24/09/2026
Há coisas que se explicam muito melhor quando são vividas do que quando são só explicadas.
É por isso que testemunhos reais como este da Sara têm TANTO valor.
Ela conta que era cética em relação à terapia, que achava que provavelmente não iria precisar dela e que, aos 43 anos, decidiu experimentar. E fala de forma muito genuína sobre aquilo que encontrou nesse processo.
Mas há outra coisa que, para mim, torna este testemunho particularmente especial: a vulnerabilidade de se permitir partilhar esta experiência publicamente.
Num mundo onde tantas vezes mostramos apenas aquilo que corre bem, aquilo que conseguimos, a nossa força e os nossos resultados, dizer “eu também precisei de ajuda” é um gesto de enorme valor.
E é também uma forma muito bonita de desmistificar a terapia.
Fazer terapia não significa necessariamente estar “mal”, ter um problema grave ou não conseguir lidar com a vida. Pode significar simplesmente querer compreender melhor o que sentimos, pensar sobre nós próprios com mais profundidade e ter um espaço seguro onde podemos fazê-lo.
Muito Obrigada, Sara, pela partilha e pela exposição da vulnerabilidade. 🤍
Testemunhos assim ajudam a tornar a terapia mais próxima, mais humana e menos desconhecida.
E se este testemunho vos despertou curiosidade ou alguma dúvida sobre o que acontece, afinal, numa terapia, procurem tirar as vossas dúvidas, falem com alguém que faz e, acima de tudo, não tenham medo.