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✨Viva uma relação mais saudável consigo mesmo

24/09/2026

Há coisas que se explicam muito melhor quando são vividas do que quando são só explicadas.

É por isso que testemunhos reais como este da Sara têm TANTO valor.

Ela conta que era cética em relação à terapia, que achava que provavelmente não iria precisar dela e que, aos 43 anos, decidiu experimentar. E fala de forma muito genuína sobre aquilo que encontrou nesse processo.

Mas há outra coisa que, para mim, torna este testemunho particularmente especial: a vulnerabilidade de se permitir partilhar esta experiência publicamente.

Num mundo onde tantas vezes mostramos apenas aquilo que corre bem, aquilo que conseguimos, a nossa força e os nossos resultados, dizer “eu também precisei de ajuda” é um gesto de enorme valor.

E é também uma forma muito bonita de desmistificar a terapia.

Fazer terapia não significa necessariamente estar “mal”, ter um problema grave ou não conseguir lidar com a vida. Pode significar simplesmente querer compreender melhor o que sentimos, pensar sobre nós próprios com mais profundidade e ter um espaço seguro onde podemos fazê-lo.

Muito Obrigada, Sara, pela partilha e pela exposição da vulnerabilidade. 🤍
Testemunhos assim ajudam a tornar a terapia mais próxima, mais humana e menos desconhecida.

E se este testemunho vos despertou curiosidade ou alguma dúvida sobre o que acontece, afinal, numa terapia, procurem tirar as vossas dúvidas, falem com alguém que faz e, acima de tudo, não tenham medo.

12/09/2026

Vamos correr? 😉
Obrigada pela partilha tão pertinente Corre com Cabeça

Já alguma vez estiveste numa sessão e pensaste: "Tenho de dizer alguma coisa..."Mas não sabias o quê.Ou sentiste que o s...
26/08/2026

Já alguma vez estiveste numa sessão e pensaste: "Tenho de dizer alguma coisa..."
Mas não sabias o quê.

Ou sentiste que o silêncio estava a ficar demasiado longo e começaste a ficar desconfortável.

Talvez tenhas pensado que estavas a desperdiçar a sessão. Ou até que o teu psicólogo estava à espera de que tivesses alguma coisa importante para dizer.

Mas não precisas de chegar à terapia com um guião. Às vezes, o que precisamos de dizer ainda está a ganhar forma.

E está tudo bem começar por aí. 🤍

Há sessões em que chegamos preparados para falar.E há outras em que nos sentamos e... nada.Isso não significa necessaria...
20/08/2026

Há sessões em que chegamos preparados para falar.
E há outras em que nos sentamos e... nada.

Isso não significa necessariamente que não esteja a acontecer nada. A terapia não precisa de ser uma sucessão de grandes descobertas para que exista trabalho terapêutico.

Às vezes, o mais interessante começa precisamente quando deixamos de tentar encontrar rapidamente "qualquer coisa para falar".
O que acontece quando não tentamos preencher esse espaço imediatamente?

Às vezes, começar a terapia não traz imediatamente a sensação de se estar melhor.Pode haver momentos em que te sentes ma...
12/08/2026

Às vezes, começar a terapia não traz imediatamente a sensação de se estar melhor.

Pode haver momentos em que te sentes mais sensível, mais consciente do que sentes ou até mais desconfortável do que antes.

E isso pode ser difícil de interpretar. E pode assustar.

Levar essas dúvidas para a sessão pode ser, precisamente, parte do trabalho terapêutico.

💬 Já alguma vez te perguntaste se te sentires pior podia significar que a terapia não estava a resultar?

Quando pensamos na terapia, é comum imaginarmos que a esperança aparece apenas no fim, quando a pessoa já se sente melho...
08/08/2026

Quando pensamos na terapia, é comum imaginarmos que a esperança aparece apenas no fim, quando a pessoa já se sente melhor.

Mas a investigação sugere que acontece também o contrário: a esperança pode ser um dos fatores que tornam a mudança possível.

Acreditar que existe a possibilidade de um futuro diferente não elimina o sofrimento, nem substitui o trabalho terapêutico. Mas pode aumentar o envolvimento no processo, fortalecer a relação terapêutica e ajudar a pessoa a persistir, mesmo quando a mudança parece lenta.

É por isso que a esperança não deve ser vista como um prémio reservado ao final da terapia. Muitas vezes, é um dos primeiros passos para que ela aconteça.

Há um padrão que vejo com alguma frequência em terapia.Quando começamos a aproximar-nos daquilo que realmente dói, nem s...
05/08/2026

Há um padrão que vejo com alguma frequência em terapia.

Quando começamos a aproximar-nos daquilo que realmente dói, nem sempre a reação é falar.

Às vezes, surge vontade de adiar, cancelar, mudar de assunto ou convencer-nos de que "não faz assim tanta falta" ou há mais nada para dizer hoje".

E isso pode ser mais significativo do que parece. E é normal.

Já te aconteceu? Conta-me aqui.

Compararmo-nos é inevitável.O problema não é a comparação, mas a forma como a interpretamos.Às vezes, ela inspira-nos. O...
26/07/2026

Compararmo-nos é inevitável.
O problema não é a comparação, mas a forma como a interpretamos.

Às vezes, ela inspira-nos. Outras vezes, convence-nos de que não somos suficientes.

E se, em vez de te julgares, começasses por compreender aquilo que essa comparação está a tentar dizer?

Em que área da tua vida te comparas mais?

Muitas vezes, aquilo que ignoramos emocionalmente acaba por encontrar expressão no corpo.O cansaço constante.A ansiedade...
16/05/2026

Muitas vezes, aquilo que ignoramos emocionalmente acaba por encontrar expressão no corpo.

O cansaço constante.
A ansiedade.
A tensão permanente.
As dores sem explicação aparente.

O corpo não está contra nós.
Está a tentar comunicar aquilo que é silenciado durante demasiado tempo.

Aprender a colocar limites não é egoísmo. Dizer 'não', não é má educação. Cuidar de nós é fundamental.

Escutar o corpo e praticar o auto cuidado também é saúde mental.

Guarda este post para os dias em que o teu corpo estiver a pedir uma pausa.

Nem sempre é exagero. Nem falta de controlo. Muito menos é fraqueza.Quando um gatilho emocional é ativado, quem responde...
04/01/2026

Nem sempre é exagero. Nem falta de controlo. Muito menos é fraqueza.
Quando um gatilho emocional é ativado, quem responde pode não ser o adulto que és hoje, mas a parte de ti que aprendeu a sobreviver muito desde cedo.

O trauma não vive no passado. Ele vive no corpo, na memória emocional e na forma como reagimos no presente.

Compreender os gatilhos é um passo essencial para a regulação, a integração e a cura emocional.

Se isto te tocou, não estás sozinho/a. Se precisares, fala connosco. Estamos cá para ajudar.

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