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Comportamentos Aditivos e Dependências (CAD);
Supervisão de Atendimento Clínico.

É com muita alegria que compartilho que agora faço parte do Programa Cuida-te – 2.ª edição, uma iniciativa que amplia as...
13/08/2026

É com muita alegria que compartilho que agora faço parte do Programa Cuida-te – 2.ª edição, uma iniciativa que amplia as possibilidades de promoção e cuidado da saúde mental e emocional em Portugal🇵🇹.

Sinto-me muito feliz por poder integrar este programa e, através de mais esta modalidade de intervenção, contribuir para a prevenção, o acolhimento e a promoção do bem-estar psicológico.

Acredito cada vez mais que cuidar da saúde mental é cuidar da vida.

E poder fazer parte de iniciativas que aproximam esse cuidado das pessoas é para mim motivo de grande satisfação e responsabilidade.

Que seja mais uma oportunidade de escutar, acolher, orientar e, sobretudo, contribuir para que a saúde mental ocupe o lugar que merece. 💙

Às vezes não temos a noção do quanto impactamos a vida de alguém, seja de forma positiva ou negativa.Por isso, fico muit...
10/08/2026

Às vezes não temos a noção do quanto impactamos a vida de alguém, seja de forma positiva ou negativa.

Por isso, fico muito feliz quando recebo esse tipo de feedback, ainda mais no contexto de plantão psicológico.Nesse caso, em uma única sessão de acompanhamento.

E ainda tenho que escutar que psicólogo só ouve, que só conversa, que só f**a sentado, que não cansa, que é muito fácil e tranquila a profissão.

Por fim, a importância das pessoas entenderem que escolher o curso de psicologia é escolher uma profissão, na qual, está pautada e baseada na ciência e evidência.

Mas mais do que isso, é focar no indivíduo diante da sua totalidade e particularidades.

Ontem concluí o módulo de Dependência Química, Tecnológica e Outras Dependências na Pós-Graduação em Psicoterapia Infant...
07/08/2026

Ontem concluí o módulo de Dependência Química, Tecnológica e Outras Dependências na Pós-Graduação em Psicoterapia Infantil e de Adolescentes da Viver Mais Psicologia.

Sempre digo que ensinar é uma das formas mais bonitas de continuar aprendendo, pois cada turma representa uma oportunidade de compartilhar conhecimento, trocar experiências e construir reflexões com colegas da Psicologia e de outras áreas da Saúde Mental sobre um tema pelo qual sou profundamente apaixonado.

Mais do que falar sobre substâncias ou comportamentos aditivos, falamos sobre pessoas, dor, sofrimento, vínculos, desenvolvimento da personalidade e sobre a busca, muitas vezes inconsciente, por "anestesiar" emoções que ainda não encontraram outra forma de ser acolhidas.

A dependência não é apenas o problema; ela frequentemente é a tentativa de resolver um sofrimento muito maior.

É por isso que acredito que o verdadeiro caminho para a prevenção e o tratamento das dependências passa pelo amadurecimento da personalidade, pelo fortalecimento do SER e pela capacidade de enfrentar a realidade de maneira inteira, sem precisar recorrer aos anestésicos para suportar e sobreviver na vida.

Encerro este módulo com o sentimento de dever cumprido e, sobretudo, com a alegria de perceber que toda a minha caminhada continua encontrando sentido ao impactar positivamente o ensino, a clínica, as organizações, a saúde e a sociedade. Mas é no indivíduo, em sua história e em sua possibilidade de transformação, que reside o maior propósito do meu trabalho.

Maus uma vez quero agradecer à Viver Mais Psicologia , aos alunos, aos pacientes e a todos que, de alguma forma, tornam possível seguir vivendo essa missão.

Que eu continue aprendendo, ensinando e, acima de tudo, transformando vidas.

