05/09/2026
A curta metragem "me ama, no me ama" emocionou-me e transportou-me para o espaço psicoterapêutico em contexto de casal.
Mais do que aliar-me a duas pessoas, ligo-me a uma história que testemunha o encontro. Reconstrói-se a narrativa e neste encontro, olha-se a relação e a individualidade, ambas de mãos dadas.
Existindo espaço para o extraordinário, o conflito, o afeto, a intimidade...
Como psicoterapeuta estou de fora, fazendo parte, devolvendo e recebendo (tanto), integrando.
Cocriando a oportunidade para reparar, ressignificar, acolher, sentir e identificar o vínculo... Florescendo a esperança (seja qual for a escolha de cada um e de ambos), libertando sempre 🌻