Terapias de Alma & Coração

Terapias de Alma & Coração Ao Serviço em Amor, para te ajudar a resgatar a tua Essência!

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Cursos:
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15 de Agosto — Dia Internacional do Reiki, em memória de Mikao Usui 💚Hoje, 15 de Agosto, o meu Pensamento vai para Mikao...
15/08/2026

15 de Agosto — Dia Internacional do Reiki, em memória de Mikao Usui 💚

Hoje, 15 de Agosto, o meu Pensamento vai para Mikao Usui, nascido neste dia, em 1865, no Japão, e para o preci(o)so Legado que deixou ao Mundo através do Reiki. Mais do que a história que conhecemos sobre a sua incessante busca, o que me continua a impressionar é a dimensão humana desse percurso. Um homem que procurou compreender, que se dedicou ao estudo e à prática espiritual e que, a partir da sua experiência, encontrou uma forma de transmitir aos outros o que de belo tinha descoberto.

E talvez seja precisamente aí que começa a verdadeira extensão de tais feitos: quando aquilo que aprendemos deixa de ser apenas nosso e passa a poder servir a Vida de outros. Mikao Usui deixou-nos uma prática, mas também uma orientação simples e profunda para a forma como nos relacionamos connosco, com os outros e com a própria Existência.

Os Cinco Princípios do Reiki continuam, mais de um século depois, a ser uma das expressões mais bonitas desse Ensinamento:
🫶 Só por hoje, não me irrito (Sou calm@).
🫶 Só por hoje, não me preocupo (Confio)
🫶 Só por hoje, sou grat@ por todas as Bênçãos e sou humilde.
🫶 Só por hoje, trabalho honestamente.
🫶 Só por hoje, sou gentil e amável com todos os Seres vivos (Sou bondos@.)
Há uma Sabedoria enorme naquele “Só por hoje.” Não nos pede uma Promessa impossível de cumprir para toda uma Vida, mas convida-nos a regressar ao Momento Presente e a escolher, dia após dia, a forma como queremos estar perante aquilo que nos acontece.

Talvez seja essa uma das razões pelas quais estes Princípios continuam tão actuais. Irritamo-nos, preocupamo-nos, esquecemo-nos de agradecer, falhamos, somos impacientes, afastamo-nos por vezes daquilo que sabemos ser melhor. Somos humanos! O Ensinamento não está em nunca cair, mas em reconhecer quando o fazemos e voltar a escolher.

Foi também através dessa Simplicidade que o Reiki encontrou lugar na minha própria Vida. Chegou num momento em que precisava de me reencontrar e, sem que eu pudesse imaginar naquele início, acabou por se tornar parte integrante do meu Caminho e do meu Propósito. Mas o que hoje quero celebrar é muito maior do que a minha história: é a continuidade de algo que passou de pessoa para pessoa e que, ao longo de mais de um Século, chegou a milhares de Vidas diferentes, cada uma com as suas circunstâncias, necessidades e Jornada tão própria.

É bonito pensar que Mikao Usui nunca conheceu a maioria daqueles que viriam a receber Reiki através da sua Linhagem: nunca saberia quem seriam, onde viveriam, que Dores carregariam ou que Transformações encontrariam. E, ainda assim, aquilo que começou com a sua procura continua a viajar nas mãos de quem pratica; naqueles que recebem; nos que ensinam; naqueles que simplesmente descobrem, pela primeira vez, que existe outra forma de olhar para si próprios.

É assim que uma Memória permanece tão viva... não porque repetimos as palavras de quem veio antes de nós, mas porque encontramos nelas algo que continua a fazer sentido na nossa própria Travessia. Hoje, ao recordar Mikao Usui, sinto profunda Gratidão por esse homem que não cessou de lapidar o seu Ser; pela Caminhada que empreendeu; por todos aqueles que, antes de nós, tiveram o Cuidado de a preservar e transmitir... e, sobretudo, por ter cruzado o meu próprio Destino com o Reiki! Há encontros que mudam uma Vida e continuam a tocar muitas outras. Talvez seja essa a verdadeira dimensão do Legado do amado Mestre Mikao Usui!

