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27/07/2026

No Roda Viva o escritor e ativista Peter Schmidt propõe uma nova e forte metáfora para explicar esse fenômeno: o “human fracking”, ou “fraturamento humano” (uma analogia ao fracking, método agressivo de extração de petróleo no subsolo).

Assim como a indústria injeta substâncias químicas para quebrar a estrutura da terra e forçar a saída do óleo, as grandes empresas de tecnologia injetam volumes massivos de conteúdos em nossas telas.

Essa pressão constante fragmenta a nossa capacidade de focar, imaginar e pensar em longas durações.

O que você acha disso?

▶️ Assista ao conteúdo completo no canal do Roda Viva no YouTube
Roda Viva

26/07/2026

Você já percebeu que existe uma parte de você que consegue observar os seus próprios pensamentos?

Se você consegue observar a sua mente, então você não é a sua mente.

Você consegue observar as suas emoções. Logo, você também não é as suas emoções.

Existe uma consciência por trás de tudo isso: o observador.

Quando você assume o lugar de observador, deixa de reagir automaticamente a tudo o que acontece. Em vez de ser arrastado pelos pensamentos, medos e emoções, você passa a testemunhá-los.

É como assistir a um filme. As cenas passam, os personagens mudam, os acontecimentos vêm e vão… mas a tela continua a mesma.

Na vida é igual. As situações mudam, as emoções aparecem e desaparecem, mas existe em você uma presença que permanece intacta, apenas observando.

E tem algo ainda mais interessante: quem observa se torna testemunha. E uma testemunha não julga, não luta contra a cena, apenas reconhece o que está acontecendo.

Quando você aprende a ocupar esse lugar de consciência, ganha clareza, faz escolhas mais conscientes e deixa de viver no piloto automático.

Talvez a maior liberdade não seja controlar tudo o que acontece, mas desenvolver a capacidade de observar sem se identificar com cada pensamento ou emoção que surge.

Esse é o primeiro passo para transformar a forma como você vive.



Via: Alta Frequência| Talita Taques 🧠✨

25/07/2026

Escutar é difícil, mas também é a coisa mais revolucionária que ainda pode existir nas relações humanas.

Essa é uma das grandes lições que Vera Iaconelli, psicanalista e colunista da Folha de São Paulo.

Como anda a sua escuta? Tem tempo pra escutar? Tem paciência?



Via LIV - Laboratório Inteligência de Vida

22/07/2026

Gary Indiana, multiartista estadunidense (1950 - 2024).

The Noble Writer - Station to Station EP3, Wired , 2013.


Via

“O s**o é um encontro pro qual você precisa estar disponível. Se você não consegue nem olhar pro outro, como é que...
17/07/2026

“O s**o é um encontro pro qual você precisa estar disponível. Se você não consegue nem olhar pro outro, como é que vai sentir tesão?”, questiona .

**o **o

Via

16/07/2026

No SemCensura, o terapeuta e escritor Andrei Moreira reflete sobre a relação entre pais e filhos e a importância do autocuidado ao acolher as feridas da infância e cultivar o autoperdão.

Você já tinha pensado sobre isso?

Se essas perguntas parecem absurdas para um jogador de futebol, talvez devêssemos refletir por que elas ainda são feitas...
15/07/2026

Se essas perguntas parecem absurdas para um jogador de futebol, talvez devêssemos refletir por que elas ainda são feitas às mulheres todos os dias.


Via

27/06/2026

Meninos também precisam de proteção! Atualmente já conseguimos falar mais sobre proteção infantil, mas como o maior alvo de vi*lencias são as meninas, a proteção e o cuidado com elas acaba sendo maior. Então, esse vídeo é pra lembrar, que os meninos também precisam desse cuidado. Se queremos mudar a forma como o homem se comporta na sociedade, precisamos também mudar a forma como tratamos os nossos meninos.


Via .oli

26/06/2026

Para Jung, o vício é um sintoma. O foco não está na substância em si, mas naquilo que a pessoa tenta anestesiar por meio dela.
O vício raramente começa na substância. Ele costuma começar em uma dor que não encontrou palavras, em um vazio que não foi compreendido, em uma solidão que ninguém percebeu.
A garrafa, o jogo, a comida, as compras ou qualquer outra compulsão muitas vezes aparecem como uma tentativa de aliviar aquilo que a pessoa não consegue sustentar dentro de si. Não é sobre o objeto. É sobre o que ele representa.
Na perspectiva analítica, aquilo que não é elaborado tende a buscar outras formas de expressão. E, muitas vezes, o sintoma surge como um pedido silencioso de ajuda.
Por isso, tratar apenas o comportamento nem sempre é suficiente. É preciso escutar a história, compreender a dor e dar significado ao que ficou escondido por tanto tempo.
Toda dependência conta uma história. E toda história merece ser ouvida antes de ser julgada.



Via

25/06/2026

Uma das ilusões mais persistentes sobre o desejo é a ideia de que ele se sustenta apenas por , ou .

No entanto, a vida cotidiana tem um papel decisivo na dinâmica erótica de um casal.

Quando as responsabilidades da casa, dos filhos e da organização da vida recaem de forma desigual sobre uma única pessoa, o desejo frequentemente paga a conta.

Na perspectiva psicanalítica, o desejo necessita de um espaço onde o sujeito possa existir para além das obrigações.

Quando alguém é colocado constantemente na posição de cuidar, administrar, lembrar, resolver e sustentar tudo, sua identidade passa a ser reduzida à função que exerce.

E é difícil desejar ou ser desejado quando se está aprisionado em um papel que exige apenas doação e responsabilidade.

Muitas crises se***is não nascem da falta de amor, mas do acúmulo silencioso de ressentimentos.

O parceiro que não divide as tarefas não está apenas deixando de lavar uma louça ou arrumar uma casa; está, muitas vezes, comunicando que o tempo, o descanso e o bem-estar do outro valem menos.

E o desejo dificilmente floresce onde existe a sensação de injustiça.

O erotismo pressupõe o encontro entre dois sujeitos.

Quando um ocupa o lugar de cuidador permanente e o outro o de alguém que apenas recebe cuidados, a relação corre o risco de se aproximar mais de uma dinâmica parental do que de uma relação entre adultos.

E ninguém deseja sexualmente quem precisa constantemente maternar ou paternar.

Dividir tarefas não é apenas uma questão de colaboração doméstica. É uma forma de reconhecimento.

É dizer ao outro: “a vida que construímos é responsabilidade de ambos”. Esse reconhecimento produz algo fundamental para o desejo: admiração, respeito e reciprocidade.

Talvez por isso tantas pessoas descubram que o desejo não desapareceu.

Ele apenas ficou soterrado sob pilhas de roupas, listas mentais intermináveis e a experiência dolorosa de carregar sozinho aquilo que deveria ser compartilhado.

Porque o não vive apenas no quarto. Ele também habita a forma como um divide a vida.
Vídeo recorte do filme COMO NOSSOS P

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