Marta Crawford

Marta Crawford Consultório . Alameda D. Afonso Henriques em Lisboa
Tel: 218470187

Hoje, dia 4 de setembro, festejamos o Dia Nacional da Saúde Sexual, e a SPSC traz uma conversa que importa: Every Body —...
04/09/2026

Hoje, dia 4 de setembro, festejamos o Dia Nacional da Saúde Sexual, e a SPSC traz uma conversa que importa: Every Body — que vozes, corpos e contextos estão em falta no diálogo sobre saúde sexual?

Uma sessão online, gratuita e sem inscrição, com vozes de comunidades que raramente são ouvidas neste contexto — para aprender com elas o que ainda falta na educação sexual, nas consultas e na academia, e como tornar estes espaços mais inclusivos para todos os corpos.

Com abertura de Marta Crawford e Patrícia Pascoal, e moderação de Patrícia Pascoal.

As vozes convidadas: Kai Fernandes, Manuel Oliveira, Catarina Vitorino, Júlia Mendes Pereira e Lisa Vicente.

📅 4 de setembro | 🕔 17h | Online
📺 Link na bio para o nosso canal de YouTube **ologiaclinica.pt

26/08/2026

Deixo-vos uma mensagem muito importante !

segurancainfantil

Da crise de intimidade à pressão que muitas mulheres ainda sofrem para terem s**o após o parto, passando pela importânci...
24/08/2026

Da crise de intimidade à pressão que muitas mulheres ainda sofrem para terem s**o após o parto, passando pela importância do clítoris no prazer feminino e pelo impacto negativo da pornografia, a sexóloga Marta Crawford traça alguns dos desafios atuais da sexualidade.

👉Oiça o episódio completo no site do jornal Público ou nas habituais plataformas digitais.

20/08/2026

Já passaram mais de 20 anos desde que Marta Crawford entrou na casa dos portugueses, em horário nobre, para falar de temas que faziam corar muita gente — e que talvez ainda hoje deixem alguns desconfortáveis. Mas a sexóloga conseguiu fazê-lo como poucos: com boa disposição e seriedade, tal como se apresentou neste episódio do podcast Um Género de Conversa.⁠

🎧️ Ouça na íntegra no link da bio ou nas plataformas habituais.⁠


é um podcast feito por mulheres, sobre mulheres, para todos ouvirem. Por e .
⁠ .pt

Marta Crawford: “O tão glorioso pénis tem muito menos prazer do que o clítoris”🎙️PODCAST UM GÉNERO DE CONVERSA de Paula ...
19/08/2026

Marta Crawford: “O tão glorioso pénis tem muito menos prazer do que o clítoris”

🎙️PODCAST UM GÉNERO DE CONVERSA de Paula Cosme Pinto e Patricia Reis para o Público

👉Podes ouvir tudo🎧, no Spotify e nos canais habituais

Da crise de intimidade à pressão que muitas mulheres ainda sofrem para terem s**o após o parto, passando pela importância do clítoris no prazer feminino, a sexóloga traça os desafios da sexualidade.

15 de agosto de 2026. Cinco anos depois da queda de Cabul.Há imagens que não desaparecem.Há cinco anos vimos os Talibã e...
15/08/2026

15 de agosto de 2026. Cinco anos depois da queda de Cabul.

Há imagens que não desaparecem.

Há cinco anos vimos os Talibã entrarem novamente em Cabul. Vimos milhares de pessoas correrem para o aeroporto e pessoas agarrarem-se a aviões numa tentativa desesperada de fugir.

Lembro-me que senti um soco no estômago: como era possível assistir àquilo e continuar simplesmente a nossa vida?

Em 2021 criei, com outras pessoas, uma rede informal para tentar ajudar mulheres e famílias afegãs a sair do Afeganistão e a chegar a Portugal. Algumas conseguimos ajudar. Outras não. Durante meses quase não dormi.

Depois veio a guerra na Ucrânia, as prioridades mudaram, as portas fecharam-se e eu, esgotada, tive de parar.

Até que, em 2024, recebi um email de Nasira.

Hazara xiita. Jornalista. Mulher. Refugiada no Irão com a família e sob ameaça de deportação.

Nasira já tinha ouvido falar de uma portuguesa que tentara ajudar mulheres afegãs. Alguém lhe deu o meu email.

Escreveu-me.

A minha primeira resposta começou assim:

“I don’t know how I can help you.”

Mas Nasira continuou a escrever. E eu continuei a ler.Até que deixei de aceitar que não houvesse nada a fazer.

Há mais de um ano que procuramos uma saída.

