Paula Chocalhinho

Paula Chocalhinho Informações para nos contactar, mapa e direções, formulário para nos contactar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Paula Chocalhinho, Psicólogo/a, Largo do Campo da Feira nº 22, Faro.

🎓 Psicologia Clínica
⏳️Hipnoterapia
👨‍👩‍👧‍👦Constelações Familiares
🧠Psicossomática
❤️‍🩹 Regulação Emocional
👧Trabalho com a Criança Interior
🥰 Autoaceitação e Autocompaixão
📑 Cursos, aulas e workshops

08/06/2026

THDA, ansiedade, burnout, insónia, depressão, vício, tudo tem vindo a aumentar e tem uma causa: demasiados estímulos. Há que saber reduzi-los, abrandar e estimular o foco sustentado, os vazios e o silêncio. No excesso tudo f**a demasiado 🍀

Muitas pessoas levam a vida zangadas, tristes, magoadas, frustradas com a sua história, com o seu passado, com o que aco...
02/06/2026

Muitas pessoas levam a vida zangadas, tristes, magoadas, frustradas com a sua história, com o seu passado, com o que aconteceu, com decisões dos outros e com situações que não correram bem por algum motivo. E de facto muitas histórias foram difíceis, complicadas, houve dor, desilusão, traição, mentira, o que seja. Mas guardar rancor e mágoa do que já aconteceu faz com que a situação continue presente e nunca se dissipe, continuando a causar dor.

Há também pessoas que se castigam initerruptamente por tudo aquilo que fizeram de errado, ou decisões que não tomaram, ou por perdas que tiveram, oportunidades desperdiçadas, etc. Castigam-se não se permitindo viver coisas novas, castigam-se através do seu próprio discurso, da forma como falam consigo bem como através de comportamentos sabotadores, para se manterem numa situação de escassez, falta, desvantagem, ou mesmo de amargura, podendo ter até uma vida confortável e boas pessoas à sua volta mas não usufruindo disso.

Nós, por vezes, somos os nossos piores carcereiros e a qualidade da nossa vida é diretamente proporcional àquilo que pensamos sobre nós, sobre a vida, sobre onde estamos e com quem estamos. Uma perspectiva de crescimento é quando olhamos para as situações como formas de aprendizagem. De tirarmos lições daquilo que nos acontece e de nos apercebemos como tudo nos ativa de alguma forma - agradável, neutro ou desagradável.

Quando algo nos ativa de forma desagradável há oportunidade de aprendizagem: onde é que isto me tocou e que informação posso aproveitar daqui ou o que posso aprender sobre mim aqui? Acima de tudo é sermos responsáveis com as nossas emoções e sentimentos, bem como com os nossos pensamentos - em vez de culparmos o exterior, os outros ou o passado. Há que agarrar no que acontece e dar-lhe um destino: revolta, queixume ou vitimização ou assumirmos a autoria das nossas vidas e história e darmos-lhe um desfecho favorável.

Como tal, uma forma de lidarmos com muito do que nos acontece é mesmo com aceitação e com compaixão: por nós e pela parte que sofre ou sofreu, ou que está aflita, e cuidarmos desse sentir, assumindo escolhas e caminhos que nos honrem e elevem. Este sim é o melhor caminho.

Um tema que tinha aqui na gaveta e sobre o qual queria escrever já há algum tempo: o aumento das notícias sobre violênci...
18/05/2026

Um tema que tinha aqui na gaveta e sobre o qual queria escrever já há algum tempo: o aumento das notícias sobre violência doméstica ou de género. Há vários movimentos a acontecer ao mesmo tempo:

1. Maior visibilidade e denúncia

Hoje há maior consciencialização social, campanhas públicas, legislação mais clara e menos tolerância cultural. Isso faz com que mais vítimas denunciem, mais pessoas saibam identif**ar sinais e mais casos sejam registados. Ou seja, parte do aumento é, na verdade, menos silêncio.

