Profª. Doutora Sandra Guimarães, médica-cirurgiã oftalmologista

Profª. Doutora Sandra Guimarães, médica-cirurgiã oftalmologista www.sandraguimaraes.net Orientadora da Formação de Internos Complementares de Oftalmologia do Serviço de Oftalmologia do Hospital de Braga entre 2011-2017.

EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL
Médica desde 1997
Especialista em Oftalmologia desde fevereiro 2005 (19,1 valores; exame da Ordem dos Médicos)
Grau de Consultora desde março 2015 (exame da Ordem dos Médicos)
Doutorada em Medicina pela Universidade do Minho em 2018 (atribuída nota máxima)

Funções:
Coordenadora do Serviço de Oftalmologia do Hospital Escola da Universidade Fernando Pessoa desde julho 2019


Coordenadora do Departamento de Oftalmologia Pediátrica e Estrabismo, Serviço de Oftalmologia, Hospital de Braga desde 2006 até junho 2019
Membro do Departamento de Cirurgia de Vítreo-Retina, Serviço de Oftalmologia, Hospital de Braga desde 2009 até junho 2019
Mentora do Projeto Pimpolho, projeto de prevenção de ambliopia, que abrange 6 Concelhos do Norte do País (2014 até junho 2019)

Áreas de competência acrescida:
Cirurgia de Estrabismo
Cirurgia de Oftalmologia Pediátrica
Cirurgia de Vítreo-Retina
Cirurgia de Catarata

Experiência cirúrgica (atualização em agosto de 2018):
Números totais: 5191 cirurgias (excluindo lasers e injeções intra-oculares)
Desenvolveu uma técnica cirúrgica inovadora de transposição muscular com fitas de silicone para tratamento de estrabismo, decorrente da experiência conjunta da cirurgia de estrabismo e cirurgia de retina, publicada em revista científica internacional indexada (PubMed, 2016 BMJ case reports). Nos últimos 10 anos, a atividade cirúrgica foi fundamentalmente nas áreas de:
• Estrabismo
• Oftalmologia Pediátrica
• Cirurgia Vítreo-Retiniana
• Catarata

Atividade Científica:
Orientadora de teses de Mestrado de alunos da Escola de Medicina da Universidade do Minho desde 2012 até junho 2019. Atividade assistencial ao curso de Medicina com Mestrado integrado nas aulas teóricas e práticas de Oftalmologia da Escola de Medicina da Universidade do Minho desde 2011 até junho 2019. Experiência prévia: Colaboração na formação prática em Oftalmologia do Curso de Medicina do Instituto de Ciências Abel Salazar da Universidade do Porto até 2006. Júri Interno de defesas públicas de teses de mestrado referentes ao Estágio Final do 6º ano do Curso de Medicina da Universidade do Minho, desde 2014 até junho 2019. Revisora da Acta Pediátrica, revista da Sociedade Portuguesa de Pediatria, em 2014. Publicações em revistas científicas internacionais indexadas (https://orcid.org/0000-0001-8143-641X)
Apresentação regular em Congressos e Cursos nacionais e internacionais de trabalhos de investigação e conteúdos clínicos. Convidada para palestrar nos seguintes congressos internacionais:
European Society of Ophthalmology (SOE, Barcelona, 2017)
World Society of Paediatric Ophthalmology and Strabismus (WSPOS, Lisbon 2017)
American Association for Pediatric Ophthalmology and Strabismus (AAPOS, Washington, 2018)
World Society of Paediatric Ophthalmology and Strabismus (WSPOS, Vienna 2018)

Prémios:
Menção honrosa do "Prémio Mais Valor 2015" da José de Mello Saúde, atribuído pela Fundação Amélia de Mello
Menção honrosa do Prémio Nacional "Saúde Sustentável 2017"
Melhor poster de Oftalmologia Pediátrica atribuído pela Sociedade Europeia de Oftalmologia, SOE 2017

Cursos organizados:
"Workshop de Oftalmologia Pediátrica", Escola de Medicina da Universidade do Minho
2017
"Urgências em Oftalmologia Pediátrica" Hospital of Braga 2015