Abençoado Dia Internacional do Reiki! 🙏
Que saibamos honrar o que recebemos através da forma como escolhemos Viver e Cuidar!

Abraço-vos em União,

Myriad Sousa

A Alquimia de Ser Espada e LuzHá uma parte de nós que aprendeu a empunhar a Espada, não necessariamente porque gostasse ...
10/08/2026

A Alquimia de Ser Espada e Luz

Há uma parte de nós que aprendeu a empunhar a Espada, não necessariamente porque gostasse da Guerra, mas porque houve momentos em que foi preciso lutar por Espaço, Respeito, Dignidade e por aquilo que não estávamos dispostas a perder. Foi assim que a Guerreira nasceu: não da dureza, mas da necessidade.

E depois existe a outra, aquela que, apesar de tudo o que viveu, ainda consegue fechar os olhos e pousar as mãos sobre o peito; a que não quer passar o resto da Vida em estado de alerta, a analisar cada gesto, a antecipar cada desilusão, a preparar-se para a próxima batalha; a que ainda acredita que baixar a guarda, em determinados lugares, também pode ser uma forma de Coragem.

Durante muito tempo confundimos estas duas Mulheres dentro de nós. Achámos que, para sermos fortes, teríamos de nos tornar inacessíveis; que resguardar-nos signif**ava fechar o Coração; que depois de certas experiências já não podíamos voltar a confiar sem parecermos ingénuas.

Mas talvez não seja esse o Caminho, e a verdadeira Força esteja em podermos guardar a Espada, sem precisarmos de a ter sempre na mão; saber que somos capazes de nos defender e, ainda assim, não viver à espera de sermos atacadas; reconhecer os nossos Limites, sem transformar todas as fronteiras em muros; ter que partir quando é preciso, mas não fugir de tudo aquilo que nos pede Proximidade, apenas porque um dia confundimos esta com Perigo.

Há uma diferença enorme entre estar protegida e isolar-se do Mundo... e talvez seja precisamente esta, que a Existência nos vai ensinando a perceber: a Guerreira continua connosco e não precisa de morrer para que a Mulher Sensível possa habitá-la... aliás, talvez seja ela que agora lhe permita escolher com quem pode pousar a Espada!

A Guerreira e da Guardiã da Luz não são duas Mulheres a disputar o mesmo lugar, mas ambas, Dimensões do mesmo Ser: uma conhece a Firmeza necessária para atravessar a Escuridão, enquanto a outra sabe que não fomos feitas para permanecer nela.

E talvez Crescer seja isto: não amputar nenhuma delas, mas aprender a compreender quando é tempo de erguer a Espada, e quando podemos simplesmente abrir as mãos e deixar a Luz chegar. A Inteireza nasce precisamente em sermos ambas, pois aí reside a verdadeira Alquimia: honrar quem Somos, sem sufocar o que ainda pode Florescer em nós!

Myriad Sousa

A Ilusão do "Quase"...Há perguntas que nunca terão resposta, não porque nos falte inteligência para as encontrar, mas po...
06/08/2026

A Ilusão do "Quase"...

Há perguntas que nunca terão resposta, não porque nos falte inteligência para as encontrar, mas por pertencerem ao domínio das possibilidades e não ao dos factos. Uma das maiores dificuldades do Ser Humano é aceitar que existem trajectórias cujo desfecho jamais conheceremos.

Quando algo f**a por concretizar, sentimos uma necessidade quase compulsiva de concluir essa narrativa. A Mente não tolera o Vazio e sempre que se depara com uma questão em aberto, trata de construir uma explicação: procura um culpado, uma razão, um Sentido que alivie o desconforto da incerteza. Sem se aperceber, começa a criar um cenário paralelo onde o que nunca se concretizou passa a ser observado através do filtro do Desejo.

É assim que um relacionamento interrompido se transforma, anos mais tarde, supostamente no grande Amor da nossa Vida. Um emprego recusado converte-se na Oportunidade perdida. Uma Opção diferente passa a representar a Felicidade que acreditamos ter deixado escapar...

