Odalea Freire Counselor

Odalea Freire Counselor Kontaktinformationen, Karte und Wegbeschreibungen, Kontaktformulare, Öffnungszeiten, Dienstleistungen, Bewertungen, Fotos, Videos und Ankündigungen von Odalea Freire Counselor, Psychologische Einrichtung, Route de Sauverny 15, Versoix.

My work is to provide assistance and guidance in resolving personal, social and psychological difficulties related to the women's expat life in individual therapy.

Maio foi intenso.Não apenas pelas boas notícias, mas também pelas difíceis.Foi um mês que me lembrou que a vida não acon...
31/05/2026

Maio foi intenso.

Não apenas pelas boas notícias, mas também pelas difíceis.

Foi um mês que me lembrou que a vida não acontece em compartimentos. O profissional e o pessoal caminham juntos, trazendo alegrias, desafios, conquistas e despedidas.

Mas, ao olhar para trás, percebo que a balança terminou positiva.

Entre trabalhos aceitos, reuniões importantes, projetos transformadores saindo do papel, celebrações, aniversários, reencontros e grandes conquistas, maio também trouxe aprendizados que só os meses intensos são capazes de oferecer.

Nem tudo foi fácil.
Nem tudo saiu como planejado.

Mas tudo contribuiu para a construção de algo maior.

Passando para registrar alguns momentos que fizeram parte desta jornada.

Obrigada, maio. Que venha junho.

Vídeo 1. Trabalho concluído para congresso
Vídeo 2. Comemorando a descoberta que meu trabalho vai estar na mesma sessão que um grande nome
Vídeo 3. Reunião de alinhamento com Sylvia Dantas
Foto 4. Encontro interculturais Suíça
Foto 5. Celebrando 28 anos de casada
Foto 6. Um perrengue em francês que me levou tempo e dor de cabeça
Foto 7. Reunião com representantes do Conselho Federal de Psicologia em visita a Genebra
Foto 8. Comemorar a vida do meu amor que faz tudo valer a pena. Junto a você os desafios se tornam menos assustadores.

Muitas vezes, a resposta para o seu caos atual está sentada ao seu lado, na mesa do jantar. Na “ilha” que é a vida expat...
19/05/2026

Muitas vezes, a resposta para o seu caos atual está sentada ao seu lado, na mesa do jantar.

Na “ilha” que é a vida expatriada, nosso parceiro acaba sendo o nosso modelo mais próximo de rotina e foco. E não, você não precisa estar no comando de uma empresa para “roubar” esses hábitos.

A maior armadilha da coexpatriada é achar que, por estar em uma pausa profissional, ela não precisa de uma agenda. O resultado disso é trabalho doméstico drenando a sua energia e apagando a sua identidade.

Não use a ausência de um trabalho formal como desculpa para se perder. Roube o método, a disciplina e a organização. Transforme o seu dia a dia em uma pausa inteligente.

Sucesso é, acima de tudo, a consciência de que você é a protagonista da sua vida, não importa qual seja o seu cargo no momento. 🩵

Para a coexpatriada, o café com as amigas às vezes é a única salvação. Eu mesma vivi fases em que esses encontros eram a...
18/05/2026

Para a coexpatriada, o café com as amigas às vezes é a única salvação. Eu mesma vivi fases em que esses encontros eram a minha âncora de sanidade. ☕

Mas existe um perigo silencioso quando o social se torna o nosso único projeto de vida no exterior. O acolhimento é o ponto de partida, mas ele não pode ser o ponto final.

Se você sente que a sua identidade está ficando “pequena” demais dentro dessa rotina, talvez seja a hora de recalcular a rota. O desabafo é importante, mas a ação é o que realmente reconstrói a sua autoeficácia.

A minha Mentoria nasceu para mulheres que decidiram que o café é ótimo, mas que elas querem ocupar lugares muito maiores em solo estrangeiro. 🩵

Segunda começou com tudo e preciso falar de algo sério.Semana passada recebi uma cobrança inesperada e muito alta do gov...
18/05/2026

Segunda começou com tudo e preciso falar de algo sério.

