Psicóloga Susana Loyola

Psicóloga Susana Loyola CRP:16/9090

- Atendimento psicoterapêutico on-line e presencial na abordagem Cognitivo-Comportam

11/08/2026

Você já percebeu que duas pessoas podem viver exatamente a mesma situação… e sentir emoções completamente diferentes?

Isso acontece porque não reagimos apenas aos fatos.

Reagimos, principalmente, ao significado que damos a eles.

Uma mensagem sem resposta pode ser interpretada como:
“A pessoa deve estar ocupada.”

Ou como:
“Ela perdeu o interesse em mim.”

O fato é o mesmo.

O sofrimento muda conforme a interpretação.

E essa interpretação não surge do nada. Ela é construída pelas nossas experiências, pelas nossas crenças e pela forma como aprendemos a enxergar o mundo.

Por isso, antes de acreditar em tudo o que sua mente diz, faça uma pausa.

Pergunte-se:

💭 O que realmente aconteceu?

💭 Quais evidências eu tenho para essa conclusão?

💭 Existe outra forma, igualmente possível, de interpretar essa situação?

Nem todo pensamento é um fato.

Às vezes, ele é apenas uma hipótese que o cérebro criou para tentar explicar o que ainda não sabe.

E aprender a diferenciar uma coisa da outra pode transformar a forma como você sente, reage e se relaciona.

💚 Qual foi a última vez que você percebeu que estava sofrendo mais pela interpretação do que pelo fato em si?

Susana Loyola
Psicóloga Clínica / TCC

09/08/2026
Vivemos em uma cultura que nos ensina a combater qualquer sinal de desconforto. Então, quando a ansiedade aparece, a pri...
30/07/2026

Vivemos em uma cultura que nos ensina a combater qualquer sinal de desconforto. Então, quando a ansiedade aparece, a primeira pergunta costuma ser:

“Como faço para parar de sentir isso?”

Mas a ansiedade não surgiu para atrapalhar você. Ela é um sistema de proteção do cérebro, criado para identificar possíveis ameaças e preparar o corpo para agir.

O problema começa quando esse “alarme” passa a tocar diante de situações que não representam um perigo real.

É nesse momento que muitas pessoas entram em uma batalha contra a própria ansiedade. E, paradoxalmente, quanto mais tentam expulsá-la, mais ela parece ganhar força.

Na psicoterapia, o objetivo não é eliminar todas as emoções difíceis.

É aprender a reconhecê-las, compreender o que elas estão comunicando e desenvolver recursos para que elas deixem de conduzir suas escolhas.

Porque viver sem ansiedade não é uma meta realista.

A verdadeira liberdade é poder sentir ansiedade sem deixar que ela decida o rumo da sua vida.

💬 E você? Costuma lutar contra a ansiedade ou tentar entender o que ela está querendo lhe mostrar?

Salve este conteúdo para reler quando precisar e compartilhe com alguém que pode se beneficiar dessa reflexão. 💚

28/07/2026

Querer agradar todo mundo não é apenas um sinal de gentileza.
Muitas vezes, isso nasce da crença de que, para ser amado, aceito ou valorizado, você precisa corresponder às expectativas dos outros.

Então você evita conflitos, diz ‘sim’ quando queria dizer ‘não’ e coloca as necessidades de todo mundo na frente das suas.

O problema é que, quando você faz isso repetidamente, começa a perder uma referência importante: quem você realmente é.

Um exercício simples é se perguntar, antes de dizer ‘sim’: ‘Estou fazendo isso porque eu quero… ou porque tenho medo da reação da outra pessoa?’

A resposta pode revelar muito sobre a forma como você tem se relacionado consigo mesmo.

Susana Loyola
Psicóloga Clínica / TCC

O avanço da Inteligência Artificial trouxe respostas rápidas e baratas para a palma da mão, e é natural que as pessoas, ...
22/07/2026

O avanço da Inteligência Artificial trouxe respostas rápidas e baratas para a palma da mão, e é natural que as pessoas, por impulso ou questões financeiras, tentem usar a IA como um “ombro amigo”.
No entanto, a psicologia humana tem bases que nenhuma linha de código consegue replicar.

A IA é ótima para organizar tarefas e tirar dúvidas rápidas, mas a sua saúde mental e as suas feridas emocionais exigem o cuidado, a profundidade e o calor de um coração humano.

Pense nisso.

Susana Loyola
Psicóloga Clínica / TCC

16/07/2026

Seu filho não está apenas jogando.

Enquanto joga, ele está sendo incluído, provocado, recompensado, pressionado e influenciado por outras pessoas.
E isso acontece em uma fase em que ainda está aprendendo a reconhecer manipulação, lidar com frustrações e estabelecer limites.

