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06/06/2026

DOENÇA CELÍACA: o menu com alergĂ©nios chega para decidir?

NĂŁo.

A informação sobre alergénios é importante, mas é apenas o primeiro passo quando comemos num restaurante não certificado.

Neste fim de semana por terras de Viriato, regressámos ao , em Viseu — há muito um dos nossos restaurantes preferidos. 💙

AvisĂĄmos antecipadamente que somos celĂ­acos e encontrĂĄmos uma equipa atenta, disponĂ­vel para esclarecer dĂșvidas e adaptar a preparação da refeição.

Peço para levar o meu prĂłprio pĂŁo, por segurança. O grupo do restaurante tem uma padaria artesanal, mas existe possibilidade de contacto cruzado com glĂșten nas instalaçÔes onde Ă© produzido.

À mesa chegaram:

🍅 Bacalhau frito, preparado para nós com farinha de milho, acompanhado por arroz malandrinho de tomate;

đŸœïž Bochechas de porco com purĂ© de batata.

Tudo cheio de sabor e acompanhado por uma preocupação real com os detalhes da preparação.

Ainda assim, partilho esta experiĂȘncia chamando a atenção que: um restaurante com cozinha nĂŁo exclusiva nĂŁo oferece uma garantia absoluta.

Por isso, Ă© essencial:

— avisar com antecedĂȘncia;
— explicar claramente que se trata de doença celíaca;
— perguntar pelos ingredientes e pela preparação; pela gestão de contatos cruzados.
— voltar a confirmar tudo antes de comer.

O menu informa. Os procedimentos protegem.

Comer fora com doença celĂ­aca, com conhecimento, cuidado e prazer, tambĂ©m Ă© qualidade de vida. 💙

Guarda este Reel para a próxima refeição fora e envia-o a alguém que ainda confia apenas na lista de alergénios.

Segue 💙 para informação mĂ©dica, prĂĄtica e rigorosa sobre doença celĂ­aca, sensibilidade ao trigo nĂŁo celĂ­aca e vida sem glĂșten.





Doença celĂ­aca na criança: o risco nĂŁo depende de uma Ășnica escolha. 💙A genĂ©tica Ă© importante — mas nĂŁo explica tudo.A i...
05/06/2026

Doença celĂ­aca na criança: o risco nĂŁo depende de uma Ășnica escolha. 💙

A genĂ©tica Ă© importante — mas nĂŁo explica tudo.

A investigação apresentada no DDW 2025 identificou fatores ambientais associados a um maior risco de doença celĂ­aca na infĂąncia, incluindo uma maior ingestĂŁo diĂĄria de glĂșten nos primeiros dois anos de vida, um padrĂŁo alimentar mais ocidentalizado, menor ingestĂŁo de fibra entre os 6 e os 12 meses e valores de vitamina D fora do intervalo normal nos primeiros anos de vida.

Mas hå uma mensagem essencial: associação não significa culpa.

Estes dados não querem dizer que os pais causaram a doença. A doença celíaca é multifatorial e resulta da interação entre predisposição genética, sistema imunitårio, alimentação, microbioma e fatores ambientais.

Também sabemos que o risco não é igual para todos os familiares. Entre familiares de primeiro grau de uma pessoa com doença celíaca, a probabilidade de desenvolver a doença varia entre pais, filhos, irmãos e irmãs.

E esta informação não serve para assustar.

Serve para lembrar que existem pessoas que nĂŁo devem ficar esquecidas na vigilĂąncia.

NĂŁo retires glĂșten da alimentação de uma criança por prevenção sem avaliação mĂ©dica. Em crianças sem diagnĂłstico, essa decisĂŁo pode dificultar ou atrasar um diagnĂłstico correto.

Se existem sintomas, dĂșvidas ou familiares de primeiro grau com doença celĂ­aca, procura orientação mĂ©dica adequada.

A informação ajuda mais do que o medo.
E o cuidado tambĂ©m se partilha. 💙

Guarda este post e partilha-o com pais, avós, irmãos, educadores e todos aqueles que acompanham crianças no dia a dia.





03/06/2026

Doença celíaca: Maio terminou, mas a missão continua. 💙

Durante o MĂȘs do CelĂ­aco lançåmos sementes: de conhecimento, de diagnĂłstico, de segurança e de comunidade.

Mas a caminhada sem glĂșten nĂŁo termina quando acaba Maio.

Continua em cada famĂ­lia que aprende.
Em cada escola que inclui.
Em cada restaurante que escuta.
Em cada pessoa que partilha informação correta.
Em cada diagnĂłstico que ainda pode acontecer.

A MissĂŁo Maio foi: partilhar para diagnosticar.
Agora continuamos o caminho.

Com ciĂȘncia.
Com empatia.
Com comunidade. 💙

Guarda este post e partilha com alguém que também faz parte desta caminhada.

02/06/2026

O glĂșten na infĂąncia nĂŁo estĂĄ sĂł no prato

Migalhas invisĂ­veis podem ser mais perigosas do que parecem.

