Vera Paisana

Vera Paisana ✨ Autoconhecimento
✨️ Desenvolvimento Pessoal
✨️ Treino de Competências
📖 +10 anos de intervenção

25/05/2026

Certamente não foi porque não tinhas nada para dizer, foi porque não quiseste uma discussão, magoar ou afastar alguém, ou ainda, ser acusada de estar a fazer “filmes”.

Acertei!?

Pois bem… agora lê com atenção: ISTO NÃO É SÓ DA TUA RESPONSABILIDADE.

Uma relação são duas pessoas, é da RESPONSABILIDADE DOS DOIS manter o equilíbrio da relação.

Se és sempre tu a calares-te, a gerir as emoções, as tuas e as da outra pessoa, então vai chegar a uma altura, SIM, em que te vais perguntar porque é que te sentes tão esgotada. E numa relação que até vai funcionando.

Quando isto acontece reiteradamente, deixa de ser uma escolha consciente e passa a ser um padrão, e é aqui que tudo se complica…

Vais deixando para depois o que sentes, o que queres dizer, o que queres fazer, e quando dás por ti já nem sabes bem quem és.

E é mais ou menos neste momento em que pensas “o que é que estou aqui a fazer!?”

Verdade!?

Mas deixa-me dizer-te uma coisa: isto tem nome. A psicologia chama-lhe self-silencing e não é fraqueza, nem é quem tu és.

É um padrão que aprendeste, provavelmente muito antes desta relação. E como tudo o que se aprende, pode mudar-se. Mas só muda quando começamos a vê-lo.

👉 Se te identificaste com isto e conheces alguém na mesma situação, envia para essa pessoa talvez a possa ajudar a VER também!

Há uma pergunta que pode parecer simples, mas que muitas vezes não é:Quando foi a última vez que pensaste no que tu quer...
22/05/2026

Há uma pergunta que pode parecer simples, mas que muitas vezes não é:

Quando foi a última vez que pensaste no que tu queres… numa relação?

- Não o que é melhor.
- Não o que evita conflitos.
- Não o que mantém tudo tranquilo.

O que TU queres?

E, se a resposta não é clara, isso não significa que há algo errado contigo.

Muitas vezes significa só isto, que te foste habituando a ajustar-te.

- A pensar primeiro no outro.
- A evitar aquilo que podia gerar desconforto.
- A deixar algumas coisas para depois.

No início, parece cuidado, e até pode ser!

Mas quando isto se torna constante, começa a ter um custo. E esse custo és TU.

Não porque decidiste, simplesmente, “desaparecer”, mas porque, aos poucos, foste deixando de te ouvir.

E talvez este seja o momento para começares a olhar para isso de forma diferente.

Fez sentido para ti!?

👉 Se te lembraste de alguém a quem possa fazer sentido também… envia-lhe este post, talvez a possa ajudar também!

Estes sinais nem sempre são óbvios.Porque, muitas vezes, estão ligados a algo que valorizas:cuidar, manter a relação, ev...
20/05/2026

Estes sinais nem sempre são óbvios.

Porque, muitas vezes, estão ligados a algo que valorizas:
cuidar, manter a relação, evitar tensão.

E isso, por si só, não é um problema. Mas há aqui uma diferença importante entre cuidar e começares a anular-te.

E o ponto de viragem começa quando essa adaptação deixa de ser pontual e passa a ser constante.

Quando quase tudo passa primeiro por um filtro “como é que isto vai afetar o outro?”

E é neste preciso momento, que TU começas a ficar para depois…

- deixas de te ouvir
- deixas de te posicionar
- começas a acumular cansaço e frustração

E tudo isto vem acompanhado com uma sensação difícil de explicar… mas que está lá.

E muitas vezes só mais tarde percebes que isto não era só sobre a relação. Era sobre te ires afastando de ti.

👉 Se conheces alguém que se possa rever nisto, partilha com essa pessoa.

18/05/2026

Cuidar do outro não é o problema.

-Importares-te.
-Quereres que a relação resulte.
-Dar atenção ao outro.

Tudo isso é saudável. O que começa a pesar-te… é quando isso acontece à custa de ti.

Quando:
– pensas primeiro no outro
– ajustas o que sentes
– evitas o desconforto
– e deixas de te incluir na equação

E sem perceberes, vais-te afastando de ti. Não porque queres, mas porque aprendeste a funcionar assim.

