06/08/2026
Há muitos anos, um paciente me disse uma frase que eu nunca mais esqueci.
Ele tinha chegado até mim por indicação de outra psicóloga. Depois de algumas sessões, soltou:
“Que bom que tu não faz terapia bovina.”
Eu ri. Nunca tinha ouvido aquela expressão.
Perguntei o que ele queria dizer.
A explicação dele me fez pensar profundamente sobre a forma como muitos pacientes vivem a terapia. E, desde aquele dia, esse termo nunca mais saiu da minha cabeça. Tanto que eu o adotei.
E antes que alguém se ofenda, deixa eu dizer uma coisa importante: eu acredito que, em algum momento da carreira, praticamente toda psicóloga já praticou os dois primeiros tipos. Eu também já estive em lugares da prática clínica dos quais precisei evoluir.
Depois de muito estudo e atendendo psicólogas em supervisão, aprendi que existem três formas muito diferentes de fazer terapia. E apenas uma delas realmente coloca a terapeuta como protagonista na condução da mudança.
No vídeo, eu explico quais são esses três tipos.
Depois de assistir, me conta: qual desses três tipos mais parece com a terapia que tu já viveu — ou vive hoje?