Casa do Mestrinho

Casa do Mestrinho Alojamento Local em Avintes. A tranquilidade do campo a 20 minutos do Porto! (2832/AL e 130053/AL) Da janela avista-se o rio Douro.

A CASA DO MESTRINHO são dois alojamentos locais ((2832/AL e 130053/AL) localizados em Avintes, lugar de Espinhaço, a poucos metros do rio Douro. Trata-se de um edifício do século XIX restaurado com respeito pela tradição e pelo ambiente. A casa é contígua à casa dos proprietários mas inteiramente independente. Espinhaço é um lugar histórico, de características semi-rurais, com uma vista privilegia

da sobre o Douro e a apenas 9 km do Porto. Aqui encontrará a tranquilidade do campo a 20 minutos da cidade. CASA DO MESTRINHO 1
Caraterísticas e comodidades
Casa com jardim e 2 quartos, capacidade para 4 pessoas

Cozinha:
- Louça e utensílios
- Fogão
- Forno
- Micro-ondas
- Frigorífico
- Máquina de lavar louça
- Varinha mágica
- Torradeira
- Cafeteira
- Batedeira

Outras comodidades:
- Máquina de lavar-roupa
- Tábua e ferro de engomar
- TV cabo
- Wi-fi gratuita Secador de cabelo
- Lençóis e toalhas de banho fornecidos semanalmente
- Estacionamento na via pública (gratuito)

Segurança:
- Extintor de incêndio
- Manta de incêndio
- Caixa de primeros socorros

Descrição
A casa distribui-se por dois pisos, situando-se no inferior as salas de estar e de jantar, o quarto de banho e a cozinha e, no superior, dois quartos e um espaço anexo. Os quartos localizam-se no sotão e são iluminados e arejados por janela de telhado, possuem cama de casal com colchões confortáveis e e roupa de cama e de banho fornecida semanalmente. As janelas possuem estores dom reflector solar, rede de sombra e cortina de isolamento da luz. Anexo aos quartos criamos um espaço de brincadeira com livros, jogos e brinquedos para os mais novos. A sala de estar f**a no piso inferior, possui sofás, televisão e um sem número de desdobráveis e guias para organizar os seus passeios pelas redondezas, Porto e Norte de Portugal. A casa de banho dispõe de cabine de d***e e água aquecida por cilindro de 85 litros. No mesmo piso situa-se a cozinha com ligação direta ao jardim, equipada com frigorífico, torradeira, máquina de café, micro-ondas, fogão, forno, máquina de lavar louça e todos os utensílios para que possa fazer e servir as suas refeições. O jardim é a parte preferida dos nossos hóspedes. Nada melhor que uma mesa debaixo de uma ramada para petiscar ao entardecer, depois de um intenso dia de passeio ou de praia. O pôr do sol com vista para o rio prepara-os para um sono tranquilo. A casa dispõe de quatro aquecedores a óleo, um em cada quarto e dois no andar de baixo. CASA DO MESTRINHO 2
Caraterísticas e comodidades
Casa (sem jardim) 2 quartos, capacidade para 4 pessoas
Capacidade para 4 pessoas

Cozinha:
- Louça e utensílios
- Fogão
- Forno
- Micro-ondas
- Frigorífico
- Varinha mágica
- Torradeira
- Cafeteira
- Batedeira

Outras comodidades:
- Máquina de lavar-roupa
- Tábua e ferro de engomar
- TV cabo
- Wi-fi gratuita
- Secador de cabelo
- Lençóis e toalhas de banho fornecidos semanalmente
- Estacionamento na via pública (gratuito)

Segurança:
- Extintor de incêndio
- Manta de incêndio
- Caixa de primeros socorros