TER ou SER: Em que você tem construído a sua vida?Vivemos em uma sociedade que nos ensina, desde muito cedo, que precisa...
03/08/2026

TER ou SER: Em que você tem construído a sua vida?

Vivemos em uma sociedade que nos ensina, desde muito cedo, que precisamos ter.

Ter dinheiro, ter sucesso, ter reconhecimento, ter bens, ter um bom cargo, ter uma relação, ter uma determinada imagem...

E, sem perceber, muitas pessoas passam a construir a própria identidade sobre tudo aquilo que possuem.

Mas existe uma pergunta importante: quem você é quando tudo aquilo que você tem deixa de existir?

A pandemia me fez refletir profundamente sobre isso. Muitas pessoas perderam o emprego, a estabilidade financeira, a rotina, os projetos, pessoas que amavam e até mesmo a sensação de segurança.

Quando os "TER" desapareceram, muitos também perderam o sentido da vida, adoeceram emocionalmente e alguns chegaram a acreditar que não havia mais motivos para continuar.

Isso nos mostra que o problema nunca foi ter. O problema é fazer do TER o alicerce da própria existência.

O SER precisa ser a nossa base.

É o SER que permanece quando as circunstâncias mudam.

É o SER que nos ajuda a enfrentar perdas, frustrações e mudanças inevitáveis.

São os nossos valores, princípios, caráter, propósito e a forma como escolhemos viver que sustentam a nossa saúde emocional, mesmo diante das dificuldades.

Isso não signif**a que não possamos conquistar bens, crescer profissionalmente ou realizar sonhos, pelo contrário.

Podemos e devemos celebrar nossas conquistas, porém, elas não podem ser a única fonte da nossa felicidade ou do nosso valor.

Tudo aquilo que temos pode desaparecer de uma hora para outra.

Já aquilo que somos pode continuar nos guiando em qualquer circunstância.

Quando costumo dizer que precisamos aprender como não adoecer em um mundo adoecido, refiro-me justamente à importância de permanecermos firmes nos nossos valores e princípios.

Saber o que você quer é importante, mas saber aquilo que você não quer e aquilo que você não pode negociar é ainda mais essencial.

Existem limites que preservam quem somos.

Quando negociamos nossos valores para agradar alguém, para manter uma relação ou para conquistar algo, começamos, aos poucos, a nos afastar de nós mesmos.

E não existe conquista que compense o preço de perder a própria essência.

Muitas vezes esperamos que as pessoas nos valorizem, nos respeitem e nos reconheçam.

Mas o primeiro passo sempre começa em nós. Se eu não respeito os meus limites, se não valorizo quem sou e se me anulo constantemente para ser aceito, dificilmente conseguirei experimentar relações verdadeiramente saudáveis.

Anular-se para manter alguém ao seu lado ou para conquistar algo pode até trazer uma satisfação momentânea, mas quase sempre o preço é muito alto.

O resultado costuma ser o desgaste emocional, o vazio, o sofrimento psicológico e, muitas vezes, também o adoecimento físico.

Por isso, cuide do seu SER.

Porque os bens podem acabar. Os cargos podem mudar. As pessoas podem partir. As circunstâncias podem se transformar.

Mas, quando o seu SER é sólido, você continua tendo recursos internos para reconstruir a vida, encontrar novos caminhos e seguir em frente com dignidade, equilíbrio e esperança.

No final das contas, o TER pode enriquecer a vida, mas é o SER que a sustenta.

Na última sexta-feira, dia 24/07/2026, participei da Reunião de Avaliação Intercalar do Projeto PIPSE, coordenado pela E...
30/07/2026

Na última sexta-feira, dia 24/07/2026, participei da Reunião de Avaliação Intercalar do Projeto PIPSE, coordenado pela Edugep, do qual faço parte no Agrupamento Escolar José Belchior Viegas, em São Brás de Alportel.

Ao longo destes meses, tenho reforçado uma convicção que acompanha a minha prática profissional: não há verdadeiro Sucesso Escolar sem Saúde Mental.