Construímos um processo para Portugal. Angariámos mais de 21 mil euros. Conseguimos financiamento adicional, viagens, acolhimento e uma rede de integração. Cumprimos aquilo que nos foi pedido.

Portugal fechou a porta. O governo decidiu puxar o tapete e deixar cair esta engenharia humanitária única.

Não DESISTIMOS 💪🏽

Escrevi a governos, ministros , presidentes, embaixadas, à Casa Real espanhola, aos Repórteres Sem Fronteiras, ao Papa, ao Cardeal Tolentino. Procurei todas as portas possíveis.

E hoje existe finalmente uma pequena esperança: Espanha está a analisar o pedido de Nasira e da mãe, com uma evolução positiva. Ainda lutamos para que a família não seja separada.

Eu sei que é apenas uma família entre milhares.
Mas esta família podemos ajudar agora.

Cinco anos depois, continuo a acreditar: que enquanto houver um porta onde possa bater, eu vou lá.

Por Nasira. Pela sua família. E por todas as mulheres afegãs que não podemos esquecer.

❤️

30/07/2026

Mais importante do que oferecer ao bebé recém-nascido uma colher de prata ou uma medalhinha de ouro, seria preferível oferecer uma cartilha de bons ensinamentos para o amor e para a sexualidade.

Assim, o bebé iria aprendendo desde cedo a gostar de si próprio, a amar-se, a respeitar-se e a gostar, amar e a respeitar o outro. Aprenderia também que a sexualidade é muito importante na vida de cada um e que vai muito para além do acto sexual propriamente dito. Com estes ensinamentos, desde tenra idade, seria de certeza um ser mais completo, sensível e mais preparado para dar e receber afectos, carinhos e para viver com prazer a sexualidade.

Homens e mulheres vivem muitas vezes as suas vidas com medos e preconceitos que prejudicam a sua capacidade de envolvimento afectivo e sexual e, por isso, acabam por não saber comunicar intimamente. Comunicar é essencial, pois só assim podemos dizer ao outro aquilo que desejamos, o que queremos e o que nos dá realmente prazer.

No inicio de uma relação o fogo da paixão permite ao casal um entendimento que vai para além das palavras, que os une em simbiose e compreensão mútua, mas as relações tendem a evoluir e falar intimamente implica que sejam capazes de se expressar livremente sobre aquilo que os faz sentir bem, menos bem, aquilo de que gostam e não gostam que o outro lhes faça, sem fingimentos ou receio que a sinceridade os possa afastar.

Na realidade, partilhar é o grande segredo para tudo o que nos vai acontecendo na vida. Para quê fervilhar em mal entendidos ou situações pouco esclarecidas.

Talvez existam muitas coisas que nos acontecem, que nos fazem sofrer, mas deixemo-nos de tretas, existem muitas outras coisas que cabe a cada um alterar para que o sofrimento termine e não se perpetue para além do tempo necessário.

Mais difícil do que transformar aquilo que nos causa dor, é manter a situação ao longo do tempo. Mudar, por mais difícil que se adivinhe, é sempre melhor do que eternizar o sofrimento.

🎥

👉Consultório: Ligue 218 470 187 de segunda a quinta, a partir das 15h para agendar consulta.

13/07/2026

Bodas de ouro

“A minha Avó Luciana e o meu Avô Mário fizeram 55 anos de casados. Incrível!!! a minha avó é italiana e surpreendeu-nos a todos com uma carta de amor que escreveu ao meu Avô. Ficámos todos de lágrima no olho e impressionados com a sua ousadia.
“Chamou me Luciana e amei um homem mais do que tudo na vida. Penso que amo este homem desde que nasci, senão não poderia ter vivido o que vivi com ele. O meu destino estava escrito: entregar-me nas mãos do homem mais belo e carinhoso do mundo. Tinha 18 anos quando me entreguei a ele e, durante horas amou-me generosamente no dia do nosso casamento. Daquela noite recordo o quadro que pintamos a vermelho, que emoldurou para sempre o nosso amor. Nesse dia nada importou, como poderia ficar inquieta com pequenas evidências de uma mulher jovem, fértil e virgem, se o meu amor estava ali, nos meus braços, disposto a fazer-me entender a verdadeira natureza da paixão. Tocou-me com os seus lábios pelo meu corpo, como um escultor que dá forma à sua obra. Naquele dia esculpiu cada milímetro da minha pele virgem e cheia de paixão. A sua boca na minha, era como se o céu e terra se beijassem ao pôr de sol, o meu corpo abraçava-o e pedia-lhe que me amasse e que nunca mais me deixasse. Foi assim no principio, e foi com muito amor e cumplicidade que ultrapassamos todas as nossas dificuldades ao longo destes anos. Infelizmente só pude ter um filho, o destino não me permitiu ter mais, mas em compensação deu-me o melhor filho que uma mãe pode desejar. Marcelo, foi um filho perfeito e soube dar-me aquilo que eu sempre quis, uma família grande para eu poder amar muito. Amo o meu marido, o meu filho, a minha nora e os meus queridos netos e bisnetos. Sou uma afortunada! Obrigada.”