Descrição
A casa distribui-se por três pisos, situando-se no inferior a cozinha, no 1º andar um quarto, WC e sala de estar e, no sótão, outro quarto com um pequeno espaço de trabalho. Quarto 1 (piso 1): iluminado e arejado por uma ampla janela de guilhotina, este quarto possui cama de casal com um confortável colchão e roupa de cama e de banho fornecida semanalmente. Tem armários para a sua roupa e ligação direta à casa de banho. Se quiser, colocaremos aqui uma cama de viagem para o seu bebé. Quarto 2 (sotão): conhece a magia de um quarto no sotão? Este é um quarto amplo, iluminado por uma janela de trapeira com vista sobre o rio Douro. Com cama de casal, colchão confortável e roupa de cama fornecida semanalmente, cómoda, guarda-vestidos, secretária e, se quiser, cama de viagem para o seu bebé. Sala de estar (psio 1): uma sala solarenga com vista para o jardim e acesso à varanda, onde pode usufruir de momentos de descanso, conversa, leitura e contemplação do pôr-do-sol. Cozinha (piso 0): equipada com frigorífico, torradeira, máquina de café, micro-ondas, fogão, forno e todos os utensílios para que possa fazer e servir as suas refeições. Casa de banho (piso 1): conciliamos as comodidades de hoje ao passado da casa optando por soluções ecológicas: instalamos louças de uma indústria local (Valadares) e incluímos mobiliário sustentável e reutilizado como o lavatório antigo que restaurámos cuidadosamente. LOCALIZAÇÃO
A casa localiza-se em Avintes, numa pacata vila perto do Porto, em Espinhaço, um antigo lugar de pescadores, de características semi-rurais. Situa-se muito perto de grandes espaços verdes, a 20 metros do rio Douro (Reserva Ecológica Nacional), onde uma enorme praia fluvial pode proporcionar um agradável passeio a pé ou de bicicleta e onde também se encontra um cais para pequenos barcos. Através da ciclovia / via pedonal recentemente construído ao longo do Douro, é possível ir a pé até Gaia e Porto. Para os amantes da natureza, destacamos a proximidade de um interessante projecto ligado à conservação da Natureza, o Parque Biológico de Gaia. Situa-se a 6 Km do centro de Gaia, 9 Km do centro do Porto, a cerca 12 Km da Estação de Metro do Estádio do Dragão (15 minutos), a 14Km da praia e a 27 Km do aeroporto de Pedras Rubras (Fonte: “Via Michelin”). Localizada a 10 minutos da auto-estrada é ideal para quem viaja de carro e quer conhecer o Porto e o norte de Portugal - como Braga, Guimarães, Barcelos, Viana do Castelo, Régua, Vila Real – mas pernoitar, descansar, jantar num local tranquilo. Ao lado da casa há uma típica mercearia onde se podem abastecer de alguns produtos básicos, a cinco minutos existem grandes supermercados e todo o tipo de comércio. HISTÓRIA DA CASA
A casa foi construída no século XIX por um homem apelidado de “Mestrinho”, um mestre de obras que ficou conhecido por ter caído da ponte D. Luís quando trabalhava na sua pintura e ter sobrevivido! No restauro foram utilizados materiais compatíveis com a sua conservação e respeito pela sua originalidade. A regra de ouro foi conservar e reaproveitar, tendo como princípios o amor pelo passado e o respeito pelo planeta. Os materiais usados na recuperação tiveram sempre como critério de escolha o seu carácter ecológico. Alguns exemplos são o uso de argamassas de cal, tintas de cal ou de tintas de água, de pigmentos naturais, a reconstrução do telhado com um bom isolamento para maior eficiência energética, a colocação de vidros na porta da cozinha para entrada da luz solar, a manutenção das portadas que fazem um bom isolamento térmico... A cozinha dispõe de recipientes para a separação do lixo, nomeadamente para os resíduos vegetais que serão utilizados para fazer compostagem caseira utilizada na fertilização da horta. Os móveis foram coleccionados durante dez anos e vieram de amigos, avós, vizinhos tendo cada um deles uma história para contar. Ecologia e património andam assim de mãos dadas. Acima de tudo esta casa foi feita em grande parte pelas nossas próprias mãos, com muita paixão e garra e esperamos que isso se sinta quando aqui f**ar alojado!

13/08/2026

Perdi a conta aos congressos, conferências e encontros técnicos em que participei ao longo da vida. Em finais dos anos 90, quando era encarregado geral dos jardins do Parque de Serralves, vivíamos em Portugal um período de grande entusiasmo em torno dos espaços verdes.

Discutiam-se espécies, sistemas de rega, modelos de manutenção e novas formas de levar a natureza para dentro das cidades. Também nos jardins se construía uma cultura urbana.

Foi numa dessas conferências que ouvi uma intervenção que nunca esqueci. Durante um debate sobre a utilização de espécies autóctones, o autarca de uma cidade do interior, cujo nome já não recordo, contou que decidira plantar urzes e rosmaninhos nas rotundas.

Eram plantas associadas aos matos da região, adaptadas à secura estival e menos exigentes em rega e manutenção do que muitas ornamentais então utilizadas.

A população recebeu a novidade com desagrado. Aquilo, diziam, não eram plantas de jardim. Eram plantas do monte. O autarca terminou com uma franqueza pouco habitual nestes encontros, afirmando: “Isto é muito bonito, mas, se continuar a insistir nestas espécies, corro o risco de não ser eleito nas próximas eleições”.

