Rita Barros Terapeuta

Rita Barros Terapeuta Mentora de Desenvolvimento Humano. Especialista em transformar as dores em Força para avançar em direção ao propósito da Alma e DEUS

Transformo a tua Dor na tua FORÇA! Há mais de 15 anos a transformar Vidas

08/08/2026

O lugar do descanso não é uma praia.

Não é um hotel.

Não é um retiro.

O lugar do descanso é a confiança.

Quando percebemos que a vida não é nossa, mas de Deus, deixamos de carregar sozinhas aquilo que nunca nos pertenceu.

“Vinde a Mim todos os que andais cansados e oprimidos, e Eu vos aliviarei.” (Mt 11,28)

Muitas mulheres chegam até mim convencidas de que perderam o desejo.Mas, muitas vezes, o problema não está no desejo.Est...
05/08/2026

Muitas mulheres chegam até mim convencidas de que perderam o desejo.

Mas, muitas vezes, o problema não está no desejo.

Está naquilo que aconteceu pelo caminho.

Nas conversas que nunca aconteceram.

Nas mágoas que nunca foram reparadas.

Na sensação de não ser vista, ouvida, escolhida ou compreendida.

Porque o desejo não vive apenas no corpo.

Vive também na segurança emocional.

E quando a ligação se perde, o desejo costuma ser uma das primeiras vítimas.

Talvez não tenhas perdido o desejo.

Talvez estejas magoada.

Se esta reflexão falou contigo e sentes que está na altura de compreender melhor o que está por trás daquilo que sentes, podes enviar-me mensagem privada ou agendar a tua consulta.

04/08/2026

Muitas mulheres acreditam que perderam o desejo.

Mas nem sempre é isso que aconteceu.

Às vezes o que desapareceu foi a segurança.

A admiração.

A cumplicidade.

A ligação emocional.

Às vezes não é falta de desejo.

É excesso de mágoa.

E quando a mágoa se instala, o corpo protege-se.

Fecha-se.

Afasta-se.

Perde a vontade de se entregar.

Porque é difícil desejar alguém quando carregamos dor dentro da relação.

E há uma coisa importante que muitas vezes esquecemos:

Não conseguimos curar uma ferida num lugar onde não nos sentimos seguras para a mostrar.

Não conseguimos sarar aquilo que continuamos a esconder.

Por isso, às vezes, o primeiro passo não é forçar o desejo.

É criar um espaço seguro para olhar para a dor.

Seja através de uma conversa honesta.

Seja dentro da relação.

Seja com ajuda terapêutica.

Porque aquilo que não é cuidado acaba, muitas vezes, por se transformar em distância.

E tu?
Acreditas que a mágoa pode matar o desejo dentro de uma relação?

👇 Conta-me a tua opinião nos comentários.

03/08/2026

O meu marido já não é o homem por quem me apaixonei.

Esta é uma das frases que mais ouço nas minhas consultas.

Mas deixa-me dizer-te uma coisa:

Talvez ele nunca tenha sido exatamente o homem por quem te apaixonaste.

Porque, durante o namoro, muitas vezes vemos a outra pessoa através das nossas expectativas, dos nossos desejos e daquilo que gostaríamos que ela fosse.

Apaixonamo-nos pelo potencial.
Pela promessa.
Pela imagem que construímos.

Mas o casamento é diferente.

No casamento deixamos de viver com a ideia da pessoa e começamos a viver com a pessoa real.

Com as suas qualidades.
Com os seus defeitos.
Com as suas feridas.
Com as suas limitações.

E é aí que o amor amadurece.

Quando trocamos a idealização pela aceitação.

Porque amar não é encontrar alguém perfeito.

É aprender a ver, a conhecer e a acolher quem a outra pessoa realmente é.

E tu?

Casaste com o homem com quem namoraste… ou hoje vives com um homem diferente?

Conta-me nos comentários. 👇

❤️ Guarda este vídeo para mais tarde, se esta reflexão fez sentido para ti.

Santo Agostinho escreveu as suas Confissões como quem procura Deus e, ao mesmo tempo, se deixa encontrar por Ele.Talvez ...
02/08/2026

Santo Agostinho escreveu as suas Confissões como quem procura Deus e, ao mesmo tempo, se deixa encontrar por Ele.

Talvez seja isso que todos fazemos, de uma forma ou de outra.

Bom domingo. 🤍

Nem sempre carregamos a dor do que aconteceu.Muitas vezes carregamos a dor daquilo que sentimos que aconteceu.Fez sentid...
01/08/2026

Nem sempre carregamos a dor do que aconteceu.

Muitas vezes carregamos a dor daquilo que sentimos que aconteceu.

Fez sentido para ti?

31/07/2026

“Tens de ser como a tua irmã.”

Às vezes não foi a tua irmã.

Foi a tua prima.

A filha da vizinha.

A tua melhor amiga.

A colega da escola.

Mas a mensagem era a mesma:

“Tu não és suficiente como és.”

E foi assim que muitas pessoas aprenderam a olhar para a própria vida.

Não através daquilo que são.

Mas através da comparação com os outros.

Quando crescemos a ouvir que devemos ser como alguém, deixamos de perguntar:

“Quem sou eu?”

E começamos a perguntar:

“Porque é que ela consegue e eu não?”

“Porque é que ela é mais feliz?”

“Porque é que para ela parece mais fácil?”

Mas a verdade é que a comparação nunca nos aproxima de nós.

Afasta-nos.

Porque passamos a vida a tentar ser outra pessoa em vez de descobrir quem somos.

A cura não acontece quando te tornas igual à tua irmã, à tua amiga ou à Maria Anita.

A cura começa quando percebes que o teu valor nunca dependeu da comparação.

E que não tens de ser como ninguém para merecer amor, respeito ou reconhecimento.

Se sentes que passaste anos a medir o teu valor através dos outros, talvez esteja na altura de olhar para a origem dessa dor.

Eu posso ajudar-te nesse caminho.

Envia-me uma mensagem.

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