2. Mudanças nas relações

Estamos numa época em que há maior autonomia económica e emocional das mulheres, questionamento de papéis tradicionais de género e redefinição de masculinidade. Para algumas pessoas, especialmente homens com modelos cognitivos mais rígidos, isto pode ser vivido como perda de controlo, identidade ou estatuto. A violência, nesses casos, surge como uma tentativa disfuncional de recuperar poder.

3. Fatores de stress

Há condições que aumentam o risco de comportamento violento: stress económico e precariedade, isolamento social (agravado após a pandemia), consumo de álcool ou substâncias, saúde mental fragilizada. A violência raramente surge do nada, ela cresce em contextos de desregulação emocional e falta de recursos internos.

4. Cultura digital

A internet trouxe dinâmicas novas: comunidades que reforçam ressentimento e misoginia, exposição a modelos relacionais distorcidos (controlo, ciúme, posse), violência psicológica e sexual online. Há uma radicalização pública de alguns discursos, sobretudo em grupos mais jovens.

5. Discursos políticos

Em períodos de instabilidade social, económica ou cultural, há frequentemente um regresso a identidades mais rígidas: “o verdadeiro homem”, “a mulher tradicional”, “os valores corretos”, “a ameaça feminista”.

Em vários movimentos políticos contemporâneos vemos uma valorização de controlo, hierarquia, dominância, força, desconfiança da vulnerabilidade, e isto pode legitimar, de forma explícita ou subtil, dinâmicas relacionais mais coercivas.

Caso estejas numa situação de violência doméstica, ou se conheces alguém nessa situação, vê neste carrossel o que podes fazer ou como deves de agir.

A falácia do custo irreparável  é a tendência para continuar a investir tempo, energia, dinheiro ou emoção em algo apena...
12/05/2026

A falácia do custo irreparável é a tendência para continuar a investir tempo, energia, dinheiro ou emoção em algo apenas porque já investimos muito antes. O “custo irreparável” é aquilo que já foi gasto e não pode ser recuperado.

Alguns exemplos:

Continuar numa relação infeliz porque “já foram 10 anos juntos”.

Permanecer num emprego destrutivo porque “custou muito chegar até aqui”.

Acabar um livro, série ou curso que odiamos porque “já cheguei até aqui, agora acabo”.

Manter um projeto falhado porque já se gastou muito dinheiro nele.

Do ponto de vista racional, a pergunta deveria ser: “Se eu estivesse a decidir hoje, começaria isto novamente?”. Mas pensamos: “Se desistir agora, tudo o que investi terá sido em vão.” E aqui entra algo profundamente humano: a dificuldade em tolerar perda, erro, luto e mudança de identidade.

A falácia do custo irreparável é uma defesa psicológica contra: admitir que nos enganámos, aceitar que algo mudou, sentir vergonha pela energia investida, enfrentar o vazio depois da desistência, perder a narrativa que dávamos à nossa vida. Por isso tantas pessoas f**am presas em relações, carreiras, ideologias ou padrões de sofrimento durante anos. Não porque ainda façam sentido, mas porque abandonar parece mais doloroso do que continuar e ativa o sentimento de se estar a falhar.

Curiosamente, quanto maior o investimento emocional, financeiro, identitário e social, mais difícil é sair. Isto acontece muito em: relações codependentes, dinâmicas familiares tóxicas, investimentos financeiros, crenças políticas ou espirituais, percursos académicos ou profissionais e relações de longa duração.

Há ainda uma dimensão existencial importante: às vezes continuar algo doloroso preserva uma identidade conhecida. Desistir obriga a entrar num território novo, sem garantias. A saída geralmente começa quando a pessoa consegue trocar a pergunta:
“Como recupero o que perdi?” por: “Quanto mais da minha vida estou disposta a perder para não aceitar essa perda?”

Insistir num caminho só porque já caminhámos muito nele faz com que continuemos a perder diariamente: saúde, satisfação, alegria, realização, entusiasmo.