✍️In Diário Sexual é conjugal de um casal” de Marta Crawford

🎥

👉Consultório: Ligue 218 470 187 de segunda a quinta, a partir das 15h para agendar consulta.

Para quem ainda não ouviu 📣
11/07/2026

Para quem ainda não ouviu 📣

Impulsionadora do Dia Nacional da Saúde Sexual e fundadora do Museu Pedagógico do S**o, Marta Crawford tem dedicado décadas ao trabalho no terreno onde a sexualidade se cruza com os direitos, a cultura e a justiça. Neste episódio do podcast “O Prazer é Todo Meu”, Mafalda Cruz conversa com ...

Caras e caros amig@s,Escrevo-vos para fazer um ponto de situação sobre o caso da Nasira H. e da sua família, e para vos ...
03/06/2026

Caras e caros amig@s,

Escrevo-vos para fazer um ponto de situação sobre o caso da Nasira H. e da sua família, e para vos agradecer, uma vez mais, a confiança, o apoio e a generosidade que demonstraram ao longo destes últimos meses.

Antes de mais, quero tranquilizar todos os que contribuíram para esta causa: os fundos angariados através da campanha permanecem salvaguardados pela JRS Portugal, que se comprometeu desde o início a guardar e gerir estes recursos para que fossem utilizados exclusivamente em benefício da Nasira e da sua família. Esse compromisso mantém-se integralmente.

Embora tudo indique que o destino final da família possa já não ser Portugal, o dinheiro continua disponível para apoiar a sua transferência para um país seguro ou, se necessário, para apoiar a família enquanto permanece no Irão. As vossas doações não foram em vão. Continuam a representar uma possibilidade concreta de esperança para esta família.

Importa também explicar uma questão que muitos de vós me colocaram ao longo deste processo.

O objetivo inicial da campanha era atingir os 100.000 euros, valor que nos foi indicado pela JRS Portugal como necessário para assegurar a receção, instalação e acompanhamento da família durante um período aproximado de 12 meses, até à sua progressiva autonomização em Portugal.

Embora não tenhamos alcançado esse objetivo, a campanha conseguiu angariar um total de 21.610 euros. Após as taxas da plataforma, no valor de 794,06 euros, foram transferidos para a JRS Portugal 20.495 euros, montante que permanece reservado para apoiar a Nasira e a sua família.

Mais importante ainda, entretanto surgiu uma oportunidade extraordinária. Conseguimos o interesse e disponibilidade de uma associação norte-americana que se mostrou disposta a mobilizar os seus próprios doadores internacionais para cobrir o valor remanescente necessário à instalação da família.

Na prática, isto significava que a totalidade dos recursos financeiros necessários poderia ser assegurada através da sociedade civil e de entidades parceiras, sem qualquer encargo para o Estado português.

Foi talvez um dos aspetos mais extraordinários de todo este processo: cidadãos comuns, associações, empresas e doadores de vários países conseguiram reunir condições para oferecer uma solução concreta, sustentável e humanamente digna para esta família.

Durante muitos meses trabalhámos num processo que considero um verdadeiro milagre humanitário. Conseguimos reunir tudo aquilo que nos foi solicitado pelas autoridades portuguesas (AIMA). Obtivemos apoios privados, garantias financeiras, disponibilidade para acolhimento e integração, documentação completa e uma rede de apoio preparada para receber a família. Fizemos exatamente aquilo que nos foi pedido.

Depois de um trabalho enorme, desenvolvido ao longo de muitos meses, recebemos no início de dezembro uma resposta que, na prática, inviabilizou a possibilidade de a Nasira e a sua família serem acolhidas em Portugal.

Desde então, tenho tentado, por todos os meios ao meu alcance, reverter essa decisão.

Enviei sucessivas cartas e mensagens ao Presidente da República, ao Primeiro-Ministro, a ministros, à Presidência do Conselho de Ministros, à AIMA, ao respetivo presidente e vogais, bem como a candidatos à Presidência da República e outras entidades com responsabilidade institucional.

Nenhuma destas iniciativas produziu qualquer resultado concreto.