Acontece que nenhuma destas conclusões assenta na Experiência, antes, ancora-se na Imaginação... e esta tem um privilégio único: não paga o preço das Escolhas! Não conhece o desgaste do quotidiano, as incompatibilidades, as desilusões, os compromissos, as renúncias, nem tudo aquilo que qualquer Jornada inevitavelmente exige.

É precisamente por isso que é tão fácil apaixonarmo-nos por aquilo que nunca vivemos. Os "quases" exercem um fascínio difícil de ignorar: permanecem intactos, nunca chegam a confrontar-nos com quem aquela pessoa realmente seria, com o peso daquele trabalho ou com as consequências das Decisões que f**aram por tomar. Conservam-se perfeitos, porque nunca tiveram de enfrentar a única prova que separa a Fantasia da Verdade: a Realidade.

Quem nos convenceu de que sabemos aquilo que a Vida nos tirou, se nunca o chegámos a descobrir? Há uma Ilusão subtil escondida nesta forma de pensar: acreditamos ser capazes de avaliar um Caminho que nunca percorremos, como se conhecêssemos o destino de uma estrada onde jamais pusemos os pés.

Ao longo dos anos, tenho observado, enquanto Terapeuta, que muitas pessoas permanecem emocionalmente presas não ao que viveram, mas à interpretação que construíram sobre o que nunca chegou a revelar-se. Sofrem pelo Potencial que não teve tempo de se manifestar, por Versões idealizadas de pessoas, relações ou Promessas que nunca foram confirmadas... nem desmentidas.

Uns chamar-lhe-ão Protecção. Outros falarão de Livre-arbítrio, Escolhas ou simples circunstâncias da Existência. Independentemente da leitura que se faça, há algo que me parece evidente: gastamos demasiado tempo a alimentar horizontes hipotéticos e muito pouco a habitar aquilo que realmente nos pertence.

A Maturidade talvez não esteja em descobrir porque é que certas portas permaneceram fechadas, mas em aceitar que nunca saberemos o que havia do outro lado. Há Incógnitas que nos transformam mais do que qualquer Certeza, pois nascem para nos ensinar os Limites da nossa Percepção.

Enquanto precisarmos de saber como teria sido a história que nunca chegou a existir, continuaremos a desperdiçar a única sobre a qual podemos intervir: aquela que, silenciosamente, continua a desenrolar-se diante de nós!

Myriad Sousa

Será que És mesmo Tu... ou apenas o Eco do que viveste?Ando há uns tempos com uma pergunta a ressoar dentro de mim: "Em ...
05/08/2026

Será que És mesmo Tu... ou apenas o Eco do que viveste?

Ando há uns tempos com uma pergunta a ressoar dentro de mim: "Em que momento é que um Comportamento deixa de ser uma Escolha consciente... para passar a ser apenas a continuação de uma narrativa que começou muito antes de nós?"

Quanto mais observo o Ser Humano, mais me convenço de que nem sempre somos moldados pelos grandes acontecimentos. Muitas vezes, é a Repetição que nos transforma, não a de Palavras, mas a de Ambientes, Atitudes, Reacções, Silêncios e pequenas coisas que, por ocorrerem todos os dias, acabam por deixar de despertar qualquer estranheza.

É assim que aprendemos, sem nos apercebermos, o que é Amar, Discutir, Educar, Respeitar, Controlar, Calar ou Responder perante a Dor. Uma Criança pode crescer convencida de que gritar é a forma natural de resolver um Conflito, simplesmente porque nunca viu outra. Um Adolescente pode participar na Humilhação de um colega não por Maldade, mas porque, naquele momento, o Medo de f**ar de fora pesa mais do que a Voz da Consciência. Um Adulto pode confundir Controlo com Amor, porque foi essa a linguagem afectiva que conheceu desde sempre. Há também quem descarregue em alguém mais vulnerável uma Dor que nunca conseguiu devolver a quem verdadeiramente a provocou...

À primeira vista, todos estes Comportamentos parecem diferentes e, no fundo, talvez partilhem a mesma raiz: a Normalização... porque aquilo que se reitera acaba, muitas vezes, por deixar de ser questionado, e por se instalar como Verdade, mesmo quando nunca o foi.