O risco não está somente em falar com desconhecidos. Está também na normalização de agressões, na pressão para gastar dinheiro, no medo de ser excluído e na necessidade de permanecer conectado para não perder o grupo.
Por isso, supervisionar não é apenas controlar o tempo de tela.
É conhecer o jogo, observar mudanças de comportamento e conversar sobre o que seu filho vive ali dentro.

Porque, para a criança, aquele mundo virtual também é uma experiência real.

Isso faz sentido para você?

Susana Loyola
Psicóloga Clínica e Orientadora Parental

Você já respondeu “está tudo bem” quando, na verdade, estava completamente esgotada?Vivemos em uma cultura que aplaude q...
14/07/2026

Você já respondeu “está tudo bem” quando, na verdade, estava completamente esgotada?
Vivemos em uma cultura que aplaude quem faz tudo, resolve tudo e nunca para.

Principalmente as mulheres, que muitas vezes aprendem desde cedo que precisam ser excelentes profissionais, mães presentes, parceiras dedicadas, filhas disponíveis… e, de preferência, dar conta de tudo sem demonstrar cansaço.
Mas existe uma verdade que nem sempre lembramos:

O corpo não entende elogios. Ele entende excesso.

Quando ignoramos nossos limites por muito tempo, o corpo e a mente começam a pedir socorro. E esse pedido pode aparecer na forma de ansiedade, irritabilidade, dificuldade para dormir, falta de concentração ou uma sensação constante de que nunca somos suficientes.

Descansar não é preguiça.
Pedir ajuda não é fraqueza.
Dizer “não” não faz de você uma pessoa egoísta.

💚 Cuidar de si é uma forma de preservar sua saúde mental e também a sua capacidade de cuidar do que realmente importa.

Hoje eu quero deixar uma pergunta:

Você está vivendo… ou apenas tentando dar conta de tudo?
Qual foi a última vez que você se permitiu descansar sem sentir culpa?

Susana Loyola
Psicóloga Clínica / TCC

09/07/2026

“Meu filho sabe o que é certo, mas na hora da raiva parece que esquece tudo.”

Se você já pensou isso, este vídeo é para você.

A neurociência mostra que a autorregulação emocional não depende apenas de “força de vontade”. Ela está diretamente relacionada ao desenvolvimento do córtex pré-frontal, a região do cérebro responsável pelo autocontrole, pelo planejamento e pelo gerenciamento das emoções.

E existe um detalhe importante: essa é uma das últimas áreas do cérebro a amadurecer.
Por isso, quando uma criança ou um adolescente perde o controle, muitas vezes não é porque não quer se acalmar. É porque o “freio” do cérebro ainda está em desenvolvimento.

Isso não significa ausência de limites. Significa que, além dos limites, eles precisam de um adulto que os ajude a desacelerar.
Quando você acolhe a emoção, mantém a calma e ensina caminhos para lidar com o que está sentindo, está fortalecendo uma habilidade que seu filho levará para a vida inteira.

🌿 Educar emocionalmente não é evitar que a criança sinta emoções difíceis. É ensiná-la a atravessá-las de forma saudável.

💬 Esse conteúdo fez sentido para você? Compartilhe com outros pais e educadores que também podem se beneficiar dessa informação.

Susana Loyola
Psicóloga Clínica / Orientadora Parental

Você já percebeu como, às vezes, um simples atraso em uma resposta é suficiente para despertar uma avalanche de pensamen...
08/07/2026

Você já percebeu como, às vezes, um simples atraso em uma resposta é suficiente para despertar uma avalanche de pensamentos?

“Será que falei demais?”
“Será que perdeu o interesse?”
“Será que fiz alguma coisa errada?”

Na maioria das vezes, o sofrimento não está no que aconteceu, mas na interpretação que fazemos da situação.

Nossas experiências, inseguranças e crenças influenciam a forma como enxergamos os relacionamentos. Por isso, desenvolver autoconhecimento não significa deixar de sentir medo ou ansiedade, mas aprender a reconhecer quando quem está falando é a realidade… e quando é a nossa história.

Relacionamentos saudáveis não dependem apenas de encontrar a pessoa certa. Eles também são construídos pela forma como nos relacionamos conosco.

💚 Deslize o carrossel e reflita: quantas vezes você sofreu mais pelos pensamentos que criou do que pelos fatos que realmente aconteceram?

✨ Você já viveu uma situação parecida?

Susana Loyola
Psicóloga Clínica / TCC

02/07/2026

Nem toda psicoterapia começa quando algo está errado.

Muitas vezes, ela começa quando decidimos nos preparar melhor para lidar com a vida, com as pressões e com as escolhas que fazemos todos os dias.

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