Aquelas pessoas conheciam bem as plantas. Tinham crescido rodeadas por elas nas encostas, junto aos caminhos e nos terrenos mais pobres. A familiaridade pertencia ao monte. No centro da cidade, as mesmas espécies pareciam deslocadas, como se aquele espaço estivesse reservado a plantas de outra dignidade ornamental. Mudara o contexto e, com ele, o juízo.

Este episódio deixou abertas perguntas que ainda hoje me acompanham. Até que ponto a estética interfere na moralidade? Precisa um jardim de espécies autóctones de parecer deliberadamente cuidado para ser valorizado?

Poderá a beleza condicionar aquilo a que prestamos atenção, aquilo que estudamos e aquilo que protegemos? Poderá o conhecimento, por sua vez, ensinar-nos a apreciar o que antes víamos como desordem?

Quando falo de moralidade, refiro-me à forma como decidimos o que merece cuidado e o que pode continuar a crescer. No jardim, essa escolha tem consequências concretas. Umas plantas recebem água, adubo, poda e proteção. Outras são arrancadas, roçadas ou pulverizadas antes de lhes sabermos o nome.

Entre a proteção e a eliminação intervém, muitas vezes, um juízo estético. A forma, a cor, a floração, o porte e o lugar onde uma planta surge condicionam a maneira como a interpretamos. É assim que a mesma espécie pode adquirir valor ornamental, representar a identidade de uma paisagem ou ser rejeitada como sinal de desordem e abandono.

Tendemos a atribuir maior consideração moral ao que julgamos belo. Quando valorizamos esteticamente uma paisagem ou um edifício, a sua preservação adquire maior importância e a destruição torna-se mais reprovável.

Parte dessa inclinação parece nascer da associação entre beleza e pureza. A raridade, a idade e o caráter sagrado podem igualmente ampliar o valor moral que atribuímos ao que nos rodeia.

Nas plantas, uma flor vistosa, um porte harmonioso ou uma forma capaz de despertar ternura podem tornar certas espécies mais merecedoras de cuidado aos nossos olhos. A emoção leva-nos, por vezes, a atribuir-lhes senciência, intenção ou capacidade de sofrer, qualidades que a aparência, por si só, não permite reconhecer.

Essa projeção nasce em quem observa e produz consequências. A convicção de que algo merece ser preservado pode começar numa experiência estética.

Passei grande parte da minha vida profissional entre a jardinagem e a agricultura. Aprendi que o destino de uma planta depende muitas vezes do lugar onde cresce e dos objetivos que ali orientam o trabalho.

Na agricultura, a expressão flora adventícia designa o conjunto de plantas que surgem sem terem sido semeadas ou plantadas. Algumas adquirem caráter infestante quando interferem com os objetivos da produção ou da gestão da parcela.

Uma mesma espécie de papoila pode ser protegida num prado, semeada num jardim e eliminada num campo agrícola. A biologia permanece idêntica. O lugar altera a leitura e essa leitura pode determinar o seu destino.

O adjetivo ornamental descreve uma relação entre a planta e quem a escolhe. Aplicamo-lo às plantas cultivadas sobretudo pelo valor estético ou sensorial que acrescentam a um espaço. A planta ornamental chega escolhida e ocupa o lugar previsto no desenho. A intenção precede a sua presença.

Uma planta espontânea germina junto ao lancil, atravessa uma junta do pavimento ou cresce para além do traçado. Pode contribuir para proteger o solo, fornecer recursos a insetos e aumentar a diversidade vegetal. Arrisca ser eliminada porque nasceu fora do lugar que lhe tínhamos destinado.

Nas cidades, as comunidades vegetais precisam muitas vezes de tornar visível o cuidado humano. Um caminho, uma placa interpretativa ou uma orla mantida baixa junto ao passeio podem alterar a perceção de um prado urbano com vegetação mais alta. Esses elementos tornam legível uma decisão de gestão continuada.

Foi isto que faltou às urzes e aos rosmaninhos das rotundas. Continuavam presos à imagem do monte, da rusticidade e do terreno sem cultivo.

Uma margem bem definida, um desenho reconhecível, a identif**ação das espécies ou simplesmente o tempo necessário para acompanhar as florações ao longo do ano poderiam ter ajudado a população a compreender a escolha. O autarca plantou as espécies e deixou por plantar a sua interpretação pública.

