Olympica Internacional . Clínicas do Desporto

Olympica Internacional . Clínicas do Desporto Organização Médica Nacional que desde 1989 presta serviços na área da Medicina e da Traumatologia do Desporto

É uma Organização Nacional Privada de prestação de serviços médicos para a área da Medicina e da Traumatologia do Desporto e encontra-se sediada em Coimbra. Desde 1989, mantém estruturas nos principais centros de actividade desportiva da zona centro / norte do país, para assim com melhor facilidade, qualidade e eficácia, disponibilizar os seus serviços de forma global - com inclusão de consultas d

e especialidades médicas e cirúrgicas, imagiologia, medicamentos, internamento, tratamentos cirúrgicos, recuperação e fisioterapia, etc. - aos clubes desportivos em geral e aos atletas em particular. Presentemente encontram-se à disposição centros de trabalho em : Lourosa, Viseu, Guarda, Coimbra, Alcobaça. Reserva / marcação de consultas pelas linhas linhas 239 780 281, 239 724, 924 403 390 de 2ª a 6ª feira, no período das 14 horas às 18 horas.

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23/08/2026


» QUAIS SÃO AS LESÕES NO ULTIMATE «

O Ultimate é uma das modalidades desportivas ainda com poucos aderentes em Portugal, surgiu nos anos noventa, mas a proporcionar uma excelente forma de exercício aeróbico, de desenvolvimento do equilíbrio físico, da agilidade, da coordenação, do espírito de equipa e do fair-play pelo seu carácter desportivo, que permite que possa ser jogado sem um árbitro.
QUAIS SÃO AS LESÕES MAIS FREQUENTES NO ULTIMATE ?
Decorrente da prática do ultimate e tal como noutras modalidades, há dois tipos de lesões: as de sobrecarga e as traumáticas de carácter agudo.
No ultimate, a generalidade das lesões, enquadram-se nas comuns da corrida no que concerne às de sobrecarga e com as das modalidades de contacto físico para as agudas, embora aqui o contacto esteja por regra interdito.
As lesões nos membros inferiores, nos ombros e na cabeça, são as mais frequentes no ultimate.
Lesões de Sobrecarga
As lesões de sobrecarga, apesar de serem relativamente bastante frequentes nesta modalidade, têm um processo de instalação muito subtil. Evoluem lentamente no tempo e habitualmente não permitem estabelecer o seu diagnóstico com facilidade, assim como também não possibilitam uma resposta terapêutica com a efectividade acelerada desejada.
Resultam fundamentalmente de microtraumatismos de continuada repetição sobre os tendões e músculos, os ossos e as articulações.
Exemplos destas lesões são: a tendinose do tendão rotuliano, as tenovaginites do musculo tibial anterior, do tendão de Aquiles e dos isquio-tibiais, a doença da cartilagem da rótula, as fracturas de fadiga da coluna lombar, das costelas, do pé e da tíbia, o síndroma compartimental da perna, a isquialgia e a pubalgia.
Afectam sempre com bastante significado o desempenho desportivo e se não devidamente tratadas por um profissional qualificado, podem dar origem a processos de elevada complexidade e gravidade.
Lesões Agudas
O ultimate é uma modalidade sem confronto físico, em princípio, pelo que o risco para as lesões agudas é muito reduzido.
No entanto quando presentes, resultam sempre de um episódio traumático súbito e fortuito, de maior ou menor energia e o seu diagnóstico habitualmente é quase imediato.
Exemplos destas lesões são: as entorses do joelho, do tornozelo e do médio-pé, as fracturas da tíbia, do tornozelo, da clavícula e do antebraço, a rotura do ligamento interno do joelho, do menisco e do ligamento cruzado anterior, a luxação dos dedos das mãos, da articulação acrómio-clavicular, do ombro e da rótula e ainda os hematomas intra-musculares e o higroma hemorrágico rotuliano.
! Algumas das lesões de sobrecarga do desporto não podem esperar !
Dispomos de um corpo clínico especializado em patologia de sobrecarga do desporto (Director Clínico Dr. Francisco Santos Silva - OM 17045).
A solicitação de marcação de consulta para esta unidade, pode ser efectuada para o centro de reserva de consultas, pela linha - 239 780 281 (custo de uma chamada para a rede fixa nacional) - de 2ª a 6ª feira, no período das 15 horas às 18 horas ou para o email - [email protected] .
OLYMPICA - COIMBRA . ALCOBAÇA . VISEU . LOUROSA/VILA DA FEIRA
" A informação aqui expressa, têm exclusivamente um carácter informativo e educacional.
O seu conteúdo não deve ser, em nenhuma circunstância, utilizado para a realização, quer de um auto-diagnóstico, quer de um auto-tratamento.
Só um ortopedista tem qualificação ética, científica e técnica para esse efeito e deverá ser consultado. "