Já falei aqui de liberdade anteriormente, e muito de limites também. Hoje quero falar de necessidades.Para lá das necess...
05/05/2026

Já falei aqui de liberdade anteriormente, e muito de limites também. Hoje quero falar de necessidades.

Para lá das necessidades básicas, o ser humano organiza-se em camadas psicológicas, emocionais e até existenciais. E são precisamente essas que, quando não estão satisfeitas, muitas vezes se manifestam como sofrimento e vazio.

Uma forma clássica de olhar para isto é através da hierarquia das necessidades de Maslow. Em vez de uma pirâmide, pensemos nisto como campos de necessidade que coexistem:

1. Necessidade de vínculo e pertença

Não é só ter pessoas, é sentir: sou visto, sou aceite, sou incluído. Sem isto, surge solidão, alienação ou relações onde nos adaptamos demais para não perder o outro.

2. Necessidade de reconhecimento e valor

Queremos sentir que temos impacto, que somos relevantes. Aqui entram autoestima, validação, mas também a questão: o meu existir faz diferença?

3. Necessidade de autonomia

Precisamos sentir que escolhemos a nossa vida e que não estamos apenas a reagir ou a sobreviver. Quando isto falha, surge sensação de prisão, apatia ou revolta.

4. Necessidade de identidade

Quando há desconexão interna, muitas pessoas vivem em fragmentação: agradam aos outros, mas perdem-se de si.

5. Necessidade de sentido

O ser humano precisa de encontrar signif**ado, mesmo no sofrimento. Sem sentido, a vida perde o sentido.

6. Necessidade de transcendência

É aquela sensação de ligação a algo maior. Pode ser através da espiritualidade, da natureza, da arte, do amor profundo, da criação.

7. Necessidade de crescimento e expansão

Não queremos apenas estabilidade, queremos evoluir, aprender, explorar, transformar-nos. Quando isto é bloqueado, aparece estagnação, tédio e apatia.

Muitas vezes o sofrimento vem do facto destas necessidades mais profundas estarem negadas, distorcidas ou substituídas. Quando validação substitui pertença, controlo substitui segurança, sucesso substitui valor pessoal, ocupação constante substitui sentido. E a pessoa sente: “tenho tudo… mas falta qualquer coisa”.

Qual destas necessidades está mais insatisfeita neste momento em ti?

A ideia de que somos todos um pouco masoquistas chega-me frequentemente. Sabemos que não é bem assim. O que existe, a um...
30/04/2026

A ideia de que somos todos um pouco masoquistas chega-me frequentemente. Sabemos que não é bem assim. O que existe, a um nível mais profundo, é uma organização psicológica e cultural que torna o sofrimento familiar, previsível, e até funcional.

O sofrimento cumpre certas funções. Na psicologia, há um conceito chamado compulsão à repetição. A ideia é simples e desconfortável: tendemos a repetir padrões dolorosos não porque gostamos de sofrer, mas porque o conhecido é mais seguro do que o desconhecido.

Se alguém cresceu com rejeição, instabilidade ou crítica, o sistema nervoso aprende: “isto é amor”, “isto é relação”, “isto é normal”. E mais tarde, sem perceber, recria esse ambiente. Não é prazer, é familiaridade.

O sofrimento crónico (stress, ansiedade, drama relacional) molda o sistema nervoso. Entramos num ciclo de ativação constante, como um vício bioquímico. Nesta caso, o cérebro reforça aquilo que mais pratica. Se praticamos tensão, urgência e autocrítica, isso torna-se o “default mode”.

Depois entra a cultura - vivemos em sociedades onde o sofrimento é frequentemente associado a valor:

Trabalhar até à exaustão = mérito
Amar com dor = profundidade
Sacrif**ar-se pelos outros = virtude

Este padrão aparece em várias tradições, onde o sofrimento pode ser romantizado como redenção, prova ou crescimento moral. Ou seja, não só aprendemos a sofrer, como aprendemos que sofrer nos torna bons, dignos ou merecedores.