Voltar a ti não é deixar de cuidar do outro. É começares a incluir-te também.

👉 Se conheces alguém que se possa rever nisto, partilha com essa pessoa.

Perderes-te numa relação não é uma decisão consciente. É um processo.Acontece em pequenas adaptações diárias que, isolad...
08/05/2026

Perderes-te numa relação não é uma decisão consciente. É um processo.

Acontece em pequenas adaptações diárias que, isoladamente, parecem inofensivas. Mas todas juntas… afastam-te de ti.

E o mais difícil é que, enquanto está a acontecer, parece que é normal.

Só quando o cansaço aparece é que começas a questionar-te.

E a ti… Já te aconteceu alguma destas situações?

👉 Se conheces alguém que se possa rever nisto, partilha com essa pessoa.

Ninguém entra numa relação a pensar: “vou deixar de me ouvir.”Começa de forma subtil: -Cuidas.-Dás atenção.-Tens vontade...
06/05/2026

Ninguém entra numa relação a pensar: “vou deixar de me ouvir.”

Começa de forma subtil:

-Cuidas.
-Dás atenção.
-Tens vontade de fazer com que resulte.

Mas, sem perceberes, vais mudando pequenas coisas:

– o que dizes
– o que sentes
– o que aceitas
– o que deixas passar

E como essas mudanças são pequenas… parecem normais.

O problema não é começares assim. É quando deixas de perceber onde acabas tu e começa o outro.

👉Se isto te fizer sentido, guarda para voltares a reler quando precisares. E se conheces alguém que possa estar a viver algo parecido, podes enviar-lhe também!

05/05/2026

Há algo muito subtil que muitas de nós não percebem.

A linha entre:

-Cuidar e Responsabilizar-se pelo outro

Quando começas a pensar:
– “se eu disser isto, ele vai chatear-se”
– “se eu fizer diferente, posso magoá-lo”
– “se ele reage assim, se calhar a culpa é minha”

Sem perceberes… assumes mais do que te pertence.

E então… ajustas-te. Evitas. Cedes.

Não porque queres, mas porque sentes que tens de manter tudo “bem”.

O problema é que, enquanto fazes isso, vais deixando de fora uma parte importante: TU.

👉 Se conheces alguém que se possa rever nisto, partilha com essa pessoa.

Perder-se numa relação não é uma decisão, é algo que vai acontecendo aos poucos.-Em pequenas cedências.-Em ajustes const...
04/05/2026

Perder-se numa relação não é uma decisão, é algo que vai acontecendo aos poucos.

-Em pequenas cedências.
-Em ajustes constantes.
-Em silêncios que se acumulam.

Em coisas que aparentemente são “normais”.

E quando dás por ti, já não sabes bem onde ficas na equação.

Este não é um conteúdo para te melindrar. É para te ajudar a ganhar clareza.

Já tinhas parado para pensar sobre isto?

👉 Se conheces alguém que se possa rever nisto, partilha com essa pessoa.

No início da relação, parece que estás a cuidar do outro.- Cedes porque te importas.- Ajustas-te porque queres que resul...
30/04/2026

No início da relação, parece que estás a cuidar do outro.

- Cedes porque te importas.
- Ajustas-te porque queres que resulte.
- Evitas conflitos porque não queres magoar.

E tudo isso faz sentido!

O problema não é começar assim, é quando isso se torna num comportamento automático.

Quando deixas de perceber…
– o que queres
– o que sentes
– o que precisas

E começas a viver mais em função do outro do que alinhada contigo.

Não é falta de força. Nem falta de clareza.

É algo que foi acontecendo… sem te aperceberes.

👉 Se conheces alguém que se possa rever nisto, partilha com essa pessoa.

29/04/2026

Ninguém se perde de um dia para o outro.

Não há um momento exato onde tudo muda, vai acontecendo aos poucos.

Começa com pequenos ajustes:
– cedes numa coisa
– evitas um conflito
– adaptas o que sentes
– dizes “não faz mal” quando faz

E, aos poucos, vais-te afastando de ti.

Não porque queres. Mas porque foste aprendendo a manter o equilíbrio da relação.

Até que chega um momento em que pensas: “Já nem sei bem o que quero.” E isso assusta.

Mas também pode ser o início de algo importante: tomada de consciência.

👉 Se isto te fez sentido, guarda este vídeo.

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