Talvez seja por isso que determinadas Ideias, Pré-conceitos, formas de Ensinar, Padrões de relacionamento e até manifestações de Violência consigam atravessar Gerações... não porque estejam escritas nos genes, mas porque foram sendo absorvidas como se fossem a única maneira possível de Existir.

Claro que seria profundamente injusto reduzir tudo à Infância ou ao Meio onde crescemos, pois somos muito mais do que isso. Também somos moldados pelas Escolhas que fazemos, as pessoas que encontramos pelo Caminho, a capacidade de reflectir, a Sabedoria que vamos cultivando e a Coragem (ou falta dela) para romper com aquilo que nos foi transmitido.

É precisamente aqui que, para mim, reside a grande diferença: há quem passe a Vida inteira a dar continuidade às dinâmicas que experienciou... e há quem um dia pare para observar, desconstruir aquilo que sempre tomou como certo, para perguntar a si próprio: "Isto faz realmente parte de quem Eu Sou... ou apenas aprendi esta forma Estar?"

Talvez seja nesse instante que deixamos de ser apenas o produto da nossa história e começamos, finalmente, a escrever a nossa... porque compreender de onde vimos pode explicar muito, mas nunca nos deve impedir de escolher para onde queremos ir!

Myriad Sousa

A maior Prisão não tem grades...Há quem passe toda a sua Existência à procura de Liberdade. Uns acreditam que ela chega ...
03/08/2026

A maior Prisão não tem grades...

Há quem passe toda a sua Existência à procura de Liberdade. Uns acreditam que ela chega quando conquistam independência financeira; outros pensam que está na possibilidade de viajar sem destino; abandonar um emprego; terminar uma relação; viver sem prestar contas a ninguém...

Mas, por vezes, conquistamos tudo isso, e ainda assim, continuamos presos... porque existem correntes que não se vêem, são silenciosas e se disfarçam de hábitos, impulsos e pequenas cedências diárias. Instalam-se cada vez que permitimos que um acontecimento sem importância determine o rumo da nossa Jornada: basta uma palavra atravessada; uma crítica; uma resposta que nunca chegou; uma atitude que não correspondeu às nossas expectativas...

E, sem darmos conta, aquilo que ocorreu durante alguns segundos continua a fazer morada dentro de nós durante horas, dias, meses... ou até anos! Vale a pena perguntar: Quem permaneceu realmente no comando? A pessoa que falou e fez... ou nós, que continuámos a alimentar a narrativa muito depois de ela ter terminado?

Há uma enorme diferença entre o Sentir e o permanecer aprisionado ao seu impacto. As Emoções são visitantes, chegam para transmitir uma Mensagem. O Sofrimento prolonga-se quando lhes oferecemos residência permanente. Talvez seja por isso que a Vida nos coloque repetidamente diante de determinadas experiências, não como castigo, mas como oportunidade de revelar os lugares onde ainda entregamos demasiado facilmente o nosso Poder.

Aquilo que nos desestabiliza nem sempre fala da Força do outro, mas muitas vezes traz à tona a Fragilidade que ainda existe em nós... e esta não é uma Verdade confortável, pois é bem mais simples acreditar que o problema existe sempre no exterior. Enquanto apontamos o dedo às circunstâncias, evitamos olhar para aquilo que elas vieram iluminar.

Cada Encontro torna-se, assim, um Espelho: uns reflectem as partes que já aprendemos a Amar, outros mostram as Feridas que continuam à espera de Cuidado. Nenhum deles aparece por acaso, pois todos nos oferecem uma possibilidade de Crescimento. Isso não signif**a aceitar desrespeito, permanecer onde deixámos de ser honrados, nem justif**ar comportamentos que ferem. A Maturidade Emocional nunca nos pede que deixemos de colocar Limites, apenas que estes nasçam da Lucidez... e não da necessidade de vencer uma batalha.

Na realidade, existe uma enorme diferença entre afastarmo-nos por Amor-próprio... ou partir carregando connosco a mesma Guerra. O primeiro Caminho liberta, o segundo apenas altera o cenário. Aquilo que não transformamos dentro de nós encontra sempre uma nova forma de se apresentar diante dos nossos olhos: muda o rosto, o nome, a história.... mas a Lição permanece!

