05/06/2026
Quantas vezes já sentiu o sofrimento de alguém tão profundamente ao ponto de esquecer as suas próprias necessidades? Vestir a "capa de salvador" e colocar o outro sempre em primeiro plano pode parecer um gesto puramente altruísta, mas a psicologia explica que, muitas vezes, este comportamento esconde uma dinâmica mais profunda.
No nosso mais recente artigo do Blog PsicoVida, a psicóloga Carina Oliveira convida-nos a refletir sobre o Esquema de Auto-sacrifício. Quando o lema de vida passa a ser "Existo se cuido", o cuidado deixa de ser uma escolha e passa a ser uma imposição interna, onde o nosso valor f**a refém da utilidade que temos para os outros.
Neste artigo vai descobrir:
👉 Como a dor alheia ativa gatilhos da nossa "Criança Vulnerável".
👉 O limite ténue entre a empatia saudável e o auto-abandono emocional.
👉 O impacto desta dinâmica (sobrecarga, solidão e exaustão) na vida adulta.
👉 A importância de iniciar o caminho de resgate das nossas próprias necessidades.
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Conheça a autora: O artigo é assinado por Carina Oliveira, Mestre em Psicologia pela Universidade de Coimbra (FPCEUC), com formação intensiva em Terapia dos Esquemas pelo Instituto Português de Terapia do Esquema, formação em Terapia Cognitivo-Comportamental para perturbações de ansiedade e especialização em Educação Positiva e Relações Respeitosas.
Emocional
Quando a dor do outro dói em mim e se torna algo iniludível, podemos suspeitar que há lugares nossos, profundos, que estão a ser tocados. A resposta mais imediata – e nem por isso menos astuta – é pensar que, se dói, então aquela dor também é nossa. Como se testemunhar o sofrimento do o...