Rita Barros Terapeuta

Rita Barros Terapeuta Mentora de Desenvolvimento Humano. Especialista em transformar as dores em Força para avançar em direção ao propósito da Alma e DEUS

Transformo a tua Dor na tua FORÇA! Há mais de 15 anos a transformar Vidas

Durante muitos anos, ensinei e acreditei que conhecer a origem dos nossos padrões era uma parte fundamental do caminho.E...
14/08/2026

Durante muitos anos, ensinei e acreditei que conhecer a origem dos nossos padrões era uma parte fundamental do caminho.

E continuo a acreditar que a consciência é importante.

Perceber porque reagimos de determinada forma.
Reconhecer aquilo que aprendemos.
Identificar crenças.
Olhar para a nossa história.
Perceber aquilo que repetimos sem sequer saber que estamos a repetir.

Tudo isso pode ajudar-nos a ver.

Mas há uma pergunta que hoje faço de forma diferente:

ver é o mesmo que ser livre?

Porque podemos saber exatamente de onde vem um comportamento e continuar a repeti-lo.

Podemos conhecer a história da nossa família inteira e continuar presos ao mesmo medo.

Podemos compreender intelectualmente uma ferida e continuar a tomar decisões a partir dela.

E talvez tenhamos confundido, algumas vezes, compreensão com libertação.

Este é um dos lugares onde a minha forma de olhar para o ser humano está a mudar.

Não porque tenha deixado de acreditar na importância do autoconhecimento.

Mas porque hoje sei que nem tudo aquilo que precisa de ser transformado em nós precisa primeiro de ser completamente explicado por nós.

Há coisas que precisamos de reconhecer.

Há escolhas que precisamos de fazer.

Há responsabilidades que precisamos de assumir.

Mas depois de tudo isso, permanece uma pergunta:

Agora que eu vejo os meus padrões, o que é que verdadeiramente me liberta deles?

É sobre isso que quero falar convosco a seguir.

13/08/2026

Durante muito tempo achei que estava à procura de Deus.

Hoje percebo que era Deus que nunca tinha deixado de me procurar.

Esta é uma história muito pessoal. A história de alguém que acreditava em Deus, que falava de Deus, que queria fazer o bem… mas que precisou de reconhecer que estava longe d’Ele.

Foi preciso procurar muito.
Questionar muito.
Aprender muito.
E também perder.

Até perceber que havia lugares dentro de mim aos quais nenhuma resposta conseguia chegar.

E foi aí que comecei a regressar.

Não de repente.
Não por medo.
Não porque alguém me convenceu.

Mas porque, quanto mais conhecia a Palavra, mais percebia o quanto me tinha afastado dela.

Hoje sei que trabalhar com um propósito de Deus não é necessariamente o mesmo que trabalhar para Deus.

E sei também que há um lugar em nós que não pede mais procura.
Pede entrega.

Este vídeo é o testemunho do meu regresso à casa do Pai.

Partilho-o sem querer convencer ninguém e sem julgar o caminho de ninguém.

Partilho-o porque durante muitos anos vocês acompanharam a minha procura.

E pareceu-me justo que conhecessem também o meu regresso.

Deus nunca desistiu de mim.
E eu regressei a casa. 🤍

12/08/2026

Durante muitos anos trabalhei sobre mim. Estudei, fiz terapia, procurei compreender os meus padrões, as minhas feridas, as minhas relações e a minha história.

E continuo a acreditar profundamente no valor de nos conhecermos e de procurarmos ajuda quando precisamos.

Mas há coisas que hoje vejo de outra forma.

1. Confundia compreender uma ferida com curá-la.
Saber de onde vem um padrão é importante. Dar-lhe um nome também. Mas perceber porque sou assim não significa, por si só, que eu esteja livre daquilo que me prende.

2. Procurava demasiadas respostas dentro de mim.
Aprendi durante anos a olhar para dentro. E continuo a fazê-lo. Mas hoje sei que nem todas as respostas estão em mim. Há momentos em que preciso de parar de me consultar a mim própria e perguntar: Deus, o que queres de mim?

3. Confundia controlo com segurança.
Achava que, se compreendesse tudo, antecipasse tudo e trabalhasse suficientemente sobre mim, conseguiria sentir-me segura.
Hoje percebo que há uma segurança que não nasce do controlo. Nasce da confiança.

4. Achava que trabalhar muito sobre mim me prepararia para não voltar a sentir certas dores.
Até a vida me colocar diante de dores para as quais nenhum conhecimento me tornou imune.
Há acontecimentos que não precisam de uma Rita mais “trabalhada”. Precisam de uma Rita que aceite que é humana, que sofre, que não consegue tudo sozinha e que também precisa de ser amparada.

5. Procurei em muitos lugares aquilo que, para mim, só encontrou resposta em Deus.
Talvez esta tenha sido a maior mudança.

Eu acreditava em Deus. Falava de Deus. Queria fazer o bem. Considerava-me seguidora de Jesus.

Mas hoje percebo que acreditar que Deus existe e entregar verdadeiramente a vida a Deus são coisas muito diferentes.