Há ainda o sofrimento como identidade. Quando alguém vive muito tempo em dor, deixa de ser apenas uma experiência e passa a ser um estado permanente. E mudar implica perder essa identidade, que pode ser sentido como uma ameaça: “Quem sou eu sem isto?”

E por fim, talvez o mais humano de tudo: o sofrimento também dá sentido. Quando a vida parece caótica, a dor pode ser organizada numa narrativa: “isto aconteceu por uma razão”, “isto vai fazer-me crescer”. Sem essa narrativa, o vazio pode ser ainda mais difícil de tolerar.

Então, não somos masoquistas no sentido simples. Somos, sim, seres que repetem o que conhecem, regulam-se através do que aprenderam, vivem em culturas que validam o sofrimento e procuram sentido, mesmo que através da dor.

Não podia deixar passar o dia da liberdade sem falar deste valor máximo pelo qual vivo. Liberdade, independência, autono...
26/04/2026

Não podia deixar passar o dia da liberdade sem falar deste valor máximo pelo qual vivo. Liberdade, independência, autonomia, autodeterminação, escolha. Tudo o que faço pessoalmente e profissionalmente vai de encontro a poder ter sempre o máximo de liberdade possível. No fazer, como, quanto fazer e não fazer. No estar, onde e com quem estar (e também com quem não estar). No ser, sempre o melhor possível, apesar do menos bom que sempre existe, com mais sentido e alinhamento possível. No existir, sempre no maior estado de paz e aceitação possível, até do que não conseguimos mudar, ter ou ser.

Como tal, tenho em mim muito presente sempre a falta de liberdade em que tantas pessoas vivem, tal como as que viveram antes de mim também, seja devido à época, cultura, lei, decisões ou imposições. Sei o quanto tantas pessoas são limitadas e se limitam por medo e culpa, pela programação inconsciente que carregam e todas as decisões que adiam tomar que as libertariam de tanta dor e sofrimento. Mas há muitas pessoas que não acreditam na felicidade nem na liberdade, ou acham que não as merecem, ou que não é possível viver assim.

Liberdade requer coragem, determinação, escolhas conscientes, enfrentamento de situações difíceis, términos, mudanças, fazer o que nunca foi feito, honrar as necessidades e desejos que temos de forma equilibrada. Não vem por si só nem é garantia por existirmos.

Se pudesse pedir um desejo, seria esse: que mais e mais pessoas se permitissem ser livres da forma que precisam 🤍🌹

O que estão a fazer com a liberdade que vos foi dada?

Esta frase é de T. Robbins e de facto fala-nos na necessidade de fazermos pazes com o vazio, o futuro e o desconhecido. ...
23/04/2026

Esta frase é de T. Robbins e de facto fala-nos na necessidade de fazermos pazes com o vazio, o futuro e o desconhecido. No fundo, do que é a incerteza, o não saber, que a nossa mente tanto detesta daí nos deixar num estado constante de hipervigilância, ansiedade e medo.

Quando as pessoas me procuram, uma das primeiras coisas que me dizem é: "Eu só queria ter paz", mas nós não fomos programados para estar em paz, antes pelo contrário. Ou seja, o nosso defalt mode é esse: antecipação, necessidade de controlo, querer prever, saber resolver e mantermo-nos seguros. Isto é o oposto de paz. O estado de paz é algo que se treina - diariamente. Ouviste bem: diariamente. Com acções práticas e, acima de tudo, gerindo muito bem a tua mente pensante e ruminante. Não fazes um exercício ou meia dúzia de sessões de terapia e já está, paz.

A terapia é importante para resolver questões do passado, identif**ação e modif**ação de padrões, traumas ou feridas, mas também para te ensinar (mais uma vez foco na palavra ensinar: aprender para depois praticar) estratégias de regulação emocional que tens depois de usar e aplicar sempre que necessário. Costumo dizer: ires à terapia aprender estratégias e depois não usares, é o mesmo que o médico te prescrever medicação e não tomares.