No universo das crianças, o glĂșten nĂŁo vive apenas na comida. Pode estar presente em contextos do dia a dia que, Ă  primeira vista, parecem inofensivos:

Na mesa de atividades, onde se partilham materiais e pequenos lanches.
Nas salas de espera, com superfĂ­cies tocadas por muitas mĂŁos.
Em festas de aniversårio, entre doces, brindes e decoração.
Nos balneårios e espaços comuns, onde tudo se cruza.
Em lancheiras, brinquedos e rotinas de partilha.

Para uma criança com doença celíaca, o objetivo não é viver em alerta constante.
É viver com segurança construída por hábitos simples, consistentes e partilhados por todos.

Educar muda tudo:
Explicar à criança o que pode ou não pode fazer contacto.
Ensinar adultos a higienizar mĂŁos e superfĂ­cies.
Evitar partilhas de alimentos e utensĂ­lios.
Validar ingredientes e materiais em festas e atividades.
Reconhecer que migalhas também representam risco.

A infñncia deve manter-se leve, livre e feliz — com proteção adequada à doença celíaca.

💙 Guardar e partilhar este conteĂșdo pode fazer diferença na vida de uma criança.



Hoje Ă© Dia da Criança.E hoje quero falar-vos de uma decisĂŁo muito pessoal. 💙No caso do nosso filho, celĂ­aco, decidimos, ...
01/06/2026

Hoje é Dia da Criança.
E hoje quero falar-vos de uma decisão muito pessoal. 💙

No caso do nosso filho, celĂ­aco, decidimos, em conjunto com a pediatra, que ele entraria na escola apenas aos 3 anos.

NĂŁo porque quisĂ©ssemos protegĂȘ-lo do mundo para sempre.
Mas porque queríamos que ele tivesse tempo para ganhar linguagem, segurança e autonomia antes de estar num ambiente onde a comida circula, onde há festas, lanches, ofertas espontñneas e muita boa intenção
 mas nem sempre informação suficiente.

Antes de ir para a escola, havia duas coisas que para nĂłs eram essenciais:

Que ele soubesse dizer “nĂŁo” quando alguĂ©m lhe oferecesse comida.
E que soubesse dizer a palavra “glĂșten”.

Curiosamente, decidi ensinar-lhe primeiro “glĂșten” — e nĂŁo “trigo” ou “farinha”.

Porque “trigo” e “farinha” são palavras que, para muitos adultos, parecem demasiado banais.
Mas quando uma criança pequena diz:

“NĂŁo posso. Tem glĂșten?”

a frase chama a atenção.
Faz o adulto parar.
Faz perguntar.
Faz pensar.

E, muitas vezes, essa pequena pausa é proteção.

Claro que cada famĂ­lia, cada criança e cada contexto escolar sĂŁo diferentes. NĂŁo existe uma fĂłrmula Ășnica.

Mas hĂĄ algo que acredito profundamente:

Uma criança celíaca não precisa de crescer com medo.
Precisa de crescer com palavras.
Com treino.
Com adultos atentos.
Com escola informada.
Com famĂ­lia alinhada.

Ensinar uma criança a dizer “nĂŁo” tambĂ©m Ă© ensinar saĂșde.
Ensinar a palavra “glĂșten” tambĂ©m Ă© ensinar autonomia.
E preparar a escola também é cuidar.

Ser criança e ser celíaco é possível.
Com segurança.
Com leveza.
Com inclusão. 💙

Neste Dia da Criança, guarda este carrossel e partilha com pais, avós, educadores e professores. Pode ajudar uma criança celíaca a estar mais segura.





31/05/2026

Doença celíaca: Maio termina. A missão não. 💙

No dia 16 de maio, Dia do Celíaco, estivemos juntos no almoço organizado pela APC — Associação Portuguesa de Celíacos, no restaurante Rice Me.

Houve partilha, reencontros, conversas, comida segura sem glĂșten, mensagens de esperança e, acima de tudo, comunidade.

Porque viver com doença celĂ­aca nĂŁo Ă© apenas retirar o glĂșten do prato.
É aprender, adaptar, perguntar, confirmar, cuidar — e perceber que ninguĂ©m tem de fazer este caminho sozinho.

A MissĂŁo Maio: Partilhar para Diagnosticar chega hoje ao seu fecho simbĂłlico.
Mas a missĂŁo nĂŁo termina aqui.

Cada história partilhada pode ajudar alguém a reconhecer sinais.
Cada conversa pode aproximar uma famĂ­lia do diagnĂłstico.
Cada voz pode fazer diferença.

Maio termina.
A missão continua. 💙

Guarda este vĂ­deo.
Partilha com famĂ­lia e amigos.
Pode ajudar alguém a chegar mais cedo ao diagnóstico.





Doença celĂ­aca nĂŁo Ă© alergia.NĂŁo Ă© intolerĂąncia.É autoimune.E por isso, nĂŁo termina no prato.Exige diagnĂłstico, exige ri...
30/05/2026

Doença celíaca não é alergia.
NĂŁo Ă© intolerĂąncia.
É autoimune.

E por isso, nĂŁo termina no prato.
Exige diagnĂłstico, exige rigor, exige segurança — e exige tambĂ©m mais informação.

