Juliana Targino Psicologa

Juliana Targino Psicologa Psicoterapia infantil no manejo da ansiedade infantil junto com treinamento parental.

Realizo Avaliação e Reabilitação Neuropsicológica em crianças e adolescentes.

Nem toda criança vai acompanhar o ritmo que o mundo insiste em cobrar, e está tudo bem.O importante é a conquista em peq...
25/05/2026

Nem toda criança vai acompanhar o ritmo que o mundo insiste em cobrar, e está tudo bem.

O importante é a conquista em pequenas situações do dia a dia.

Isso não significa ignorar sinais importantes, nem deixar de buscar intervenção adequada quando algo chama atenção. Significa olhar com menos comparação e mais compreensão.

Porque, muitas vezes, antes de dizer que uma criança está atrasada, a gente precisa se perguntar: atrasada em relação a quê? A quem? A qual expectativa?

Cada desenvolvimento merece ser observado com cuidado, acolhimento e orientação.

Comparar pode gerar peso. Compreender pode abrir caminhos. 💙

O desenvolvimento infantil acontece nas pequenas experiências do dia a dia.Brincadeiras, conversas, movimento, rotina e ...
22/05/2026

O desenvolvimento infantil acontece nas pequenas experiências do dia a dia.

Brincadeiras, conversas, movimento, rotina e momentos de presença têm um impacto muito maior no cérebro da criança do que muitas pessoas imaginam.

Mais do que excesso de estímulos ou atividades complexas, o cérebro infantil precisa de conexão, segurança emocional e oportunidades para explorar o mundo de forma saudável.

Cada interação conta: uma conversa durante o almoço, uma br**cadeira no chão da sala, um abraço antes de dormir ou simplesmente um adulto verdadeiramente presente.

O desenvolvimento não acontece apenas em consultórios ou escolas ele também é construído dentro de casa, nas relações e na forma como a criança se sente acolhida todos os dias.

📌 Salve este post para lembrar da importância dos pequenos momentos.

20/05/2026

Nem toda criança vive ambientes cheios, barulhentos e agitados da mesma forma.

Para muitas crianças com TDAH ou autismo, festas e encontros sociais podem representar um grande desgaste emocional e sensorial. Sons altos, excesso de estímulos, mudanças na rotina e muitas interações ao mesmo tempo podem gerar desconforto, irritação, cansaço e até crises.

O que para alguns parece “exagero” ou “falta de adaptação”, muitas vezes é apenas um cérebro tentando lidar com estímulos intensos demais.

Por isso, mais importante do que insistir para que a criança “aja normalmente”, é oferecer acolhimento, respeitar limites e compreender suas necessidades individuais.

Inclusão também é entender que nem todo ambiente será confortável para todas as crianças e tudo bem.

19/05/2026
Conscientizar não é só informar.É quebrar pensamentos que ainda ferem, culpam e sobrecarregam famílias que já fazem o po...
18/05/2026

Conscientizar não é só informar.

É quebrar pensamentos que ainda ferem, culpam e sobrecarregam famílias que já fazem o possível todos os dias.

É parar de olhar para a criança apenas pelo comportamento e começar a enxergar a história, o contexto, as necessidades e os sinais que muitas vezes passam despercebidos.

Muitas famílias não precisam de julgamento.
Precisam de escuta, orientação e acolhimento.

Porque por trás de uma criança que enfrenta dificuldades, quase sempre existe uma família tentando entender, tentando ajudar e tentando fazer o melhor com os recursos que tem.

Conscientizar é também lembrar que informação muda olhares.
E quando o olhar muda, a forma de cuidar também muda.

Se esse conteúdo fez sentido para você, compartilhe com alguém que precisa olhar para esse tema com mais empatia.

O aprendizado infantil não acontece separado das emoções.Uma criança muito ansiosa, insegura, com medo de errar ou viven...
15/05/2026

O aprendizado infantil não acontece separado das emoções.

Uma criança muito ansiosa, insegura, com medo de errar ou vivendo sob excesso de cobrança pode até estar presente fisicamente, mas emocionalmente não está disponível para aprender da melhor forma.

Isso acontece porque o estresse interfere em funções importantes como atenção, memória, organização do pensamento e raciocínio.

Por outro lado, quando a criança se sente segura, acolhida e encorajada, o cérebro encontra um terreno mais favorável para aprender. A curiosidade aparece com mais facilidade, a confiança aumenta e o envolvimento com as atividades se torna mais natural.

Por isso, olhar para o emocional não é “passar a mão na cabeça”.
É entender que validar sentimentos, acolher dificuldades e construir um ambiente seguro também fazem parte do processo de aprendizagem.

Antes de cobrar apenas desempenho, observe como essa criança está se sentindo.

Aprender também exige vínculo, segurança e acolhimento.

13/05/2026

Cada criança vive o mundo à sua maneira com seu próprio ritmo, suas sensibilidades, habilidades e formas de se conectar com tudo ao redor.

Por isso, crianças que possuem o mesmo diagnóstico podem apresentar comportamentos, necessidades e desafios completamente diferentes no dia a dia. Enquanto uma pode ter facilidade na comunicação, outra talvez precise de suporte em interação social, autonomia ou regulação emocional.

Mais do que analisar um relatório, é essencial compreender a criança em sua totalidade: como ela br**ca, aprende, se expressa, reage aos estímulos, cria vínculos e enfrenta suas dificuldades. Esse olhar cuidadoso permite construir estratégias mais eficazes, respeitosas e alinhadas à realidade de cada família.

Quando o acompanhamento considera a individualidade de cada criança, o desenvolvimento acontece de forma mais leve, acolhedora e significativa fortalecendo não apenas habilidades, mas também autoestima, segurança e qualidade de vida.

A empatia é a chave para abrir portas onde a compreensão ainda não chegou.Nem sempre o outro precisa de uma resposta pro...
11/05/2026

A empatia é a chave para abrir portas onde a compreensão ainda não chegou.

Nem sempre o outro precisa de uma resposta pronta.
Às vezes, ele precisa apenas de alguém que consiga enxergar além do comportamento, além do silêncio, além da reação.

Ser empático é tentar compreender antes de julgar.
É lembrar que cada pessoa carrega histórias, dores, medos e processos que nem sempre aparecem do lado de fora.

Quando a compreensão ainda não chegou, a empatia pode ser o primeiro passo.
Ela aproxima, acolhe e transforma a forma como nos relacionamos.

Porque, no fim, todos nós precisamos de um pouco mais de escuta, presença e humanidade.

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