A experiência de campo ensinou-me que o conhecimento modif**a a perceção. Quando compreendemos que um prado urbano adaptado ao local pode alimentar polinizadores, acolher outras formas de vida e exigir menos rega e menos cortes do que um relvado intensivo, aceitamos melhor uma aparência menos uniforme. A função ecológica acrescenta valor ao que vemos. Os sinais de acompanhamento ajudam a transformar o gosto.

O relvado e o prado urbano dão forma material a estas preferências. O relvado oferece uma superfície baixa, geralmente dominada por poucas espécies e adequada à circulação, ao repouso e ao recreio. O prado permite que uma comunidade herbácea mais diversa cresça e floresça entre cortes espaçados.

O problema surge quando o relvado se transforma na medida universal do cuidado. O verde homogéneo passa a ser esperado mesmo onde nenhuma função exige uma superfície curta, e o dente-de-leão, o trevo ou a tanchagem tornam-se imperfeições a corrigir. A aplicação de um herbicida pode então nascer da expectativa visual de uma superfície depurada.

Essa expectativa possui também uma dimensão social. Exposto ao julgamento dos vizinhos, o relvado pode comunicar trabalho, pertença e capacidade de cuidar. Cada ideal de beleza encerra, assim, um modelo de gestão, inscrito na frequência dos cortes, no consumo de água e na fertilização.

A pressão social pode sustentar práticas intensivas mesmo entre pessoas preocupadas com o ambiente. A opção estética f**a inscrita na água consumida, no tempo de máquina, nos produtos aplicados e na diversidade de formas de vida que o espaço consegue sustentar.

Há plantas que nem sequer chegam a ser objeto de julgamento estético. Dissolvem-se numa mancha verde antes de repararmos nelas. Quem cultivou, recolheu, cozinhou ou aprendeu a nomeá-las encontra diversidade onde outros veem apenas vegetação. Uma planta conhecida pelo nome ganha corpo e lugar no pensamento. Aquilo que permanece anónimo torna-se mais fácil de eliminar.

Esta desigualdade de atenção alcança a investigação científ**a. A cor e a visibilidade das flores, a amplitude da distribuição geográf**a e a utilidade económica podem influenciar as espécies que escolhemos estudar.

Algumas das plantas mais ameaçadas permanecem, ainda assim, entre as menos conhecidas. A ciência dispõe de métodos para reconhecer estes enviesamentos, embora as preferências de quem investiga continuem a pesar na definição do que merece atenção.

O mesmo filtro estende-se a paisagens inteiras. Matagais, zonas húmidas, terrenos baldios e a vegetação ruderal que coloniza solos perturbados raramente correspondem à composição que aprendemos a chamar jardim.

Podem proteger o solo, alimentar insetos, abrigar fauna e estabelecer continuidades entre habitats. Quando compreendemos essas relações, a paisagem adquire outra espessura. O conhecimento ecológico participa na educação do gosto.

Alargar o repertório do gosto exige discernimento ecológico e agronómico. Uma planta é espontânea quando cresce num lugar sem ter sido deliberadamente semeada ou plantada. Os termos autóctone e exótica referem-se à origem biogeográf**a da espécie em relação ao território considerado.

Invasora designa, neste contexto, uma espécie exótica cuja introdução ou propagação ameaça a biodiversidade e os serviços prestados pelos ecossistemas. Uma planta espontânea pode, portanto, ser autóctone ou exótica, ocorrer sem impactos relevantes ou tornar-se problemática.

Qualquer decisão de gestão deve respeitar a legislação aplicável às espécies incluídas nas listas oficiais de espécies invasoras. As restrições à sua detenção, cultivo, comércio, transporte e introdução na natureza procuram impedir a propagação e os danos ecológicos que podem ultrapassar largamente os limites do lugar onde a planta foi introduzida.

Cada situação pede uma avaliação própria. Uma planta pode comprometer uma cultura, danif**ar uma infraestrutura, reduzir a visibilidade ou ameaçar habitats. Noutras circunstâncias, certas espécies exóticas podem oferecer sombra e recursos a polinizadores ou tolerar condições climáticas exigentes.

A origem, o comportamento ecológico, a relação entre as necessidades hídricas e a água disponível, a segurança, a função do espaço e os efeitos sobre outras espécies e sobre o funcionamento dos ecossistemas devem ser considerados em conjunto. O rigor começa quando as categorias servem para compreender antes de condenar.

A estética pode influenciar a consideração moral ao orientar a atenção, despertar emoções e aumentar a vontade de proteger. Por sua vez, o conhecimento ecológico, a experiência e a responsabilidade podem educar o gosto e tornar apreciáveis formas de vegetação antes associadas à desordem. Dessa relação nascem decisões concretas sobre espaço, água, trabalho, controlo e permanência.

