Posso.Entrar? Apoio Domiciliário

Posso.Entrar? Apoio Domiciliário Promover a socialização, a inclusão e desenvolvimento da pessoa dependente, com deficiência que necessita de apoio nas AVD'S.

07/08/2026

Quantas vezes você já sentiu que precisava explicar cada decisão da sua vida para ser compreendido?

Aos poucos, isso se torna um peso.

Você começa a justificar seus sonhos, suas escolhas, seus limites e até aquilo que faz bem para o seu coração, como se precisasse da aprovação de todo mundo para seguir em frente.

A verdade é que quem realmente conhece você não exige explicações o tempo todo.

E quem decidiu não entender dificilmente mudará de opinião por causa de um argumento a mais.

Quanto mais você vive tentando convencer as pessoas, mais entrega a elas o controle sobre a sua paz e sobre a forma como enxerga a própria vida.

Aprenda a confiar nas suas escolhas e deixe que suas atitudes falem por você.

Nem toda opinião merece uma resposta, e nem toda crítica precisa de uma justificativa.

Quando você para de viver em busca da aprovação dos outros, encontra mais liberdade para construir a vida que faz sentido para você.

A paz começa quando você entende que não precisa provar quem é para ninguém.

Créditos: Nathalie Francine RSilva Posso.Entrar? Apoio Domiciliário

06/08/2026
05/08/2026

Gratidão SE✨️🙏

01/08/2026

Meu Simba,

Hoje, dia 1, partiste e levaste um pedaço do meu coração contigo.

Obrigada. Obrigada por seres forte quando eu precisei, corajoso para proteger a nossa casa, proteger o teu avó 👴 Joaquim Silva acompanhar, apoiar, fazias tanta companhia, protetor, generoso em cada gesto e amoroso como só tu sabias ser.

Obrigada pelos teus saltos energéticos mal eu chegava à porta, pela tua cauda que nunca sabia ficar quieta, por esse amor que abanava a casa toda. Eras festa. Eras chegada. Eras casa.

Agora a casa ficou vazia. O silêncio pesa. Falta o som das tuas patas, o teu cheirinho, o teu olhar que me entendia sem eu precisar dizer nada.

Tu não foste "só um cão". Foste amigo, família, confidente, colo. Foste o meu amigo de 4 patas que me ensinou o que é amar sem medida e sem condição.

Vai em paz, meu leão corajoso. Que onde estiveres possas correr livre, saltar alto como sempre gostaste, com essa energia linda que era só tua.

Eu fico aqui com a saudade, mas também com a gratidão imensa de ter sido escolhida por ti.

Amar-te-ei para sempre.
A tua humana, de coração partido mas cheio de ti.
Nathalie Francine RSilva
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- Mãe, o que é, para ti, o amor? - perguntou o menino.A mãe sorriu.-O amor para mim é como um jardim.- Como um jardim?- ...
25/07/2026

- Mãe, o que é, para ti, o amor? - perguntou o menino.

A mãe sorriu.

-O amor para mim é como um jardim.

- Como um jardim?

- Sim. É preciso regá-lo, tirar as ervas daninhas e cuidar dele todos os dias. Com o amor é igual. Se for bem tratado, floresce. Se for esquecido, vai perdendo a força.

- O amor tem um tamanho? - perguntou o menino.

- Tem. Mas o amor não se mede com uma régua ou uma fita métrica. Mede-se pela forma como tratamos e somos tratados por aqueles que nos rodeiam. Quanto mais cuidamos de alguém, mais o amor cresce.

- Então, o amor cresce como se fosse uma criança?

- Há amores que crescem durante muitos anos. Outros mantêm-se do mesmo tamanho durante algum tempo. Também há alguns que deixam de crescer porque as pessoas deixam de cuidar deles.

O menino franziu a testa.

- O amor também pode morrer?

A mãe respirou fundo.

- Pode. Há pessoas que, durante algum tempo, se amam e, com o passar dos anos, deixam de se ouvir, respeitar e cuidar. Por isso, o amor vai ficando pequeno, cada vez mais pequenino, porque deixa de ser regado e acaba por murchar.

- Isso quer dizer que nunca foi amor verdadeiro?

-Não. Às vezes foi, de facto, um amor verdadeiro. Só que as pessoas mudam, a vida muda e, por vezes, deixam de caminhar na mesma direção.

- Mãe e o teu amor por mim?

A mãe sorriu, abraçou o filho e beijou-lhe a testa.

- Esse é diferente. É para sempre. O amor de uma mãe nunca acaba; apenas muda a forma como é transmitido. Quando eras bebé, pegava-te ao colo. Agora levo-te às cavalitas. ou seguro-te pela mão. Um dia, quando eu for velhinha, serás tu a guiar-me com as tuas mãos, tal como eu hoje guio as tuas.

O menino ficou em silêncio por um instante.

- E depois?

A mãe sorriu de novo.

