09/09/2026
Ainda estou lendo *Oração para desaparecer*, de Socorro Acioli, e a relação entre memória, identidade e pertencimento foi uma das coisas que mais despertaram minha atenção. A própria apresentação do romance coloca Cida diante da reconstrução de uma vida em território desconhecido.
Não é uma história sobre migração como a vivemos na clínica, mas a literatura tem essa capacidade de abrir perguntas. O que nos ajuda a reconhecer quem somos quando mudam o país, os vínculos, a rotina e os lugares que antes nos davam referência?
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