23/08/2026
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23/08/2026

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» O QUE É O NEVROMA DE MORTON NO ATLETA ? «
O nevroma de Morton, ou nevroma interdigital, é uma lesão dolorosa que envolve um ramo nervoso na região plantar do pé, limitando permanentemente o desempenho do atleta.
Ocasionalmente, um nevroma pode desenvolver-se na sequência de uma situação traumática repetitiva na planta do pé, que pode ser motivada pelos saltos do atleta (corrida, basquetebol, andebol, voleibol ) em pisos duros, mas em geral, a origem desta condição é desconhecida.
Os nervos localizados na área medio-plantar do pé e que passam entre as cabeças dos metatarsos, que são os ossos longos que sustentam os dedos do pé, proporcionam a estes a sensibilidade e as sensações tácteis.
Um desses nervos pode ser traumatizado/“ irritado “ por um pequeno ligamento localizado acima, causando-lhe um pequeno espessamento/nevroma nessa zona e desencadeando consistentemente uma dor com um ardor do tipo queimadura.
Normalmente este problema ocorre com mais frequência entre o terceiro e o quarto metatarsos /dedos, mas também pode ocorrer entre o segundo e o terceiro dedos.
É incomum um nevroma estar localizado entre o primeiro e o segundo ou o quarto e o quinto metatarsos. Raramente há mais do que um nevroma num pé.
O tratamento desta lesão no atleta é de carácter cirúrgico e é realizado em ambiente de cirurgia de ambulatório.
! Algumas das lesões de sorecarga do desporto não podem esperar !
Dispomos de um corpo clínico especializado em patologia de sobrecarga do desporto (Director Clínico Dr. Francisco Santos Silva - OM 17045).
A solicitação de marcação de consulta para esta unidade, pode ser efectuada para o centro de reserva de consultas, pela linha - 239 780 281 (custo de uma chamada para a rede fixa nacional) - de 2ª a 6ª feira, no período das 15 horas às 18 horas ou para o email - [email protected] .
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20/08/2026

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» 32.º CIRCUITO DE S. BERNARDO . 20 DE AGOSTO . ALCOBAÇA , 2026 «
Francisco Campos (Team Tavira/Crédito Agrícola) venceu hoje a edição deste ano do circuito, ao completar os 75 quilómetros em 1h39m54s. Hugo Nunes (Credibom-LA Alumínios-Marcos Car), foi o segundo classificado com o mesmo tempo. Fábio Costa (Feira dos Sofás-Boavista) fechou o pódio.
Mais uma vitória "saborosa" a juntar ao teu palmarés. As nossas felicitações ao magnifico trio.
Fantástica moldura de um público exultante ao longo do percurso !

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19/08/2026

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» ROTURA DO TENDÃO DE AQUILES NO CORREDOR «
O tendão de Aquiles é uma banda fibrosa comprida e muito resistente que liga os músculos da região posterior da perna ao calcanhar. Ele e os músculos que lhe estão associados, contraindo-se possibilitam a marcha, a corrida e o salto.
A ruptura ocorre com mais frequência em corredores amadores masculinos do que femininos e em particular com mais de 45 anos, quando correm ou saltam normalmente ao fim de semana.
Mas também pode ocorrer em corredores de elite. Em atletas femininas e mais jovens, a ruptura é mais comumente associada ao uso de antibióticos do grupo das quinolonas, como a ciprofloxacina (a razão desta ligação é desconhecida).
O tratamento da rotura do tendão de Aquiles, muito raramente e apenas em determinados atletas, pode ser de carácter conservador (imobilização temporária), já que o tratamento mais adequado e que utilizamos nos nossos corredores, é o de carácter cirúrgico.
Habitualmente os corredores que recorrem aos nossos serviços, não escolhem o tratamento conservador, já que o processo de cicatrização é irregular e pouco consistente e o tendão corre o risco de sofrer nova rotura.
A cirurgia de reparação do tendão que efectuamos, permite retirar toda a zona desvitalizada/doente deste, afinal a responsável pela sua rotura e utilizado suturas fortes e reabsorvíveis, em conjunto com o tendão do plantar delgado, reparar e reconstruir o tendão, permitindo a cura com um comprimento do tendão, idêntico ao inicial.
No entanto importa referir, que a cura do tendão e a sua posterior recuperação, leva tempo (em média três meses) e por isso, a atrofia muscular se não bem controlada e monitorizada, será sempre uma constante e um contratempo para a retoma da actividade desportiva.
A ruptura do tendão de Aquiles continua a ser uma lesão grave e muito temida especialmente pelos corredores de fundo e de todo o terreno / “trail”.
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16/08/2026


» O QUE É O SÍNDROMA DA FASCIA ILIOTIBIAL NOS ATLETAS «
A fáscia iliotibial (FIT) é uma estrutura fibrosa que se estende desde a face externa da coxa, até à face externa do joelho/perna e que com frequência é uma fonte de inflamação, dor e impotência funcional para os atletas de muitas modalidades (corredores, ciclistas, saltadores).
A fáscia iliotibial tem este nome devido à sua origem proximal no ílion e ao seu ponto de inserção distal na tíbia. O ílion faz parte do osso da bacia, enquanto a tíbia é o principal osso da perna.
A (FIT) desce ao logo da coxa até à face externa da perna, enviando fibras para a rótula e principalmente para uma protuberância óssea na zona proximal da tíbia, chamada “tubérculo de Gerdy “.
Quando a faixa se apresenta mais ou menos tensa, por varismo do joelho por exemplo, pode ocorrer uma situação de fricção repetida entre os tecidos subjacentes e a estrutura óssea na face externa da tíbia, desencadeando um consequente processo inflamatório, associado a dor, defesa local e limitação funcional.
Os ciclistas, os esquiadores cross country e os remadores, são os atletas mais frequentemente envolvidos com esta patologia.
Para reverter este processo, o “estiramento” da (FIT) com rolos de espuma e as massagens, frequentemente são bastante úteis. Na circunstância e para os ciclistas, ajustar a altura do selim, com a alteração do ângulo de flexão do joelho durante a pedalada, costuma eliminar o problema.
Complementarmente as injeções locais com betametazona e ou a toma de anti-inflamatórios, em associação ao “estiramento”, à massagem e à modificação da atividade, habitualmente são bastante efectivas.
No entanto e na circunstância destes procedimentos falharem, há a necessidade de se levar a efeito a um alongamento cirúrgico da fáscia iliotibial. Esse alongamento da (FIT) é efectuado mediante uma incisão muito pequena sob sedação.
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