Sociedades Científicas:
World Society of Paediatric Ophthalmology and Strabismus
American Association for Pediatric Ophthalmology and Strabismus
European Vitreousretinal Society
Portuguese Society of Ophthalmology

Línguas:
Inglês (B2)
Alemão (básico)


Actividade:
Oftalmologia de adultos e crianças:
https://he.ufp.pt/
Oftalmologia Pediátrica:
https://www.sandraguimaraes.net/clinica-profa-doutora-sandra-guimar
https://clinicaoftalviana.pt/
https://he.ufp.pt/

11/08/2026

O maior luxo de um cirurgião?Confiança!Confiar no trabalho da melhor anestesista.Confiar que as duas mãos que me ajudam,...
04/08/2026

O maior luxo de um cirurgião?
Confiança!
Confiar no trabalho da melhor anestesista.
Confiar que as duas mãos que me ajudam, são da melhor ajudante.
Confiar no trabalho das melhores enfermeiras.
Confiar que temos os melhores meios técnicos.
Confiar que posso dar aos meus doentes o melhor.
Que sorte que tenho por ter este luxo!🥰😷

21/07/2026

Nova tecnologia para travar a miopia!
Mais eficaz.
Disponível em Portugal.
A partir dos 4 anos.

Crianças com miopia têm crescimento acelerado do olho, e estas novas lentes abrandam-no para um crescimento normal. São excelentes notícias para a oftalmologia pediátrica!!!


03/07/2026

No mais recente artigo publicado na Revista da Sociedade Portuguesa de Oftalmologia do Dr. Vasco Miranda e colaboradores, os autores discutem uma limitação importante dos programas de rastreio baseados apenas em photoscreening (como acontece atualmente em Portugal, no rastreio RSVI realizado aos 2 e aos 4 anos).
Um dos dados destacados neste estudo é particularmente relevante: 40% dos casos de estrabismo observados apresentaram um rastreio negativo, reforçando que o photoscreening, quando utilizado isoladamente, pode não identificar um número significativo de crianças com estrabismo.
Este foi, aliás, um dos temas da minha tese de doutoramento. O photoscreening é uma excelente ferramenta de rastreio para alterações refrativas, sobretudo para anisometropias, mas não deve ser encarado como um método capaz de excluir, por si só, a presença de estrabismo.
A principal mensagem é simples: um rastreio negativo nunca deve sobrepor-se à suspeita clínica.
O que mais me preocupa é observar crianças com estrabismo, cujos pais suspeitavam de estrabismo, mas que foram tranquilizados com a frase: "Não se preocupe, o rastreio deu negativo."
Perante qualquer suspeita de estrabismo, a criança deve ser observada por um oftalmologista pediátrico. Os rastreios destinam-se a crianças assintomáticas, sem sinais ou suspeitas de doença ocular. Não substituem um exame oftalmológico completo nem devem ser utilizados para excluir um diagnóstico quando existem dúvidas clínicas.
Porque um rastreio é apenas isso: um rastreio. Nunca um diagnóstico.

Ainda há quem ache que o diagnóstico de miopia em idade pediátrica não deva ser cicloplégico (="com gotinhas"). Depois ...
23/06/2026

Ainda há quem ache que o diagnóstico de miopia em idade pediátrica não deva ser cicloplégico (="com gotinhas"). Depois andamos todos a falar de coisas diferentes e a concluir "verdades" erradas...
Na minha prática clínica, miopia numa criança implica diagnóstico cicloplégico (sim, "com gotinhas"). Aparecem-me crianças a usar -2.00, que não têm miopia nenhuma quando lhes faço cicloplegia! Sim. Aparecem. Nos dias de hoje. 🤦‍♀️

"Indeed, what appears to be a temporal rise in myopia between 2000–2010 and 2011–2022 disappears once analyses are age-adjusted and limited to cycloplegic data, indicating that Europe’s myopia burden has been relatively stable within comparable age groups."
https://link.springer.com/article/10.1007/s40123-026-01412-2
Parabéns a quem faz ciência com sentido crítico 👏 .costa.lanca

Our commentary critically examines whether the widely accepted projection of a global myopia epidemic, most prominently proposed by Holden et al. (2016), adequately reflects the European context. These projections assume that most regions outside Africa and Oceania will follow an East Asian-type tra...