Não recebi respostas que permitissem encontrar uma solução. Não vi abertura para reconsiderar um caso que, do meu ponto de vista, reunia condições excecionais para uma resposta humanitária positiva.

Confesso-vos que esta realidade me deixou profundamente desiludida.

Não apenas pelo caso da Nasira, mas porque senti que tínhamos conseguido construir uma solução rara: uma operação humanitária sem encargos para o Estado, sustentada por uma mobilização da sociedade civil, por empresas disponíveis para ajudar e por cidadãos que acreditaram que era possível fazer a diferença.

Apesar disso, recuso-me a desistir.

Nos últimos meses tenho procurado alternativas noutros países europeus, particularmente em Espanha, onde existem historicamente mais mecanismos de acolhimento e proteção para pessoas refugiadas.

Foram enviados diversos contactos e pedidos ao Ministério do Interior espanhol, bem como à Embaixada de Espanha em Teerão. Infelizmente, a guerra e a instabilidade regional levaram ao encerramento temporário da embaixada, que continua a funcionar apenas com serviços muito limitados, atrasando ou inviabilizando muitos processos.

Continuo a insistir.

Continuo a escrever.

Continuo a procurar portas que possam abrir-se.

Mais recentemente, comecei também a explorar outras possibilidades, incluindo a Austrália, embora reconheça que os processos possam ser mais difíceis e demorados.

Entretanto, a situação da Nasira e da sua família continua extremamente difícil.

Os anos de exílio, a insegurança constante, a ameaça de deportação, a guerra, a pobreza e, mais recentemente, a destruição das expectativas que tinham depositado neste processo tiveram um impacto profundo na saúde mental de todos.

Desde que fugiram dos Talibãs, vivem numa espécie de limbo. Não podem regressar ao Afeganistão. Não conseguem construir uma vida estável no Irão. Não conseguem avançar para um país seguro. Vivem suspensos entre o medo e a esperança.

Tenho mantido contacto regular com a Nasira. Escrevo-lhe todas as semanas. Muitas vezes duas ou três vezes por semana, quando o desespero do outro lado se torna demasiado pesado.

Faço-o porque sei que, por vezes, uma mensagem é a única coisa que impede alguém de perder completamente a esperança.

Continuo a acreditar que existe uma pequena possibilidade de sucesso.

Pequena, mas real.

O meu objetivo continua a ser exatamente o mesmo que tinha no primeiro dia: ajudar esta família a encontrar um lugar onde possa viver sem medo, com dignidade e com futuro.

Quero também informar-vos que não será necessário realizar novas doações para esta causa.

Os fundos atualmente existentes, guardados pela JRS Portugal são suficientes para apoiar a Nasira e a sua família numa eventual transferência para um país seguro ou para responder às necessidades mais urgentes que possam surgir enquanto permanecem no Irão.

Por essa razão, a página de crowdfunding será encerrada.

Caso existam desenvolvimentos relevantes sobre o processo da família, procurarei manter-vos informados através dos canais habituais.

Se algum de vós tiver contactos relevantes em Portugal, Espanha, Austrália ou noutro país que possam contribuir para desbloquear esta situação, peço-vos que entrem em contacto comigo.

Toda a ajuda pode fazer a diferença.

E se alguém desejar escrever uma mensagem de apoio à Nasira, também a poderei encaminhar. Tenho a certeza de que ela apreciará profundamente saber que existem pessoas que continuam a pensar nela e na sua família.

Se alguém desejar contactar-me diretamente, partilhar contactos úteis, sugerir possíveis soluções ou simplesmente saber mais sobre a situação da Nasira e da sua família, poderá fazê-lo através do meu email [email protected] ou das minhas redes sociais.

Obrigada por não terem ficado indiferentes.

Obrigada por terem acreditado que a vida de uma família afegã também importa.

E obrigada por continuarem desse lado.

Com gratidão,

Marta Crawford

Um apelo à solidariedade portuguesa ❤️ Vivemos tempos dif… Marta Crawford needs your support for Urgente! Ajudem a salvar Nasira e a Sua Família dos Talibãs

Endereço

Lisbon

Horário de Funcionamento

Terça-feira 09:00 - 17:00
Quinta-feira 09:00 - 17:00

Notificações

Seja o primeiro a receber as novidades e deixe-nos enviar-lhe um email quando Marta Crawford publica notícias e promoções. O seu endereço de email não será utilizado para qualquer outro propósito, e pode cancelar a subscrição a qualquer momento.

Entre Em Contato Com A Prática

Envie uma mensagem para Marta Crawford:

Compartilhar