Psicóloga Denise Lahutte

Psicóloga Denise Lahutte Olá! Me chamo Denise Lahutte e sou psicóloga clínica especializada em relacionamentos.

Com mais de 35 anos de carreira, já ajudei centenas de pacientes em consultório a melhorarem sua auto-estima e construírem relações sólidas e felizes.

06/08/2026

Há muitos anos, um paciente me disse uma frase que eu nunca mais esqueci.

Ele tinha chegado até mim por indicação de outra psicóloga. Depois de algumas sessões, soltou:

“Que bom que tu não faz terapia bovina.”

Eu ri. Nunca tinha ouvido aquela expressão.

Perguntei o que ele queria dizer.

A explicação dele me fez pensar profundamente sobre a forma como muitos pacientes vivem a terapia. E, desde aquele dia, esse termo nunca mais saiu da minha cabeça. Tanto que eu o adotei.

E antes que alguém se ofenda, deixa eu dizer uma coisa importante: eu acredito que, em algum momento da carreira, praticamente toda psicóloga já praticou os dois primeiros tipos. Eu também já estive em lugares da prática clínica dos quais precisei evoluir.

Depois de muito estudo e atendendo psicólogas em supervisão, aprendi que existem três formas muito diferentes de fazer terapia. E apenas uma delas realmente coloca a terapeuta como protagonista na condução da mudança.

No vídeo, eu explico quais são esses três tipos.

Depois de assistir, me conta: qual desses três tipos mais parece com a terapia que tu já viveu — ou vive hoje?

06/08/2026

Uma paciente há anos trouxe o termo “TERAPIA BOVINA” numa sessão. Eu nunca tinha pensando nisso desta forma. E, se a gente parar pra pensar, tem uma carga e tanto nesse termo. Vamos entender melhor por que tantas terapia não funcionam? Quer entender melhor o que funciona? Clics no Link da Bio!

30/07/2026

Psicólogas costumam ser extremamente dedicadas, estudiosas, dedicadas mesmo, mas sofrem com um excesso de teorias, técnicas e abordagens- muitas delas, sem validação científ**a alguma . Algumas psicólogas chegam a me dizer que sentem como se o processo terapêutico fosse um grande buffet onde ela precisa escolher entre muuiiitas opções de abordagens, técnicas e teorias. Quer saber o que meus 38 anos de prática clínica me ensinaram? A psicóloga só precisa saber TRÊS COISAS sobre o paciente pra poder trabalhar e gerar transformação. É Psi, presta atenção: nenhum paciente está atrás de técnica, teoria ou mesmo de terapia: todos querem ajuda pra produzir a MUDANÇA que ela precisa. E, pra gerar mudança, a psicóloga precisa saber onde o paciente (ou o casal está) , pra onde precisa ir e qual o caminho que precisa percorrer. E o melhor de tudo? Tudo isos a ciência já descobriu- o que eu fiz foi estudar as pesquisas sobre o que realmente funciona e simplif**ar num passo a passo. Quer saber mais? Me chama no Direct!

Você pode ensinar um casal a usar as palavras certas.Mas, se eles continuam presos no mesmo ciclo, a conversa muda… e a ...
27/07/2026

Você pode ensinar um casal a usar as palavras certas.

Mas, se eles continuam presos no mesmo ciclo, a conversa muda… e a dor permanece.

Esse é um dos maiores equívocos da prática clínica: acreditar que o problema está apenas na comunicação.

Na maioria das vezes, a comunicação é o sintoma. O que sustenta o conflito são os padrões relacionais, os ciclos emocionais e as tentativas de proteção que, sem perceber, afastam quem mais desejamos ter por perto.

Antes de ensinar o casal a falar diferente, é preciso ajudá-lo a enxergar a dança que repete todos os dias.

Porque quando o ciclo muda, a comunicação deixa de ser uma técnica e passa a ser consequência de um vínculo mais seguro.

Quantas vezes você já viu um casal melhorar a forma de conversar, mas continuar brigando pelos mesmos motivos?

💬 Quero ler a sua opinião nos comentários.

22/07/2026

Conta pra mim: o que você sentiu quando soube desse caso do cara que ganhou um cesto de maquiagem de grife e deu pra colega ao invés de levar pra casa e dar pra esposa? 🫠

21/07/2026

COMO SABER SE O RELACIONAMENTO ACABOU?

Talvez você precise antes acrescentar uma outra camada de questionamento:

Você está insatisfeita com o seu relacionamento ou está encantada com as possibilidades que existem fora dele?

Porque existe uma armadilha.

Nós não nos relacionamos apenas com pessoas reais: até que tenhamos clareza, nós nos relacionamos com as projeções que fazemos sobre elas.

E, pra completar o combo, hoje vivemos uma sensação de excesso de oferta.

Aplicativos, redes sociais, mensagens, novas possibilidades o tempo todo…

Isso pode criar a impressão de que existe uma abundância infinita de pessoas disponíveis.

Mas, muitas vezes, não é abundância.

É cardápio.

Você olha para o que está disponível e começa a imaginar que, se trocar de relacionamento, poderá encontrar alguém mais interessante, mais romântico, mais maduro, mais bonito, mais compatível…

Só que você está comparando uma pessoa real — com defeitos, limites, dias ruins e uma história compartilhada com você — com pessoas que você conhece apenas pela vitrine. E está partindo da premissa errada: que você encontrará pronto alguém que se encaixa melhor em você. Pode até ser que encontre, mas mesmo nesses casos vc vai ver que relacionamento é construção. Sozinho, ninguém constrói nada, de fato, bom. E ir embora quando f**a difícil é o jeito mais fácil de não construir nada.

Quando você escolhe alguém para construir uma vida, você não escolhe apenas a pessoa que ela é hoje. Você escolhe também investir naquela pessoa e na relação. Trabalhar os encaixes que fazem falta. Pros dois (acredite, você não é o alecrim dourado formado apenas por qualidades que a outra pessoa teve a sorte de conquistar).

Não estou falando em permanecer em um relacionamento abusivo, destrutivo ou sem possibilidade de transformação.

Mas se você está dentro de uma relação que tem desafios e passa o tempo pensando nas ofertas de fora ao invés de olhar primeiro pra você, talvez a pergunta não seja:

“Será que meu relacionamento acabou?”

Talvez seja:

“Até que ponto eu ainda estou realmente fazendo a minha parte dentro desta rela

Psi, ninguém te avisou.Você passou anos aprendendo a entender a pessoa. A história, as feridas, os padrões. E aprendeu b...
17/07/2026

Psi, ninguém te avisou.

Você passou anos aprendendo a entender a pessoa. A história, as feridas, os padrões. E aprendeu bem.

Mas aí a paciente senta na tua frente e fala do casamento. Da mãe. Do chefe. Do relacionamento que consome tudo.

E você percebe: o sofrimento dela não está só nela. Está no vínculo.

Você sente, acolhe, valida. Mas conduzir a dinâmica relacional? Isso a faculdade não ensinou.

Não é falta de capacidade. É falta de mapa.

E a boa notícia: esse mapa existe. Não é mais um curso genérico. É a peça que faltava no que você já sabe.

Comenta QUERO que eu te mostro o caminho.

16/07/2026

Me conta: você sabe por que faz isso? 😮‍💨😳🫣

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