Maio estĂĄ quase a terminar.
A missĂŁo nĂŁo.

Se este mĂȘs olhaste para a doença celĂ­aca de outra forma, nĂŁo deixes essa informação parar em ti.

Este carrossel reĂșne mensagens que nĂŁo podem ficar sĂł em Maio:
mais literacia, mais respeito, mais segurança e mais diagnóstico.

Guarda este carrossel.
Partilha com famĂ­lia e amigos.
Pode ajudar alguém a chegar ao diagnóstico.

Porque falar de doença celĂ­aca tambĂ©m Ă© cuidar. 💙

MissĂŁo Maio: Partilhar para Diagnosticar
DraAnaPimenta💙

Doença celĂ­aca: considerar haver contacto com glĂșten nĂŁo Ă© exagero. É vigilĂąncia.Na doença celĂ­aca, uma exposição aciden...
29/05/2026

Doença celĂ­aca: considerar haver contacto com glĂșten nĂŁo Ă© exagero. É vigilĂąncia.

Na doença celĂ­aca, uma exposição acidental ao glĂșten pode acontecer em contexto de contacto cruzado, cozinha partilhada, buffet, restaurante sem protocolos seguros, utensĂ­lios contaminados, molhos, rĂłtulos mal interpretados ou alimentos aparentemente “seguros”.

E nem sempre os sintomas surgem logo.

Podem aparecer em minutos, horas depois ou até nos dias seguintes.
Podem ser digestivos.
Podem ser extraintestinais.
Podem ser intensos.
Podem ser subtis.
E, em algumas pessoas, podem nem sequer ser evidentes.

Mas isto Ă© essencial: ter sintomas nĂŁo prova, por si sĂł, contacto com glĂșten.

No entanto, se os sintomas surgem após uma refeição em local de risco — cozinha partilhada, buffet ou restaurante sem protocolos seguros para doença celíaca — essa relação temporal merece ser valorizada.

E o contrĂĄrio tambĂ©m importa: nĂŁo ter sintomas nĂŁo significa que o glĂșten nĂŁo causou dano.

Por isso, em vez de culpa, precisamos de estratégia.

Hidratar.
Repousar.
Usar a medicação SOS, se prescrita pelo médico.
Registar o que se comeu, onde se comeu, a que horas, que sintomas surgiram e quanto tempo duraram.
Rever rĂłtulos, utensĂ­lios, molhos e possĂ­veis fontes de contacto cruzado.

Na doença celíaca, o objetivo não é viver com medo.

É viver com informação, segurança e estratĂ©gia.

Guarda este post para rever quando precisares.

Partilha com alguĂ©m celĂ­aco, com familiares ou com quem ainda acha que “um bocadinho de glĂșten nĂŁo faz mal”.

💙 Missão Maio: partilhar para diagnosticar.





Doença celĂ­aca: o que Ă©, afinal? 💙A doença celĂ­aca nĂŁo Ă© uma moda, nem uma simples “intolerĂąncia ao glĂșten”.É uma doença...
28/05/2026

Doença celĂ­aca: o que Ă©, afinal? 💙

A doença celĂ­aca nĂŁo Ă© uma moda, nem uma simples “intolerĂąncia ao glĂșten”.
É uma doença autoimune, desencadeada pela ingestĂŁo de glĂșten em pessoas geneticamente predispostas, que pode causar inflamação e lesĂŁo no intestino delgado, com impacto na absorção de nutrientes e na saĂșde geral.

E não, nem sempre se manifesta apenas com “dor de barriga”.
Pode surgir com diarreia, obstipação, distensão abdominal, fadiga, anemia ferropénica, cefaleias, perda de peso, aftas, alteraçÔes cutùneas, dores articulares ou outros sinais.

Nem todas as pessoas tĂȘm os mesmos sintomas — e algumas podem ter sintomas pouco evidentes durante muito tempo.

HĂĄ grupos com maior risco, como familiares de 1.Âș grau de pessoas com doença celĂ­aca, pessoas com diabetes tipo 1, doença tiroideia autoimune ou algumas condiçÔes genĂ©ticas.

Nos familiares de 1.Âș grau, estima-se que cerca de 1 em cada 14 possa ter doença celĂ­aca, pelo que a vigilĂąncia e o rastreio devem ser valorizados.

⚠ Importante: nĂŁo retires o glĂșten antes de fazer os te**es, porque isso pode dificultar ou atrasar o diagnĂłstico.

O diagnóstico começa habitualmente com anålises ao sangue para anticorpos específicos e, em muitos casos, confirma-se com biópsia do intestino delgado.

O tratamento Ă© uma dieta sem glĂșten rigorosa e para toda a vida — mas com informação certa, apoio e acompanhamento, Ă© possĂ­vel viver bem.

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💙 Partilha com quem ainda pensa que a doença celĂ­aca Ă© apenas uma “intolerĂąncia ao glĂșten”.đŸ“€

Mais informação. Mais diagnĂłstico. Mais saĂșde.
MissĂŁo Maio: Partilhar para Diagnosticar.đŸ©”






DraAnaPimenta

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