Semana passada recebi uma cobrança inesperada e muito alta do governo suíço.

Li a carta. Reli. Meu corpo gelou.

Não porque eu tenha feito algo errado. Mas porque, quando você empreende em outro país, existe um medo que quase ninguém fala:
O medo de não entender o sistema.
O medo de receber uma carta em outra língua.
O medo de não saber a regra.
O medo de pensar: “eu não vou dar conta.”

E talvez quem nunca viveu fora pense: “é só resolver”.

Mas não é só resolver.

Porque a gente não está na nossa terra. Não tem a amiga que explica. Não tem a família que orienta. Não tem aquela rede invisível que às vezes nos sustentava sem percebermos.

No meu caso, até um profissional, que é só contratar, não tem fácil porque eles não entendem do meu tipo de Permi!

E aí eu pensei, na hora, em quantas mulheres expatriadas devem passar por isso sozinhas.
Quantas talvez desistam de empreender. Quantas escolham depender financeiramente não por falta de capacidade, mas pelo cansaço e medo de enfrentar sistemas, idiomas, burocracias e medos.

Hoje eu descobri que a situação era mais comum do que eu imaginava. E pensei: talvez você também precise ouvir isso.

Se você recebeu uma carta, uma cobrança, uma burocracia ou algo que te fez pensar “eu não vou conseguir”, respira.

Às vezes você não está falhando.

Às vezes você só está vivendo a parte invisível da expatriação que ninguém mostrou antes.

Mas assim como você conseguiu vencer todos os países e adaptações não vão ser papeladas e burocracias que vão te fazer parar!

E se você também tem medo de se aventurar por esta razão, saiba que aqui a gente encontra soluções juntas!

15/05/2026

Viver o sonho de outra pessoa tem um preço alto: o apagamento de quem você é. E é normal ter pensamentos negativos com relação a essa nova vida no processo de adaptação, isso não é sinal de ingratidão, apenas significa que você está elaborando o processo.

O luto pelo que ficou para trás (sua carreira, seu círculo social e sua autonomia) é real e precisa ser nomeado. Negar esse desconforto só atrasa a sua capacidade de fincar raízes e encontrar o seu próprio propósito em solo estrangeiro.

A expatriação pode ter começado como um projeto da família, mas a sua vida no exterior não pode ser vivida como um anexo. Você merece ocupar o lugar de protagonista da sua própria história.

Se você está cansada de apenas “acompanhar” e quer começar a caminhar com as suas próprias pernas, a minha Mentoria é o suporte que você precisa. Informações no link da bio. 🩵

Este post faz parte do projeto Psicólogos pelo Mundo 🌍
Conheçam o perfil oficial do projeto: .pelomundo

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28 anos de casamento! 14.05.98… já casei para colocar o pé na estrada! Mas mesmo na loucura, tive prudência.1 mudança in...
14/05/2026

28 anos de casamento! 14.05.98… já casei para colocar o pé na estrada! Mas mesmo na loucura, tive prudência.
1 mudança interna e 4 mudanças internacionais.
Muitos aeroportos. Algumas malas emocionais.
Recomeços que ninguém viu.
E um amor que precisou aprender a sobreviver entre fusos, despedidas, adaptação e silêncio: muitos! Só nós sabemos qto calamos para não preocupar quem ficou!

A vida de um casal de alta mobilidade não é feita apenas de fotos bonitas em novos países. Ela também é feita de perdas invisíveis, renúncias, solidão, crises de identidade e da constante necessidade de reconstruir o “lar” dentro da própria relação.