A quem devo confiar o meu filho?Procurar um oftalmologista pediátrico pode ser desafiante.Todos os dias continuo a quest...
21/06/2026

A quem devo confiar o meu filho?
Procurar um oftalmologista pediátrico pode ser desafiante.
Todos os dias continuo a questionar o que faço, o que observo, o que leio e o que estudo. Porque o verdadeiro saber não se mede apenas pelos anos de prática, mas pela capacidade constante de aprender, evoluir e melhorar.
Ainda hoje, com mais de 20 anos de experiência, continuo a ser surpreendida por casos únicos e complexos, para os quais nem sempre tenho as respostas que gostaria. Nem eu, nem colegas de referência a nível mundial com quem partilho os meus casos clínicos.
O ser humano é extraordinariamente complexo e a ciência não tem sempre todas as respostas.
Mas nunca me conformo com o “não saber”: procuro, estudo e insisto até ao limite do conhecimento atual. Ainda assim, há situações que nos ultrapassam e que não têm soluções simples.
É desta combinação entre experiência, partilha e estudo contínuo que nasce um saber mais sólido. Um saber construído com rigor, entrega e um compromisso genuíno com cada um dos meus pequenos pacientes.

As crianças sentem tudo. A nossa energia, o nosso olhar e até o que tentamos esconder.Por isso, cuidar de crianças exige...
20/06/2026

As crianças sentem tudo. A nossa energia, o nosso olhar e até o que tentamos esconder.
Por isso, cuidar de crianças exige muito mais do que conhecimento técnico. Exige presença, empatia e autenticidade.
Porque, no fim, elas não se lembram apenas do que fizemos. Lembram-se de como as fizemos sentir.
Concorda?
Marque alguém que trabalha com crianças e que vá identificar-se com esta realidade. 👇

17/06/2026

Vai fazer 15 anos daqui a 3 semanas.
Acompanhado desde 2019 por miopia progressiva. As lentes Miyosmart (-2,50 D / -2,50 D) foram iniciadas em outubro de 2023. Como o comprimento axial se manteve estável desde então, o tratamento com Miyosmart foi descontinuado há três meses. Na consulta de seguimento de hoje, observou-se um aumento do comprimento axial e a miopia aumentou 😬 (-2.75D / -3,50 D). A questão que a ciência ainda não consegue responder, permanece: quando deve o tratamento ser descontinuado em crianças com miopia estável?

Nota: foto da criança não é real por questões de privacidade, apenas ilustrativa, gerada por IA

16/06/2026

Quando vemos um sinal de trânsito triangular com rebordo vermelho, sabemos que há perigo à frente. Não seguimos caminho como se nada fosse. Abrandamos, redobramos a atenção e agimos para evitar consequências.
A miopia nas crianças é exatamente assim.
Quando uma criança começa a ver mal ao longe, não é apenas uma questão de trocar de óculos de vez em quando.
Hoje sabemos que quanto mais a miopia aumenta, maior pode ser o risco de problemas oculares no futuro. A boa notícia é que já existem tratamentos e estratégias para ajudar a travar a sua progressão.
Pais, fiquem atentos aos sinais: aproximar-se demasiado dos ecrãs, semicerrar os olhos para ver ao longe, queixas frequentes de dores de cabeça ou dificuldades na escola podem ser indicadores importantes.
Tal como na estrada, um sinal de perigo serve para agir a tempo.
Porque, atualmente, não basta corrigir a miopia. É preciso travá-la!

Endereço

Clínica Profª Doutora Sandra Guimarães, Rua Do Raio, Ed Visconde Do Raio, 179 2ºI
Braga
4710-923

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