Talvez seja por isso que algumas situações parecem regressar, como se a Vida insistisse na mesma página. Na realidade, não é esta que se repete. Somos nós que ainda não aprendemos a ler aquilo que ela nos mostra. A verdadeira Transformação acontece quando deixamos de perguntar: "Porque é que isto me aconteceu?"..e começamos a questionar: "Que parte de mim está a ser convidada a Despertar através desta experiência?"

É nesse instante que deixamos de estar à mercê das circunstâncias. Recuperamos o leme, e compreendemos que a verdadeira Força nunca esteve em controlar aquilo que acontece, mas antes, sempre se revelou na forma como escolhemos atravessar cada situação.

Acredito ser essa a mais profunda expressão de Liberdade: não uma Vida sem Desafios, mas um Coração que já não entrega a sua direcção a cada vento que sopra... porque o Ser Humano livre não é aquele que nunca encontra tempestades, mas o que deixou de permitir que elas decidam quem ele é!

Myriad Sousa

Manifesto de quem vê o copo meio-cheio... mas não se embriaga de ilusões! 🙏 Paremos de romantizar migalhas. Quem conhece...
30/07/2026

Manifesto de quem vê o copo meio-cheio... mas não se embriaga de ilusões! 🙏

Paremos de romantizar migalhas. Quem conhece o próprio Valor não vive de sobras!

Paremos de romantizar o Apego, chamando-lhe Amor. O Amor liberta, o Apego aprisiona!

Paremos de romantizar quem nos magoa repetidamente. O Potencial de alguém nunca deve pesar mais do que a Realidade!

Paremos de romantizar relações que vivem da Esperança de que o Outro um dia mude. Quem não escolhe transformar-se por si, dificilmente o fará apenas porque assim o desejamos!

Paremos de romantizar pessoas emocionalmente indisponíveis. Feridas explicam comportamentos, não os justif**am... e não é nossa Missão ensinar alguém a amar!

Paremos de romantizar a Possessividade, chamando-lhe "Ciúme saudável por Amor". Aquilo que nasce da Insegurança nunca poderá oferecer a Serenidade que o Coração procura!

Paremos de romantizar o Controlo, chamando-lhe Preocupação. Nenhuma relação floresce quando a Confiança é substituída pela necessidade de condicionar cada passo!

Paremos de romantizar o Sofrimento. A Dor pode ensinar, mas não nasceu para ser morada!

Paremos de romantizar o Sacrifício constante do "dar tudo". Quem se esvazia constantemente, acaba por não ter nada para oferecer a si e ao Outro. Amar não é anular-se!

Paremos de romantizar Promessas vãs e Desculpas repetidas sem Mudanças. "Palavras, leva-as o vento"... e só a Coerência dos Actos fala por si!

Paremos de romantizar a Intensidade dos extremos. O Equilíbrio pode parecer menos exuberante, mas é ele que sustenta o que verdadeiramente perdura!

Paremos de romantizar a ideia de "Eu consigo salvá-l@". O Amor oferece Presença e Apoio, mas nunca faz o Caminho que pertence ao Outro!

Paremos de romantizar os Laços de Sangue. Família verdadeira é quem nos acolhe com Amor e Respeito... o resto pode ser apenas Parentesco!

Paremos de romantizar quem só aparece quando precisa de nós. Quem só nos procura por Conveniência, nunca chegou verdadeiramente a reconhecer a nossa Essência!

Paremos de romantizar Amizades antigas que já deixaram de nos fazer bem. Quando permanecer implica trair a própria Essência, até a Lealdade tem prazo de validade!

Paremos de romantizar a Espera. Há portas que só se destrancam quando deixamos de aguardar que alguém as venha abrir por nós!

Paremos de romantizar o Passado. A Saudade tem o péssimo hábito de apagar aquilo que também doeu!

Paremos de romantizar a Solidão por Medo de nos magoarmos ao voltar a abrir o Coração. Quem vive permanentemente atrás de muros, protege-se do Sofrimento... mas também se afasta da possibilidade de voltar a Florescer!