E foi preciso fazer um caminho enorme para perceber uma coisa muito simples:

nem tudo aquilo que eu procurava precisava de mais uma resposta.
Algumas coisas precisavam de entrega.

E foi aí que comecei a regressar.

O que é realmente chique para mim.Com o tempo, algumas coisas vão perdendo importância e outras ganham um valor que ante...
11/08/2026

O que é realmente chique para mim.

Com o tempo, algumas coisas vão perdendo importância e outras ganham um valor que antes talvez não soubéssemos reconhecer.

Hoje, acho chique uma vida entregue a Deus.
Um casamento que continua a escolher-se.
Rezar pelos nossos filhos.
Continuar a aprender. Mudar de opinião. Pedir desculpa.
Fazer bem o que nos cabe, mesmo quando ninguém está a ver.
Reparar nas pessoas.
Guardar algumas coisas só para nós.

E, acima de tudo, ter paz com a vida que escolhemos viver.

Talvez o verdadeiro luxo seja mesmo esse.

E para ti, o que é realmente chique?

08/08/2026

O lugar do descanso não é uma praia.

Não é um hotel.

Não é um retiro.

O lugar do descanso é a confiança.

Quando percebemos que a vida não é nossa, mas de Deus, deixamos de carregar sozinhas aquilo que nunca nos pertenceu.

“Vinde a Mim todos os que andais cansados e oprimidos, e Eu vos aliviarei.” (Mt 11,28)

Muitas mulheres chegam até mim convencidas de que perderam o desejo.Mas, muitas vezes, o problema não está no desejo.Est...
05/08/2026

Muitas mulheres chegam até mim convencidas de que perderam o desejo.

Mas, muitas vezes, o problema não está no desejo.

Está naquilo que aconteceu pelo caminho.

Nas conversas que nunca aconteceram.

Nas mágoas que nunca foram reparadas.

Na sensação de não ser vista, ouvida, escolhida ou compreendida.

Porque o desejo não vive apenas no corpo.

Vive também na segurança emocional.

E quando a ligação se perde, o desejo costuma ser uma das primeiras vítimas.

Talvez não tenhas perdido o desejo.

Talvez estejas magoada.

Se esta reflexão falou contigo e sentes que está na altura de compreender melhor o que está por trás daquilo que sentes, podes enviar-me mensagem privada ou agendar a tua consulta.

04/08/2026

Muitas mulheres acreditam que perderam o desejo.

Mas nem sempre é isso que aconteceu.

Às vezes o que desapareceu foi a segurança.

A admiração.

A cumplicidade.

A ligação emocional.

Às vezes não é falta de desejo.

É excesso de mágoa.

E quando a mágoa se instala, o corpo protege-se.

Fecha-se.

Afasta-se.

Perde a vontade de se entregar.

Porque é difícil desejar alguém quando carregamos dor dentro da relação.

E há uma coisa importante que muitas vezes esquecemos:

Não conseguimos curar uma ferida num lugar onde não nos sentimos seguras para a mostrar.

Não conseguimos sarar aquilo que continuamos a esconder.

Por isso, às vezes, o primeiro passo não é forçar o desejo.

É criar um espaço seguro para olhar para a dor.

Seja através de uma conversa honesta.

Seja dentro da relação.

Seja com ajuda terapêutica.

Porque aquilo que não é cuidado acaba, muitas vezes, por se transformar em distância.

E tu?
Acreditas que a mágoa pode matar o desejo dentro de uma relação?

👇 Conta-me a tua opinião nos comentários.

03/08/2026

O meu marido já não é o homem por quem me apaixonei.

Esta é uma das frases que mais ouço nas minhas consultas.

Mas deixa-me dizer-te uma coisa:

Talvez ele nunca tenha sido exatamente o homem por quem te apaixonaste.

Porque, durante o namoro, muitas vezes vemos a outra pessoa através das nossas expectativas, dos nossos desejos e daquilo que gostaríamos que ela fosse.

Apaixonamo-nos pelo potencial.
Pela promessa.
Pela imagem que construímos.

Mas o casamento é diferente.

No casamento deixamos de viver com a ideia da pessoa e começamos a viver com a pessoa real.

Com as suas qualidades.
Com os seus defeitos.
Com as suas feridas.
Com as suas limitações.

E é aí que o amor amadurece.

Quando trocamos a idealização pela aceitação.

Porque amar não é encontrar alguém perfeito.

É aprender a ver, a conhecer e a acolher quem a outra pessoa realmente é.

E tu?

Casaste com o homem com quem namoraste… ou hoje vives com um homem diferente?

Conta-me nos comentários. 👇

❤️ Guarda este vídeo para mais tarde, se esta reflexão fez sentido para ti.

Santo Agostinho escreveu as suas Confissões como quem procura Deus e, ao mesmo tempo, se deixa encontrar por Ele.Talvez ...
02/08/2026

Santo Agostinho escreveu as suas Confissões como quem procura Deus e, ao mesmo tempo, se deixa encontrar por Ele.

Talvez seja isso que todos fazemos, de uma forma ou de outra.

Bom domingo. 🤍

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