Regresso às rotundas. Hoje, as espécies autóctones que nelas encontro devolvem-me às perguntas nascidas naquele congresso. As urzes e os rosmaninhos tinham levado o monte para dentro da cidade, onde já ocupavam um lugar. Faltava-lhes ainda caber na nossa ideia de jardim.

Alguém em Avintes que queira ver a sua terra cultivada?
28/06/2026

Alguém em Avintes que queira ver a sua terra cultivada?

A ASSOCIAÇÃO MOVIMENTO TERRA SOLTA PRECISA DE UM NOVO ESPAÇO!

A nossa história sempre foi feita de criação de comunidade, renovação de espaços abandonados em hortas urbanas comunitárias e activar a cultura e valorização das zonas mais desfavorecidas e esquecidas da cidade.

Mas hoje, partilhamos convosco uma notícia difícil. Até ao final de julho, teremos de desocupar o sítio que tem sido a nossa casa.
Devido ao início da construção da nova estação do TGV no terreno onde este ultimo projecto ganhou vida, a quinta pedagógica de Campanhã, estamos obrigados a procurar um espaço novo para a Associação Movimento Terra Solta.

Esta informação surgiu de forma inesperada, o que nos coloca numa situaçao de emergência.

COMO PODES AJUDAR?
Estamos numa corrida contra o tempo e precisamos da vossa ajuda para encontrar um novo espaço. Se conheces, tens ou tens ideias de:

- Um terreno, quinta ou espaço (com ou sem infraestruturas) que possa acolher o nosso projeto;
- Proprietários alinhados com os nossos valores que queiram ceder, arrendar ou protocolar um espaço;
- Parcerias com entidades locais que nos possam apoiar nesta transição.

Seja na nossa zona habitual ou nas redondezas, estamos de braços e mentes abertas a sugestões e propostas.

Partilha esta publicação! Às vezes, o sítio ideal está à distância de uma partilha e de chegar à pessoa certa.
Se tiveres alguma pista ou proposta, envia-nos uma mensagem privada ou contacta-nos através de:

📧 [email protected]
📞 964 759 357 - Vítor Paraty

Obrigado por estarem connosco em cada passo do caminho 💚

Para quem não conhece aconselhamos vivamente uma expedição pelas cascatas e cascateitos de Avintes
25/06/2026

Para quem não conhece aconselhamos vivamente uma expedição pelas cascatas e cascateitos de Avintes

18/06/2026

As noites brilhantes das antigas lembranças podem estar chegando ao fim. As vagalumes, que por gerações encantaram campos, florestas e áreas úmidas com seus pequenos pontos de luz, estão desaparecendo em várias partes do mundo.

Pesquisadores alertam que essa queda não acontece por acaso. A perda de ambientes naturais, o uso intenso de pesticidas, o aquecimento global e o excesso de luz artificial durante a noite estão tornando cada vez mais difícil a sobrevivência desses insetos.

Um dos problemas mais graves é a iluminação urbana. Para muitos vagalumes, a luz é uma forma de comunicação usada no acasalamento. Quando postes, casas, ruas e cidades iluminam demais o ambiente, esses sinais naturais f**am confusos, reduzindo as chances de reprodução.

Mas o desaparecimento dos vagalumes não representa apenas a perda de um espetáculo bonito da natureza. Eles também ajudam no equilíbrio ambiental, controlando pequenas pragas e indicando a saúde dos ecossistemas. Quando eles somem, é como se o próprio ambiente estivesse dando um sinal de alerta.

Por isso, especialistas e conservacionistas defendem ações urgentes, como recuperar áreas úmidas, diminuir luzes noturnas desnecessárias e incentivar formas de agricultura menos agressivas ao meio ambiente. Sem mudanças, talvez sejamos uma das últimas gerações a ver milhares de vagalumes iluminando a escuridão.

Uma das cenas mais mágicas da Terra pode estar se apagando diante dos nossos olhos.

Fonte: “Fireflies are vanishing—but you can help protect them”, National Geographic.

Os restauradores estão a pedir ajuda.
16/06/2026

Os restauradores estão a pedir ajuda.

Avintes tem recantos assim ♥️
02/06/2026

Avintes tem recantos assim ♥️

Avintes tem recantos assim… encantados♥️
01/06/2026

Avintes tem recantos assim… encantados♥️

Endereço

Rua Miguel Bombarda 49 E 53 Avintes
Avintes
4430-857

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