Paremos de romantizar o Caos. A Paz também pode ser apaixonante!

Paremos de romantizar os Recomeços. Cada um deles pede Renúncias e Despedidas que nem sempre são fáceis!

Paremos de romantizar o Culto da Produtividade. Nenhum Sucesso compensa o preço de deixarmos de nos reconhecer pelo Caminho!

Paremos de romantizar a Resiliência. Nem toda a Força é saudável, quando nasce da Sobrevivência!

Paremos de romantizar a Perfeição, sobretudo a que habita nas Redes Sociais. As vitrines podem impressionar, mas são os bastidores que contam a verdadeira história!

Paremos de romantizar Máscaras e Filtros. A Autenticidade continua a ser insubstituível e a Alma nunca precisou deles para ser bonita!

Paremos de romantizar a Validação externa. Quem sabe quem É não vive à espera de aplausos!

Paremos de romantizar o Silêncio quando este não nasce de um lugar de Paz. Há Ausências que se ancoram no Medo de falar e são verdadeiros gritos engolidos!

Paremos de romantizar quem nunca chora. A Vulnerabilidade transforma-se em Força, quando percebemos que Emoções reprimidas nos vão matando aos poucos!

Paremos de romantizar o "Eu aguento!" Há pessoas que sorriem enquanto se desfazem por dentro... e há uma Coragem enorme em pedir ajuda!

Paremos de romantizar a Humildade ao ponto de nos esquecermos do nosso próprio Valor. Apagar-nos para que os outros se sintam confortáveis é uma forma silenciosa de Abandono de nós próprios!

Paremos de romantizar permanecer, onde a nossa Luz precisa constantemente de pedir Desculpa por brilhar. Esta não nasceu para viver escondida, só para não incomodar quem escolheu f**ar na Escuridão!

Paremos de romantizar a Espiritualidade como Fuga. Ela não nos convida a escapar da Vida, mas a atravessá-la com mais Verdade, mesmo quando esta dói!

Paremos de romantizar os Sinais, ignorando a Realidade que está diante dos nossos olhos. Às vezes, o maior deles todos, é aquilo que nos recusamos a ver!

Paremos de romantizar o Destino como inevitabilidade. Continuaremos a ter plena Responsabilidade pelas nossas Escolhas!

Paremos de romantizar a Intuição. Nem todo o Medo é um Aviso, nem toda a Vontade é Orientação... e nem sempre é linear discernir o que é do Ego, do que é da Alma!

Paremos de romantizar a Missão de Vida. Ela não é um Troféu, mas manifestação de Responsabilidade!

Paremos de romantizar a Paz. Esta não é necessariamente Ausência de conflito, mas Presença de Consciência!

Paremos de romantizar a Cura. Ela não signif**a voltar a ser quem éramos, mas aprendermos a Ser quem Somos agora!

Paremos de romantizar o "Pensamento Positivo". Sentir todas as Emoções também faz parte da Cura!

Paremos de romantizar a Luz. Até ela precisa da Sombra para revelar o que ainda pede Consciência!

Myriad Sousa

13 de Maio — Dia de Nossa Senhora de Fátima Há Presenças que não entram na nossa Vida apenas pela porta da Religião… rev...
13/05/2026

13 de Maio — Dia de Nossa Senhora de Fátima

Há Presenças que não entram na nossa Vida apenas pela porta da Religião… revelam-se pelo Silêncio do Sentir. Nem sempre o Sagrado se evidencia através das Igrejas, dos Rituais ou das Palavras aprendidas desde a Infância. Às vezes, aproxima-se devagar, pelas margens invisíveis da Existência, através de Encontros, Dores partilhadas, mãos dadas em momentos frágeis… e de um Amor tão inexplicável que deixa de caber apenas na Lógica.

Foi assim comigo. Não cresci a procurá-La. Não caminhava movida pela Devoção tradicional, nem pela necessidade de encontrar Sinais a todo o custo. A minha Espiritualidade sempre foi mais íntima e contemplativa… feita de Escuta, Percepção, e de uma Fé que se desenhava dentro de mim sem precisar de moldes.

