das mulheres, o envelhecimento costuma ser atravessado por expectativas diferentes das dirigidas aos homens. Juventude, beleza e visibilidade ainda são frequentemente tratadas como condições para que elas sejam legitimadas socialmente.

Questionar essas expectativas não signif**a afirmar que toda crítica a uma apresentação artística seja etarista. Performances podem ser apreciadas ou criticadas por inúmeros aspectos. A reflexão surge quando a idade se torna o principal argumento, enquanto artistas mais jovens — ou homens da mesma faixa etária — são avaliados por critérios diferentes.

Envelhecer não deveria signif**ar desaparecer.

Talvez uma sociedade mais saudável seja aquela em que as pessoas possam continuar criando, trabalhando, cantando, ensinando ou simplesmente existindo, sem que sua idade se torne o centro da discussão.

Livia Entringer | Psicóloga Agendamentos: (27) 99933-7745

30/07/2026

Muito antes de conseguirmos explicar uma emoção, o corpo já começou a responder.

A música participa desse processo porque influencia padrões fisiológicos relacionados à respiração, frequência cardíaca, tensão muscular e estado de alerta.

Quando existe segurança, ritmo e previsibilidade, o sistema nervoso tende a organizar melhor suas respostas.

Por isso determinadas músicas nos acalmam.
Outras despertam energia.
Outras acessam lembranças profundas.

Na prática clínica, a música não substitui a psicoterapia, mas pode funcionar como um importante recurso complementar de regulação emocional quando utilizada de forma consciente e individualizada.
O corpo percebe antes.
A mente organiza depois.

Lívia Entringer | Psicóloga
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Você sabe, racionalmente, que está seguro.Mas basta um olhar, um tom de voz ou uma situação parecida para o coração acel...
27/07/2026

Você sabe, racionalmente, que está seguro.

Mas basta um olhar, um tom de voz ou uma situação parecida para o coração acelerar, a respiração mudar e o corpo entrar em alerta.
Isso acontece porque o trauma não é definido apenas pelo evento vivido.

Ele também está relacionado à forma como o sistema nervoso conseguiu — ou não — processar aquela experiência.

Quando uma situação é intensa demais, nosso organismo ativa respostas automáticas de sobrevivência: lutar, fugir, congelar ou colapsar. Em alguns casos, essas respostas permanecem incompletas, como se o corpo ainda esperasse o momento certo para finalizar aquilo que precisou interromper para sobreviver.

É nesse ponto que a Experiência Somática oferece uma perspectiva diferente.
Em vez de reviver repetidamente a dor, ela convida o organismo, de forma gradual e segura, a reconhecer seus sinais internos e permitir que essas respostas sejam reorganizadas.

Esse processo é chamado de renegociação do trauma.
Renegociar não signif**a apagar o passado.
Signif**a oferecer ao corpo uma nova experiência: a de perceber que o perigo terminou e que ele não precisa mais permanecer em estado constante de defesa.

Quando o sistema nervoso encontra segurança, ele amplia sua capacidade de escolha.

E, pouco a pouco, o presente deixa de ser vivido como se ainda fosse o passado.
Porque a cura do trauma não acontece quando esquecemos o que vivemos.
Ela começa quando o corpo aprende que já não precisa sobreviver o tempo todo.

Lívia Entringer | Psicóloga
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23/07/2026

A Experiência Somática (ou Somatic Experiencing® - SE) é uma terapia desenvolvida pelo Dr. Peter Levine, focada no tratamento de traumas e estresse crônico. Em vez de apenas conversar sobre o evento, ela ajuda o sistema nervoso a liberar a tensão física e o choque que f**aram "congelados" no corpo. A SE parte da compreensão de que o trauma está relacionado à forma como o sistema nervoso ficou organizado após uma situação de ameaça.

Durante o processo terapêutico, as intervenções dão bastante espaço para o que acontece no corpo, e permitem que o organismo reorganize respostas que permaneceram interrompidas.
Esse processo recebe o nome de renegociação do trauma.
Não se trata de apagar memórias.

Mas de permitir que elas deixem de controlar automaticamente as respostas do corpo.
Quando o sistema nervoso encontra segurança novamente, ele também encontra novas possibilidades de viver.

Ficou curioso e quer conhecer a abordagem? Estou disponível para te apresentar um novo olhar.

👩‍⚕️ Lívia Entringer | Psicóloga
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