Uma grande parte de pessoas que atendo tem bastante consciência do que se passa consigo e já tem tudo muito bem mastigado e identif**ado, mas ou não aceita o seu passado (f**a nos porquês), não aceita quem é e como é (nunca é suficiente e cobra-se por isso constantemente), não aceita não saber o que vai acontecer (quer prever e respostas rápidas para tudo), e isso não traz paz nenhuma.

Queres viver bem com a tua vida? Começa a sair dos porquês e aceita aquilo que não sabes nem tens como prever ou resolver (passado ou tudo o que tenha que ver com outros). Aceita as pessoas como são e o que são (ou não) capazes de dar e sais das expectativas irrealistas. Aceita que vais ter certas emoções que não gostas de ter e aprende a acolher o teu sentir. Ocupa o centro do teu vazio e desenvolve presença. Toma decisões que te libertem dos lugares de dor e sê livre para viver em pleno.

Resumidamente seria isto 🍀

Nem todo o vazio é igual, embora por fora possa parecer só algo difícil de nomear. Podemos observar vários tipos de vazi...
20/04/2026

Nem todo o vazio é igual, embora por fora possa parecer só algo difícil de nomear. Podemos observar vários tipos de vazio com origens e funções diferentes.

O vazio não é só ausência, é também linguagem ou uma forma que o nosso mundo emocional arranja para nos dizer onde está a ferida. Ele diz onde algo falta, mas também onde algo quer nascer ou manifestar-se. E muitas vezes, diferentes vazios coexistem.

Diferentes autores foram tocando partes deste sentir a partir de ângulos distintos:

Na Psicologia Existencial, Viktor Frankl fala do “vazio existencial” quando falta sentido, surgindo tédio, apatia e desorientação. Irvin Yalom trabalha os “dados da existência”: morte, liberdade, isolamento e falta de sentido.

No caso do vazio emocional, Bessel van der Kolk descreve o numbing no trauma (o corpo “desliga”), Stephen Porges na Teoria Polivagal fala de estados de shutdown ou de ausência de emoção como resposta de sobrevivência.

No vazio relacional, John Bowlby traz-nos a Teoria do Apego (principalmente a falta de apego seguro) e Donald Winnicott a falha no ambiente suficientemente bom e ausência de ligação emocional segura.

O vazio identitário surge com Erik Erikson e as crises de identidade nas várias etapas de desenvolvimento ao longo da vida. Carl Rogers traz-nos a incongruência entre self real e self ideal.

No vazio traumático (profundo, sem forma) fala-nos Gabor Maté, ou o vazio como resultado de desconexão precoce e Peter Levine no Somatic Experiencing (trauma alojado no corpo).

O vazio dopaminérgico ou contemporâneo pode ser visto ou lido através de Anna Lembke (Dopamine Nation), Johann Hari (Stolen Focus) e
Byung-Chul Han (A Sociedade do Cansaço). Aqui o vazio vem do excesso e não da falta.

No vazio espiritual, Carl Jung fala na perda de ligação ao Self e Eckhart Tolle no vazio como porta para a presença (que é uma das minhas abordagens preferidas e leituras essenciais).

Nenhum destes autores diz exatamente: “existem 7 tipos de vazio”. Esta leitura é uma integração contemporânea sobre o tema, que aparece em abordagens integrativas atuais, como a terapia informada pelo trauma, abordagens somáticas, psicologia integrativa e contemporânea.

Sábado foi assim, uma conversa sobre temas difíceis e delicados, com a participação de todos. Obrigada a quem esteve pre...
20/04/2026

Sábado foi assim, uma conversa sobre temas difíceis e delicados, com a participação de todos. Obrigada a quem esteve presente e ao convite da biblioteca 🤍

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