E, ainda assim… a Mãe Divina encontrou-me! Não de forma grandiosa, com anúncios ou como quem invade... mas como quem chega devagar ao Coração de alguém que ainda não sabia que também precisava de Colo. Curiosamente, nunca veio apenas “até mim”, mas sempre através de alguém... por via de pessoas profundamente tocadas pela Fé que lhes despertava, e que A amavam com uma Entrega tão genuína, que a Sua Essência parecia permanecer nelas como perfume invisível.

E foi nesses momentos, entre o Cuidar e o Sentir, entre o acolher e o permanecer em Comunhão diante da Vulnerabilidade do Ser, que comecei a reconhecê-La. Primeiro como uma Sensação impossível de explicar. Depois como uma Energia profundamente maternal. E mais tarde… como uma Manifestação viva; uma Ternura imensa; um Sentimento sereno, mas avassalador; uma espécie de Abraço da Alma que chegava sem pedir licença.

Houve momentos em que senti que alguém amparava comigo, como se mãos invisíveis sustentassem aquilo que humanamente parecia pesado demais. Outros em que bastava fechar os olhos por breves instantes para sentir uma Paz tão profunda, tão intensa e luminosa, que tudo dentro de mim se aquietava.

E então compreendi. Há pessoas que acedem a Nossa Senhora pela Religião. Outras conhecem-na pela Dor. Outras aproximam-se através da Esperança. Eu conectei-me a Ela por meio da Vibração do Amor, da Fé bonita dos outros, da Reverência sincera, da Rendição humilde... daqueles Corações que, mesmo feridos, continuam a acreditar em Algo Maior.

E talvez seja precisamente aí que reside um dos maiores Milagres: a Compaixão d’Ela não escolhe apenas quem a procura conscientemente. Expande-se, toca, encontra Caminhos, alcança até os mais distraídos do Divino... porque há Presenças que não precisam de ser impostas para serem sentidas. Basta que a Alma esteja disponível!

Hoje, quando penso n’Ela, não vejo apenas numa imagem, mas uma Vibração, um Amparo silencioso, um Olhar que acolhe sem Julgamento, um Amor de Mãe que atravessa a Fé, a Espiritualidade, a Dor, a Perda e até as Dúvidas. E talvez por isso eu a sinta tão próxima… não porque a procurei incessantemente, mas porque Ela me foi chegando pelas pessoas que a carregavam no seu âmago... como se cada uma delas, sem saber, me tivesse deixado um pequeno fragmento da Sua Luz.

E no meio de tantas experiências que a Vida me trouxe, houve uma Verdade que permaneceu: há Encontros Espirituais que não acontecem para nos converter… mas antes, para nos recordar que nunca caminhamos verdadeiramente sozinhos! 🙏

Myriad Sousa

05 de Abril — Domingo de Páscoa 🙏95/365 Páscoa – A Travessia Interior até ao Renascimento O que simboliza a Páscoa, senã...
05/04/2026

05 de Abril — Domingo de Páscoa 🙏
95/365

Páscoa – A Travessia Interior até ao Renascimento

O que simboliza a Páscoa, senão o Sussurro da Vida a convidar-nos a atravessar aquilo que nos dói, nos limita e impede de sermos plenos? É a Passagem do que Fomos, perdemos, tememos... para quem podemos trazer à Luz a cada instante!

Cristo não é meramente História distante plasmada na Memória dos Temp(l)os: é a Pulsação da Entrega absoluta, da Coragem de enfrentar a Dor sem fechar o Coração, da disposição de se oferecer ao que é Maior sem perder a Humanidade. Ele recorda-nos que a verdadeira Ressurreição acontece quando nos permitimos "morrer" perante o Medo, a Ilusão do Controlo, o Ego que se protege com muros invisíveis... e emergimos mais inteiros, conscientes e iluminados.

Hoje, convido-vos a sentir a vossa própria Travessia. Onde ainda guardam Mágoa que pesa como chumbo? Que partes vossas resistem a libertar-se? Que Memórias insistem em prender-vos ao que já não serve? Cada Sombra, cada Ferida, cada Silêncio é Caminho para o Renascimento, se olharem com Coragem, se respirarem com Atenção, se entregarem ao Fluxo da Vida.