- Depois, talvez sejas tu a dar-me colo, porque quando chegamos a velhinhos voltamos a ser crianças. Primeiro fui eu a cuidar de ti. Um dia serás tu a cuidar de mim. Nesse dia, perceberás que o amor entre nós nunca deixou de crescer, apenas mudou de lugar: das minhas mãos para as tuas!

E é isto!

Posso.Entrar? Apoio Domiciliário 💛💚💙, Entre Tachos, Fraldas e Livros

Já aconteceu ir à sessão Psicoterapia e pensar que naquele dia não tem nada para dizer? Como se fosse necessário chegar ...
19/07/2026

Já aconteceu ir à sessão Psicoterapia e pensar que naquele dia não tem nada para dizer?

Como se fosse necessário chegar com um discurso arrumado, uma história bem organizada, ou um motivo claro que justifique estar ali?

Na verdade, nem sempre é assim, há quem chegue e diga: “Nem sei bem por onde começar.”

Há quem passe parte da sessão a tentar encontrar palavras para uma sensação ainda confusa, e há quem fale de coisas aparentemente pequenas, sem perceber logo porque é que aquilo importa tanto. E há ainda quem fique em silêncio.

Tudo isso é válido, importante e pode fazer parte do processo.

Em Psicoterapia, não é preciso ter sempre alguma coisa pronta para dizer. Às vezes, o mais importante não é aquilo que aparece logo com clareza, é justamente aquilo que custa a nomear, aquilo que vem aos poucos, ou o que se repete sem ainda se perceber bem porquê.

Ser escutado não é apenas ser ouvido até ao fim, é encontrar um espaço onde a pressa diminui, onde as palavras podem aparecer ao seu ritmo, e onde até a hesitação pode ser compreendida.

Há coisas que só começam a ganhar forma quando alguém as escuta com tempo.

Posso.Entrar? Apoio Domiciliário Nathalie Francine RSilva

18/07/2026

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Dra. Natália Silva

Se um dia chegares à minha vida…Antes de me dizeres que me amas, observa as minhas cicatrizes.Não as que se veem.As outr...
17/07/2026

Se um dia chegares à minha vida…

Antes de me dizeres que me amas, observa as minhas cicatrizes.

Não as que se veem.

As outras.

As que me ensinaram que uma pessoa consegue continuar viva mesmo depois de lhe arrancarem o coração sem tocar no peito.

Quero que saibas uma coisa antes de me conheceres.

Eu já fui a pessoa que amava sem medo.

Já fui a pessoa que acreditava que amar bastava.

Que, se duas pessoas se escolhessem uma vez, continuariam a escolher-se para sempre.

Era ingénuo.

E talvez tenha sido isso que me destruiu.

Se um dia me amares, vais reparar que, às vezes, fico em silêncio.

Não é porque deixei de sentir.

É porque houve um tempo em que expliquei tudo o que sentia… e, mesmo assim, ninguém ficou.

Vais perceber que, às vezes, sorrio enquanto escondo guerras inteiras dentro de mim.

Não é porque não confie em ti.

É porque aprendi que as pessoas conseguem dizer “eu amo-te” com a mesma boca com que, mais tarde, dizem adeus.

E acredita…

Não há nada mais assustador do que descobrir que uma memória consegue doer mais do que uma ferida.

Se ficares…

Não me prometas eternidades.

As eternidades foram inventadas por pessoas que nunca tiveram de recolher os próprios pedaços.

Promete-me apenas que, enquanto estiveres aqui… vais estar por inteiro.

Porque eu já sobrevivi a ausências.

O que nunca mais quero sobreviver é à presença de alguém que já decidiu partir.

Há uma coisa que nunca contei a ninguém.

Ainda hoje existe uma versão de mim que ficou presa no passado.

Uma versão que morreu no exato momento em que percebeu que amar alguém não impede essa pessoa de nos abandonar.

Essa versão nunca voltou.

Quem tu vais conhecer… nasceu depois disso.

Nasceu das noites em que chorei até adormecer.

Das manhãs em que sorri para que ninguém percebesse que já não me reconhecia.

Nasceu da dor.

E a dor muda as pessoas.

Se um dia eu te amar…
Não duvides nem por um segundo.

Porque eu já sei o preço que o amor pode cobrar.

E, mesmo assim, escolhi voltar a acreditar.

Mas há uma última coisa que preciso que saibas.

Se algum dia deixares de me amar…
Vai.

Não fiques por pena.

Não fiques por hábito.

Não fiques porque tens medo de me partir outra vez.

Sabes porquê?
Porque a pessoa que existia antes de conhecer a dor morreu.

E eu prometi-lhe, enquanto recolhia os pedaços do que restava dela, que nunca mais imploraria para ser amada.

Nunca mais confundiria migalhas com amor.

Nunca mais escolheria alguém… acima de mim.

Por isso…
Se vieres, vem para ficar.

Mas, se um dia tiveres de partir…
Fecha a porta devagar.

Não para não fazer barulho.

Mas por respeito à pessoa que precisou de uma vida inteira para voltar a acreditar que ainda era possível chamar “casa” ao coração de alguém.
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