Por isso, acredito que qualquer intervenção nesta área deve ir muito além dos alunos, sendo também essencial envolver pais e encarregados de educação, docentes, não docentes e toda a comunidade educativa, pois é na construção conjunta que promovemos ambientes mais saudáveis e capazes de favorecer o desenvolvimento integral de cada criança e jovem.

Confesso que este percurso foi um desafio pessoal. Já fazia algum tempo que não atuava diretamente no contexto escolar, e regressar a essa realidade exigiu readaptação, aprendizagem e abertura para novas experiências.

Felizmente, tive o privilégio de encontrar profissionais disponíveis, competentes e generosos, cujo apoio foi fundamental nesta caminhada. A todos, o meu sincero agradecimento.

Porém, um agradecimento muito especial àqueles que sabem o quanto fizeram a diferença na minha prática clínica e na leveza com que vivi o dia a dia deste projeto, no qual, o conhecimento partilhado, a entreajuda e a confiança fizeram toda a diferença.

Continuo a acreditar que prevenir é cuidar das pessoas. É olhar para cada história, fortalecer vínculos, criar espaços de escuta e promover saúde antes que o sofrimento se instale.

Os números são importantes para avaliar resultados, mas nunca podem ser mais importantes do que as pessoas que lhes dão signif**ado.

Investir em Saúde Mental é investir no presente e no futuro.

E ontem tive a alegria de iniciar o módulo Dependência Química, Dependência Tecnológica e Outras Dependências na Pós-Gra...
17/07/2026

E ontem tive a alegria de iniciar o módulo Dependência Química, Dependência Tecnológica e Outras Dependências na Pós-Graduação em Psicoterapia Infantil e de Adolescentes, da Viver Mais Psicologia .

Vivemos um tempo em que os comportamentos aditivos representam um dos grandes desafios para a saúde pública.

Segundo o Relatório Mundial sobre Dr**as 2025, do Escritório das Nações Unidas sobre Dr**as e Crime (UNODC), cerca de 316 milhões de pessoas utilizaram dr**as ilícitas em 2023, um aumento signif**ativo em relação à década anterior.

Ao mesmo tempo, cresce a preocupação com as dependências comportamentais, especialmente relacionadas ao uso problemático das tecnologias, jogos eletrónicos, redes sociais e apostas online, que têm afetado cada vez mais crianças, adolescentes e suas famílias.

É justamente por isso que acredito que a base de qualquer trabalho preventivo ou terapêutico não está apenas na interrupção do comportamento aditivo, mas, sobretudo, no amadurecimento da personalidade.

Quanto mais a pessoa amadurece emocionalmente, maior é a sua capacidade de entrar em contacto com a realidade de forma inteira, autêntica e verdadeira, passando a reconhecer os seus limites, tolerar frustrações, elaborar perdas, lidar com conflitos internos e regular as próprias emoções sem precisar recorrer a substâncias ou comportamentos que funcionem como uma anestesia, na qual, a dependência revela uma tentativa de aliviar uma dificuldade na gestão psíquica que a pessoa ainda não conseguiu compreender, simbolizar ou suportar.

Para mim, é uma enorme felicidade poder ensinar um tema pelo qual sou verdadeiramente apaixonado, pois ao longo da minha trajetória profissional tenho aprendido que o conhecimento só faz sentido quando é colocado ao serviço das pessoas, promovendo reflexão, acolhimento e transformação.

Por isso, sinto-me profundamente realizado por exercer uma profissão tão bonita e necessária como a Psicologia.

Cada aula é também uma oportunidade de contribuir para a formação de profissionais mais preparados para cuidar da saúde mental e da saúde emocional de crianças, adolescentes e das suas famílias.

Mais do que formar especialistas em dependências, desejo contribuir para a formação de profissionais capazes de compreender o ser humano em sua complexidade, favorecendo o amadurecimento da personalidade como caminho para uma vida mais consciente, livre e saudável.