Depois de tantos anos, algumas coisas eu aprendi:

• não é o país que salva um casamento, mas é o amor da relação que salva um país ruim;
• mudar de cidade não muda padrões emocionais;
• o cônjuge acompanhante paga um preço alto pela mobilidade;
• filhos crescem entre mundos e os pais também precisam reaprender quem são;
• existem fases em que um carrega o outro emocionalmente;
• comunicação importa mais do que compatibilidade;
• às vezes o amor amadurece mais na crise do que na estabilidade;
• e pertencimento… muitas vezes deixa de ser um lugar e passa a ser uma pessoa.

A expatriação testa tudo: identidade, carreira, autoestima, parceria, intimidade e projetos de vida.

Mas talvez uma das maiores lições desses 28 anos seja entender que relações duradouras não sobrevivem porque são perfeitas.
Elas sobrevivem porque duas pessoas decidem, muitas vezes em meio ao caos, continuar construindo sentido juntas.

E isso, honestamente, já é extraordinário. Happy anniversary a nós!!

As mulheres no geral são a base que sustenta o bom funcionamento de uma família, seja no contexto de expatriação ou não,...
14/05/2026

As mulheres no geral são a base que sustenta o bom funcionamento de uma família, seja no contexto de expatriação ou não, “se a mãe está bem, a casa está bem”, não é mesmo? Mas quem cuida do solo onde essa mãe pisa?

Os dados sobre TCKs (Third Culture Kids) são um alerta sobre o impacto silencioso da alta mobilidade nas relações familiares. Muitas vezes, a gente se perde tanto na logística da mudança que esquece de organizar o caos emocional que vem junto.

Não se culpe pela exaustão. A expatriação sem rede de apoio é uma carga pesada demais para se carregar sozinha. A terapia intercultural é o espaço onde você deixa de apenas “tentar dar conta” para começar a entender o que realmente está acontecendo.

Quando você se reorganiza internamente, você cria um ambiente seguro para que seus filhos também se desenvolvam. 🩵

Se este tema tocou em algum ponto sensível por aí, saiba que existe um lugar de escuta especializado para o seu contexto. Link na bio para agendamentos.

Já que maio é o mês do trabalhador, eu te convido para uma reflexão interna: como você tem comunicado suas renúncias pro...
12/05/2026

Já que maio é o mês do trabalhador, eu te convido para uma reflexão interna: como você tem comunicado suas renúncias profissionais para os seus filhos?

Muitas vezes, sem perceber, depositamos neles a conta da nossa carreira interrompida. Dizemos que “tivemos que parar por causa deles” ou que “não trabalhamos para sermos o suporte que eles precisam”. Embora pareça um gesto de amor, para o filho, isso pode soar como uma sentença de culpa.

Filhos de expatriados (TCKs) frequentemente carregam a vergonha de sentirem que “atrapalharam” a vida dos pais. Esse peso invisível pode travar a autonomia deles no futuro e gerar um ressentimento silencioso na dinâmica familiar.

O segredo para uma expatriação saudável é a honestidade sobre a própria agência. Suas escolhas são suas. Não coloque nos ombros de uma criança a responsabilidade pelas decisões que você tomou como adulta.

Você já parou para pensar em como o seu discurso sobre trabalho impacta a segurança emocional do seu filho? Vamos conversar nos comentários. 👇

No frio de New Jersey, sem rede de apoio e ainda sem muitas ferramentas emocionais, lembro de colocar desenhos em inglês...
10/05/2026

No frio de New Jersey, sem rede de apoio e ainda sem muitas ferramentas emocionais, lembro de colocar desenhos em inglês para o meu filho apenas para sentir que eu não estava estagnada e que estava aumentando meu vocabulário. Era o recurso que eu tinha para manter a minha sanidade na época.

Usualmente a maternidade já vem acompanhada de culpa, mas na expatriação isso se amplifica. Maternar no exterior é, muitas vezes, viver em modo de sobrevivência, por isso neste dia das das mães, eu gostaria de te dar um conselho: Priorize sua saúde emocional. Não é luxo, é o que sustenta o equilíbrio da sua casa. Perdoe a mãe que você consegue ser hoje e busque a ajuda necessária para não se perder no caminho.

Feliz dia das Mães para nós 💛

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