A Páscoa lembra-nos que Renascer não é voltar a sermos o que éramos: é transpor o Impossível e revelarmo-nos com a Alma Desperta. É perceber que cada Perda contém uma Dádiva, cada Sofrimento ensina uma Lição, cada Adeus é uma abertura pelo Bem Supremo. É reconhecer que a Vida pulsa em nós e através de nós... e que todo o Gesto de Entrega, Perdão e Amor, é uma Centelha de Eternidade.

Hoje, permitamo-nos morrer ao que já não serve... e Ressuscitar nos nossos Corações, na nossa Intenção, na Quietude onde tudo se reconcilia. Que a Páscoa, mais que Celebração, seja Portal de Consciência, Presença plena... e o Florescer do Amor que habita em cada Célula nossa, pronto para expandir-se para Tudo e Todos!

Myriad Sousa

08 de Março - Dia Internacional da Mulher
08/03/2026

08 de Março - Dia Internacional da Mulher

O Chamado silencioso da AlmaMuitos ouvem, mas poucos escutam e ousam realmente atender ao Chamado. Ele chega subtil, qua...
26/02/2026

O Chamado silencioso da Alma

Muitos ouvem, mas poucos escutam e ousam realmente atender ao Chamado. Ele chega subtil, quase inaudível, escondido nos intervalos do dia, na respiração que hesita, no frio que percorre a coluna quando menos esperas, ou no Desassossego que surge entre momentos de Silêncio. Apresenta-se como pergunta recorrente, como dúvida que não se cala, lembrando-te que algo em Ti pede Atenção, mesmo quando tentas ignorar.

O Despertar não é um presente que cai do Céu.
A Elevação da Consciência não se dá por sorte, nem por coincidência. É exclusivamente tua! Ninguém pode carregar este peso por Ti, nem abrir as portas que ainda não decidiste atravessar.
E, ainda assim, está diante de Ti: a tua Responsabilidade, o teu Território Sagrado, o Espaço onde podes verdadeiramente transformar-te.

Cada momento de Cuidado, cada gesto que tens contigo mesm@, cada Escolha feita com Presença, é uma Semente: algumas germinam devagar, outras explodem em Luz, mas todas exigem Coragem, Paciência e Verdade. Ignorar o Chamado não o faz desaparecer, apenas prolonga a espera pelo teu próprio Encontro, pelo instante em que finalmente reconhecerás o que sempre esteve dentro de Ti.

A Mudança não é confortável, não se curva aos hábitos, ao Medo ou à repetição. Exige Entrega; que olhes para dentro sem distracções; que aprendas a acolher as partes que tentaste esconder; a integrar o que evitaste Sentir e a respeitar o ritmo da tua própria Transformação. E, quando finalmente respondemos, mesmo que só por um relance, algo se altera: não o Mundo lá fora, mas nós. A paisagem interior expande-se, a Quietude torna-se Ponte, e a Inquietação torna-se Direcção, Impulso e Clareza.

O Chamado está sempre aí, disponível para Ti. E o que farás com ele (se permanecerás à espera ou se finalmente escolheres atender), é, em última instância, Obra tua, a Manifestação mais íntima da tua Liberdade e Compromisso contigo mesm@.

E mesmo quando tudo parece confuso, a rotina e os outros procuram ignorar a urgência do teu Crescimento, há algo que não podes negar: o lugar dentro de Ti que anseia por mais, que sussurra Verdades que não podem ser caladas. É nele que o teu Aprimoramento se faz lentamente, quase imperceptível, mas inexorável, como uma maré que nunca falha.

Não te enganes: responder ao Chamado não é apenas perceber o que está à tua frente, mas aceitar o que está escondido nas Sombras da tua própria Existência. É olhar para o que doeu, o que se temeu, o que foi rejeitado... e reconhecer que cada fragmento de Ti merece Acolhimento. Só nessa Conexão íntima e profunda é que a tua Consciência se eleva, e o verdadeiro Despertar acontece... não como um acto grandioso, mas como uma Construção diária, paciente e firme!

Myriad Sousa

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