Acredito que, quando fortalecemos a personalidade, não eliminamos os desafios da vida, mas desenvolvemos recursos internos para enfrentá-los sem a necessidade de nos anestesiarmos diante das dores, dos medos e das angústias, promovendo nesse processo do sobreviver para viver.

Que este seja um módulo de muito aprendizado, troca de experiências e crescimento para todos, onde formar profissionais é também uma forma de cuidar de muitas vidas que serão alcançadas por eles no futuro.

Ontem tive a alegria de estar com alguns colaboradores da equipa de Recursos Humanos do Grupo Petrópolis, num momento de...
26/06/2026

Ontem tive a alegria de estar com alguns colaboradores da equipa de Recursos Humanos do Grupo Petrópolis, num momento de partilha, reflexão e aprendizagem sobre um tema que considero essencial, o amadurecimento da personalidade como um dos pilares para o cuidado com a saúde mental e a saúde emocional.

Mais do que pensarmos no bem-estar dos colaboradores da empresa, refletimos também sobre algo que, muitas vezes, é deixado em segundo plano, quem cuida também precisa ser cuidado.

Afinal, aqueles que acolhem, escutam, orientam e promovem o desenvolvimento das pessoas também necessitam de espaços para fortalecer a sua própria saúde emocional e psicológica.

A maturidade psicológica não elimina os desafios da vida, mas amplia a nossa capacidade de compreendê-los, enfrentá-los e construir relações mais saudáveis, conscientes e equilibradas.

Cuidar da saúde mental passa, inevitavelmente, pelo desenvolvimento contínuo da nossa personalidade, da forma como lidamos com os sentimentos, com os conflitos e com as responsabilidades do dia a dia.

Para mim, foi um momento extremamente prazeroso e gratif**ante. Sinto-me verdadeiramente realizado quando posso, por meio da profissão que eu escolhi e sou apaixonado, contribuir para que as pessoas encontrem caminhos de maior qualidade de vida saudável, equilíbrio emocional e crescimento pessoal.

Agradeço pela confiança, pela escuta atenta e pela riqueza das reflexões partilhadas.

Desejo a todos muito sucesso na caminhada, que seja marcada por realizações saudáveis, relações mais humanas e pelo constante desenvolvimento do amadurecimentodapersonalidade, lembrando sempre que cuidar de si é uma das formas mais importantes de cuidar do outro.

26/06/2026
Tive a oportunidade de participar no VII Encontro dos Psicólogos do Norte, realizado no TECMaia Parque, dedicado à temát...
25/06/2026

Tive a oportunidade de participar no VII Encontro dos Psicólogos do Norte, realizado no TECMaia Parque, dedicado à temática "Migrações: Intervir na Diversidade".

Num mundo cada vez mais marcado pela mobilidade humana, refletir sobre os processos migratórios tornou-se não apenas relevante, mas essencial.

Portugal, assim como muitos outros países, tem assistido a um crescimento signif**ativo da população imigrante, trazendo consigo desafios, oportunidades e uma enorme riqueza cultural.

Enquanto profissional da Psicologia, sou convidado a olhar para além das fronteiras geográf**as e a compreender as múltiplas dimensões da experiência migratória: as perdas, os reencontros, a adaptação, a construção de novas identidades, o sentimento de pertença e os impactos na saúde mental.

Acolher as particularidades do contexto migratório, respeitando a diversidade cultural, social e individual de cada pessoa, é um passo fundamental para promover a inclusão, o bem-estar psicológico e uma melhor qualidade de vida.

Afinal, estar longe das suas origens não signif**a estar distante da possibilidade de construir novos vínculos, novos projetos e novos sentidos para a vida.

Momentos como este reforçam a importância de continuar a aprender, refletir e desenvolver práticas cada vez mais humanizadas, culturalmente sensíveis e comprometidas com a dignidade de todas as pessoas.

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